A base de Taquipe na Bahia deu uma mostra da insatisfação da categoria com a terceira contraproposta da Petrobrás para o Acordo Coletivo de Trabalho, rechaçando qualquer tipo de retirada de direitos, de ações antissindicais por parte da estatal e reafirmando a disposição para a realização de uma greve, caso a empresa persista com a sua posição autoritária.

Os trabalhadores deram o recado à direção da Petrobrás  na assembleia que aconteceu na manhã dessa quarta-feira, 21/08, para deliberar sobre a terceira contraproposta da estatal e sobre os indicativos da FUP.

Essa foi a primeira de uma série de assembleias que serão realizadas em todas as unidades da Petrobrás na Bahia. Clique aqui para ver o calendário das assembleias e participar.

A direção da Petrobrás está medindo forças com os trabalhadores e as entidades sindicais, querendo, através da pressão e do assédio, forçar a categoria a votar em uma proposta altamente prejudicial.

A pressa e o interesse para que os trabalhadores concordem com a retirada de seus próprios direitos é tanta que a empresa está até liberando o ponto de quem participar das assembleias.

“Em momentos como esse é preciso fortalecer as entidades sindicais, aprovando o indicativo da FUP. Caso contrário, a categoria petroleira perde a força e a empresa se sentirá ainda mais à vontade para retirar direitos e dar início ao processo de demissões, vendas e fechamentos de unidades na Bahia”, alerta o coordenador do Sindipetro Bahia, Jairo Batista.

Diante das ameaças da Companhia de intervir e agir com coação por seus interesses nas assembleias sindicais, o  Sindipetro Bahia apresentou denúncia contra a Petrobras no Ministério Público do Trabalho sob n NF 001909.2019.05.000/6.

Nesta quarta, acontecem assembleias com os  trabalhadores da PBIO e da turma 5  da RLAM. Na quinta-feira, as assembleias acontecem com os trabalhadores das turmas A e C da FAFEN, Turma 2 e adm da RLAM, Temadre, Miranga, Transpetro Jequié e Itabuna.

[Via Sindipetro-BA]

Publicado em SINDIPETRO-BA

O Sindipetro-NF realizou na manhã desta quinta, 1, um trancaço no Terminal de Cabiúnas em Macaé, que reuniu cerca de 500 trabalhadores durante três horas. A atividade faz parte de um chamado da FUP e dos sindicatos petroleiros, para realização de atos nacionais na luta por um Acordo Coletivo digno e contra o desmonte do Sistema Petrobrás.

Segundo o Coordenador Geral do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra, o motivo do protesto é a privatização da empresa e por não ter avanços no acordo coletivo com a Petrobras. “Estamos protestando contra todos os ataques e redução de direitos que estão sendo feitos pelo atual governo e a gestão da estatal. Não vamos aliviar! Vamos continuar a luta, porque juntos somos mais fortes” – disse Tezeu.

O Coordenador Geral da FUP, José Maria Rangel, também esteve em Cabiúnas. E lembrou que o Acordo Coletivo da Petrobrás também atinge os terceirizados e contratados, fazendo uma alusão ao fundo garantidor na cláusula 101 . “O nosso Acordo Coletivo tem alguma cláusulas que tentam pelo menos dar dignidade aos trabalhadores terceirizados e que a Petrobrás quer retirar, porque incomoda. Nós queremos garantir que o FGTS e o INSS seja recolhido e que o trabalhador receba suas verbas rescisórias no final dos contratos”.

Rangel também reforçou está acontecendo o que desde 2015 os petroleiros vem alertando a sociedade que após o golpe seria feita a reforma trabalhista, que iriam caçar os direitos dos trabalhadores, iam mexer na previdência  e que o Brasil se tornaria uma terra de ninguém. “As pessoas precisam, no mínimo, se indignar com isso. Não é possível continuarmos vivendo num país com quase 30 milhões de desempregados!”

Os sindicatos petroleiros estão realizando atos desde terça, 30, nas principais bases da Petrobrás. Primeiro nas unidades da Transpetro. Ontem, 31, a luta foi concentrada nas refinarias e fábricas de fertilizantes nitrogenados, com ampla participação da categoria. E hoje e amanhã acontecem nas áreas de E&P, termoelétricas, usinas de biodiesel e bases administrativas.

Os petroleiros lutam pela manutenção dos direitos e empregos, conforme assegurado pelo atual Acordo Coletivo. Para a categoria petroleira a preservação do ACT está diretamente ligada ao enfrentamento contra a desintegração do Sistema Petrobrás e privatização das unidades, como querem os gestores da empresa.

Fundo Garantidor

Cláusula 101 – Contratos de Prestação de Serviços – A companhia compromete-se em exigir das empresas contratadas para prestação de serviços comprovante de caução, pagamento de seguro-garantia, fiança bancária ou outra garantia suficiente e adequada, para cobertura de verbas trabalhistas e rescisórias, no prazo de 10 dias contados da data de assinatura do contrato, em percentual equivalente até 5% do seu valor global ou da parcela de mão de obra referente ao serviço prestado, com validade de 60 dias após o termino da vigência do contrato.

[Via Sindipetro-NF]

Publicado em Sistema Petrobrás

Seguindo o calendário de mobilizações da FUP, o Sindipetro realizou na manhã dessa quarta-feira (31) uma mobilização de duas horas em frente à Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados – FAFEN Bahia.

A atividade, que acontece em nível nacional, marca a posição da categoria petroleira contra a intransigência da atual gestão da Petrobrás que insiste em retirar direitos dos trabalhadores, ameaça com demissões e oferece um reajuste salarial de 1% , muito menor do que a inflação do período.

A mobilização também mostra a união da categoria e disposição para a luta em defesa do Sistema Petrobrás.

A FAFEN ainda não foi fechada pela Petrobrás por conta de uma liminar e das diversas mobilizações e ações judiciais ajuizadas pelo Sindipetro Bahia.

Se a fábrica encerrar suas atividades muitos trabalhadores serão demitidos porque diversas empresas do Polo, que dependem dos insumos fabricados pela FAFEN, vão ter dificuldades de se manterem, podendo levar à desindustrialização desse complexo industrial.

“Não é a primeira vez que a fábrica de fertilizantes é ameaçada, mas da mesma forma como aconteceu no passado, temos, sim, possibilidade de reverter a decisão da Petrobrás. Mas isso só acontecerá com a união e mobilização da categoria” ressaltou a diretoria do Sindipetro, durante a mobilização.

[Via Sindipetro-BA]

Publicado em SINDIPETRO-BA

Os petroleiros da Bahia participaram de mais um dia de luta em defesa do Sistema Petrobrás, nessa quinta-feira , 01/08. Dessa vez a mobilização, que começou às 7h e durou cerca de duas horas, aconteceu na base de Taquipe, em São Sebastião do Passé.

A atividade, que acontece em nível nacional em uma ação conjunta com 18 sindicatos, marca a posição da categoria petroleira contra a intransigência da atual gestão da Petrobrás que insiste em retirar direitos dos trabalhadores, ameaça com demissões e oferece um reajuste salarial de apenas 1%.

Durante o ato, diversas lideranças do sindicato alertaram a categoria para os perigos e ameaças que os trabalhadores estavam enfrentando e convocaram os trabalhadores a participarem das mobilizações e da greve que está sendo organizada.

O coordenador do Sindipetro chamou a atenção durante o seu discurso ao dizer que a privatização da Petrobrás irá acarretar em uma precarização das condições de trabalho e que não irá resolver os atuais problemas da empresa.

“Podemos nos lembrar qual era o argumento dois anos atrás para privatizar. Diziam que a empresa estava endividada e que precisava vender os ativos. […] Venderam quase US$ 20 bilhões e podemos perceber que quase não mudou o cenário. Fica claro que não é privatizando, vendendo o patrimônio nacional, precarizando as condições de trabalho que vão resolver o problema da dívida”, conclui.

O diretor do Sindipetro, Leonardo Urpia, disse que o atual cenário da Petrobras faz parte de um projeto político iniciado em 2016 e que torna o Brasil dependente internacionalmente.

“Colocar a Petrobras para ser apenas gestora do pré sal, é um crime. Ao vender a BR Distribuidora, esse desgoverno coloca a indústria nacional de petróleo na contramão do primeiro ensinamento de gestão de petróleo que é ter controle da sua distribuição”, critica.

A diretora do Sindipetro Bahia, Christiane Barroso, também pontuou sobre as dificuldades que os trabalhadores estão enfrentando e fez um paralelo com a colonização brasileira.

“Quando os portugueses chegaram aqui deram espelhos aos índios e tomaram as terras indígenas […]. E agora venderam para nós um golpe, como os espelhos, que é a Lava Jato. O que fez toda uma população cair num engodo opressor”, disse.

[Via Sindipetro-BA]

Publicado em Sistema Petrobrás

Desde terça-feira (30/07), os trabalhadores do Sistema Petrobrás estão realizando paralisações, atrasos e atos nas unidades da empresa, atendendo a convocação da FUP.

As mobilizações integram o calendário de lutas da campanha reivindicatória e contra as privatizações.

Os petroleiros lutam pela manutenção dos direitos e empregos, conforme assegurado pelo atual Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

A preservação do ACT está diretamente ligada ao enfrentamento contra a desintegração do Sistema Petrobrás e privatização das unidades, como querem os gestores da empresa.

Nesta quinta-feira (01/08), as manifestações foram concetradas nas unidades de Exploração e Produção de petróleo (E&P) e nas termelétricas, envolvendo petroleiros da Bahia, Rio Grande do Norte, Ceará, Espírito Santo, Duque de Caxias e São Paulo.

Além destas bases, houve também atos e atrasos na unidade de processamento de xisto, a SIX, no Paraná; no Terminal de Cabiúnas, no Norte Fluminense; e no Terminal da Transpetro de Guararema (SP).

O coordenador da FUP, José Maria Rangel, participou do ato no Terminal de Cabiúnas, em Macaé, onde lembrou que os ataques contra o Acordo Coletivo da Petrobrás também atingem não só os petroleiros próprios, como os terceirizados e contratados.

“O nosso Acordo Coletivo tem cláusulas que tentam dar dignidade aos trabalhadores terceirizados e que a Petrobrás quer retirar, porque incomoda. Nós queremos garantir que o FGTS e o INSS sejam recolhidos e que o trabalhador receba suas verbas rescisórias no final dos contratos”, ressaltou, lembrando a importância do fundo garantidor, que é asegurado pela cláusula 101 do atual ACT, mas que a empresa quer extinguir. 

O coordenador da FUP também reforçou que o que está acontecendo hoje com o país já vem sendo alertado pela Federação e seus sindicatos desde 2015. "Avisávamos que, após o golpe, seria feita a reforma trabalhista, que iriam caçar os direitos dos trabalhadores, iriam mexer na previdência e que o Brasil se tornaria uma terra de ninguém", lembrou.

"Agora, minimamente, os trabalhadores têm que estar indignados com tudo isso que está acontecendo no país. Não é possível admitirmos 30 milhões de desempregados e subempregados. As mudanças nas regras da previdência atingem a todos nós. É preciso reação de toda a sociedade”, afirmou José Maria Rangel.

 As mobilizações prosseguem nesta sexta, nas usinas de biodiesel e bases administrativas. 

[FUP]


Leia também:

Mobilizações desta quarta foram nas refinarias e FAFEN´s
Petroleiros da Transpetro fortalecem luta contra desmonte e pelo ACT

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Publicado em Sistema Petrobrás

Em atendimento ao chamado da FUP e dos sindicatos, os petroleiros seguem mobilizados nacionalmente na luta por um Acordo Coletivo digno e contra o desmonte do Sistema Petrobrás

As mobilizações foram retomadas na terça (30), envolvendo os trabalhadores das unidades da Transpetro.

Nesta quarta (31), a luta foi concentrada nas refinarias e fábricas de fertilizantes nitrogenados, com ampla participação da categoria.

Os petroleiros lutam pela manutenção dos direitos e empregos, conforme assegurado pelo atual Acordo Coletivo.

A preservação do ACT está diretamente ligada ao enfrentamento contra a desintegração do Sistema Petrobrás e privatização das unidades, como querem os gestores da empresa.

Por isso, Castello Branco e sua turma insistem em um Acordo Coletivo rebaixado.

Nos atos e mobilizações, os petroleiros reforçaram que não aceitam a intransigência da gestão da Petrobrás, que mente para a categoria quando diz que houve "avanços significativos" nas negociações com a FUP e a FNP.

As mobilizações prosseguem ao longo da semana, nas áreas de E&P, termoelétricas, usinas de biodiesel e bases administrativas. 

 

[FUP]

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Publicado em Sistema Petrobrás

Retomando as mobilizações da campanha reivindicatória, os petroleiros realizaram na manhã desta terça-feira, 30, atos e paralisações nas unidades da Transpetro em diversas bases da FUP.

Além da manutenção dos direitos e dos empregos, a categoria luta pela preservação do Sistema Petrobrás. A Transpetro é uma das subsidiárias sob ameaça de privatização.

Os petroleiros não aceitam a intransigência da atual gestão da Petrobrás, que insiste em um Acordo Coletivo rebaixado.

As mobilizações prosseguem ao longo da semana. 

Confira os próximos atos:

31/07 (quarta) – refinarias e fábricas de fertilizantes

01/08 (quinta) – áreas de E&P e termoelétricas

02/08 (sexta) – bases administrativas e usinas de biodiesel

[FUP]

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Publicado em Sistema Petrobrás

O Sindipetro Bahia recebeu informações de uma fonte ligada à direção da Petrobrás que, a partir de setembro, em diversas unidades do Brasil, assim como na Bahia, deverão ocorrer demissões por baixo desempenho no GD.

Na UO-BA já estão previstas demissões de cinco trabalhadores. Ainda não há informações sobre as outras unidades do estado.

A direção da Companhia estaria apenas aguardando a definição das negociações em relação ao Acordo Coletivo de Trabalho, que tem cláusulas que garantem o emprego do trabalhador.

As demissões não vão acontecer apenas na UO-BA ou na Bahia. O Gerente de Remuneração e Recompensa da Petrobrás, Mansur, deixou claro que o “GD abaixo de 70% pode gerar demissão, sim. Estamos demitindo pessoas por baixo desempenho, nesse ano".

O Gerente Executivo de Gestão de Pessoas da Petrobrás, Cláudio Costa, também não escondeu o jogo ao falar para os trabalhadores no EDISP, no mês de fevereiro. “todo o planejamento da Força de Trabalho, do quadro de colaboradores da Companhia será reduzido. Nós estamos hibernando as refinarias, as FAFENS em Sergipe e na Bahia, e os empregados operacionais estão sendo realocados. Dá para absorver todo mundo? Não. Não dá. Algumas pessoas não ficarão na Companhia”. E completou: “A gente tem uma necessidade imperativa de redução de custos em toda a companhia”. Ele também falou dos desinvestimentos que a Petrobrás fará nas refinarias.

A companhia jogou suas cartas, mas ainda não colocou o jogo em prática por causa do Acordo Coletivo de trabalho, que não permite que a Petrobrás tome esse tipo de atitude. Entenderam a importância das cláusulas do ACT ?

É chegado o momento de fortalecer a luta em defesa do nosso ACT e dos nossos empregos. Não há tempo a perder. Estamos todos no mesmo barco, só há uma saída e ela é coletiva, se não formos para cima, de forma coesa, perderemos nossos direitos um a um.

É lutar ou ir para a rua.

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em SINDIPETRO-BA

Só a luta garantirá empregos e impedirá a desintegração completa do Sistema Petrobras. Não há saída individual. Participe das mobilizações

Em meio ao maior desmonte da história da Petrobrás, os petroleiros enfrentam uma campanha reivindicatória com ameaças de demissão, retirada de direitos, ataque à organização dos trabalhadores e reajuste que não cobre sequer a metade da inflação do período.

Não por acaso, a proposta de Acordo Coletivo apresentada pela empresa foi rejeitada em todas as assembleias, com ampla participação da categoria, de Norte a Sul do país.   

Os gestores, no entanto, afirmam, na cara de pau, que a proposta tem avanços.  Insistem no desmonte do Acordo Coletivo e admitem o que o Gerente Executivo de Gestão de Pessoas, Cláudio Costa, já havia anunciado: vai haver demissões, sim.

Na reunião com a Petrobrás nesta sexta-feira, 26, a FUP e a FNP tornaram a cobrar a manutenção dos direitos da categoria e reafirmaram que não irão tolerar demissões à revelia do Acordo Coletivo, como as gerências vêm ameaçando.

Os representantes da gestão Bolsonaro reconheceram durante a reunião que os trabalhadores com gerenciamento de desempenho (GD) abaixo de 70% podem ser demitidos, sim. E foram além: estão ocorrendo demissões em função dessa orientação.

Quando a direção da Petrobrás terceirizou para o mercado o RH da empresa, o recado já havia sido dado. Na palestra que fez no Edisp, Cláudio Costa, avisou: “Partes da empresa serão privatizadas, outras partes não serão privatizadas, mas terão uma gestão empresarial com foco de geração de valor para os acionistas”.

Ele também revelou que a Petrobrás estava estudando contratar “consultoria para trazer suporte na realocação de profissionais, para quem não permanecer na companhia”. Na reunião com a FUP e a FNP, representantes da empresa admitiram que isso já está acontecendo.

Segurança no emprego, liberdade sindical, direitos para os trabalhadores próprios e terceirizados são conquistas do Acordo Coletivo construídas por diversas gerações de petroleiros. Nenhuma das cláusulas do ACT caiu do céu ou foi sorte. Todas foram garantidas na luta.

O Acordo é Coletivo e é no Coletivo que ele será mantido. Não há saída individual. 

Participe das mobilizações convocadas pela FUP e pelos sindicatos:

30/07 (terça) -  bases da Transpetro

31/07 (quarta) – refinarias e fábricas de fertilizantes

01/08 (quinta) – áreas de E&P e termoelétricas

02/08 (sexta) – bases administrativas e usinas de biodiesel

 [FUP]

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Cerca de mil petroleiros entre próprios e terceirizados participaram do ato em defesa da RLAM e da Transpetro na manhã dessa sexta-feira (19), no Trevo da Resistência, na BA 523, via de acesso à refinaria, localizada no município de São Francisco do Conde, na Bahia.

Nem a chuva e o vento frio afastaram os trabalhadores, que fizeram questão de descer dos ônibus para participar do ato que contou com a presença de dirigentes da FUP, da FNP e de diversos Sindipetros, a exemplo do Rio de Janeiro, Litoral Paulista, Unificados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Paraná, Espirito Santo, Pará e Amazonas, Duque de Caxias, Norte Fluminense, Pernambuco e São José dos Campos. Além de representantes do Sindiquímica, Sitticcan, Sinderpav, do deputado federal Nelson Pelegrino (PT-BA) e do vereador Val Peças, de Madre de Deus. 

Não por acaso o ato aconteceu no Trevo da Resistência, local que já foi palco de muitas lutas e vitórias da categoria petroleira na Bahia, inclusive de greves históricas como a de 1983 e 1995.

As falas dos dirigentes giraram em torno da necessidade de construção da unidade da classe trabalhadora para enfrentar os desmandos da atual gestão da Petrobrás que representa o governo de extrema direita de Bolsonaro e está promovendo um grande desmonte na estatal. Todos foram unânimes em afirmar que diante dos ataques da Petrobrás aos direitos da categoria o único caminho será a realização de uma greve.

 “A situação é muito complicada. Estamos falando de perdas de direitos e de empregos, pois com a privatização não há nenhuma garantia de que os trabalhadores permaneçam em seus postos de trabalho, mesmo aqueles concursados”, advertiu o coordenador do Sindipetro Bahia, Jairo Batista, para quem “só existe uma saída que não é individual, mas coletiva”.

O coordenador da FUP, José Maria Rangel, afirmou que o governo e a direção da Petrobrás mentem para o povo ao dizer que se as refinarias forem vendidas o preço do combustível será mais barato. Para ele “a Petrobrás já é uma empresa privada, pois está sendo gerenciada como tal. E qual é o resultado? indaga Rangel “nós pagamos a segunda gasolina mais cara do planeta e a sociedade está voltando a cozinhar à lenha e eles não se importam com isso, o que importa para eles é que a Petrobrás dê lucro ao capital internacional e aos s seus acionistas”. 

A mobilização na RLAM foi o quarto ato contra a venda das refinarias e dos terminais da Transpetro. Houve manifestações também na Refinaria Abreu e Lima, Refinaria Presidente Vargas (Repar) e Refinaria Alberto Pasqualini (Refap). Essas quatro refinarias fazem parte do primeiro lote de venda anunciado pelo governo.

Durante a mobilização, os petroleiros queimaram a bandeira dos Estados Unidos, como um ato de protesto contra a interferência do governo americano na política econômica do país e nos interesses do povo brasileiro, agindo de forma imperialista e causando grandes estragos ao encontrar no Brasil um governo subserviente e antipatriota.

Ao final do protesto, a categoria cantou o Hino Nacional Brasileiro reafirmando a disposição de lutar em defesa da RLAM, da Transpetro, da Petrobrás e do Brasil.

[Via sindipetro-BA]

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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