FALE COM A FUP CONTATO

 
   
 
Associações e oposições provaram que seus interesses políticos estão acima de qualquer responsabilidade com a categoria

AS MÁSCARAS COMEÇAM A CAIR

Imprensa FUP


Muito antes da FUP iniciar a negociação com a Petrobrás das pendências da Petros, as oposições sindicais, as associações de aposentados e a AEPET já apostavam suas fichas na divisão dos petroleiros, recusando-se a participar de um processo conjunto de construção de soluções para as questões previdenciárais da categoria.

Enquanto a disputa política norteava as ações deste grupo, a FUP buscava todos os caminhos possíveis para garantir uma saída negociada para os problemas do Plano Petros e a situação dos trabalhadores novos sem previdência complementar. Quando as associações e as oposições perceberam que tínhamos a chance de resolver com sucesso estas questões, uniram-se para tentar inviabilizar a negociação com a Petrobrás e mais tarde a implementação do acordo conquistado pela FUP.

Afinal de contas, a solução das pendências da Petros sempre foi uma bandeira de luta da Federação e um passivo importante que caminhava para ser resolvido. E assim, as associações de aposentados, Aepet, PSTU, PSOL, PCB e independentes que fazem oposição à FUP se apossaram do maior patrimônio da categoria para instrumenta-lizar seus projetos políticos. As associações e a Aepet, de olho nos cargos da Petros. As oposições sindicais, para dividir a categoria e cacifar uma outra federação e uma outra central sindical.

Foi um verdadeiro vale-tudo, com lideranças sindicais históricas batendo palmas para figuras carimbadas como Paulo Brandão e Ivan Barreto; dirigentes da Aepet municiando Alckmin, ACM Neto e a imprensa burguesa; multiplicadores que levaram grana da Petrobrás para convencerem a categoria a migrar para o PPV posando de defensores dos participantes; assessores do PSOL falando em assembléias pela direção do sindicato... Enfim, uma tremenda torre de babel, cujo resultado não poderia ser outro: confusão e alienação. Lamentavelmente, muitos participantes não perceberam esse jogo de interesses pessoais e se deixaram levar pelas manipulações, mentiras e intimidações.

Manobras cujos objetivos vão muito além das questões corporativas da categoria, como a solução das pendências da Petros. Por trás deste jogo de interesses, onde vale vender todo tipo de ilusão para ganhar a simpatia do petroleiro, está a instrumentalização política e partidária da classe trabalhadora. E a palavra de ordem destes divisionistas conservadores que tentam se passar por vanguarda da categoria é FORA FUP e FORA LULA.

É chegada a hora dos trabalhadores petroleiros darem a devida resposta a este grupo de ensandecidos que defendem a tática do quanto pior melhor. Para eles, é claro.

 


Topo