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Petros divulgará dia 12 a consolidação final dos termos processados
Mais de 60% dos participantes da ativa repactuaram, segundo a última parcial divulgada agora há pouco pela Petros, com base nos termos individuais processados até o meio dia de hoje. Separando esse índice por patrocinadora, o número de adesões a repactuação mostra-se ainda mais consistente: 72,55% na REFAP e 65% na BR Distribuidora. Entre os assistidos, os termos individuais processados até o meio dia desta terça-feira indicam adesão de 43% do total de aposentados e pensionistas. Se considerarmos apenas os pensionistas, os índices de repactuações já chegam a 45% na Petrobrás, 50% na Refap, 55% na BR Distribuidora e 56% na Petroquisa.
Esses números, como já divulgamos, são parciais. A consolidação final dos termos individuais recebidos pela Petros será feita no próximo dia 12. Esse prazo é necessário para que a Fundação processe todos os termos que foram protocolados até o dia 31/08 nas unidades operacionais do Sistema Petrobrás e, principalmente, as documentações dos assistidos que foram enviadas em sua grande maioria por Correios, de todas as regiões do país. Os termos, por exemplo, que foram postados no dia 31/08 em agências dos Correios do interior do Norte, Nordeste ou Centro Oeste do país podem levar até uma semana para chegar à Petros. Sem falar que ainda há um feriado nacional no meio da semana.
A FUP, portanto, repudia veementemente as especulação ventiladas pelas oposições e associações, que fizeram campanha contrária à repactuação, que colocam em dúvida a lisura deste processo. O que na verdade está por trás destas acusações levianas é mais uma vez a tentativa desesperada de impedir a implementação do acordo de solução das pendências da Petros. A cada parcial divulgada pela Petros, crescem os números de repactuações nas bases cujos sindicatos e/ou associações de tudo fizeram e ainda fazem para impedir esse acordo vitorioso. Os termos processados até o meio dia de hoje (05/09), apontam que no estado do Rio de Janeiro (bases dos Sindipetros RJ e Caxias), 51,40% dos participantes da ativa repactuaram; no estado de São Paulo (bases dos Sindipetros Litoral Paulista e São José dos Campos), esse índice já é de 64,46%; no Pará, de 57,97% e na Bahia, de 63,03%.
Portanto, fica cada vez mais claro que os participantes confiaram no indicativo da FUP e da maioria dos sindicatos e não se deixaram enganar e nem se intimidaram com o jogo sujo feito pelas oposições e associações. O bom senso e a unidade da categoria se sobrepuseram ao terrorismo, às mentiras, aos assédios e até mesmo às ameaças – as oposições e associações chegaram ao ponto de colocarem tropas de choque nas portas dos postos de atendimento da Petros e na sede da Fundação para tentar impedir a entrega dos termos de repactuação.
IMPLEMENTAÇÃO DO ACORDO – Diante dos números de repactuações que as parciais da Petros apontam e que já ultrapassam os 50% mais um do total de participantes do Plano Petros, a FUP brigará junto à Petrobrás e demais patrocinadoras para que implementem o Acordo de Obrigações Recíprocas. Sendo assim, tão logo a Petros divulgue os números finais dos participantes que repactuaram, a Federação cobrará uma reunião com a Petrobrás para reivindicar a implementação do acordo e, portanto, o cumprimento de todos os compromissos assumidos pela patrocinadora, como o aporte de mais de R$ 6 bilhões para o Plano Petros, a correção do cálculo das pensões, a redução do limite de idade, o pagamento dos valores monetários individuais acordados, a gestão paritária da Petros, entre outras conquistas. Apesar do aporte de recursos no Plano Petros e a gestão paritária da Fundação beneficiarem todos os participantes, inclusive os que não repactuaram, as demais conquistas do acordo só serão extensivas àqueles que repactuaram.
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