Reunido nos dias 05 e 06 de novembro, o Conselho Deliberativo da FUP aprovou a proposta alternativa ao atual Plano de Equacionamento (PED) dos Planos Petros do Sistema Petrobrás - Repactuados e Não Repactuados (PPSP-R e PPSP-NR).

A proposta foi elaborada pelo Grupo de Trabalho Petros, formado pelas entidades representativas de participantes e assistidos (FUP, FNP, FTTNAA, e FENASPE), além de representantes da Petros e da Petrobrás.

A proposta vinha sendo discutida desde o início de 2018 e foi concluída no dia 22 de outubro, após análise e inclusão das alterações propostas do novo presidente da Petros, Bruno Dias.

As assembleias serão realizadas nas bases da FUP até o dia 30 de novembro para que os trabalhadores da ativa, aposentados e pensionistas possam avaliar o indicativo de aprovação da proposta alternativa ao atual PED.

A proposta foi amplamente discutida e aprovada por consenso nos fóruns das entidades de participantes e assistidos da Petros, no Conselho Nacional dos Aposentados e Pensionistas da FUP (CNAP) e no Conselho Deliberativo da FUP.

O objetivo é que a proposta alternativa ao PED possa ser implantada ainda este ano.

O GT Petros foi conquistado pela FUP na campanha reivindicatória de 2017 com o objetivo de apontar alternativas para cobertura dos déficits dos PPSPs, de forma a penalizar menos os aposentados, pensionistas e participantes da ativa, que tiveram seus orçamentos familiares profundamente comprometidos pelos descontos absurdos impostos pela Petros.

Além de cobrir os déficits dos planos, a proposta apresenta soluções para os problemas estruturais do PPSP, possibilitando a sua sustentabilidade futura.

Principais pontos da Proposta Alternativa ao PED:

✓ Contribuição Extraordinária de 30% sobre o Abono Anual (13o benefício) de todos os assistidos, até o pagamento do último benefício dos PPSPs (R e NR) ou até a eliminação dos seus atuais déficits;
✓ Pecúlio das futuras pensionistas no valor de 2 vezes a remuneração global (Petros + INSS) dos aposentados e de 2 vezes o salário de contribuição; dos participantes da ativa
✓ Cálculo das Futuras Pensões mantido em 50% + 10% para cada dependente;
✓ Contribuição Extraordinária: linear, com percentual ajustado para se adequar ao novo valor do Pecúlio por Morte e à manutenção do cálculo da futura Pensão por Morte;
✓ Aplicação da Resolução CNPC 30/2018, estabelecendo a contribuição extraordinária até o pagamento do último benefício dos PPSPs (R e NR) ou até a eliminação dos seus atuais déficits;
✓ Redução do Déficit a ser equacionado pelo reconhecimento do correto patrimônio do Grupo Pré-70 e Pos-70 (R$ 3,6 bilhões);
✓ Adequação às seguintes regras prevista na Resolução CGPAR 25, incluindo a desvinculação da elegibilidade do INSS para a concessão do benefício de Aposentadoria:

1) Reajuste de benefícios de acordo com indexador Economico (IPCA)
2) Desvinculação do valor do beneficio do valor do INSS (INSS hipotético)
3) Cálculo do benefício de acordo com a média salarial dos últimos 36 meses.

✓ Aplicação das medidas mitigadoras de futuros déficits:

1) Supressão da tabela de Contribuição Normal do Regulamento;
2) Contribuição Normal flutuante de acordo com o Plano de Custeio anual;
3) Contribução Extraordinária (jóia individual) devido à mudança da Composição Familiar

✓ Elaboração de Minuta para Deliberação em Assembleia, contendo somente 03 (três) cláusulas:

1) Conteúdo da Proposta conforme descrito acima;
2) Compromisso de Não Judicialização exclusivamente em relação à Proposta acima;
3) Diferimento do Pagamento do Valor do Equacionamento não realizado devido à concessão de Liminares, através do oferecimento de propostas para adesão individual

ESTUDOS E REUNIÕES APÓS A APROVAÇÃO DA PROPOSTA ALTERNATIVA AO PED

1) Estudo da composição do Déficit para adequação da taxa de Contribução Normal visando a cobertura do Déficit de origem Estrutural;
2) Estudo da alteração do Seguro do Fundo de Quitação por Morte visando a diluição do pagamento dos empréstimos de acordo com a expectatia de vida do Participante ou Assistido;
3) Estudo de mudança da composição dos Ativos do Plano dos Pré-70 visando sua “blindagem” com relação à futuros déficits.
4) Reunião específica para tratar da instituição do Conselho Consultivo dos Plano Pré-70 e do Conselho Consultivo dos Planos Pós-70 (R e NR)
5) Estudo da aplicabilidade da CNPC 30/2019 para estabelecer a ordem de prioridade, quanto à utilização de eventual superávit:
a) Adequação da taxa de juros do plano;
b) Redução da Contribuição Extraordinária Mensal
c) Elevação do valor do Pecúlio por Morte
d) Redução da contribuição extraordinária do Abono Anual
e) Adequação da tábua de mortalidade
6) Estudo de viabilidade quanto a Unificação das taxas de Contribuição Normal pela maior Taxa praticada;
7) Estudo de viabilidade quanto a Unificação da Data Base de Reajuste de benefícios de acordo com a Data Base de Reajuste salarial da respectiva patrocinadora

Publicado em APOSENTADOS

A FUP iniciou nesta terça-feira, 12, as negociações com a Petrobrás dos desdobramentos do Acordo Coletivo de Trabalho pactuado durante mediação feita pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Retroativos

Foi cobrado da gerência de Recursos Humanos esclarecimento sobre o pagamento dos retroativos, previsto para esta quarta-feira, 13. A empresa confirmou a data do pagamento para os trabalhadores das bases da FUP, mas informou que, devido a erro no sistema, cerca de 5% dos petroleiros da holding só receberão os retroativos no dia 29 de novembro. A Transpetro, TBG e Araucária Nitrogenados também confirmaram o pagamento para esta quarta, dia 13.

PLR 2019

A FUP cobrou o cumprimento do Acordo de Regramento da PLR, pactuado em 2014, com validade até 31 de março de 2019. Como não houve consenso com a Petrobrás em relação ao regramento negociado em 2018, a FUP apresentou as seguintes alternativas para que os trabalhadores possam receber a PLR em 2020:  o pagamento de 3/12 avos conforme estabelecido no acordo de regramento que esteve válido até março, o pagamento dos 9/12 avos restantes seguindo os mesmos critérios deste regramento ou com base nas regras que foram exaustivamente discutidas com a empresa e formalizadas em documento enviado à FUP em 21 de dezembro de 2018.  A gerência de RH alegou dificuldades jurídicas em relação à PLR 2019, mas ficou de avaliar as alternativas propostas pela FUP.

PLR 2020

O ACT mediado pelo TST garante a retomada da negociação do regramento da PLR 2020, com prazo para fechamento do acordo até 31 de dezembro de 2019. Diante disso, a FUP antecipou-se e apresentou à Petrobrás uma nova redação para o único ponto em que não houve acordo com a empresa durante a negociação do regramento da PLR 2019.

Trata-se da cláusula 9, em que a Petrobrás vinculava o Sistema de Consequências à PLR, punindo duplamente os trabalhadores envolvidos no que os gestores chamam de "conflito de interesse" e "danos patrimoniais".

A FUP propôs a alteração desta cláusula, de modo que só seja aplicada dedução da PLR em casos de “punições cujas medidas disciplinares forem definidas pelo Comitê de Medidas Disciplinares em decorrência de fraude, corrupção, nepotismo e assédio moral e sexual”.

O RH irá avaliar e informou que apresentará a contraproposta da empresa no dia 28 de novembro.

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

A FUP garantiu na mediação do Acordo Coletivo de Trabalho com o TST a cláusula que mantém o Programa de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e a retomada do processo de negociação com a Petrobrás. A empresa agendou para a próxima terça-feira, 12, a primeira reunião.

A FUP já encaminhou à Gerência de Recursos Humanos documento reiterando a proposta que já havia sido exaustivamente negociada com a Petrobrás, mas que a empresa refutou, ao insistir em vincular o Sistema de Consequências à PLR, punindo duplamente os trabalhadores envolvidos no que os gestores chamam de "conflito de interesse" e "danos patrimoniais".

No documento enviado ao RH, a FUP propõe a alteração deste ponto do acordo de regramento, de modo que só seja aplicada dedução da PLR em casos de “punições cujas medidas disciplinares forem definidas pelo Comitê de Medidas Disciplinares em decorrência de fraude, corrupção, nepotismo e assédio moral e sexual”.

Vale lembrar que a Petrobrás encerrou unilateralmente as negociações sobre participação nos lucros no primeiro semestre deste ano e, sem qualquer negociação com as representações sindicais, substituiu a PLR pelo Programa de Prêmio por Performance (PPP).

Tabelas de turno

Outro ponto do Acordo Coletivo de Trabalho mediado pelo TST que a FUP tratará com a Petrobrás serão as tabelas de turno, com reuniões agendadas para os dias 14, 21 e 28 de novembro.

Acesse aqui a ínegra dos Acordos Coletivos da Petrobras e subsidiárias mediados pelo TST


Leia também:

Petrobrás nega PLR e insiste em bônus para favorecer gerentes

> Petrobrás suspende mudanças na tabela de turno e restabelece regimes de trocas praticados antes


[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

A FUP e seus sindicatos assinaram nesta segunda-feira, 04, o Acordo Coletivo de Trabalho, em cerimônia realizada no Tribunal Superior do Trabalho (TST), que mediou o processo de negociação com a Petrobrás e subsidiárias.

A categoria petroleira encerra de cabeça erguida esta importante batalha contra o desmonte do ACT e recomeça uma luta muito mais árdua, que é barrar as privatizações em curso na empresa e defender os empregos.

O projeto do governo Bolsonaro e dos seus gestores na Petrobrás é privatizar por completo a empresa, como já deixaram claro. O Acordo Coletivo de Trabalho dos petroleiros era um dos obstáculos que precisavam remover. Com luta e organização, a categoria resistiu aos assédios dos gestores e impediu o esfacelamento do ACT.

Agora a luta é mais dura e exigirá de cada petroleiro e petroleira coragem e disposição para enfrentar a maior batalha da história da categoria. Este é um enfrentamento que exigirá estratégia e uma ampla aliança com setores importantes da sociedade organizada, mas cujo protagonismo pertence aos trabalhadores do Sistema Petrobrás.

Por isso, nesta terça, 05, e quarta-feira, 06, a FUP e seus sindicatos estarão reunidos para definir os encaminhamentos e estratégias da grande greve nacional dos petroleiros em defesa da maior empresa do Brasil.

[FUP | Fotos: Paulo Neves]

Publicado em Sistema Petrobrás

Os trabalhadores do Sistema Petrobrás nas bases da FUP aprovaram a proposta de Acordo Coletivo, conquistada durante o processo de mediação com o Tribunal Superior do Trabalho (TST).  A mobilização da categoria, que aprovou uma greve por tempo indeterminado, foi fundamental para fazer avançar a negociação.  O resultado das assembleias, com aprovação massiva da proposta, reforça a importância de uma organização sindical forte e com credibilidade no enfrentamento dos desafios que estão postos para a classe trabalhadora na atual conjuntura política.

Os petroleiros e petroleiras entenderam a importância de virar a página do Acordo e concentrar todos os nossos esforços na luta árdua que enfrentaremos para barrar as privatizações no Sistema Petrobrás.  

A confiança da categoria reflete a credibilidade da FUP e de seus sindicatos, não só na condução do processo de negociação com o TST, mas, principalmente, na defesa de pautas históricas, como a soberania e a democracia.  Credibilidade de quem denunciou e lutou contra o golpe, se mobilizou para impedir a quebra da Lei de Partilha e se posicionou na eleição presidencial contra o atual projeto político que está desmontando a nossa empresa e o país.

Os ataques que enfrentamos no governo Bolsonaro demonstram que estávamos do lado certo da história, enquanto muitos se omitiram.

Ao contrário de quem preferiu ficar em cima do muro, a FUP e seus sindicatos jamais titubearam diante do arsenal de ataques dos fascistas e dos que defendiam a neutralidade ou negavam a política.  Ocupamos as ruas e o Congresso Nacional, lutando até o último instante pela soberania e pela democracia.

A dura campanha reivindicatória que estamos concluindo evidenciou a importância de entidades sindicais com credibilidade para conduzir sem bravatas as lutas da categoria. Enfrentamos uma das mais difíceis negociações da nossa história e conseguimos preservar a essência de um Acordo Coletivo que tem sido referência para a classe trabalhadora no país e no exterior.

Após uma disputa árdua com a gestão Castello Branco, que tentou de tudo para acabar com o ACT, preservamos direitos que estão muito acima da CLT. Resistimos e ganhamos fôlego para uma luta que será ainda mais dura.

Na terça-feira, 05/11, a FUP e seus sindicatos voltam a se reunir para deliberar sobre a greve contra a privatização da Petrobrás.

Todo o nosso esforço agora estará concentrado nesta direção. Com organizações sindicais fortes e com credibilidade, conseguiremos lutar por empregos, direitos, pelo futuro da nossa empresa e das próximas gerações de petroleiros.

Sigamos em frente, pois o que a vida quer da gente é coragem.

[FUP]

Publicado em SISTEMA PETROBRÁS

Quase 80% dos petroleiros e petroleiras da Bahia aprovaram os indicativos da FUP e do Sindipetro Bahia, em assembleias que aconteceram de 27/10 a 1/11, em todas as unidades do Sistema Petrobrás no estado.

Desta forma, a segunda proposta intermediada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) para o Acordo Coletivo, acrescida dos itens propostos pela FUP, foi aprovada. Foram 1.278 (78,79%) votos a favor, 273 (16,83%) contra e 71 abstenções (4,38%).

O Acordo será assinado no dia 4/11 e os valores referentes ao reajuste serão retroativos ao mês de setembro. 

A suspensão da greve, que aconteceria no dia 26/10, caso não houvesse avanço nas negociações, também foi ratificada nas assembleias.

A significativa diferença de votos pela aprovação do ACT mostrou a confiança da categoria na direção sindical, que soube avaliar o cenário buscando a melhor solução para esse momento.

Entendemos que o ACT não é o que todos nós queríamos, mas é o melhor que pudemos conquistar e na oportunidade certa vamos recuperar tudo aquilo que, por ventura, foi perdido. Mas é importante ressaltar que o acordo coletivo da categoria petroleira continua sendo um dos melhores do Brasil, garantindo, entre outras coisas, a continuidade da paridade 70/30 da AMS, o que é muito importante, principalmente para os aposentados, que costumam usar mais o plano de saúde.

Assédio e pressão

A campanha reivindicatória da categoria foi marcada por situações atípicas, grande pressão da gerência, atitudes antissindicais da alta gestão da Petrobrás e pelo pedido por parte da empresa para a intermediação do TST.

Foi prevendo todo esse embate, devido à conjuntura política atual, que a FUP resolveu antecipar as  negociações. Foram quase quatro meses até a aprovação do ACT.

Superamos uma batalha, mas a guerra apenas começou. Há muito o que fazer, pois a ameaça da privatização e das demissões de trabalhadores concursados e terceirizados é cada vez mais real.

Por enquanto, os trabalhadores da Bahia estão protegidos devido à liminar obtida pelo Ministério Público do Trabalho que impede a transferência dos concursados para outros estados e, consequentemente, suspende as demissões dos terceirizados, uma vez que a Petrobrás está impedida de desmobilizar o edifício Torre Pituba.

Mas não podemos ficar de braços cruzados, dependendo da justiça. Só temos um caminho a  seguir: o da realização de uma greve.

Nesse sentido, estamos, juntamente, com a FUP e a categoria construindo esse movimento paredista, que deve acontecer no mês de novembro, para garantir os empregos e os postos de trabalho dos trabalhadores próprios e concursados.

[Via Sindipetro-BA]

 

Publicado em SINDIPETRO-BA

Na noite da quarta-feira, 30/10, a sede do Sindipetro Bahia, localizada no Jardim Baiano, em Nazaré, foi invadida e houve subtração de alguns objetos e documentos.

Em consequência desse fato, a sede da entidade sindical ficará fechada durante toda esta quinta-feira, 31/10, para a realização de perícia pela Polícia Civil e a devida apuração do fato ocorrido.

O Sindicato esclarece que o sistema de vigilância patrimonial foi acionado e as câmeras captaram, com nitidez, a imagem do invasor, já tendo todos os registros sido entregues à autoridade policial.

"Solicitamos a colaboração de todos para a identificação do invasor, até mesmo para que seja possível saber a real motivação do ato", destacou o sindicato.

A FUP se solidariza com os diretores e funcionários do Sindipetro Bahia e exige rigorosa apuração dos fatos.

Em nota, a CUT Bahia também repudiou o ataque sofrido pelo sindicato, cobrando a imediata apuração dos fatos e prisão dos culpados por subtração de objetos e documentos da entidade

“O SINDIPETRO BAHIA CONTINUARÁ SEU TRABALHO SEMPRE NA DEFESA DOS INTERESSES DA CATEGORIA E DE TODA SOCIEDADE, nada vai nos deter ou intimidar, nossa principal tarefa no momento é continuar defendendo a PETROBRÁS contra a privatização. Lutar e vencer a batalha pela sua permanência da estatal na Bahia junto com os empregos diretos e terceirizados. Não vamos parar de resistir e protestar, mesmo que isto esteja incomodando os traidores da pátria, destruidores de empregos, da economia, da democracia e da soberania nacional. Eles são os mesmos que têm interesses na entrega do maior símbolo e orgulho do país ao capital estrangeiro. O SINDIPETRO É DE LUTA E RESISTÊNCIA E A PETROBRÁS FICA NA BAHIA”, afirmou Cedro Silva, presidente da CUT Bahia.

Veja a abaixo  imagens do invasor captadas pela câmeras de segurança do Sindipetro:

 

 

Publicado em Movimentos Sociais

Na reta final para conclusão das assembleias nas bases da FUP, a proposta de Acordo Coletivo dos trabalhadores do Sistema Petrobrás, negociada pela Federação durante a mediação feita pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), está praticamente aprovada na grande maioria dos sindicatos filiados.

Três sindicatos já finalizaram as assembleias, com índices de aprovação do Acordo em torno de 90% (veja quadro abaixo). 

Em Macaé, no Norte Fluminense, 90% dos 1.220 trabalhadores das bases de terra da Petrobrás que participaram nesta quinta de assembleia realizada pelo Sindipetro-NF aprovaram a proposta conquistada pela FUP.

A consulta aos trabalhadores será encerrada nesta quinta à noite em algumas bases e na sexta (01/11), na maioria dos sindicatos que não concluíram as assembleias.

O resultado parcial, no entanto,já aponta para a aprovação do Acordo na grande maioria das bases da FUP.

Os ajustes conquistados na redação da proposta que o TST havia apresentado em setembro atendem a maioria dos pontos que foram referendados pelos petroleiros nas assembleias das bases da FUP, realizadas entre os dias 07 e 17 de outubro.

Respaldada pela greve aprovada pela categoria, a Federação pode avançar no processo de negociação com a Vice-Presidência do Tribunal e preservar a maioria das conquistas do atual Acordo Coletivo de Trabalho.

Os ajustes feitos pelo TST foram encaminhados à FUP, aos sindicatos e à Petrobrás na última sexta-feira (25/10)

“Virar a página do ACT e centrar esforços na defesa da Petrobras”

“Nós temos que virar a página do Acordo Coletivo e centrar todos os nossos esforços na luta em defesa da Petrobrás. A proposta apresentada pela mediação do TST, mesmo que não seja a proposta dos nossos sonhos, nos garante direitos muito acima do que está previsto na lei e nos dá tranquilidade para passar por esse momento sombrio que estamos vivendo no país”, ressalta o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

Ele explica que a greve contra a privatização da Petrobrás já foi definida pela Federação e seus sindicatos, cuja data deverá ser definida pelo Conselho Deliberativo da entidade em sua próxima reunião, marcada para o dia 05 de novembro. “Toda categoria e toda a sociedade irão tomar ciência da data que estaremos indicando para a greve contra a privatização da Petrobrás”, afirmou. 

Confira o quadro com a parcial das assembleias informadas à FUP até às 18h desta quinta-feira (31):

Sindipetro Amazonas

05 das 08 assembleias realizadas – 97% a favor do ACT; 1% de rejeição; 2% de abstenções

Sindipetro Rio Grande do Norte

07 das 10 assembleias realizadas – 94,25% a favor do ACT; 3,5% de rejeição; 2,25% de abstenções

Sindipetro Ceará/Piauí

08 das 14 assembleias realizadas – 80,18% a favor do ACT; 17,51% de rejeição; 2,3% de abstenções

Sindipetro Pernambuco/Paraíba

15 das 17 assembleias realizadas – 78% a favor do ACT; 19% de rejeição; 3% de abstenções

Sindipetro Bahia

22 das 27 assembleias realizadas – 76,10% a favor do ACT; 19,74% de rejeição; 4,16% de abstenções

Sindipetro Espírito Santo

Assembleias finalizadas – 90% a favor do ACT; 7% de rejeição; 3% de abstenções

Sindipetro Norte Fluminense

41 assembleias realizadas – mais de 85% a favor do ACT

Sindipetro Duque de Caxias

07 das 08 assembleias realizadas – 55,2% a favor do ACT; 37,7% de rejeição; 7,1% de abstenções

Sindipetro Minas Gerais

04 das 06 assembleias realizadas (Regap e Temelétrica) - 61% a favor do ACT; 32% de rejeição; 7% de abstenções.

Na Usina de Biodíesel de Montes Claros, será realizada uma assembleia à parte.

Sindiquímica Paraná

Assembleias finalizadas - 99,47% foram a favor do ACT.

Sindipetro Paraná/Santa Catarina

Assembleias finalizadas - 72% a favor do ACT; 23% de rejeição; 6% de abstenções

Os Sindipetros Unificado de São Paulo e Rio Grande do Sul divulgarão o resultado das assembleias quando forem concluídas nesta sexta-feira (01/11).

[FUP, com informações dos sindicatos]

 

e30999a1-ae6b-4532-9dce-72dadb8d9913
7df3ad8b-0f67-4cb7-a3dd-2eb67c209d50
juquinha-31-10
db1e02b9-4b08-465f-9024-adbafc09cdd6
bc6e97de-0f77-4e13-876e-9a969dc191ee
aad3b9c9-7728-4286-9c8f-48f51c6ec0e2
a31984bf-0496-4edc-9c7c-d666d0a48d35
a3d16934-4b74-4f5a-a9d3-e21d136dbfe9
7540221924285170339102234643368604895543296o
7496774524268560240763241401678206435590144o
7461410724285170972435502209273963803049984o
5269370f-bff2-45ce-b7f1-d4242868d445
3c2daf30-18d2-468c-8ba0-a6b318eff786
254ecb56-4970-420e-8bd7-e360c39ff883
7266391421560734180339662696717640541405184o
ES-aprova
95e55d67-b8e4-4995-895a-8803bf7b9db2
2041dc61-c978-4bd9-9573-8562d4a8d683
2b9cb07a-5547-406e-b63d-8fe041b30ed6
TRANSPETRO-SUAPE
a30f79b1-7b75-4525-b8ce-fb0e324c0c41
7082dd23-bd59-4df0-817f-850f75a3157b
77d46642-1ab5-4994-8643-98089614eb41
recap
756039022676840775671845198014364760932352n
7538833826768405123385385935659427435642880n
7523758126815038885388678151807782748684288o
7521011526768416523384244766736240483500032n
7444462326768411456718087168639848289402880n
7441308926768456023380299102279887825141760n
7418249226815025185390043177417312386940928n
7415767026815016018724294696632143600680960n
7337221626768414256717809157516375592271872n
7236043526815035718722324173890205125705728o
72762462267684165900509079031401155919872n
f30536a1-0d0c-4c6e-b99a-284a6a349704
c4b72320-c5a5-4d87-ac4e-7169357d44a7
bf785c54-4803-4184-9217-b906920eb549
bahia-aprova-act
aprovaco-proposta2-tst-bahia
aa31da78-9229-4da8-a018-744655c8ff0a
a3451e84-868f-4eb0-8ec7-60aceaf86816
40115d44-3ad4-48fa-acff-2d66b2709836
89daf815-e181-4ce8-8609-8d54d9b3132b
58fa05c4-c735-4d8d-a9bd-2334fa10a2f1
5e94f8bb-acde-4872-961e-1aad0121a116
0ecc0e50-2dbb-442b-bd32-86575ff02d0d

Publicado em Sistema Petrobrás

A proposta de Acordo Coletivo dos trabalhadores do Sistema Petrobrás, negociada pela FUP durante a mediação feita pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), está sendo aprovada pela categoria nas assembleias, conforme indicativo da Federação. Veja abaixo o quadro atualizado.

Os ajustes conquistados na redação da proposta que o TST havia apresentado em setembro atendem a maioria dos pontos que foram referendados pelos petroleiros nas assembleias das bases da FUP, realizadas entre os dias 07 e 17 de outubro.

Respaldada pela greve aprovada pela categoria, a Federação pode avançar no processo de negociação com a Vice-Presidência do Tribunal e preservar a maioria das conquistas do atual Acordo Coletivo de Trabalho.

Os ajustes feitos pelo TST foram encaminhados à FUP, aos sindicatos e à Petrobrás na última sexta-feira (25/10)

“Virar a página do ACT e centrar esforços na defesa da Petrobras”

“Nós temos que virar a página do Acordo Coletivo e centrar todos os nossos esforços na luta em defesa da Petrobrás. A proposta apresentada pela mediação do TST, mesmo que não seja a proposta dos nossos sonhos, nos garante direitos muito acima do que está previsto na lei e nos dá tranquilidade para passar por esse momento sombrio que estamos vivendo no país”, ressalta o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

Ele explica que a greve contra a privatização da Petrobrás já foi definida pela Federação e seus sindicatos, cuja data deverá ser definida pelo Conselho Deliberativo da entidade em sua próxima reunião, marcada para o dia 05 de novembro. “Toda categoria e toda a sociedade irão tomar ciência da data que estaremos indicando para a greve contra a privatização da Petrobrás”, afirmou. 

Confira o quadro com a parcial das assembleias informadas à FUP até às 18h desta quarta (30):

Sindipetro Amazonas

03 das 08 assembleias realizadas – 97% a favor do ACT; 0% de rejeição; 3% de abstenções

Sindipetro Rio Grande do Norte

05 das 09 assembleias realizadas – 95,30% a favor do ACT; 2,45 % de rejeição; 2,25% de abstenções

Sindipetro Ceará/Piauí

08 das 14 assembleias realizadas – 80,18% a favor do ACT; 17,51% de rejeição; 2,3% de abstenções

Sindipetro Pernambuco/Paraíba

15 das 17 assembleias realizadas – 79% a favor do ACT; 18% de rejeição; 3% de abstenções

Sindipetro Bahia

16 das 28 assembleias realizadas – 75,04% a favor do ACT; 21,48% de rejeição; 3,48% de abstenções

Sindipetro Espírito Santo

17 das 19 assembleias realizadas – 85% a favor do ACT; 11% de rejeição; 4% de abstenções

Sindipetro Norte Fluminense

19 assembleias realizadas – 82,79% a favor do ACT; 15,08% de rejeição; 2,13% de abstenções

Sindipetro Duque de Caxias

05 das 08 assembleias realizadas – 51,3% a favor do ACT; 42,4% de rejeição; 6,3% de abstenções

Sindipetro Minas Gerais

02 das 07 assembleias realizadas - 62% a favor do ACT; 30% de rejeição; 8% de abstenções

Sindiquímica Paraná

Assembleias concluídas na terça (29) - 99,47% foram a favor do ACT.

Os Sindipetros Unificado de São Paulo, Paraná/Santa Catarina e Rio Grande do Sul divulgarão o resultado das assembleias quando forem concluídas.

 

[FUP, com informações dos sindicatos]

 

 

Publicado em Sistema Petrobrás

Os trabalhadores do Sistema Petrobrás nas bases da FUP seguem aprovando a proposta de Acordo Coletivo apresentada pelo Tribunal Superior do Trabalho na última sexta-feira (25/10)

Na Araucária Nitrogenados, os petroquímicos concluíram na note desta terça (29) as assembleias, com apenas um voto contrário ao acordo conquistado pela FUP no processo de mediação com o TST.

Nas unidades dos Sindipetros Amazonas, Rio Grande do Norte, Pernambuco/Paraíba, Bahia, Espírito Santo, Duque de Caxias, Norte Fluminense, Unificado de SP e Ceará/Piauí, o indicativo da FUP de aceitação da proposta também está sendo aprovado massivamente na maioria das assembleias.

As assembleias prosseguem até sexta-feira (01/11).

Confira o quadro com a parcial das assembleias realizadas até às 19h desta terça (29):

Sindipetro Amazonas

02 das 08 assembleias realizadas – 98% a favor do ACT; 0% de rejeição; 2% de abstenções

Sindipetro Rio Grande do Norte

04 das 09 assembleias realizadas – 93,99% a favor do ACT; 3,30 % de rejeição; 2,70% de abstenções

Sindipetro Ceará/Piauí

08 das 14 assembleias realizadas – 80,18% a favor do ACT; 17,51% de rejeição; 2,3% de abstenções

Sindipetro Pernambuco/Paraíba

10 das 17 assembleias realizadas – 86% a favor do ACT; 11% de rejeição; 3% de abstenções

Sindipetro Bahia

10 das 28 assembleias realizadas – 74,24% a favor do ACT; 22,28% de rejeição; 3,48% de abstenções

Sindipetro Espírito Santo

12 das 18 assembleias realizadas – 85% a favor do ACT; 12 de rejeição; 3% de abstenções

Sindipetro Norte Fluminense

17 das 25 assembleias realizadas – 85,03% a favor do ACT; 11,98% de rejeição; 2,99% de abstenções

Sindipetro Duque de Caxias

04 das 08 assembleias realizadas – 50,8% a favor do ACT; 42,9% de rejeição; 6,3% de abstenções

Sindipetro Minas Gerais

Sem informações

Sindipetro Unificado de São Paulo

06 das 35 assembleias realizadas – 75,74% a favor do ACT

Sindipetro Paraná/Santa Catarina

Sem informações

Sindiquímica Paraná

Assembleias concluídas nesta terça (29) - 99,47% foram a favor do ACT.

Sindipetro Rio Grande do Sul

Sem informações

[FUP, com informações dos sindicatos filiados] 

Publicado em Sistema Petrobrás
Página 1 de 26

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

Instagram