Em 1995, os trabalhadores pararam por 32 dias, hoje somos mais de 20 mil petroleiros mobilizados em 116 unidades da Petrobras, de norte a sul do país.

Há 15 dias em greve nacional, petroleiros representados pelos sindicatos da FUP exigem a suspensão imediata das demissões na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen-PR). São 144 trabalhadores da fábrica que receberam telegramas de convocação para comparecer a hotéis da região de Araucária onde seriam feitas as rescisões dos contratos de emprego, uma violação do Acordo Coletivo de Trabalho.  Por isso, petroleiros da FAFEN protestaram contra essa arbitrariedade da gestão da Petrobrás e queimaram os telegramas com os comunicados de demissão.

A greve está cada dia maior com a categoria fortalecendo o movimento nas bases, enquanto a direção da Petrobras aposta no conflito criminalizando a greve dos petroleiros, mentindo para o judiciário e recusando-se a negociar com Comissão Permanente de Negociação da FUP que se mantém desde o dia 31 de janeiro à mesa de reunião numa das salas do Edise no Rio de Janeiro.

Em documento protocolado na última quinta-feira, os petroleiros reforçam, com a mesma pauta entregue anteriormente, a disposição de buscar uma solução para o impasse, desde que a Petrobras suspenda imediatamente as demissões na Fafen-PR e as medidas unilaterais tomadas contra os trabalhadores e que levaram a categoria à greve. Confira no link abaixo os documentos:

https://bit.ly/36GKyz3

https://fup.org.br/downloads/dne_2020.pdf 

Pontos apresentados pela FUP na petição:

> Suspensão imediata das demissões na FAFEN-PR

> Cancelamento da nova tabela de turno que foi imposta pela gestão aos trabalhadores das unidades operacionais

> Restabelecimento das negociações para solução dos pontos do Acordo Coletivo que estão sendo descumpridos.

TST nega pedido da Petrobras para responsabilizar cinco petroleiros

O ministro Ives Gandra Martins não acrescentou novas sanções aos funcionários e negou nesta sexta-feira o pedido da Petrobras para a “responsabilização pessoal e solidária” dos cinco integrantes da Comissão Permanente de Negociação da Federação Única dos Petroleiros.

Quadro nacional da greve – 15/02

57 plataformas

11 refinarias

23 terminais

7 campos terrestres

7 termelétricas

3 UTGs  

1 usina de biocombustível

1 fábrica de fertilizantes

1 fábrica de lubrificantes

1 usina de processamento de xisto

2 unidades industriais

3 bases administrativas

A greve em cada estado

Amazonas

Termelétrica de Jaraqui

Termelétrica de Tambaqui

Terminal de Coari (TACoari)

Refinaria de Manaus (Reman)

Ceará

Plataformas - 09 

Terminal de Mucuripe

Temelétrica TermoCeará

Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor)

Rio Grande do Norte

Plataformas – PUB-2 e PUB-3

Ativo Industrial de Guamaré (AIG)

Base 34 e Alto do Rodrigues - mobilizações parciais

Pernambuco

Refinaria Abreu e Lima (Rnest)

Terminal Aquaviário de Suape

Bahia

Terminal de Candeias

Terminal de Catu

UO-BA – 07 áreas de produção terrestre

Refinaria Landulpho Alves (Rlam)

Terminal Madre de Deus

Usina de Biocombustíveis de Candeias (PBIO)

Espírito Santo

Plataforma FPSO-57 e FPSO-58

Terminal Aquaviário de Barra do Riacho (TABR)

Terminal Aquaviário de Vitória (TEVIT)

Unidade de tratamento de Gás de Cacimbas (UTGC)

Sede administrativa da Base 61

Minas Gerais

Termelétrica de Ibirité (UTE-Ibirité)

Refinaria Gabriel Passos (Regap)

Rio de Janeiro

Plataformas – P08, PNA1, PPM1, PNA2, PCE1, PGP1, PCH1, PCH2, P07, P09, P12, P15, P18, P19, P20, P25, P26, P31, P32, P33, P35, P37, P40, P43, P47, P48, P50, P51, P52, P53, P54, P55, P56, P61, P62, P63, P74, P76, P77 

Terminal de Cabiúnas, em Macaé (UTGCAB)

Terminal de Campos Elíseos (Tecam)

Termelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB)

Refinaria Duque de Caxias (Reduc)

Terminal Aquaviário da Bahia da Guanabara (TABG)

Terminal da Bahia de Ilha Grande (TEBIG)

Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj)

São Paulo

Terminal de São Caetano do Sul

Terminal de Guararema

Terminal de Barueri

Refinaria de Paulínia (Replan)

Refinaria de Capuava, em Mauá (Recap)

Refinaria Henrique Lages, em São José dos Campos (Revap)

Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão (RPBC)

Plataformas (04) - Mexilhão, P66, P67 e P69

Terminal de Alemoa

Terminal de São Sebastiao 

Unidade de Tratamento de Gás Monteiro Lobato (UTGCA)

Termelétria Cubatão (UTE Euzébio Rocha)

Torre Valongo - base administrativa da Petrobras em Santos

Terminal de Pilões

Mato Grosso do Sul

Termelétrica de Três Lagoas (UTE Luiz Carlos Prestes)

Paraná

Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar)

Unidade de Industrialização do Xisto (SIX)

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FafenPR/Ansa)

Terminal de Paranaguá (Tepar)

Santa Catarina

Terminal de Biguaçu (TEGUAÇU)

Terminal Terrestre de Itajaí (TEJAÍ)

Terminal de Guaramirim (Temirim)

Terminal de São Francisco do Sul (Tefran)

Base administrativa de Joinville (Ediville)

Rio Grande do Sul

Refinaria Alberto Pasqualini (Refap)

 

Publicado em GREVE

A hashtag #SomosTodosPetroleiros ocupa o primeiro lugar nos trending topics, a lista de assuntos mais comentados do Twitter, na tarde desta sexta-feira (14), com 10,7 mil menções até a publicação desta matéria.

“Agradecemos o apoio à greve dos petroleiros, que repercute nas redes, em ondas de solidariedade e de indignação diante da intolerância da Petrobras, que tenta criminalizar a nossa luta. #SomosTodosPetroleiros está entre os assuntos do momento. Juntos, somos mais fortes” postou o perfil da Federação Única dos Petroleiros (FUP) na rede social.

 

Um tuitaço em apoio à greve havia sido convocado para as 11h de hoje. Os posts se estenderam pela tarde, até a hashtag liderar os assuntos mais comentados.

Contra demissões

Ignorada pela grande mídia, a greve dos petroleiros está em seu 14º dia. Os sindicatos da FUP realizaram atos em várias unidades da Petrobras nesta sexta exigindo a suspensão imediata das demissões na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen-PR).

Pelo menos 144 trabalhadores da fábrica já receberam telegramas de convocação para comparecer a hotéis da região de Araucária, onde seriam feitas a partir de hoje as rescisões dos contratos de emprego, o que viola o Acordo Coletivo de Trabalho.

Acampados há 23 dias em frente à Fafen, trabalhadores queimaram os telegramas com os comunicados de demissão.

Apesar de decisões judiciais que buscaram restringir a greve, a mobilização dos petroleiros atingiu 113 unidades da Petrobras em 13 estados do país, com mais de 20 mil petroleiros engajados, conforme informou a FUP nesta quinta-feira (13).s grevistas reivindicam suspensão imediata das demissões na Fafen-PR, cancelamento de nova tabela de turno que foi imposta aos trabalhadores e restabelecimento das negociações para solução de pontos do acordo coletivo que estão sendo descumpridos pela empresa.

Siga a FUP nas redes e ajude na divulgação da greve

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#SomosTodosPetroleiros

#GreveDosPetroleiros

#PetroleirosPelaSoberania

#PetroleirosPeloBrasil

[Via Portal Vermelho/Foto: Gibran Mendes]

Publicado em Sistema Petrobrás

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina, por meio de sua assessoria jurídica, protocolou nesta quinta-feira (13) uma manifestação no Tribunal Superior do Trabalho (TST), dirigida ao ministro Ives Gandra Martins Filho. 

No documento, o Sindicato apresenta provas em ofícios, imagens e vídeos sobre a postura que a Petrobrás adotou desde a decisão liminar que determinou o fornecimento do contingente de 90% dos trabalhadores durante a greve.  

A manifestação ainda pede providências de urgência para viabilizar o cumprimento da liminar por causa dos diversos empecilhos que a empresa ardilosamente passou a praticar. “Para a surpresa dos trabalhadores em greve, a Petrobrás opõe severa e injustificada resistência ao ingresso do contingente de trabalhadores”, aponta trecho do documento. “A empresa não fornece condições mínimas de acesso aos grupos indicados pelo Sindipetro PR/SC para rendição das equipes internas”, prossegue a petição do Sindicato. 

O documento ainda expõe a má-fé da Petrobrás no processo judicial provocado pela própria Companhia. “Ao informar descumprimento da liminar ao juízo, a empresa deliberadamente não age com a necessária lealdade processual, pois omitiu do juízo os diversos ofícios e manifestações formais do Sindicato em sentido diverso”. 

Diante do exposto, a petição junto ao ministro do TST pediu a reparação do equívoco de determinar o bloqueio de contas das entidades e a retenção de mensalidades sindicais para pagamento de multas estabelecidas pelo não cumprimento da liminar. 

Por fim, a manifestação esclarece que não existe o risco de desabastecimento de produtos essenciais ao atendimento da comunidade por conta dos estoques de produtos e da continuidade da operação dos parques industriais da Petrobrás. 

TST

Nesta sexta-feira (14), o ministro Ives Gandra despachou sobre as manifestações das FUP, sindicatos e Petrobrás. Ele manteve os efeitos da liminar concedida anteriormente e se colocou à disposição como mediador do impasse, desde que suspenda o movimento paredista. 

O colegiado da Seção de Dissídios Coletivos do TST vai se reunir no próximo dia 17 e existe a expectativa de que seja julgado o recurso da decisão liminar de Ives Gandra.

[Sindipetro-PR/SC]

Publicado em SINDIPETRO-PR/SC

Nesta sexta-feira, 14, quando os petroleiros completam 14 dias em greve nacional em todo o Sistema Petrobrás, os sindicatos da FUP realizaram atos em várias unidades da empresa exigindo a suspensão imediata das demissões na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen-PR).

Pelo menos 144 trabalhadores da fábrica já receberam telegramas de convocação para comparecer a hotéis da região de Araucária, onde seriam feitas a partir de hoje as rescisões dos contratos de emprego, o que viola o Acordo Coletivo de Trabalho.

Acampados há 25 dias em frente à Fafen, petroleiros e petroquímicos realizaram pela manhã um grande ato, denunciando mais essa arbitrariedade da gestão da Petrobrás. Os trabalhadores queimaram os telegramas com os comunicados de demissão.

Houve também protestos por todo o país, nas refinarias e em outras unidades que estão em greve.

A adesão dos trabalhadores ao movimento cresce diariamente e já mobiliza 116 unidades, em 13 estados do país.

Na tarde de quinta-feira, 13, os trabalhadores da P-57, plataforma do pré-sal que opera na Bacia do Espírito Santo, desembarcaram e se somaram à paralisação.

Na Bacia de Campos, mais duas plataformas também aderiram à greve: PNA-1 e a P-40. Já são 35 de um total de 39 plataformas da região que estão na luta para reverter as demissões na Fafen-PR.

FUP busca o diálogo, mas Petrobrás insiste no confronto

Em mais uma tentativa de abrir o diálogo com a gestão da Petrobrás, que resiste em negociar com as representações sindicais desde antes da greve, a FUP protocolou na quinta-feira (13) uma petição direcionada ao ministro Ives Gandra, do Tribunal Superior do Trabalho (TST). No documento, os petroleiros reforçam a disposição de buscar uma solução para o impasse, desde que a Petrobras suspenda imediatamente as demissões na Fafen-PR e as medidas unilaterais tomadas contra os trabalhadores e que levaram a categoria à greve.

“Com intransigência e demissões, a greve continuará crescendo e se fortalecendo. Entendemos que o papel da justiça do trabalho é preservar direitos e impedir o retrocesso social. Sempre estivemos abertos à negociação. Quem não quer negociar é a gestão da Petrobrás”, avisa o diretor da FUP, Deyvid Bacelar, um dos integrantes da Comissão Permanente de Negociação.

Pontos apresentados pela FUP na petição:

> Suspensão imediata das demissões na FAFEN-PR

> Cancelamento da nova tabela de turno que foi imposta pela gestão aos trabalhadores das unidades operacionais

> Restabelecimento das negociações para solução dos pontos do Acordo Coletivo que estão sendo descumpridos pela empresa

Comissão da FUP está há 15 dias no Edise 

No dia 31 de janeiro, véspera do início da greve dos petroleiros, cinco dirigentes sindicais se reuniram com a gestão de Recursos Humanos da Petrobrás em mais uma tentativa de reverter as demissões na Fafen-PR e as medidas unilaterais que contrariam o Acordo Coletivo de Trabalho. Desde então, os representantes da FUP aguardam dentro da sede da empresa uma resposta da gestão.

Já estão há 15 dias na mesma sala de reunião, resistindo às inúmeras tentativas de expulsão por parte da direção da Petrobrás, enfrentando dificuldades físicas e emocionais, na tentativa de abrir um canal de negociação com a empresa. 

Na noite de quinta-feira, 13, o diretor da FUP, José Genivaldo Silva, 58 anos, um dos cinco integrantes desta Comissão Permanente de Negociação, sofreu uma crise de hipertensão e teve que buscar ajuda médica fora do prédio. Sua pressão arterial chegou a 20 x 10, mesmo sob medicação. Ele está em observação médica e sua pressão já está controlada. A Comissão da FUP prossegue no Edise, com 4 integrantes.

Quadro nacional da greve – 14/02

56 plataformas

11 refinarias

23 terminais

7 campos terrestres

7 termelétricas

3 UTGs  

1 usina de biocombustível

1 fábrica de fertilizantes

1 fábrica de lubrificantes

1 usina de processamento de xisto

2 unidades industriais

3 bases administrativas

A greve em cada estado

Amazonas

Termelétrica de Jaraqui

Termelétrica de Tambaqui

Terminal de Coari (TACoari)

Refinaria de Manaus (Reman)

Ceará

Plataformas - 09 

Terminal de Mucuripe

Temelétrica TermoCeará

Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor)

Rio Grande do Norte

Plataformas – PUB-2 e PUB-3

Ativo Industrial de Guamaré (AIG)

Base 34 e Alto do Rodrigues - mobilizações parciais

Pernambuco

Refinaria Abreu e Lima (Rnest)

Terminal Aquaviário de Suape

Bahia

Terminal de Candeias

Terminal de Catu

UO-BA – 07 áreas de produção terrestre

Refinaria Landulpho Alves (Rlam)

Terminal Madre de Deus

Usina de Biocombustíveis de Candeias (PBIO)

Espírito Santo

Plataforma FPSO-57 e FPSO-58

Terminal Aquaviário de Barra do Riacho (TABR)

Terminal Aquaviário de Vitória (TEVIT)

Unidade de tratamento de Gás de Cacimbas (UTGC)

Sede administrativa da Base 61

Minas Gerais

Termelétrica de Ibirité (UTE-Ibirité)

Refinaria Gabriel Passos (Regap)

Rio de Janeiro

Plataformas – PNA1, PPM1, PNA2, PCE1, PGP1, PCH1, PCH2, P07, P09, P12, P15, P18, P19, P20, P25, P26, P31, P32, P33, P35, P37, P40, P43, P47, P48, P50, P51, P52, P53, P54, P55, P56, P61, P62, P63, P74, P76, P77 

Terminal de Cabiúnas, em Macaé (UTGCAB)

Terminal de Campos Elíseos (Tecam)

Termelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB)

Refinaria Duque de Caxias (Reduc)

Terminal Aquaviário da Bahia da Guanabara (TABG)

Terminal da Bahia de Ilha Grande (TEBIG)

Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj)

São Paulo

Terminal de São Caetano do Sul

Terminal de Guararema

Terminal de Barueri

Refinaria de Paulínia (Replan)

Refinaria de Capuava, em Mauá (Recap)

Refinaria Henrique Lages, em São José dos Campos (Revap)

Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão (RPBC)

Plataformas (04) - Mexilhão, P66, P67 e P69

Terminal de Alemoa

Terminal de São Sebastiao 

Unidade de Tratamento de Gás Monteiro Lobato (UTGCA)

Termelétria Cubatão (UTE Euzébio Rocha)

Torre Valongo - base administrativa da Petrobras em Santos

Terminal de Pilões

Mato Grosso do Sul

Termelétrica de Três Lagoas (UTE Luiz Carlos Prestes)

Paraná

Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar)

Unidade de Industrialização do Xisto (SIX)

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FafenPR/Ansa)

Terminal de Paranaguá (Tepar)

Santa Catarina

Terminal de Biguaçu (TEGUAÇU)

Terminal Terrestre de Itajaí (TEJAÍ)

Terminal de Guaramirim (Temirim)

Terminal de São Francisco do Sul (Tefran)

Base administrativa de Joinville (Ediville)

Rio Grande do Sul

Refinaria Alberto Pasqualini (Refap)

[FUP / Foto: Gibran Mendes/CUT-PR]

Publicado em Sistema Petrobrás

A Petrobrás tem o papel social de abastecer a população brasileira, mas a atual gestão da empresa quer mudar isso.

Já estamos há 13 dias em greve, tentando reverter as demissões em massa que atingem milhares de famílias de trabalhadores.

O fechamento de fábricas e a venda de refinarias aumentam o desemprego no país e pesam no bolso da população, que já sofre com os preços abusivos dos combustíveis.

O que queremos é garantir os empregos e preços justos para o gás de cozinha, a gasolina, o diesel.

A Petrobrás, no entanto, não aceita negociar com os sindicatos e tenta criminalizar a greve dos petroleiros, mentindo para o judiciário.

Buscamos cumprir as condições determinadas pela justiça, mas a atual gestão não quer permitir que assumamos os efetivos das unidades para aumentar a produção e reduzir os preços dos derivados de petróleo.

O objetivo do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, é colocar a população contra nós, trabalhadores, culpando os grevistas por um possível desabastecimento que venha a ocorrer. Se isso acontece, a culpa é da intransigência dos gestores.

Por isso, alertamos a população para que fique atenta. A direção da Petrobrás poderá provocar de forma premeditada desabastecimentos em algumas regiões do país.

Não estamos em greve para desabastecer a população. Nossa greve é a favor do Brasil.

Lutamos por empregos e para que a Petrobrás cumpra o papel social para o qual foi criada: garantir o abastecimento de norte a sul do país, com preços justos para toda a população.

Junte-se a nós em defesa de uma Petrobrás a serviço do Povo Brasileiro. 


Rio de Janeiro, 13 de fevereiro de 2020

Federação Única dos Petroleiros - FUP

Publicado em Sistema Petrobrás

[Atualizado às 18h]

Nesta quinta-feira, 13, quando os petroleiros completam 13 dias em greve, a FUP e seus sindicatos realizaram novas ações solidárias para que a população possa ter acesso a combustíveis com preços justos. O objetivo foi alertar os consumidores sobre os prejuízos causados pela política de preços que a Petrobras adota desde 2016 e que faz parte do pacote de desmonte e privatização da empresa.

Ao longo da manhã do dia, os sindicatos subsidiaram descontos de botijões de gás e gasolina em sete estados do país – Amazonas, Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Na sexta, também haverá subsídios de combustíveis no Rio Grande do Norte e Ceará. 

Desde o início da greve, os petroleiros já realizaram ações semelhantes no Paraná, em Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Espírito Santo e Rio Grande do Sul. 

Apesar de extrair petróleo com um dos custos mais baixos do planeta, a Petrobrás reajusta os preços dos derivados nas refinarias de acordo com as variações do mercado internacional e, consequentemente, do dólar, que já chegou a R$ 4,30.

Além disso, a empresa vem reduzindo o uso de suas refinarias, que operam hoje abaixo de 70% da capacidade. Há seis anos, as refinarias operavam com 95% de capacidade.

Ou seja, o Brasil está importando combustíveis que poderiam ser produzidos no país, o que nos deixa ainda mais expostos aos efeitos das crises internacionais. A situação ficará ainda mais grave com a venda de oito das 15 refinarias da Petrobrás.

> Confira os locais das ações solidárias dos petroleiros nesta quinta:

Belford Roxo (RJ)

Horário: 9h Local: Rua Padre Egídio, 78 - bairro Lote 15 (Paróquia São Simão) Combustível: Gás de cozinha – 50 botijões

Salvador (BA)

Horário: 11h Local: Posto BR – Avenida Vasco da Gama, em frente à antiga Coca-Cola Combustível: Gasolina – 100 vouchers

Manaus (AM)

Horário: 10h Local: Avenida José Lindoso (antiga Avenida das Flores), s/n, Loteamento das Orquídeas Combustível: Gás de cozinha – 200 botijões

Esteio (RS)

Horário: 10h Local: Rua Rio Grande, 2092, Centro Combustível: Gás de cozinha – 100 botijões

Jaboatão dos Guararapes (PE)

Horário: 10h Local: Rua Boa Esperança, s/n - em frente à Escola Estadual Nestor Gomes de Moura - bairro Vila Rica Combustível: Gás de cozinha – 200 botijões

São Mateus (ES)

Horário: 8h Local: BR-101, km 67,5 (portaria da Base 61, sede da Petrobrás em São Mateus) Combustível: Gás de cozinha - 100 botijões

Cosmópolis (SP)

Horário: 17h Local: cruzamento entre a Avenida do Trabalhador e a Avenida da Saudade Combustível: Gás de cozinha - 100 botijões

> Ações solidárias dos petroleiros na sexta:

Natal (RN)

Horário: 8h30 Local: Sede Administrativa da Petrobrás em Natal (Av. Euzébio Rocha, 1000 ) Combustível: Gás de cozinha - 200 botijões

Fortaleza (CE)

Horário: 8h30 Local: Portão B da Lubnor (Av. Leite Barbosa, S/N - Mucuripe ) Combustível: Gás de cozinha - 200 botijões.

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[FUP] 

 

 

 

Publicado em Sistema Petrobrás

Enquanto a greve dos petroleiros se fortalece, com adesões em todo o país e apoio crescente de diversos setores da população, a gestão da Petrobrás insiste no impasse, recusando-se a negociar com a FUP e buscando, por vias tortuosas, criminalizar a luta legítima dos trabalhadores.

Como se não bastassem as recorrentes medidas arbitrárias e autoritárias que a empresa vem tomando contra a categoria, agora apelou para o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, na tentativa de asfixiar as entidades sindicais, com multas milionárias.

Toffoli suspendeu a decisão da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que julgou inconstitucional a liminar do ministro Ives Gandra contra a greve dos petroleiros, no final de 2019.  Em novembro, às vésperas do movimento, ele proibiu antecipadamente a greve, determinando o bloqueio das contas da FUP e dos sindicatos, a suspensão do repasse das mensalidades dos associados, além da cobrança de multas que chegaram na época a R$ 32 milhões.

Levianamente, a direção da Petrobrás deturpou os fatos, forçando uma correlação da greve atual com a paralisação de 2019, através de uma narrativa mentirosa, que, além de confundir o judiciário, só aumenta o conflito estabelecido com os petroleiros.

A decisão de Ives Gandra em 2019 não determinava contingente mínimo de trabalhadores durante a greve. O objetivo era impedir liminarmente o exercício do direito de greve. Uma aberrante inconstitucionalidade e, por isso, foi derrubada pela SDC.

A FUP irá recorrer da decisão monocrática do ministro Dias Toffoli, contaminada por uma narrativa ardilosa construída pela Petrobrás. A Federação contestará a liminar, tanto por vias judiciais, como através de denúncias à Organização Internacional do Trabalho (OIT), pois afronta a liberdade sindical.

Os sindicatos estão cumprindo todos os procedimentos legais em relação à greve, desde antes de sua deflagração. O abastecimento de produtos essenciais à população brasileira está garantido e o movimento ocorre de forma espontânea.

A FUP continua buscando a negociação, como vem fazendo desde antes da greve, cobrando uma solução para o impasse criado pela Petrobrás. Quem não quer negociar é a empresa.

Os trabalhadores não se intimidarão.

A greve é um direito garantido a todos os brasileiros pela Constituição de 1988, dentre eles os petroleiros.

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Petroleiros têm cumprido todos os procedimentos legais em relação à greve, tanto no que diz respeito à busca de interlocução com a Petrobrás, quanto no atendimento das necessidades essenciais da população

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e seus 13 sindicatos filiados, que representam mais de 100 mil petroleiros em todo o Brasil, vão recorrer da decisão monocrática do Ministro Dias Toffoli, Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de um agravo regimental (com pedido de reconsideração), com os seguintes argumentos:

> A FUP pede a reconsideração da decisão monocrática que suspendeu a eficácia do acórdão da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do Tribunal Superior do Trabalho. No ano passado, a SDC modificou uma decisão monocrática do ministro Ives Gandra Martins Filho, que proibia o regular exercício do direito de greve pelos petroleiros, antes mesmo da sua realização. E, ainda, estipulava pesadas multas para as entidades sindicais.

> A decisão do ministro Dias Toffoli baseia-se nas premissas de que houve o descumprimento da ordem do ministro Ives Gandra, proferida em novembro de 2019 e referente à paralisação do ano passado. E faz relação com a manutenção de 90% do efetivo em operação, decisão deste ano, também do ministro Ives Gandra. A questão é que o principal objetivo da decisão de Ives Gandra em 2019 não foi definir percentual mínimo de trabalhadores que deveria continuar trabalhando, mas impedir que a greve fosse deflagrada.

> Na ação ao STF, a Petrobrás tenta forçar uma correlação do atual movimento de greve com a paralisação de 2019, criando uma narrativa que a favorece e não condiz com a verdade.

> O atual movimento de greve é legítimo e legal, motivado pelo descumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) por parte da Petrobrás, tendo em vista a demissão em massa de trabalhadores da Fafen-PR.

> Importante frisar que a FUP e seus sindicatos têm cumprido todos os procedimentos legais em relação à greve, tanto no que diz respeito à busca de interlocução com a Petrobrás, quanto no atendimento das necessidades essenciais da população.

> Antes mesmo da deflagração do movimento paredista, os sindicatos já haviam se comprometido com a Petrobrás e com a própria sociedade de que NÃO HAVERIA DESABASTECIMENTO.

> A Petrobrás usa dois discursos para tratar da questão do desabastecimento da forma que melhor lhe convém. Nos autos dos processos, alega que há desabastecimento, e para a imprensa emite notas dizendo que a situação está normalizada. A FUP reitera que não há desabastecimento de combustíveis provocado pela greve dos petroleiros em nenhum estado da federação.

> Os sindicatos não estão realizando piquetes nas unidades. Inexiste quaisquer impedimentos para o livre trânsito de bens e pessoas no âmbito da Petrobrás e de suas subsidiárias.

> A participação dos trabalhadores na greve é espontânea e se dá pela indignação da categoria com as demissões na Fafen-PR e as medidas unilaterais tomadas pela gestão da Petrobrás, em descumprimento ao ACT. Por isso, a cada dia, crescem as adesões ao movimento.

> Não há riscos à produção e ao efetivo em relação à greve, conforme a própria Petrobrás vem anunciando de forma proativa na imprensa, que a empresa ‘opera em alta capacidade, apesar da greve’.

> É preciso acrescentar que a Petrobrás impediu trabalhadores da REPAR, SIX, REDUC e RLAM de trabalhar, fechando o portão e bloqueando o acesso dos profissionais, em violação à própria liminar por ela requerida e concedida pelo ministro Ives Gandra, sob pena de multa astronômica aos sindicatos.

> No dia 05/02/2020, em atendimento à determinação do ministro Ives Gandra, os sindicatos enviaram ofícios à Petrobrás solicitando informações sobre: (1) a quantidade de produtos necessários para o atendimento da necessidade inadiável da população, e (2) o número de trabalhadores para o cumprimento das cotas de produção.

> A FUP e seus sindicatos também questionaram a empresa sobre quantos trabalhadores são necessários para completar o efetivo de 90% determinado pelo ministro do TST.

> A gestão da Petrobrás, no entanto, até hoje não forneceu essas informações e continua se negando a negociar com a Comissão de Negociação Permanente da FUP, que está há treze dias dentro do edifício sede da empresa, cobrando a abertura de um canal de diálogo para buscar o atendimento das reivindicações dos trabalhadores em greve.

> A Petrobrás não tem legitimidade para ingressar com pedido de cautelar junto ao STF. Uma vez que a ação foi impetrada com base na Lei 8.437 de 1991, que dispõe sobre a concessão de medidas cautelares contra o Poder Público. Logo, não sendo “o requerimento do Ministério Público ou da pessoa jurídica de direito público interessada”, nem diretamente e sequer de forma equiparada, não há que se falar em legitimidade da Petrobrás para invocar a aplicação da norma. Uma vez que a empresa não é pessoa jurídica de direito público nem seu agente, tratando-se de uma sociedade de economia mista, classificada como pessoa jurídica de direito privado, ela não possui legitimidade para formular o requerimento.

Diante disso, a FUP e seus sindicatos irão recorrer da decisão, em defesa do legítimo direito do trabalhador à greve, garantido pelo artigo 9º da Constituição Federal e pela Lei de Greve (Lei 7.783/1989).

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Na tentativa de criminalizar a greve dos petroleiros, a direção da Petrobrás adotou a velha estratégia de fazer terrorismo nos autos dos processos judiciais que move contra a FUP e seus sindicatos no Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Para os ministros do tribunal, a empresa afirma que a greve irá “afetar o abastecimento de combustíveis em âmbito nacional e comprometer a segurança da operação industrial”. Os gestores falam até que a greve vai causar “graves e incalculáveis prejuízos ao abastecimento nacional e à recuperação econômica da Petrobras”.

Já nos comunicados à imprensa e nas entrevistas à mídia, o discurso vai na direção contrária. A direção da Petrobrás informa que as unidades estão operando dentro da normalidade e que a greve dos petroleiros não afeta a produção de petróleo e derivados.

Na segunda-feira, 10, décimo dia de greve da categoria, a agência Bloomberg, especializada em notícias do mercado financeiro, noticiou a seguinte chamada: “Petrobras: Produção segue inalterada apesar da greve”. A matéria começa com a seguinte frase: “Não houve impacto na produção de petróleo, mesmo com trabalhadores de plataforma tendo aderido à greve iniciada em janeiro, Petrobras diz em e-mail”.

No mesmo dia, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou que o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e a Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) estariam monitorando o impacto da greve. "Por enquanto, as informações que temos é de que está tudo dentro da normalidade", declarou à Agência Estado.

A direção da Petrobrás se contradiz até ao anunciar “a contratação imediata de pessoas e serviços, de forma emergencial, para garantir a continuidade operacional em suas unidades durante a greve”. No mesmo comunicado, a empresa informa que “as unidades estão operando nas condições adequadas, com reforço de equipes de contingência quando necessário, e não há impactos na produção até o momento”.

Ou seja, a estratégia da direção da Petrobrás é tentar criminalizar a greve dos petroleiros. Para isso, mente para os ministros do TST e coloca em risco a segurança dos trabalhadores e das unidades operacionais, quando anuncia contratações temporárias de profissionais sem a necessária qualificação e treinamento para atuar em plantas industriais tão complexas, como são as refinarias, plataformas e terminais.

A FUP e seus sindicatos continuam buscando todos os canais possíveis para que haja negociação com a Petrobrás, visando o atendimento da pauta de reivindicações aprovada pelos trabalhadores nas assembleias.

A Comissão Permanente de Negociação da FUP segue há 12 dias em plantão de 24 horas dentro do edifício sede da empresa, cobrando interlocução com os gestores, que se negam a negociar.

As representações sindicais também estão fazendo gestões junto ao Congresso Nacional e ao Ministério Público e à Justiça do Trabalho para buscar solução para o impasse.

A greve é legítima e legal. Os petroleiros são os mais interessados em garantir abastecimento de petróleo e derivados a preços justos para toda a população. Por isso, a categoria luta para preservar empregos e para que a Petrobrás cumpra o papel para o qual foi criada: promover a soberania energética.

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Petroleiros de mais cinco plataformas e dois terminais aderiram à greve da categoria na manhã desta terça-feira. Já são 102 unidades do Sistema Petrobrás mobilizadas em 13 estados do país.

Somaram-se ao movimento os trabalhadores do Terminal de São Caetano do Sul, em São Paulo, do Terminal Aquaviário de Barra do Riacho, no Espírito Santo, e de cinco plataformas, entre elas a P-58, que opera o campo de Jubarte, no pré-sal da Bacia do Espírito Santo.

Em 11 dias de greve, os petroleiros seguem mobilizados em todo o país, cobrando a suspensão das demissões na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen-PR), previstas para terem início na sexta-feira, 14, e o cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho.

FUP ingressa com recurso no TST

A FUP e seus sindicatos ingressaram com recurso junto ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), solicitando que o ministro Ives Gandra reconsidere as decisões tomadas em dois despachos monocráticos favoráveis à gestão da Petrobrás. Se o pedido não for atendido pelo ministro, o recurso deve ser submetido à análise da Seção Especializada em Dissídio Coletivo do TST (SDC).

Apesar de reconhecer a legalidade da greve, o ministro estabeleceu condições bastante severas para a manutenção do movimento. Ele determinou que 90% dos efetivos operacionais sejam mantidos durante a greve, sob pena de multa diária de R$ 500 mil para a FUP e os sindicatos do Norte Fluminense, Bahia e Espírito Santo e de R$ 250 mil para os demais sindicatos, que podem chegar a R$ 4,5 milhões por dia.

Mesmo considerando desproporcionais os critérios impostos pelo ministro Ives Gandra, a FUP e seus sindicatos estão cumprindo a liminar. A direção da Petrobrás, por sua vez, continua negando informações sobre efetivos e impedindo o acesso dos trabalhadores às unidades.

Em vez de negociar com a FUP, a gestão da empresa anunciou contratações temporárias, medida que coloca em risco os trabalhadores e as próprias unidades, cuja operação exige profissionais extremamente qualificados e treinados.

Petroleiros mobilizam deputados e senadores no aeroporto de Brasília

Com faixas e palavras de ordens contra as demissões e o desmonte da Petrobrás, os petroleiros ocuparam o aeroporto de Brasília, na manhã desta terça, para recepcionar os deputados e senadores que chegavam de seus estados. Na parte da tarde, a FUP e seus sindicatos aumentam a pressão, com visitas aos gabinetes de deputados e senadores no Congresso Nacional para que façam interlocução com a direção da Petrobrás e o governo visando à suspensão das demissões em massa na Fafen-PR, bem como das medidas arbitrárias que violam os fóruns de negociação previstos no Acordo Coletivo. 

Quadro nacional da greve – 11/02 

48 plataformas

11 refinarias

20 terminais

7 campos terrestres

5 termelétricas

3 UTGs  

1 usina de biocombustível

1 fábrica de fertilizantes

1 fábrica de lubrificantes

1 usina de processamento de xisto

1 complexo petroquímico

3 bases administrativas 

A greve em cada estado:

Amazonas

Terminal de Coari (TACoari)

Refinaria de Manaus (Reman)

Ceará

Plataformas - 09 

Terminal de Mucuripe

Temelétrica TermoCeará

Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor)

Pernambuco

Refinaria Abreu e Lima (Rnest)

Terminal Aquaviário de Suape

Bahia

UO-BA – 07 áreas de produção terrestre

Refinaria Landulpho Alves (Rlam)

Terminal Madre de Deus

Usina de Biocombustíveis de Candeias (PBIO)

Espírito Santo

Plataforma P-58

Terminal Aquaviário de Barra do Riacho (TABR)

Terminal Aquaviário de Vitória (TEVIT)

Unidade de tratamento de Gás de Cacimbas (UTGC)

Sede administrativa da Base 61

Minas Gerais

Termelétrica de Ibirité (UTE-Ibirité)

Refinaria Gabriel Passos (Regap)

Rio de Janeiro

Plataformas (34) – PCH1, PCH2, PNA2, P07, P09, P12, P15, P18, P19, P20, P26, P31, P32, P35, P37, P43, P47, P48, P50, P51, P52, P53, P55, P56, P61, P62, P63, FPSO Capixaba, FPSO Cidade de Vitória, P56, P58, P74, P76, P77 

Terminal de Cabiúnas, em Macaé (UTGCAB)

Terminal de Campos Elíseos (Tecam)

Termelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB)

Refinaria Duque de Caxias (Reduc)

Terminal Aquaviário da Bahia da Guanabara (TABG)

Terminal da Bahia de Ilha Grande (TEBIG)

Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj)

São Paulo

Terminal de São Caetano do Sul

Terminal de Guararema

Terminal de Barueri

Refinaria de Paulínia (Replan)

Refinaria de Capuava, em Mauá (Recap)

Refinaria Henrique Lages, em São José dos Campos (Revap)

Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão (RPBC)

Plataformas (04) - Mexilhão, P-66, P-67 e P-69

Terminal de Alemoa

Terminal de São Sebastiao 

Unidade de Tratamento de Gás Monteiro Lobato (UTGCA)

Termelétria Cubatão (UTE Euzébio Rocha)

Torre Valongo - base administrativa da Petrobras em Santos

Mato Grosso do Sul

Termelétrica de Três Lagoas (UTE Luiz Carlos Prestes)

Paraná

Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar)

Unidade de Industrialização do Xisto (SIX)

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FafenPR/Ansa)

Terminal de Paranaguá (Tepar)

Santa Catarina

Terminal de Biguaçu (TEGUAÇU)

Terminal Terrestre de Itajaí (TEJAÍ)

Terminal de Guaramirim (Temirim)

Terminal de São Francisco do Sul (Tefran)

Base administrativa de Joinville (Ediville)

Rio Grande do Sul

Refinaria Alberto Pasqualini (Refap)

Rio Grande do Norte

Polo de Guamaré, Base 34 e Alto do Rodrigues - mobilizações parciais

 [FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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