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Eleição presidencial

Militância de esquerda coloca o bloco na rua. Petroleiros, também

Imprensa da FUP

Os movimentos sociais, as centrais sindicais, os trabalhadores sem terra, os estudantes, artistas, intelectuais e todos os setores progressistas organizados da sociedade brasileira estão mobilizados para impedir a volta da direita e o retrocesso que significará uma possível vitória de Alckmin na eleição do dia 29. A FUP e os sindicatos filiados, a exemplo do que tem feito todo o movimento sindical cutista, convocaram os petroleiros a juntarem-se a este grande movimento.

Os petroleiros que participaram do Conselho Consultivo da FUP e do Conselho Nacional de Aposentados e Pensionistas, ocorridos nos dias 05 e 06, externaram a preocupação geral da categoria com a atual conjuntura política e apontaram que a prioridade neste mês de outubro deve ser a luta pela reeleição do presidente Lula. O entendimento unânime do movimento sindical petroleiro e dos delegados que participaram destes dois conselhos é de que as conquistas e avanços da categoria estão diretamente atrelados ao resultado das urnas no dia 29.Manifesto - Nesta sexta-feira, 13 de outubro, a categoria estará envolvida em uma série de atividades e manifestações de apoio à candidatura Lula. Os petroleiros lançarão o manifesto Avança Brasil!, esclarecendo a população sobre a importãncia da reeleição do presidente Lula. Cada sindicato está organizando o seu calendário e é fundamental a participação maciça dos trabalhadores petroleiros nesta campanha de esclarecimento e convencimento da sociedade brasileira.Abraço às estatais - Dirigentes sindicais de diversas categorias cutistas, principalmente representantes do setor públicos e das empresas estatais, realizaram no último dia 09, no Rio de Janeiro, uma ampla plenária de apoio à reeleição de Lula. A FUP também esteve presente e, junto com as demais entidades sindicais do Rio de Janeiro, aprovou a realização, no próximo dia 19, de um importante ato político pró Lula e em defesa das estatais. Trabalhadores da Petrobrás, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica, junto com vários setores da sociedade civil e dos movimentos sociais, realizarão uma grande manifestação, com bandeiraço, panfletagem e abraços a estas três garandes estatais brasileiras.

A concentração será às 10 horas do dia 19, entre a sede da Petrobrás e do BNDES, na Avendida Chile, no centro do Rio. A FUP convoca todos os sindicatos a enviarem caravanas para esta mobilização, que pretende ser um marco nesta campanha pela reeleição do presidente Lula.

Tanto os petroleiros, quanto os bancários do setor público jamais esquecerão o que sofreram nos oito anos do governo FHC. Mais do que isto, sabem muito bem o retrocesso político que pode significar para o país a volta do PSDB e do PFL ao poder. Daí a importância deste ato do dia 19, em defesa do patrimônio público.

Dá para comparar?

Governo Lula (3,5 anos)

Cinco milhões de empregos criados com carteira assinada;

Taxa de desemprego: 9,6%;

Aumento real do salário mínimo e da renda do trabalhador;

Poder de compra do salário mínimo: 2,2 cestas básicas;

Variação do preço da cesta básica: 15,6%;

Programa de renda mínima Bolsa Família: 11,1 milhões de famílias atendidas;

Programa ProUni: acesso de 240 mil jovens às universidades particulares;

Criação de 10 uiversidades públicas;

Distribuição de 7 milhões de livros gratuitos para a rede pública de ensino médio;

Valorização do setor público, retomada de concursos públicos para repor os efetivos, valorização das estatais, recuperação dos salários dos servidores públicos;

Investimento anual em saúde básica: R$ 1,5 bilhão;

Atendimento do programa Saúde da Família: 70 milhões de pessoas;

762 mil pessoas do semi-árido beneficiadas com acesso à água e outros 3,3 milhões com o programa do leite; Luz para todos

Agricultura familiar: investimento de R$ 7,5 bilhões;

Compra de terras para reforma agrária: R$ 2,7 bilhões;

Transferência de renda: R$ 7,1 bilhões;

Renda média por família: R$ 70,00;

Crescimento industrial: R$ 3,73%;

Dívida com o FMI: quitada;

Inflação acumulada: 6,35%;

Balança comercial positiva: US$ 103,3 bilhões;

Efetivo da Polícia Federal: 11 mil policiais;

Operações da PF contra corrupção, crime organizado e lavagem de dinheiro: 203;

Prisões efetuadas PF: 2.971 prisões;

Petrobrás: auto-suficiência, geração de empregos, anistia, recomposição dos efetivos, recuperação de direitos dos trabalhadores, nacionalização das plataformas e navios;

Governo PSDB/PFL (8 anos)

Geração de apenas 726 mil empregos com carteira assinada;

Taxa de desemprego: 12,2%;

Arrocho salarial, recessão e reajuste zero para o funcionalismo público;

Poder de compra do salário mínimo: 1,3 cestas básicas;

Variação do preço da cesta básica: 81,6%;

Não havia este programa. As políticas sociais eram tímidas e assistencialistas;

Não havia este programa ou qualquer outro projeto semelhante de inclusão;

Sucateamento das universidades existentes;

Nenhuma política educacional neste sentido;

Privatização da Vale do Rio Doce, Embratel, Telebrás, Usiminas, entre outras empresas públicas; Redução do estado, terceirização e demissão e reajuste zero para os servidores públicos;

Investimento anual em saúde básica: R$ 155 milhões (um décimo do governo Lula);

Atendimento do programa Saúde da Família: 55 milhões de pessoas;

O semi-árido não teve nenhum destes programas de inclusão social no governo PSDB/PFL; Apagão

Agricultura familiar: investimento de R$ 2,5 bilhões (um terço do governo Lula);

Compra de terras para reforma agrária: R$ 1,1 bilhão;

Transferência de renda: R$ 2,4 bilhões;

Renda média por família: R$ 25,00;

Crescimento industrial: R$ 1,97%;

Dívida com o FMI: US$ 14,7 bilhões;

Inflação acumulada: 14,9%;

Balança comercial negativa: (-) US$ 1,01 bilhão;

Efetivo da Polícia Federal: 5 mil policiais;

Operações da PF contra corrupção, crime organizado e lavagem de dinheiro: 20;

Prisões efetuadas PF: 54 prisões;

Petrobrás: quebra do monopólio, venda de ações e privatização de unidades, demissões, sucateamento, redução de efetivos, corte de direitos, priorização dos investimentos estrangeiros;



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