Parente entrega ao mercado campos de Enchova e Pampo

Sexta, 02 Março 2018 14:55

A Petrobrás anunciou no dia 27 de fevereiro à cessão da totalidade de seus direitos de exploração dos pólos de Enchova e Pampo, que fazem parte do Fato Relevante divulgado pela empresa em 28 de julho de 2017. Esses campos são fundamentais para a categoria petroleira pelo papel histórico desempenhado na exploração e produção e águas profundas. Últimos em que a totalidade da exploração é feita pela Petrobrás e por empregados próprios e terceiros na Bacia de Campos.

Sua entrega ao mercado faz parte do plano de negócios da empresa que tem como base o desinvestimento e a desintegração da Petrobrás, reduzindo o seu papel na área de refino, da distribuição, dos biocombustíveis, das energias limpas, entre outras áreas. Um plano que o os trabalhadores e o povo brasileiro são contrários, porque vai na contramão do desenvolvimento sócio econômico do país.

Desde sua criação, a Petrobrás sempre esteve no centro da política de desenvolvimento do setor de petróleo e gás brasileiro. Principalmente durante os anos 2000, a empresa gerou milhares de empregos para o povo brasileiro e induziu tanto do crescimento do PIB como do desenvolvimento socioeconômico do Brasil.

Com o golpe de 2016, o governo golpista e entreguista de MiShellTemer colocou na cadeira da presidência da Petrobrás, o Sr. Parente que está a serviço das empresas estrangeiras na entrega de nossa maior riqueza atualmente, que é o petróleo.

A solução apresentada à sociedade pelos entreguistas é a venda de ativos e a redução do papel da Petrobrás como indutora do crescimento. "Não podemos concordar com a atual política adotada pelos golpistas que entre 2014 e 2016, acarretou a redução de quase um milhão de novos postos de trabalho. Esse governo está doando a principal riqueza dos brasileiros e com a política de venda de ativos a intenção é a destruição total da Petrobrás" - afirma o Coordenador do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra.

[Via Sindipetro-NF]

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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