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Repactuação do Plano Petros: Oposição usa mídia conservadora para tentar inviabilizar acordo conquistado pela FUP e sindicatos

Imprensa FUP


Matéria de capa do Estado de São Paulo desta quarta-feira (02): "Petrobrás gasta três refinarias com rombo de fundo”


Um dos mais conservadores jornais da imprensa brasileira publicou nesta quarta-feira (02) matéria de capa extremamente tendenciosa, que especula sobre o compromisso que a Petrobrás assumiu com os trabalhadores de quitar as principais dívidas do Plano Petros. “Petrobrás vai bancar rombo de R$ 9,3 bilhões do fundo Petros” é o título da reportagem de página inteira que abre o caderno de economia do jornal paulista.

Uma das fontes que foram citadas na reportagem do Estado de São Paulo é Nei Ribeiro, presidente da APAPE (Associação de Participantes da Petros), que, junto com as associações de aposentados, Aepet e algumas direções sindicais, vem atacando o acordo histórico que a FUP e 12 sindicatos assinaram com a Petrobrás e a Petros para resolver as principais pendências do fundo de pensão da categoria e a situação dos mais de 10 mil trabalhadores sem plano de previdência complementar.

O objetivo deste grupo que se opõe, equivocada e irresponsavelmente, ao acordo que irá reequilibrar o Plano Petros, é sem dúvida tentar inviabilizar o processo, manipulando a categoria para os seus objetivos políticos (criação de uma nova central e de uma nova federação e eleição de seus representantes nos conselhos da Petros). Não importa os métodos utilizados e tampouco as conseqüências imprevisíveis de seus atos, como o vazamento de informações para a mídia conservadora.

Foi o que já fizeram no ano passado, quando ventilaram na mídia informações internas do Conselho Deliberativo da Petros, que foram manipuladas pelo Globo, Folha de São Paulo, entre outros jornais, prejudicando a imagem do fundo de pensão dos petroleiros. Chegaram ao absurdo de se aliarem às oligarquias e à direita, municiando ACM Neto, sub-relator da CPI dos Correios, com mentiras e informações distorcidas para atingir o governo Lula e as atuais direções da Petros e da Petrobrás.

A FUP espera que esses pseudo defensores dos participantes (como eles se auto-denominam) reconheçam o equívoco histórico que estão cometendo e, principalmente, a forma inconseqüente e irresponsável como estão agindo, comprometendo as conquistas obtidas pela categoria.


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