Sindicato denunciou a empresa à ANP por irregularidades trabalhistas e inegurança na Bacia do Recôncavo

[Da redação do Petróleo Hoje]

O Sindipetro-BA protocolou, na terça-feira (25/5), uma denúncia junto à ANP sobre eventuais irregularidades da Recôncavo Energia em Catu, na Bahia, onde a companhia está desenvolvendo atividades de perfuração. Segundo a entidade, os trabalhadores estão submetidos a condições de alto risco operacional, como falta de equipamentos de segurança, bem como jornadas excessivas, atraso salarial (60 dias) e falta de registro na carteira de trabalho.

“O Sindipetro Bahia vem cobrar e denunciar a esta agência reguladora do setor, a fiscalização e às medidas necessárias para garantir cumprimento da Legislação Trabalhista, na perspectiva de melhorar as condições de trabalho”, afirmou o sindicato em carta à ANP.

O sindicato informou ao PetróleoHoje que recebeu a denúncia através de trabalhadores subcontratados de diversas empresas que atuam na concessão operadora pela empresa – de vigilantes à transportadores de carga. “De posse das informações, notificamos a ANP. Afinal, a agência precisa observar não apenas as questões contratuais, operacionais e ambientais do setor, mas também trabalhistas”, disse Radiovaldo Costa, diretor de Comunicação do Sindipetro-BA.

Radiovaldo informou ainda que a direção da Recôncavo Energia procurou o Sindipetro na manhã de quarta-feira (26/5), colocando-se à disposição para esclarecer as questões levantadas. De acordo com o sindicalista, uma reunião entre as partes será realizada na quinta-feira (27/5). De antemão, a Recôncavo alegou à entidade que os problemas estão relacionados aos prestadores de serviço. Mas, segundo o ordenamento jurídico, a responsabilidade é da empresa contratante.

Em nota, a ANP afirmou que “a denúncia a denúncia foi encaminhada para as autoridades competentes, em especial ao Ministério Público do Trabalho e a Secretaria Regional do Trabalho, para que procedam à fiscalização visando garantir cumprimento da Legislação Trabalhista, na perspectiva de melhorar as condições de trabalho dos colaboradores”.

A Recôncavo Energia detém 100% da concessão de quatro blocos na Bacia do Recôncavo: REC-T-236, REC-T-152, REC-T-178 e REC-T-180. Em maio, a empresa encontrou indícios de hidrocarbonetos no poço 1-FFL-1-BA, localizado REC-T-180.

Leia a íntegra da matéria do Sindipetro Bahia:

A empresa Recôncavo Energia, que está perfurando um poço pioneiro (novo) de petróleo na região de Catu, na Bahia, é o retrato do que significa a privatização.

É impressionante o nível de exploração a que os trabalhadores desta empresa estão sendo submetidos. Eles estão há 60 dias sem receber salários, trabalhando em uma jornada de 28 x 28, ou seja, sem rodízio, sem troca de turma, e, praticamente sem folga. Muitos destes trabalhadores são denominados pela empresa como “avulsos” e não têm sequer a carteira de trabalho assinada. Além disto, eles trabalham sem farda e expostos a grandes riscos, pois um acidente de trabalho pode acontecer a qualquer momento, uma vez que são poucos os procedimentos de segurança adotados.

A direção do Sindipetro Bahia vai informar à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre esta situação, uma vez que a agência deu a permissão para a concessão exploratória de petróleo e gás pela Recôncavo Energia.

“Para aqueles que defendem a privatização das unidades da Petrobrás, afirmando que isto traria melhorias e vantagens, basta olhar este exemplo para entender que não é bem assim. Claro que não são todas as empresas do setor privado que agem desta forma exploratória, mas a história tem nos mostrado que há uma visível precarização do trabalho após a privatização, que se reflete negativamente também na economia dos municípios produtores de petróleo”, afirma o Diretor de Comunicação do Sindipetro Bahia, Radiovaldo Costa.

Clique aqui para ler a notificação enviada à ANP pelo Sindipetro Bahia

Publicado em Setor Privado

Sindicato dos Petroleiros do estado da Bahia paralisa sonda operada pela ELFE, localizada no município de Catu (BA). A empresa completa hoje (22), dezessete dias de salário atrasado. A empresa, que presta serviços para a CERB (órgão do governo do estado da Bahia), vem atrasando salários todo mês com regularidade. No mês passado referente ao salário de janeiro, o atraso foi de 30 dias, prejudicando todos os trabalhadores.

O Sindicato dos Petroleiros do Estado da Bahia está aqui hoje em defesa da categoria, pois não há motivos para esse absurdo, neste momento difícil de pandemia, os trabalhadores estão com suas contas atrasadas inclusive com dificuldades com a alimentação de suas famílias por conta dessa postura da ELFE. O Sindipetro BA irá parar regularmente as sondas da CERB para garantir que se tomem as medidas necessárias para organizar todas as pendências financeiras dos seus trabalhadores e trabalhadoras.

O número da sonda é PR-28, todos os trabalhadores pararam e a CERB foi informada da atual situação.

[Da imprensa do Sindipetro BA]

Publicado em Setor Privado

Os petroleiros de Minas Gerais se somam nesta segunda às greves regionais que mobilizam há 18 dias a categoria em outras quatro bases da FUP: Bahia, Amazonas, Espírito Santo e São Paulo

[Da imprensa do Sindipetro MG]

Petroleiras e petroleiros de toda a Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Betim/MG, iniciam nesta segunda, 22, por tempo indeterminado, a Greve pela Vida. A mobilização ocorre após o início da parada de manutenção e a explosão de testes positivos para Covid-19 na refinaria. Somente no mês de março, já foram registrados mais de 200 testes positivos e 12 internações. O Sindipetro/MG solicita que todos os trabalhadores deslocados da parada de manutenção, do HA e do Turno E não compareçam à refinaria.

Conforme o Sindipetro/MG já vinha alertando, a chegada de 2200 novos trabalhadores em função da parada de manutenção, na Regap, causou focos de aglomeração na refinaria, transformando-a em um epicentro da pandemia na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A greve que iniciamos nesta segunda-feira é por nossas vidas, pelas vidas de nossas famílias e de toda a sociedade mineira. Compreendemos que o exercício de nossa profissão é um serviço essencial à sociedade, mas, para garantir o abastecimento do estado, é necessário que estejamos protegidos e com boa saúde. A greve é um valor fundamental na democracia, e a saúde um direito constitucional. Lutemos!

Para auxiliar a categoria petroleira neste momento, a diretoria do Sindipetro/MG e o setor jurídico prepararam uma cartilha com orientações para a greve. Você pode acessá-la clicando aqui.

Para fazer o download do Modelo de e-mail a ser enviado ao Supervisor e Gerente, clique aqui.

Para o download do Modelo de notificação a ser enviado pelo trabalhador ao Sindipetro/MG, clique aqui.

 

Após impasse nas negociações do ACT dos 200 trabalhadores da Perbras do contrato de manutenção de poços e estações, o Sindipetro Bahia convocou assembleia, para aprovação da greve pelos trabalhadores.

O processo de negociação estava em curso há quase cinco meses e até o momento a empresa não tinha apresentado nenhuma proposta satisfatória. Sendo assim, a paralisação por melhorias no Acordo Coletivo 2019/20 (data base em setembro) teve início na quinta-feira, 4/03, e se estendeu por três dias. No sábado, a empresa cedeu aos trabalhadores e apresentou nova proposta, que foi submetida pelo Sindipetro Bahia à assembleia, sendo aprovada por unanimidade.

A proposta conquistada pelos trabalhadores garante o reajuste salarial de 2% retroativo a setembro, 14% no ticket alimentação retroativo, pagamento de horas extras pendentes, pagamento de descanso semanal remunerado pendente, pagamento das médias de horas extras referentes ao 13º pendentes, melhoria da alimentação fornecida pela empresa, abono salarial de R$400,00 para todos os trabalhadores.

Uma grande vitória da categoria e do sindicato. Pois a atual conjuntura não favorece o trabalhador que está tendo que arcar com todos os problemas administrativos que as empresas estão tendo devido à pandemia. A luta da categoria foi de extrema importância para a conquista deste Acordo Coletivo.

A Federação Única dos Petroleiros e o Sindipetro Bahia além de representarem os petroleiros do Sistema Petrobrás, também representam os trabalhadores de algumas empresas privadas de petróleo, como é o caso da PERBRAS -  empresa prestadora de serviços da Petrobrás, em Catu-BA

Federação Única dos Petroleiros 

Publicado em Setor Privado

O Sindipetro-ES começou nesta sexta-feira (05) uma greve no Espírito Santo. A paralisação é contra os constantes descumprimentos da atual gestão da Petrobrás em relação aos protocolos de combate à Covid-19, bem como o desrespeito ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

A nossa ação foi iniciada na Base 61, em São Mateus, que é uma unidade que segue em risco de ser fechada, sem haver qualquer informação sobre sua continuidade ou não. Tudo isso que estamos passando é parte de um único projeto: a desintegração do Sistema Petrobrás e o redirecionamento da empresa para atender exclusivamente aos interesses do mercado e dos acionistas privados.

Estamos, portanto, diante de um momento decisivo para o futuro da categoria petroleira. A luta se faz necessária e urgente.

Nossa greve é legítima! E em defesa dos nossos direitos!

A greve que começa nesta sexta-feira, dia 05 de março, tem por foco a defesa da vida, dos empregos e dos direitos da categoria. Não podemos admitir que milhares de trabalhadores tenham suas vidas viradas de ponta-cabeça, sem que a direção da Petrobrás aceite sequer negociar alternativas propostas pela categoria.

E tudo isso em meio à pandemia da Covid-19, que avança sobre os petroleiros, com trabalhadores sendo contaminados semanalmente devido à incompetência e a negligência da gestão Castello Branco. Muitos gerentes ainda insistem em desrespeitar normas de segurança e protocolos estabelecidos por órgãos de saúde. É a política da negação, a mesma tática criminosa do governo Bolsonaro.

E como se não bastasse, os petroleiros ainda são submetidos diariamente ao risco de um grande acidente industrial nas unidades operacionais, que tiveram os efetivos drasticamente reduzidos por esses mesmos gestores. A direção da Petrobrás abriu um número recorde de planos de demissão, sem reposição de vagas, expondo os trabalhadores a acúmulo de função e a dobras rotineiras. E se a situação já era desesperadora, ficou ainda pior com a reestruturação das tabelas de turno, feita goela abaixo da categoria, transformando as refinarias e terminais em bombas relógio.

Soma-se a isso o ataque sistemático a benefícios históricos que os petroleiros conquistaram a duras penas, como a AMS e a Petros, causando sofrimento e angústia nos nossos aposentados, com descontos indevidos e absurdos da AMS nos contracheques, o que provoca desequilíbrio financeiro nas famílias daqueles que tanto contribuíram para a empresa e para o Brasil.

A atual Gestão da Petrobrás está descumprindo protocolos de COVID-19, colocando em risco a saúde dos trabalhadores: não estão fazendo retestagem, há a realização de cursos presenciais, além da falta de diagnóstico apropriado e a presença de serviços não essenciais sendo prestados nas unidades.

Essa gestão ainda vem desrespeitando o ACT, descontando de forma indevida o Banco de Horas e não quer negociar no GT com os Sindicatos: temos um GT em andamento e o RH ignorou, os trabalhadores foram IMPEDIDOS de fazer a compensação de horas e tiveram desconto de forma unilateral, sendo que alguns colegas tiveram contracheque zerado

Diante de tudo isso, não nos restou outra alternativa a não ser a greve, aprovada em assembleia pela categoria. Lutamos contra todos esses ataques e em defesa dos direitos dos trabalhadores.

[Da imprensa do Sindipetro-ES e da FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Além da Bahia, a greve foi aprovada nas bases da FUP do Amazonas, de Pernambuco, do Espírito Santo, de São Paulo, de Minas Gerais e pelos trabalhadores da Usina de Xisto (SIX), no Paraná

[Com informações do Sindipetro BA]

A greve dos petroleiros da Bahia por empregos e direitos foi retomada na madrugada dessa sexta-feira (5), com denúncias de cárcere privado. Chegou ao conhecimento do Sindipetro que muitos trabalhadores permanecem no interior da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), mesmo após o final dos seus turnos de trabalho.

De acordo com o Sindipetro Bahia essa tem sido uma prática da Petrobrás durante os movimentos paredistas. “Na maioria das vezes esses trabalhadores são mantidos nas unidades contra a sua vontade”.

Os diretores do sindicato mantêm o piquete de convencimento nos diversos portões da RLAM, respeitando a distanciamento social e utilizando máscaras e álcool em gel. “Temos consciência do momento delicado que estamos vivendo com as disparadas de casos de infecção pela Covid-19 e estamos sendo muito cuidadosos, observando todas as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) no que diz respeito à prevenção, mas o mesmo não podemos dizer da gerência da RLAM que ao manter todos os funcionários dentro da unidade corre grande risco de aglomeração e consequente contaminação pelo vírus”, afirmou a entidade sindical.

Chamou a atenção o grande número de policias em frente à Landulpho Alves. Isso porque a Petrobrás enviou ofício ao Comando Geral da Polícia Militar solicitando esse efetivo que, na opinião do Sindipetro “é desproporcional e com o claro propósito de impedir o direito legítimo da greve, da manifestação e da organização sindical, inclusive desassistindo as populações de outras cidades. É uma vergonha uma empresa como a Petrobrás se utilizar de artifícios como esse”. 

A greve, que é por tempo indeterminado, inicialmente, acontece apenas na RLAM, onde há uma extensa pauta de reivindicações dos trabalhadores. Entre outras coisas, os petroleiros reivindicam que a Petrobrás envie ao Sindipetro Bahia, a cópia do contrato de venda da Refinaria Landulpho Alves para o fundo Árabe Mubadala ou apresente e coloque em discussão o cronograma de transição da operação da unidade, os prazos de transferências de trabalhadores, seus critérios e prioridades, além das regras que utilizará para indenizar as transferências desses trabalhadores. Eles querem a garantia da permanência dos postos de trabalho dos trabalhadores próprios e terceirizados e também de que não haverá redução salarial, retirada de direitos, de benefícios e vantagens.

Petrobrás encerrou negociação

No dia 18/02, o Sindipetro Bahia resolveu suspender a greve, que seria iniciada nessa data, para dar continuidade às negociações com o RH Corporativo da Petrobrás, uma vez que a estatal demonstrou publicamente o seu desejo de seguir com o processo negocial.

Após a suspensão da greve, aconteceram mais duas rodadas de negociação (já haviam ocorrido duas anteriormente) sem nenhum avanço, até que o Sindipetro foi surpreendido com a decisão da estatal de encerrar a mesa de negociação, não restando outro caminho a não ser o de retomar o movimento paredista.

A entidade sindical reafirma a sua disposição para a negociação, mas rechaça e denuncia o que vem acontecendo nas unidades da estatal em todo o Brasil: “assédio moral, pressão, ameças e política antissindical viraram ferramenta de gestão da atual diretoria da Petrobrás e isso não podemos tolerar”.

Movimentos regionais

Em outros estados também acontecem mobilizações e greves. O movimento paredista foi deflagrado regionalmente pelos Sindipetros do Espirito Santo, Minas Gerais, Amazonas, Pernambuco, São Paulo (Mauá e Campinas) e Paraná (SIX). 

Filiados à Federação Única dos Petroleiros (FUP) esses sindicatos também estavam negociando suas pautas reivindicatórias regionais diretamente com a Companhia. Os sete Sindipetros restantes estão realizando assembleias com as suas bases, e, em breve, decidem se também vão aderir à greve.

A Refinaria Landulpho Alves, localizada no município de São Francisco do Conde (Recôncavo baiano),tem cerca de 900 trabalhadores concursados e 1.700 terceirizados.

Outras reivindicações

A categoria reivindica a implementação de política efetiva de combate ao assédio moral nas unidades da Petrobrás; incorporação dos trabalhadores concursados da PBIO à Petrobrás, caso a Usina de Biocombustíveis de Candeias seja realmente vendida; fim das dobras de turno e das prorrogações de jornada; rever a política do efetivo mínimo do O&M (Organização e Método) nos diversos setores da estatal, em especial da RLAM.

Além da implantação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico da jornada de 12 (doze) horas diárias, já praticada desde 2020 e aprovada pela categoria em assembleia e o fim da exigência de quitação do passivo trabalhista anterior a fevereiro/2020 para firmar esse documento; iniciar discussão e tratamento para a situação das empresas contratadas, em especial dos contratos de trabalhos e direitos dos empregados terceirizados; apresentação pela Companhia, do passivo ambiental, dos acidentes de trabalho (tudo que envolva agentes de riscos aos trabalhadores, seus compromissos de pagamentos e de seus sucessores).

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Publicado em Sistema Petrobrás

Reportagem da revista Carta Capital repercute a venda de campos terrestes de petróleo da Petrobrás no Polo Miganga, na Bahia, para o banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunity, holding que controla a PetroRecôncavo. A empresa já havia comprado da Petrobrás 34 campos terrestres no Rio Grande do Norte e outros 12, na Bahia. Dantas tem um passado de envolvimento em processos de corrupção

[Com informações da Carta Capital e da E&P BR]

Petrobras anunciou, nesta quinta-feira 25, a venda dos nove campos terrestres de exploração e produção de petróleo do Polo Miranga, na Bahia, para a empresa SPE Miranga S.A., subsidiária da PetroRecôncavo, do banqueiro Daniel Dantas. O valor da transação é de 220,1 milhões de dólares.

O Polo Miranga compreende os campos de Miranga, Fazenda Onça, Riacho São Pedro, Jacuípe, Rio Pipiri, Biriba, Miranga Norte, Apraiús e Sussuarana. A produção média no local em 2020 foi de 899 barris de óleo por dia e 376,8 mil m³ diários de gás natural. Com a transação, a Petrobras, operadora de 100% dessa área, vende a totalidade de sua participação.

Segundo a petroleira, 11 milhões de dólares já foram pagos na data do anúncio; 44 milhões serão pagos no fechamento da transação; 80 milhões serão parcelados ao longo de três anos a partir do fechamento da transação; e até 85 milhões estarão em “pagamentos contingentes relacionados a preços futuros do petróleo”.

Os valores não consideram os ajustes devidos, destaca a Petrobras, e o fechamento da transação está sujeito ao cumprimento de condições precedentes, tais como a aprovação pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis.

A Petrobras afirmou que a operação permitirá que outras empresas “também possam prosperar” e os campos terrestres possam receber novos recursos, “com impacto positivo na geração de empregos e renda”.

PetroRecôncavo cresce com ativos da Petrobrás

A SPE Miranga S. A. é controlada pela petroleira PetroRecôncavo, especializada em exploração on shore e uma das empresas da holding Opportunity, companhia de gestão de recursos fundada por Daniel Dantas em 1994, com sua irmã, Veronica Dantas, e o economista Dorio Ferman.

Em abril de 2019, a empresa arrematou os 34 campos terrestres da Petrobrás no Polo Riacho da Forquilha, na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, onde também adquiriu a concessão do bloco exploratório POT-T-702, ofertado pela ANP.

Em dezembro de 2020, a PetroRecôncavo comprou mais 12 campos terrestres da Petrobrás, desta vez no Polo Remanso, na Bacia do Recôncavo, na Bahia.  

Passado que condena

Daniel Dantas dominou o noticiário quando foi levado à prisão pela Operação Satiagraha, deflagrada em 2004, contra desvios de verbas públicas. O banqueiro foi preso em 2008 e solto no mesmo ano. A operação foi anulada em 2011 pelo Superior Tribunal de Justiça.


 Leia também:

Sindipetro Bahia reafirma compromisso de defender direitos dos trabalhadores do Campo de Miranga


 

 

Publicado em Sistema Petrobrás

O Sindipetro Bahia enviou ofício à direção da empresa EBS abordando a necessidade de ser firmado o primeiro acordo coletivo que irá regrar o trabalho dos funcionários da empresa, deixando claro todos os seus direitos e deveres.

Apesar de já estar operando na Bahia nas atividades de perfuração, produção e cimentação de poços de petróleo e gás natural, a EBS ainda não discutiu com o Sindipetro Bahia o Acordo Coletivo de Trabalho.

O sindicato quer definir uma agenda de reuniões com a empresa para firmar o ACT e as condições de trabalho dos funcionários a serem praticadas no estado da Bahia

Clique aqui para ler o ofício enviado à EBS

[Da imprensa do Sindipetro Bahia]

Publicado em Setor Privado

O desmonte da Petrobrás segue a toque de caixa pelo governo Bolsonaro. Só na última semana anunciaram a venda da Refinaria Landulpho Alves e a terceirização das plataformas de P-48 e P-62. Diante dos ataques que a categoria vem sofrendo, o Sindipetro-NF realiza nesta terça e quarta, 16 e 17 de fevereiro, assembleias para avaliar os indicativos de aprovação de manifesto contra o desmonte do Sistema Petrobras e do estado de Assembleia Permanente.

A votação será híbrida. Os petroleiros e petroleiras que estiverem embarcados podem realizar assembleias seguindo os parâmetros das reuniões, DDS e outras atividades realizadas a bordo. As atas deverão ser enviadas até às 12h do dia 18 de fevereiro.

Os filiados ao sindicato poderão votar on line a partir das 08h do dia 16 até às 20h do dia 17 de dezembro. Os não filiados votarão conforme os itens abaixo:

  1. l) Aprovação de manifesto em apoio aos trabalhadores da RLAM e das unidades ameaçadas pela atual política danosa da Petrobrás; 
  2. II) Aprovação do estado de Assembleia permanente

Leia a íntegra do manifesto:

Manifesto dos Petroleiros e Petroleiras do Norte Fluminense 

Nós, petroleiros e petroleiras do Norte Fluminense, denunciamos neste manifesto que o Povo Brasileiro está sendo assaltado pela atual gestão da Petrobrás aliada ao governo federal.

Começou em 2016 um processo de desmanche da Petrobrás, impedindo a geração de empregos, fazendo a renda dos trabalhadores cair, e minimizando a arrecadação dos estados e municípios. Tudo isso só piorou no governo Bolsonaro.

Nos últimos 2 anos 36 unidades da Petrobrás foram doadas à iniciativa privada, a preço irrisório, algumas por menos que o valor de um apartamento, exportando para fora do país emprego e renda. Isso deteriora as cidades. A cidade de Macaé que já chegou a ter mais de 10 bases da Petrobrás, atualmente conta com somente 3.

Tudo isso fruto de roubo do patrimônio público.

A gestão Castelo Branco acelera a saída da Petrobrás da área de refino, fazendo da Petrobrás a única empresa de petróleo que não quer ter refinarias nem postos de combustíveis. Nos últimos dias venderam a RLAM, segunda maior refinaria do Brasil, por menos da metade do seu valor.

Manifestamos nosso total apoio à greve dos petroleiros e petroleiras da RLAM na greve contra a sua privatização!

Importantes campos de produção na Bacia de Campos tem suas vendas anunciadas, com o falso argumento da necessidade de dinheiro para investir em outras áreas. Nos que ficam, petroleiros terceirizados tem seus salários achatados ao mínimo, corte de planos de saúde e precarização das condições de trabalho. Colocam em risco a vida de milhares de petroleiros ao substituir os operadores de lastro das plataformas por oficiais da Marinha Mercante que desconhecem a operação, só para agradar os militares do governo Bolsonaro. Esta mesma gestão mata trabalhadores ao descumprir recomendações de combate à Covid-19, e agora anuncia um “projeto piloto” de terceirização de tudo a bordo de P-48 e P-62.

Denunciamos também a forma covarde com que a Petrobrás assaltou os salários dos nossos aposentados e pensionistas no início deste ano. Trabalhadores que deram o seu sangue e suor pela empresa tiveram descontos abusivos sobre um suposto saldo devedor prescrito, ocasionando contracheques zerados ou com valores mínimos.

Exigimos transparência nos valores descontados!

Hora da reorganização.

Após uma grande greve no início de 2020 a pandemia assolou o nosso país e de forma brutal a nossa categoria. Mas este ano os petroleiros e petroleiras do Norte Fluminense iniciam uma nova organização, para defender não somente seus empregos, mas também uma Petrobrás que respeite os trabalhadores, e que atue de forma a priorizar os interesses do seu principal acionista: O Povo brasileiro!

#Petrobrasfica

[Da imprensa do Sindipetro-NF]

Publicado em Sistema Petrobrás

“Opa meu amigo, hoje vou levar você para embarcar comigo pro mar, na plataforma em que eu trabalho. Eu preciso te mostrar por que nós estamos lutando por isso tudo, pela Petrobras. Pega aí o seu macacão laranja, seus equipamentos de proteção…e vamos lá. É aqui que muita gente já trabalhou e ainda trabalha para que a gente tenha produtos de qualidade, derivados do nosso petróleo, no seu carro, na minha casa, no trabalho... Tá vendo como é? E não é só aqui que a Petrobras atua…".

Assim, inspirado em histórias reais, a campanha Petrobrás Fica no Ceará lançou esta semana mais um mini documentário sobre a importância da petrolífera estatal para o estado cearense. Dessa vez, o curta mostra o dia a dia dos petroleiros das plataformas da região, que estão sendo entregues pela gestão Castello Branco, junto com vários outros ativos do Sistema Petrobrás no estado Ceará. O vídeo cativou os trabalhadores e trabalhadoras do Sistema Petrobrás, que estão enfrentando as consequências do desmonte da empresa e lutando contra as privatizações de campos de produção, refinarias, terminais e plantas de produção de biocombustíveis e ernergia. 

"A Petrobrás ficou conhecida também por apoiar a cultura e proteger o meio ambiente, patrocinando filmes, teatro… ou mesmo projetos que salvaram espécies marinhas … Dava orgulho dizer EU SOU DA PETROBRAS. Mas nos últimos anos, as coisas mudaram... Continuamos trabalhando, claro, mas, ao nosso redor, tudo parecia desmoronar. Os sonhados investimentos
que poderiam nos levar a mais empregos e maior produção não vieram. Pelo contrário… Boatos de venda foram se confirmando, aí vieram Hibernações, Demissões… Famílias de terceirizados passando necessidade, mas sem a gente quem vai fornecer os derivados do petróleo pro Brasil?", narra o petroleiro que conduz o vídeo.

"Parece que a intenção é mesmo importar de outros países e enfraquecer nossa soberania brasileira. Olha aí… o Brasil não era pra estar acima de todos? Estamos cada vez mais abaixo… Bem… Espero que você tenha gostado dessa visita, que tenha percebido a nossa importância e a até a beleza do nosso trabalho. Eu continuo por aqui e tenho esperança de que a Petrobras fica no Brasil e no Ceará também. Volte sempre, meu amigo”.

Assista o mini doc e entenda por que a luta para que a Petrobras Fique é de cada um de nós: 

 Conheça a campanha

Em parceria com a Nigérias Filmes, o Sindipetro-CE/PI está produzindo curtas audiovisuais sobre a importância da Petrobrás para o estado e para o povo cearense. São vídeos distribuidos nas redes sociais que mostram a relação que a estatal tem com a sociedade brasileira, o desenvolvimento nacional e regional, bem como com a história de vida das pessoas.

Assista, curta, compartilhe: CONHEÇA AQUI A CAMPANHA #PETROBRÁSFICA 

Acesse o canal do Sindipetro no Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCRQsVWjmuHAXbYwPz5tP5oA/featured

[Imprensa da FUP, com informações do Sindipetro-CE/PI]

Publicado em Petrobrás Fica
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.