Estivemos, pela manhã, em Cariacica, em frente ao Faça Fácil, para explicar os impactos que o Espírito Santo pode ter com a saída da Petrobrás do Espírito Santo. Fizemos a distribuição de um folder, com informações referentes aos preços abusivos dos combustíveis, com os constantes aumentos nos últimos dias.

As atividades serão retomadas nesta terça-feira, dia 23 de fevereiro. Estaremos atuando nas ruas da Vila Rubim, do Centro de Vitória e nas redondezas do Shopping Vitória, na Enseada do Suá.

Vamos seguir dialogando com a população capixaba, mostrando o quanto esses efeitos, nos valores do gás de cozinha, ou no litro da gasolina e do diesel, já são consequências dessa política de privatização que o Governo Federal impôs à Petrobrás. Vender a empresa e suas unidades vai piorar o que já está ruim!

Além disso, com a venda das unidades no Espírito Santo, todos os municípios capixabas serão atingidos, seja com redução na arrecadação de impostos, seja no impacto direto que a privatização vai acarretar na geração de empregos e de renda.

Vamos reforçar nossa luta! #PetrobrásFicaNoES

Saiba mais >> www.petrobrasficanoes.com.br/

[Da imprensa do Sindipetro ES]

Publicado em SINDIPETRO-ES

“Opa meu amigo, hoje vou levar você para embarcar comigo pro mar, na plataforma em que eu trabalho. Eu preciso te mostrar por que nós estamos lutando por isso tudo, pela Petrobras. Pega aí o seu macacão laranja, seus equipamentos de proteção…e vamos lá. É aqui que muita gente já trabalhou e ainda trabalha para que a gente tenha produtos de qualidade, derivados do nosso petróleo, no seu carro, na minha casa, no trabalho... Tá vendo como é? E não é só aqui que a Petrobras atua…".

Assim, inspirado em histórias reais, a campanha Petrobrás Fica no Ceará lançou esta semana mais um mini documentário sobre a importância da petrolífera estatal para o estado cearense. Dessa vez, o curta mostra o dia a dia dos petroleiros das plataformas da região, que estão sendo entregues pela gestão Castello Branco, junto com vários outros ativos do Sistema Petrobrás no estado Ceará. O vídeo cativou os trabalhadores e trabalhadoras do Sistema Petrobrás, que estão enfrentando as consequências do desmonte da empresa e lutando contra as privatizações de campos de produção, refinarias, terminais e plantas de produção de biocombustíveis e ernergia. 

"A Petrobrás ficou conhecida também por apoiar a cultura e proteger o meio ambiente, patrocinando filmes, teatro… ou mesmo projetos que salvaram espécies marinhas … Dava orgulho dizer EU SOU DA PETROBRAS. Mas nos últimos anos, as coisas mudaram... Continuamos trabalhando, claro, mas, ao nosso redor, tudo parecia desmoronar. Os sonhados investimentos
que poderiam nos levar a mais empregos e maior produção não vieram. Pelo contrário… Boatos de venda foram se confirmando, aí vieram Hibernações, Demissões… Famílias de terceirizados passando necessidade, mas sem a gente quem vai fornecer os derivados do petróleo pro Brasil?", narra o petroleiro que conduz o vídeo.

"Parece que a intenção é mesmo importar de outros países e enfraquecer nossa soberania brasileira. Olha aí… o Brasil não era pra estar acima de todos? Estamos cada vez mais abaixo… Bem… Espero que você tenha gostado dessa visita, que tenha percebido a nossa importância e a até a beleza do nosso trabalho. Eu continuo por aqui e tenho esperança de que a Petrobras fica no Brasil e no Ceará também. Volte sempre, meu amigo”.

Assista o mini doc e entenda por que a luta para que a Petrobras Fique é de cada um de nós: 

 Conheça a campanha

Em parceria com a Nigérias Filmes, o Sindipetro-CE/PI está produzindo curtas audiovisuais sobre a importância da Petrobrás para o estado e para o povo cearense. São vídeos distribuidos nas redes sociais que mostram a relação que a estatal tem com a sociedade brasileira, o desenvolvimento nacional e regional, bem como com a história de vida das pessoas.

Assista, curta, compartilhe: CONHEÇA AQUI A CAMPANHA #PETROBRÁSFICA 

Acesse o canal do Sindipetro no Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCRQsVWjmuHAXbYwPz5tP5oA/featured

[Imprensa da FUP, com informações do Sindipetro-CE/PI]

Publicado em Sistema Petrobrás

Com as frases “Patriota de verdade defende a petrobrás” e “#ImpeachmentJá”, o Sindipetro CE/PI colocou dois outdoors em Fortaleza, seguindo a campanha #PetrobrásFica, com o objetivo de defender a Petrobrás contra as medidas privatistas de Paulo Guedes, Castelo Branco e Bolsonaro. 

Sobre a campanha #PetrobrásFica: o Sindipetro CE/PI já fez camisas (modelo uniformes) e está lançando vídeos curtos em parceria com a Nigéria Filmes.  

133 RUA ISRAEL BEZERRA POR TRAS DA OAB- DIONISIO TORRES, FORTALEZA 

117 ROTATORIA AGUANAMBI BR 116

[Do Sindipetro-CE/PI]

Publicado em SINDIPETRO-CE

Nesta quinta-feira, 28, a diretoria do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense se reuniu com o presidente da Alerj, o Deputado André Ceciliano para tratar de questão pertinentes ao Norte Fluminense.

O tema emprego e renda foi um dos principais assuntos do encontro. Na ocasião, o diretor do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra, apresentou uma carta com dados, que comprovam a redução de empregos na Bacia de Campos e os impactos que essa nova realidade pode trazer não só para a região como para todo o Estado do Rio de Janeiro.

“Tivemos uma reunião muito proveitosa, que envolveu vários assuntos, mas principalmente a questão do emprego e renda no Norte Fluminense. Demos o primeiro passo pra estreitar essa relação e o Deputado se mostrou disposto a contribuir, realizar audiências públicas para buscarmos melhorias para esse cenário, inclusive, com a participação dos prefeitos”, avaliou Tezeu.

O representante do Ineep, Rodrigo Leão, também aproveitou o momento para apresentar alguns dados importantes sobre o atual cenário. “Nós fizemos uma fala sobre o risco da saída da Petrobras da Bacia de Campos, que está desmontando toda a cadeia de Petróleo e gás. Os investimentos continuam caindo. E o Deputado se mostrou muito sensível a essa questão e afirmou que vai cobrar a Petrobrás e levar o assunto para ser debatido na Alerj”, comentou.

Também foram tratados temas como o desmonte da AMS e a pandemia de Covid-19 na Petrobrás, a troca da Petrobrás pelo Setor Privado na exploração de Petróleo na Bacia de Campos e a redução dos investimentos e os impactos para o Rio de Janeiro e em especial no Norte Fluminense.

Participaram da reunião o Coordenador do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra, Carlos Takashi (Dieese), Rodrigo Leão (Ineep), Dr. Ricardo Garcia (Médico do Trabalho) e  Fábio Lima, (assessor da Veredas).

[Da imprensa do Sindipetro-NF]

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Empresa que comprou campos terrestres no Rio Grande do Norte terá redução de impostos por 10 anos. A representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Petrobras, Rosângela Buzanelli, divulgou nota, criticando as contradições da atual política de privatização da empresa.

"Ora, como a empresa estatal privatiza os campos do Polo Macau, na busca de maximização de retorno ao acionista, inclusive o Estado brasileiro (acionista controlador) e, em seguida, esse mesmo acionista abre mão de 75% do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica e Adicionais?", questiona. Leia a íntegra:

[Do site do mandato de Rosângela Buzanelli]

Ainda nos últimos dias de 2020, recebi perplexa a notícia de que foi concedido um benefício fiscal para a 3R Petroleum, empresa adquiriu o Polo Macau em agosto de 2019, que engloba os campos terrestres de Aratum, Macau, Serra, Salina Cristal, Lagoa Aroeira, Porto Carão e Sanhaçu, no Rio Grande do Norte.

Segundo a Valor, “a 3R Petroleum informou que recebeu, da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), do Ministério do Desenvolvimento Regional, a aprovação para enquadramento no benefício fiscal de redução de Imposto de Renda e Adicionais em favor da subsidiária da 3R que controla as operações do Polo Macau, na Bacia Potiguar, no Estado do Rio Grande do Norte.”

Este polo foi vendido em agosto de 2019 pela Petrobrás por US$ 191 milhões. A partir de janeiro deste ano, a 3R Petroleum passa a ter uma redução fixa de 75% do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) pelo prazo de 10 anos.

Mas por que esta notícia deve chocar tanto? Porque a notícia desnuda as “contradições” dos discursos oficiais, quer seja do governo federal, quer seja da atual gestão da Petrobrás.

Os recentes “Planos Estratégicos” da Petrobrás estão concentrando as atividades da companhia para aquelas mais lucrativas, como a exploração e produção no pré-sal da Bacia de Santos, sob a justificativa de que são mais rentáveis para os acionistas, e “desinvestindo” nos campos terrestres e de águas rasas, principalmente, mas não somente. Assim, a gestão da companhia vem divulgando, exaustivamente, que entre os principais motivos da venda de tantas unidades e instalações, está a missão de maximizar o retorno financeiro a seus acionistas, entre eles, o acionista controlador, o Estado brasileiro.

Ora, como a empresa estatal privatiza os campos do Polo Macau, na busca de maximização de retorno ao acionista, inclusive o Estado brasileiro (acionista controlador) e, em seguida, esse mesmo acionista abre mão de 75% do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica e Adicionais?

Na notícia, a 3R informou ainda que o benefício fiscal vai reduzir a alíquota combinada de IRPJ e CSLL (Contribuição Social de Lucro Líquido) de 34% para 15,25% na operação do Polo Macau, ou seja, o Governo Federal abre mão de gorda fatia do IRPJ e da CSLL, que constitui uma das fontes da Previdência Social. Mas essa última conta já foi transferida para a população brasileira através da reforma da Previdência, não é mesmo? Seremos nós a pagar essa conta para financiar os gordos descontos para as empresas privadas.

A conclusão é óbvia demais: a lógica do atual governo é continuar e acentuar a transferência do lucro das empresas públicas e estatais para as empresas privadas, financiar com o dinheiro público gordos descontos às mesmas e distribuir eventuais prejuízos para a população brasileira pagar a conta, reduzindo seu poder aquisitivo e direitos básicos.

Então ficam as perguntas para reflexão: se o polo Macau não vinha sendo lucrativo para o Estado brasileiro, como é possível compreender que o próprio Estado conceda um benefício fiscal federal tão generoso para a empresa privada que recentemente adquiriu este ativo, sobretudo em tempos de crise no Brasil e no mundo? A quem de fato interessa a privatização de empresas públicas e estatais? Quem de fato financia os “incentivos” fiscais através de gordos descontos às empresas privadas?

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Publicado em Sistema Petrobrás

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) deu um ultimato à direção da Petrobrás para que conclua as negociações dos 54 campos de petróleo em terra e em águas rasas, que compõem os Polos de Recôncavo, Miranga, Remanso, Garoupa, Peroá-Cangoá, Merluza e Ceará Mar, até o dia 30/06/2021. Fixou ainda o prazo de 31/12/2021 para a venda dos 15 campos dos polos de Carmópolis, Potiguar e Urucu (que não tiveram sucesso na primeira fase do desinvestimento da estatal). Caso a Petrobrás não consiga vender esses campos no prazo determinado, a ANP deixou claro que pode “iniciar o processo de extinção contratual para os campos sem produção caso conclua que não houve evolução do processo”. Ou seja, o governo Bolsonaro/Guedes, está colocando a “faca no pescoço” da direção da Petrobrás para acelerar o processo de privatização da empresa, mesmo que isso cause prejuízo. Se a venda desses campos de petróleo e gás, já causa um enorme dano a nação, imagine vender esses ativos com pressa, sem esperar a melhor oferta. O valor, com certeza, será abaixo do que vale o ativo. O fato é que está cada vez mais claro que há uma articulação envolvendo o governo federal, a ANP e empresas privadas com o objetivo de acelerar a privatização da Petrobrás. Afinal, se não vender os campos no prazo determinado, a Petrobrás terá de devolvê-los a ANP, que, por sua vez, ficará responsável pela venda. E a Petrobrás não receberá nada em troca. “Isso é uma perversidade. O problema não é porque os campos estão maduros ou têm baixa produção, o que está em jogo é uma decisão governamental de vender a qualquer custo. Mesmo que o campo de Candeias, na Bahia, por exemplo, tivesse o custo de extração de um dólar e o barril estivesse sendo vendido a 40 dólares ( que daria um lucro fabuloso), mesmo assim, o campo de Candeias seria vendido”. Analisa o Diretor de Comunicação do Sindipetro Bahia, Radiovaldo Costa. Para o Coordenador do Sindipetro Bahia, Jairo Batista, “o que está em jogo não é a lucratividade. O objetivo é entregar o patrimônio público e enfraquecer uma das mais importantes empresas públicas para privilegiar o capital privado e em especial o capital internacional. É um projeto de governo, de Bolsonaro e Guedes”. Com esse tipo de decisão politica do governo federal, que não é econômica, financeira e muito menos técnica, como podemos a acreditar no slogan “Brasil acima de tudo..” ? Como o nosso país está acima de tudo se a ação governamental privilegia o capital estrangeiro que não tem identidade, tradição ou preocupação social com o Brasil e os brasileiros? Com o aval de Bolsonaro, essas empresas ganham trânsito livre para especular e ganhar dinheiro com o patrimônio construído com dinheiro público ao longo de décadas. De acordo com a ANP “até o momento, dos 183 campos de terra e águas rasas colocados no processo de desinvestimento original, 100 (55%) campos foram concluídos, 54 (29%) campos encontram-se em fase avançada de negociação com manifestações das empresas, 15 (8%) não tiveram sucesso e foram incluídos em novos polos do projeto de desinvestimento da Petrobras, distribuídos entre os Polos Carmópolis, Potiguar e Urucu, e 14 (8%) estão em processo de devolução (análise para o descomissionamento ou inclusão na Oferta Permanente)”. [Da imprensa do Sindipetro Bahia | Foto: Agência Brasil]

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Com uma mobilização em frente à unidade de Taquipe na manhã dessa terça-feira (22), a direção do Sindipetro Bahia e a categoria petroleira protestaram contra a privatização do campo de Candeias, que foi vendido pelo governo bolsonaro com mais 13 outros campos terrestres de petróleo e gás, localizados na Bahia.

Durante a mobilização, que durou cerca de duas horas, os diretores do Sindipetro conversaram com os trabalhadores explicando os impactos que virão com a venda desses campos, como a demissão. Muitos se mostraram surpresos e apreensivos com a velocidade com que as unidades do Sistema Petrobrás estão sendo vendidas e de como a estatal está sendo privatizada aos pedaços, apesar de toda a luta do Sindipetro Bahia e da FUP para barrar essa privatização.

Os diretores do Sindipetro garantiram que vão continuar lutando para impedir o desmonte total da Petrobrás. Como legitimo representante dos trabalhadores do setor privado, o Sindipetro Bahia, vai procurar a 3R Petroleum (empresa que adquiriu os 14 campos de petróleo e gás da Petrobrás) para garantir as melhores condições, benefícios, salários, assim como a contratação desses trabalhadores que serão demitidos.

Já os trabalhadores diretos (concursados), que são cerca de 40, serão transferidos para outras unidades, já que não podem ser demitidos graças ao Acordo Coletivo de Trabalho assinado pela FUP e os sindicatos, que garante a estabilidade no emprego.

[Da imprensa do Sindipetro Bahia]

Publicado em Petrobrás Fica

A noite dessa terça-feira (15) resgatou um importante capítulo na vida de todos os gaúchos. Há dez anos, no dia 13 de dezembro de 2010, os petroleiros venceram a luta pela reincorporação da Refap, que voltava a ser  100% Petrobrás. O ato virtual, organizado pelo Sindipetro-RS, contou a com a participação dos ex-governadores Tarso Genro e Olívio Dutra (PT), com os representantes das Frentes Parlamentares Nacional e Estadual, Elvino Bohn Gass e Pepe Vargas (PT), do ex-deputado estadual, Raul Carrion (PCdoB) e do eleito vereador de Porto Alegre, Pedro Ruas (Psol).  Durante toda a atividade, os participantes reforçaram a nossa atual luta pela permanência da Petrobrás no estado. Com mediação e apresentação do jornalista Juremir Machado, a live pode ser conferida no Facebook (sindipetro.rs) e no canal do Youtube (sindipetrors).

No dia 4 de agosto de 2000, FHC entregava 30% da Refap à empresa argentina Repsol. A partir daí, foram dez anos de desmantelamento e encolhimento da empresa. Um período de demissões e de forte pressão, o que levou trabalhadores ao adoecimento, resultado do estresse, de redução de pessoal e de ataques sofridos pela administração da empresa.    

Fruto de uma decisão política, o processo que resultou na reestatização da Refap iniciou com a eleição do governo Lula, que interrompeu as desenfreadas privatizações que vinham acontecendo desde 1995 pelo governo FHC.

A Luta continua 

Durante a live, Olívio Dutra (PT), então governador do estado, no ano 2000, lembrou da luta do seu governo para tentar barrar a venda da refinaria. A entrega da riqueza brasileira vem se repetindo, com mais intensidade e a passos largos, no governo Bolsonaro: " o estado na visão deles (governo FHC e Bolsonaro) é uma empresa que tem que trabalhar de forma pragmática, como se não existisse o ser humano. O estado é muito mais do que isso. O povo tem que ser sujeito e não objeto da política, para que o povo viva bem. Serviços fundamentais não devem ser privatizados, tudo isso é tentativa de reduzir o estado para a maioria do seu povo e ampliar o interesse de um grupo privado".

Para o ex-governador Tarso Genro, a reincorporação da Refap à Petrobrás, teve um significado extremamente importante na política do estado: "todos nós sabemos que uma estatal desenvolve políticas que contemplam uma totalidade de fatores, na malha produtiva, na arrecadação dos municípios e do próprio estado. Foi uma notícia extraordinária na época, que jamais imaginaríamos que iria se reverter de forma tão calhorda, quando este (atual) governo anunciou o processo de privatização".

Para o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Petrobrás no RS, o deputado estadual, Pepe Vargas (PT), é necessário debater com a sociedade todos os prejuízos que serão causados com a saída da Petrobrás no estado: "a sociedade não está suficiente esclarecida, este é um assunto que pouco frequenta o noticiário dos grandes veículos. O que existe é uma resistência e uma tentativa de esclarecimento por parte do Sindipetro, pela FUP e por uma parcela de parlamentares. A sociedade ainda não se deu conta de que a privatização vai trazer o aumento no valor do gás e da gasolina. O governador Eduardo Leite poderia ser um porta-voz dos interesses do estado e não se omitir, como vem fazendo, dessa luta.   

O deputado Elvino Bohn Gass (PT), presidente da Frente Parlamentar Nacional em Defesa da Petrobrás, falou sobre a necessidade da luta para barrar o anúncio de venda Refap: "temos que ter força social e popular, fazer as disputas no parlamento, no  judiciário e em todos os órgãos. Sem pressão externa eu não acredito em mudança. Nesse sentido, temos que mostrar a falácia do argumento de que privatizar a refinaria reduziria o preço de gás e da gasolina. Isso é mentira. Não vão construir novos dutos, não haverá outras refinarias, isso se chama monopólio natural. Esse é o grande debate".

A repercussão completa da Live dos 10 anos da Refap 100% Petrobrás estará na próxima edição do Jornal Papo Direto. Aguarde.  

[Imprensa da FUP]

Publicado em SINDIPETRO-RS

Em vídeo enviado aos trabalhadores do Sistema Petrobrás, o coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar, reforça a importância da categoria participar aprovar nas assembleias um amplo calendário de luta contra as privatizações em curso.

A construção de uma agenda nacional de mobilizações em defesa do Sistema Petrobrás foi deliberada no último Conselho Deliberativo da FUP. O calendário está sendo apresentado aos trabalhadores nas assembleias que prosseguem até o dia 23 para deliberar sobre o indicativo de aceitação da proposta de regramento da PLR.  

Atos e mobilizações em defesa da Petrobras

Em plena pandemia da Covid-19, com os trabalhadores cada vez mais expostos à contaminação e sendo transferidos a toque caixa, em meio ao desmonte da empresa, a gestão Castello Branco acelerou o processo de privatização. Nos últimos meses, a Petrobrás comunicou ao mercado que está em estágio final de venda de diversas unidades, como os complexos de refino e terminais da Bahia (Rlam), do Paraná (Repar e Six) e do Ceará (Lubnor).

Não bastassem todas as dificuldades que a pandemia impõe, os petroleiros estão sendo obrigados a enfrentar um dos momentos mais dramáticos da história da categoria. A resistência coletiva é o único caminho possível.

Por isso, a FUP e seus sindicatos convocam os trabalhadores a aprovar uma agenda de mobilizações e atos, tanto em nível nacional, quanto local, em defesa do Sistema Petrobras, dos direitos, dos empregos e da vida.

>Ato nacional contra a venda da Rlam e dos terminais da Bahia, com data a ser definida pela FUP

> Dia Nacional de Luta em defesa da redução do preço do botijão de gás, com ações em diversas cidades do país, articuladas em conjunto com os sindicatos, cuja data ainda será definida.

O Sindipetro Bahia também está submetendo aos trabalhadores de suas bases a aprovação de uma greve local para barrar o desmonte da Petrobrás no estado. A orientação da FUP é de que os demais sindicatos avaliem também outras formas de mobilizações permanentes (paralisações, atrasos, cortes de rendição) contra as privatizações.

[Imprensa da FUP]

 

Publicado em Petrobrás Fica

Há 10 anos, um dos piores ataques sofrido pelos petroleiros no governo FHC, finalmente se revertia, após uma década de luta. No dia 13 de dezembro de 2010, foi anunciado a aquisição integral da Refap pela Petrobrás. Fruto de uma decisão política, o processo que resultou na reestatização da Refap iniciou com a eleição do governo Lula, que interrompeu as desenfreadas privatizações que vinham acontecendo desde 1995. Na época, para atender as exigências de uma legislação ambiental que reduzia a quantidade máxima de enxofre nos combustíveis, precisava fazer investimentos, avaliado em R$ 1,6 bilhão, para a construção de uma unidade de hidrotratamento. Pressionados a investir, os espanhóis da Repsol não queriam mais colocar dinheiro na refinaria, o que obrigaria a refinaria parar... 

Esta é uma parte da história que será relembrada na LIVE do dia 15/12, às 19h, que terá a participação de alguns atores daquela época no processo de retorno da Refap ao Sistema Petrobrás e cujo resgate se faz decisivo neste momento, em que a Refinaria está sob grave ameaça de privatização, agora em 100%. Participarão também os deputados responsáveis pelas comissões parlamentares estadual -  Pepe Vargas -  PT-  e Nacional - Elvino Bonh Gass - PT.  A mediação será com o jornalista Juremir Machado. 

A participação dos petroleiros é fundamental! Assista pelo Facebook (sindipetro.rs) ou pelo Youtube: sindipetrors.

[Da imprensa do Sindipetro-RS]

Publicado em Sistema Petrobrás
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.