Nesta quinta-feira, 17, completa um mês que a FUP lançou uma pesquisa nacional para identificar as principais facilidades e dificuldades do teletrabalho no Sistema Petrobrás. Até o momento, 1.210 petroleiros e petroleiras haviam respondido ao questionário, que ficará disponível até domingo, dia 20,[acesse por aqui].

Quanto mais trabalhadores participarem, mais informações a FUP terá para elaborar um diagnóstico preciso sobre o teletrabalho, identificando as principais demandas da categoria. A pesquisa será sistematizada de forma confidencial.

GT paritário

O Acordo Coletivo 2020/2022 garantiu a criação de um GT paritário para acompanhar o teletrabalho no Sistema Petrobrás. A FUP já participou de quatro reuniões específicas sobre esse tema, onde discutiu com os gestores da empresa a importância de um regramento coletivo que atenda às principais reivindicações da categoria.

O trabalho remoto atualmente está sendo exercido por mais de 20 mil petroleiros e petroleiras em todo o Brasil e é uma das ferramentas que poderá manter os trabalhadores nas bases que estão sendo desmobilizadas ou sob risco de privatização. É fundamental garantir regras que deem previsibilidade e segurança à categoria, não só durante a pandemia, como nos momentos seguintes.

Participe da pesquisa da FUP e ajude a divulga-la. O prazo final é domingo, dia 20.

Clique no link e preencha o formulário: https://bit.ly/3kSriXI

[FUP | Imagem: Flicker/Gemma Bussel]

 

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Conforme acordado com a FUP e seus sindicatos no ACT 2020/2022, a Petrobrás dará início já na próxima semana à negociação coletiva de regras e parâmetros para o pagamento da PLR 2021.

Esse foi um dos pontos garantidos no Acordo Coletivo de Trabalho, onde ficou estabelecido o início da negociação, imediatamente após a assinatura do ACT.

A primeira rodada de negociação será na terça-feira, 22, às 14h, através de videoconferência.

[FUP]

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A FUP e seus sindicatos assinaram nesta quarta-feira, 16, o Acordo Coletivo 2020-2022, que já está valendo para os trabalhadores do Sistema Petrobrás das bases da Federação. A proposta que resultou no ACT foi aprovada em assembleias por todos os sindicatos da FUP, após um amplo e franco debate com a categoria, que envolveu setoriais, reuniões online e programas semanais ao vivo transmitidos pelo Youtube e pelas redes sociais, ao longo dos últimos dois meses.

Durante a assinatura do Acordo, o coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar, cobrou das gerências de Recursos Humanos da Petrobrás e das subsidiárias que o ACT seja estendido para os petroleiros e petroleiras que estão fora das bases da FUP e, portanto, com os direitos desprotegidos, em função da não assinatura do acordo. 

A construção coletiva e democrática, tanto da pauta inicial de reivindicações, quanto da proposta alcançada na dificílima conjuntura política que os trabalhadores enfrentam, é a marca dessa campanha e foi o fator decisivo para enfrentar os desmandos da gestão fascista que está entranhada na Petrobrás. Gestores que atacam constantemente os fóruns de negociação, as organizações sindicais e que de tudo têm feito para desmontar o Acordo Coletivo. Antes mesmos de ser assinado, o novo ACT já estava sob ataque dos ultraliberais que ditam do mercado os rumos da empresa e não aceitam a cláusula que protege a categoria de demissões sem justa causa [acesse aqui matéria da revista Veja]. Soma-se a isso, as constantes tentativas de cooptação dos trabalhadores através de acordos individuais.

A categoria petroleira soube fazer a leitura correta da conjuntura e compreendeu a necessidade de um Acordo Coletivo de dois anos, que blinda os trabalhadores contra as demissões e preserva os principais direitos, inclusive a garantia da AMS, que está sob ataque desde 2016. Com o Acordo Coletivo pactuado por dois anos, petroleiros e petroleiras da ativa, aposentados e pensionistas terão a segurança necessária para somar forças com outras categorias que se mobilizam para derrubar as resoluções 22 e 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), que alteraram as regras dos planos de saúde de empresas estatais. 

O momento agora é de construção de novas frentes de luta contra as reformas herdadas do governo golpista de Temer e as que estão em curso, como a reforma administrativa, que impacta também os petroleiros.  “O ACT já está sendo atacado pelos ultraliberais, descontentes com a garantia no emprego que conquistamos. Temos pela frente o desafio de manter os direitos que preservamos a duras penas no Acordo, de derrubar as resoluções da CGPAR, de impedir a implantação da associação para gerir a AMS e o maior dos desafios, que é barrar as privatizações. A categoria deve participar e divulgar as campanhas Petrobras Fica, pressionando prefeitos, governadores, parlamentares, e também se engajar nos processos eleitorais. Precisamos alterar os rumos políticos do país, pois, só assim, conseguiremos ter de volta uma Petrobrás forte, integrada e impulsionadora do desenvolvimento nacional”, afirma Deyvid Bacelar.   

Por que o ACT dos petroleiros é tão atacado?

O Acordo Coletivo de Trabalho traz em suas cláusulas as conquistas históricas da categoria petroleira e também a força de sua organização sindical. Não à toa, é considerado um dos maiores e mais completos acordos coletivos do país. Entre 2005 e 2013, o ACT passou de 113 para 186 cláusulas. Apesar da sua importância e abrangência, ele vem sofrendo duros ataques não só dos gestores do Sistema Petrobrás, como também de uma divisão sindical petroleira, que sempre indicou a rejeição de todas as propostas de ACT construídas pela categoria, sem jamais apresentar alternativas viáveis para os trabalhadores.

Com o golpe de 2016, que contou com o apoio de muitos dos que já vinham atacando o Acordo Coletivo, o Sistema Petrobrás começou a sofrer o maior desmonte da sua história, com perda de diversos ativos que foram privatizados, desinvestimentos, redução drástica dos efetivos próprios, demissões em massa de terceirizados e uma série de ataques aos direitos da categoria. As resoluções 22 e 23 da CGPAR são parte desse projeto político imposto através de um golpe de Estado que foi erroneamente tratado como impeachment por muitos trabalhadores.

O ACT de 2020 é reflexo do golpe de 2016, das reformas ultraliberais do governo Temer, do projeto fascista eleito em 2018.  “É evidente que não é o acordo que gostaríamos de ter pactuado, mas é o melhor acordo possível dentro da atual conjuntura, o acordo que nos dará respaldo nesses próximos dois anos para manter a AMS, impedir demissões sem justa causa e preservar a essência dos direitos históricos da categoria”, ressalta o coordenador geral da FUP.

[FUP]

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Nesta terça-feira, 15, no programa Encontro com a categoria, a FUP debaterá os próximos passos na luta contra a implantação da associação privada para gerir a AMS e pela derrubada das resoluções 22 e 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), que alteraram as regras dos planos de saúde de empresas estatais. 

Uma das convidadas do debate é a deputada federal Érika Kokay (PT/DF), autora do Projeto de Decreto Legislativo (PDC 956/2018), que susta os efeitos da Resolução 23. A proposta foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados Federais e aguarda análise do plenário.

O Encontro com a categoria também discutirá estratégias de fortalecimento da campanha Petrobrás Fica e outras formas de resistência contra as privatizações no Sistema Petrobrás. O programa contará com a participação do senador Jean Paul Prates (PT/RN), presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Petrobrás

O Encontro vai ao ar nesta terça, às 18h30, ao vivo, pelo canal da FUP no youtube, com transmissão também pelo facebook

Assista e compartilhe o link: 

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Após aprovação pelos trabalhadores da contraposta da Petrobrás, o Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo (Sindipetro Unificado-SP) e outros 11 sindicatos filiados à Federação Única dos Petroleiros assinarão, nesta quarta-feira (16), o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), com validade para os próximos dois anos (2020-2022). A assinatura poderá ser feita presencialmente ou por meio virtual, de acordo com a disponibilidade dos membros da direção de cada sindicato.

No caso do Sindipetro Unificado-SP, participaram das assembleias 610 petroleiros de todas as bases. O resultado mostrou que 76,23% dos trabalhadores aprovaram a renovação do ACT. Foram 465 votos favoráveis, 126 votos contrários e 19 abstenções. Na contagem dos votos válidos, descontando as abstenções, a taxa de aprovação ficou em 78,68%.

No acordo, a Petrobrás se compromete a não realizar nenhuma demissão sem justa causa pelo prazo de validade do acordo, até agosto de 2022, além de se comprometer com o reajuste salarial automático de 100% com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), em setembro de 2021.

O ACT também garante que os descontos da Assistência Médica de Saúde (AMS) será feita no contracheque e cria um grupo de trabalho conjunto para acompanhar e propor medidas que regulamentem o teletrabalho na companhia. Desde o início da pandemia, cerca de 20 mil trabalhadores de um total 46 mil estão nesse regime de teletrabalho.

Próximos passos

Nesta terça-feira (15), a FUP debaterá os próximos passos de mobilização dos petroleiros no programa “Encontro com a categoria”, que será transmitido ao vivo pelos canais do YouTube e Facebook.

Serão discutidas as lutas contra a implantação da associação privada para gerir a AMS, a derrubada das resoluções 22 e 23 da CGPAR, além das estratégicas para fortalecer a campanha “Petrobrás Fica”, que visa combater as privatizações em curso na estatal.

[Via Sindipetro Unificado SP]

Após duas semanas de intensos debates com os trabalhadores, os sindicatos da FUP concluíram neste domingo, 13, as assembleias, que deliberaram pela aprovação da proposta de Acordo Coletivo de Trabalho que preserva por dois anos os direitos históricos da categoria petroleira, com uma cláusula de garantia de emprego em todo o Sistema Petrobrás. O ACT será assinado na quarta-feira, 16.

Para a direção da FUP, ter um Acordo Coletivo pactuado por dois anos em meio à complexa conjuntura política e econômica que impacta profundamente o povo brasileiro é uma conquista, principalmente diante dos graves ataques que sofrem os trabalhadores do setor público e das empresas estatais.

A greve de fevereiro e a veemente rejeição dos petroleiros à proposta inical de desmonte do ACT fortaleceram as direções sindicais para que buscassem no processo de negociação o atendimento dos principais eixos definidos na pauta de reivindicações construída nos congressos da categoria.  

Com garantia de emprego e um ACT por dois anos, os petroleiros terão fôlego para enfrentar a maior das batalhas, que é a defesa do Sistema Petrobrás.

Próximos passos

Na terça-feira, 15, no programa Encontro com a categoria, a FUP debaterá os próximos passos na luta contra a implantação da associação privada para gerir a AMS e a derrubada das resoluções 22 e 23 da CGPAR. Também serão discutidas estratégias de fortalecimento da campanha Petrobrás Fica e outras formas de resistência contra as privatizações no Sistema Petrobrás. O programa vai ao ar às 18h30, ao vivo, pelo canal da FUP no youtube, com transmissão também pelo facebook. 

Quadro final das assembleias: 

Sindipetro Amazonas – ACT aprovado por 100% dos votantes

Sindipetro Ceará/Piauí - ACT aprovado por 68% dos votantes

Sindipetro Rio Grande do Norte – ACT aprovado por 78,35% dos votantes

Sindipetro Pernambuco/Paraíba –  ACT aprovado por 91,5% dos votantes

Sindipetro Bahia - ACT aprovado por 67% dos votantes

Sindipetro Espírito Santo –  ACT aprovado por 85% dos votantes

Sindipetro Minas Gerais – ACT aprovado  por 60% dos votantes

Sindipetro Norte Fluminense -  ACT aprovado por 65% dos votantes

Sindipetro Duque de Caxias –  ACT aprovado por 54% dos votantes

Sindipetro Unificado de São Paulo –  ACT aprovado por 78,68% dos votos válidos

Sindipetro Paraná/Santa Catarina – ACT aprovado por 80,4% dos votantes

Sindipetro Rio Grande do Sul – ACT aprovado por 68,5% dos votantes

[FUP com informações dos sindicatos filiados]

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Após cinco dias de assembleias, petroleiros e petroleiras do Amazonas aprovaram por  unanimidade a contraproposta do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

O Sindipetro-AM encerrou as assembleias na noite desde sábado (12) em Coari que teve 100% de votos a favor, complementando a aprovação do indicativo da FUP que seguia sendo aprovado desde o inicio das assembleias na terça-feira (8). 

 Os aposentados foram os primeiros a aprovarem o indicativo, que em seguida foi aprovado pela categoria ativa dos turnos D, A, E, B, C e do administrativo da Reman e finalizou com a categoria ativa de Coari. As assembleias ocorreram presencialmente em Manaus na sede do sindipetro e no TA em Coari, respeitando o distanciamento social e com o uso obrigatório de máscara.

A aprovação da terceira contraproposta do ACT apresentada pela gestão do Sistema Petrobrás tem entre os pontos principais a garantia de emprego para todos até 31 de agosto de 2022, mantendo a integra na Petrobrás e subsidiárias. (veja os principais pontos da contraproposta)

O Sindipetro-AM destaca que a participação da categoria nas assembleias é importante, pois amplia o debate necessário com o sindicato. E destaca também que a categoria continue firme na luta contra a privatização da Petrobrás. 

Acompanhe o Encontro com a categoria sobre o ACT 

A FUP realiza nesta terça-feira (15), o “Encontro com a categoria” que irá debater as próximas etapas na luta contra a implantação da associação privada para gerir a AMS, a derrubada das resoluções 22 e 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR) e também estratégias de fortalecimento da campanha Petrobrás Fica. 

O Encontro com a categoria ocorre ao vivo no canal da FUP no Youtube.com/fupbrasil às 17h30, horário de Manaus. A transmissão também ocorre pela página no Facebook da federação.

[Via Sindipetro-AM]

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Após duas semanas de assembleias, os petroleiros e petroleiras da Bahia aprovaram o indicativo da FUP para o Acordo Coletivo de Trabalho, votando sim para a terceira contraproposta da gestão do Sistema Petrobrás.

Foram 849 votantes, sendo que 569 (67%) votaram sim, 231 (27,2%) votaram não e 49 (5,8%) se abstiveram de votar. Desses votos, 133 votos, que foram provenientes da assembleia dos aposentados, aposentadas e pensionistas, que aconteceu nesse sábado (12), serão auditados para ter certeza de que as pessoas que votaram são mesmo da categoria, se são da Bahia, e se são aposentados ou pensionistas. No entanto, matematicamente, seja qual for a mudança no número alcançado não interfere no resultado final das assembleias.

A assembleia dos (as) aposentados (as) e pensionistas aconteceu através da plataforma de videoconferência ZOOM, teve inicio às 9h do sábado (12), encerrando–se às 14h30. Durante as mais de 6 horas de assembleia, a categoria tirou dúvidas a respeito da forma de votação e da última contraproposta da estatal, deu sua opinião, ouviu os argumentos de quem era a favor e contra a contraproposta e, a maioria, depois  de ter recusado as duas primeiras contrapropostas da gestão da estatal – também seguindo o indicativo da FUP- chegou à conclusão de que o melhor no momento é a aceitação dessa última  contraproposta.

A garantia do regramento da AMS no ACT e a conjuntura política e econômica atual foram os motivos mais importantes que levaram a maioria dos (as) aposentados (os) e pensionistas a votar pela  aprovação do acordo.

Auditoria

Para garantir a lisura e transparência do processo de votação, as pessoas da categoria precisaram se cadastrar para ter direito a voto, no entanto, muitos não conseguiram realizar o cadastro. Para que ninguém deixasse de votar, a assembleia decidiu por abrir o processo de votação para todos os presentes. Os que não estavam cadastrados votaram em separado, e são esses votos que serão auditados, para que haja a garantia de que a assembleia foi composta apenas pelos (as) aposentados (as) e pensionistas, residentes na Bahia.

Durante a assembleia houve também quem não conseguiu votar através do sistema de votação. Essas pessoas puderam dar o seu voto através do  chat ou votar nominalmente declarando seu voto com o microfone aberto. Toda a assembleia foi gravada, para dirimir qualquer dúvida.

A luta continua

Na terça-feira, 15, no programa Encontro com a categoria, a FUP debaterá os próximos passos na luta contra a implantação da associação privada para gerir a AMS e a derrubada das resoluções 22 e 23 da CGPAR, bem como o fortalecimento da campanha “Petrobrás Fica” dando mais um passo no avanço da resistência contra as privatizações no Sistema Petrobrás. O programa vai ao ar ao vivo, pelo canal da FUP e do Sindipetro Bahia no youtube, com transmissão também pelo facebook das duas entidades. 

Clique aqui para ver o resultado das assembleias por unidade do Sistema Petrobrás 

Clique aqui para ver os principais pontos da contraproposta aprovada  

[Via Sindipetro-BA]

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O Sindipetro Paraná e Santa Catarina encerrou neste sábado (12) a série de assembleias virtuais para deliberar junto à categoria sobre o indicativo do Conselho Deliberativo da FUP de aceitação da contraproposta de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) apresentada pela gestão do Sistema Petrobrás. 

Com a participação de aproximadamente 300 trabalhadores petroleiros, da ativa e aposentados, o ACT foi aprovado com 80,4% de votos favoráveis. Contrários somaram 14,1% e abstenções foram 5,4%. 

O ponto fundamental do acordo, que levou o CD da FUP a indicar seu aceite, foi a manutenção por mais dois anos dos direitos da categoria petroleira, com garantia de emprego para todos até 31 de agosto de 2022. Confira aqui os principais pontos da contraproposta. 

Na avaliação do presidente do Sindipetro PR e SC, Alexandro Guilherme Jorge, o resultado da negociação pode ser considerado razoável diante do cenário atual. “Não atingimos todos os pleitos que tínhamos, nem chegamos ao acordo ideal. Porém, dentro da atual conjuntura de pandemia, crise econômica e política, e ainda sob o risco de privatizações, a força da greve de fevereiro fez com que chegássemos a um patamar negocial superior à maioria das demais categorias de trabalhadores”, ponderou. “Nossas próximas lutas devem ser para barrar a privatização da Petrobras e sua saída do sul do Brasil, bem como para que possamos reaver qualquer perda sentida neste momento delicado”, concluiu.  

[Via Sindipetro-PR/SC]

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Sábado, 12 Setembro 2020 14:09

Petroleiros do RS aprovam proposta de ACT

Os petroleiros e petroleiras do RS encerraram, na noite dessa sexta-feira (11), o período de assembleia do Acordo Coletivo de Trabalho de 2020. A categoria aprovou, por 68,5% dos votos, com 31,0% contrários, o indicativo da FUP de aceitação da contraproposta da Petrobrás.

As sessões de assembleia foram realizadas de forma virtual, nos dias 08 e 11 de setembro.

Após intensa avaliação, o Conselho Deliberativo da FUP indicou a aceitação da última contraproposta apresentada pela gestão do Sistema Petrobrás. A decisão da FUP levou em consideração a manutenção por mais dois anos das conquistas históricas da categoria petroleira no ACT e, consequentemente, a garantia do emprego por igual período.

A diretora do Sindipetro-RS, Miriam Cabreira, avaliou os principais motivos para aceitação da proposta: "avaliando a conjuntura que estamos inseridos, a questão da pandemia, das próprias empresas estatais e judiciário, pela importância de um acordo que regre a AMS, para garantir todas essas questões sociais e não ir para dissídio,  foi que tiramos o indicativo de aceitação".

Confira o resultado:  

PAUTA 01: Aceitação da última proposta apresentada pelas empresas Petrobrás e Transpetro:

Favoráveis = 68,5%

Contrários = 31,0%

Abstenções = 0,5%

[Via Sindipetro-RS]

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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