| Comissão
de AMS volta a discutir custeio de medicamentos
e inclusão de novos dependentes |
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Imprensa
da FUP
A Comissão de AMS voltou a reunir-se
nesta quarta-feira (29) para dar andamento
às discussões referentes ao
custeio de medicamentos, inscrição
de enteados e menor sob guarda no programa
e inclusão de dependentes no Plano
28. A Comissão também ficou
de avaliar as denúncias e reivindicações
apresentadas pela FUP e sindicatos referentes
a problemas de atendimento da AMS no Amazonas,
Pará, Ceará, Rio Grande do
Norte e interior do estado do Rio de Janeiro;
implementação de uma campanha
nacional de esclarecimento sobre o programa
de assistência à saúde
do aposentado (PASA); e inclusão
de novos procedimentos, principalmente,
o exame de sangue NAT. A próxima
reunião da Comissão de AMS
será no dia 26 de abril.
Custeio
de medicamentos Após avaliar
a proposta apresentada pela Petrobrás
na última reunião da Comissão
(14/03), a FUP propôs as seguintes
alterações:
Que
na primeira fase da implantação
do programa, os petroleiros vítimas
de doença ocupacional ou acidente
de trabalho que façam uso de medicamentos
custeados pela empresa possam adquiri-los
através da rede conveniada de farmácia
que será disponibilizada;
Que
o prazo de implantação da
segunda fase seja de no máximo
90 dias, a partir da implementação
do programa, cuja previsão é
primeiro de maio. Durante este prazo,
a FUP propôs que a empresa solicite
a todos os petroleiros que utilizem medicamentos
de uso contínuo que façam
o seu cadastramento nas unidades de atendimento
da AMS, mediante a comprovação
de laudo ou atestado médico. Esse
é o caminho mais rápido
para a empresa identificar os portadores
de doenças crônicas, assim
como os tipos de medicamentos requeridos
e níveis de consumo. A FUP também
propôs que o custeio destes medicamentos
de uso contínuo ocorra na modalidade
de grande risco e não através
de tabela específica no pequeno
risco, como propõe a empresa.
A
Petrobrás avaliará as propostas
da FUP e se posicionará sobre as
reivindicações na próxima
reunião, prevista para 26 de abril.
Inclusão de enteados
Ficou acordado na Comissão que, quando
o enteado for menor de idade, os critérios
de elegibilidade para ingresso na AMS serão
que ou o pai ou a mãe tenha a guarda
do menor, independente de ser ou não
o titular do programa, e que haja a comprovação
de dependência econômica através
da apresentação de declaração
de imposto de renda de um dos cônjuges.
Inclusão de menor sob guarda
Em relação à exigência
da empresa de que haja um processo de adoção
em andamento para que o menor sob guarda
seja incluso na AMS, a FUP destacou que
há casos em que isso não é
possível de ser feito pelo titular
do programa. Sendo assim, a FUP cobrou que
seja dado um prazo de dois anos para o ingresso
do processo de adoção e que
durante este período a Petrobrás
garanta a cobertura do menor pelo programa.
Ainda segundo a proposta da FUP, se for
comprovada a impossibilidade legal de adoção,
a companhia exigiria somente a guarda para
inclusão do menor na AMS. A Petrobrás
solicitou que a FUP apresente os casos em
que esta situação ocorra na
companhia para que possam ser avaliados
pelo jurídico da empresa.
Plano 28 a FUP cobrou a retificação
da matéria publicada no Informativo
RH/AMS encartado na edição
de março da Revista Petros, onde
a Petrobrás informa erroneamente
que somente poderiam continuar no Plano
28 os dependentes que ultrapassaram 28 anos
após a assinatura do acordo em 6/12/2006.
O acordado com a FUP na última reunião
da Comissão foi que a empresa anteciparia
para 01/09/2005 este prazo. A Petrobrás
informou que corrigirá a informação
no próximo Informativo RH/AMS. Ainda
em relação ao Plano 28, a
FUP reivindicou que todos os dependentes
que ultrapassaram a idade de 28 anos, mas
estavam inscritos no plano desde a sua criação,
possam retornar. A empresa ficou de avaliar
e também se posicionará sobre
esta questão na próxima reunião.
Os representantes da FUP esperam concluir
a negociação destes pontos
na próxima reunião da Comissão
para iniciar, então, a discussão
das demais reivindicações
da categoria, como inclusão de pai
e mãe como dependente no programa
da AMS, novos procedimentos (implante ósseo-dentário,
cirurgia de miopia abaixo do grau 7, entre
outras) e a melhoria da gestão (fim
da terceirização, descentralização
do atendimento, unificação
da rede credenciada para todo o Sistema
Petrobrás e convênios com redes
de credenciados de outros planos autogeridos,
como Cassi/BB, CEF, Geape, etc.
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