Em documento enviado hoje (5), a Petrobrás convocou a Federação Única dos Petroleiros para nova rodada de negociação do Acordo Coletivo no próximo dia 08/08, quinta-feira, no Rio de Janeiro.

A empresa já apresentou duas propostas de ACT que foram amplamente rejeitadas pelos trabalhadores de todo Brasil.


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Atos nos prédio administrativos e nas sedes da Petrobrás Biocombustíveis (Pbio) marcaram o  último dia da Semana Nacional de Lutas realizado por todos os petroleiros das bases sindicais da FUP.  Desde o dia 30 os petroleiros mandaram o recado de que estão dispostos para o enfrentamento. Foram realizados atos nas bases da Transpetro, refinarias, Fafen’s, E&P, termoelétricas, prédios administrativos, na SIX e na Pbio.  

Em São Paulo, aconteceu hoje um ato em um prédio de Coworking (local alugado onde diversas empresas dividem o mesmo espaço), onde trabalham os empregados transferidos do EDISP 1, que ficava na Av. Paulista.

As mobilizações desta semana foram parte do calendário de lutas da FUP, que tem como objetivo a defesa do acordo coletivo, dos empregos e da Petrobrás pública e integrada. Essas ações marcam a posição da categoria petroleira contra a intransigência da atual gestão da Petrobrás que insiste em retirar direitos dos trabalhadores, ameaça com demissões e oferece um reajuste salarial de apenas 1%. Além disso, a classe continua dizendo não a privatização das estatais.

Nos dias 6 e 7 de agosto, a direção da FUP estará reunida com seus sindicatos filiados no Rio de Janeiro, para o Seminário Nacional de Greve.

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Enquanto destina R$ 1,041 bilhão em bônus que serão pagos nos próximos dias para um seleto grupo de colaboradores, a gestão da Petrobrás apresentou aos trabalhadores uma nova contraproposta de Acordo Coletivo onde propõe 1% de rajuste salarial. Reunidos nesta sexta-feira, 05, a FUP e seus sindicatos indicaram a rejeição desta nova afronta que a empresa faz à categoria e deliberaram por uma série de mobilizações, que serão realizadas ao longo de julho. 

Além de propor um reajuste que não cobre sequer metade da inflação do período, a direção da Petrobrás insiste em desmontar o Acordo Coletivo de Trabalho, propondo retirada de direitos, redução de remuneração e ataque a benerfícios, como a assistência médica dos trabalhadores (AMS).

A orientação da FUP é que os sindicatos convoquem os trabalhadores para que respondam à altura aos ataques da Petrobrás nas assembleias que começam na terça-feira, 09, e prosseguem até o dia 19 de julho.

Leia a íntegra do informativo da FUP:

Quem quer dinheiro?

Na próxima sexta-feira, 12 de julho, a Petrobrás despejará R$ 1 bilhão para um seleto grupo de colaboradores. Os que aceitaram alavancar suas carreiras e remunerações às custas do desmonte da empresa serão premiados com polpudos bônus. Já para os trabalhadores que estão no chamado andar de baixo, a gestão Castello Branco oferece 1% de reajuste salarial e rebaixamento do Acordo Coletivo, com retirada de direitos e redução de remuneração e de benefícios.

Se a empresa reajustasse os salários em 4%, que é a projeção da inflação acumulada entre setembro de 2018 e agosto de 2019, gastaria R$ 800 milhões durante um ano inteiro.  Adivinhe de onde saiu esse R$ 1 bi que está sendo desviado para o PRVE? É só fazer as contas.

A gestão Castello Branco chama isso de “novo modelo mental”, como o gerente executivo do Compartilhado, Jairo dos Santos Junior, anunciou em recente videoconferência, cujo áudio vazou para a categoria.

Ele explicou direitinho: Tá com dor na coluna? Tá doente? Se acidentou? Trabalhe assim mesmo. Mas, não importa quanto você se empenhou. Se o resultado não foi alcançado, tchau, queridos. É só ouvir os áudios. Está tudo lá.

O desmonte do Acordo Coletivo de Trabalho, como a FUP vem alertando, está diretamente ligado à privatização do Sistema Petrobrás. Esta é a missão de Castello Branco. O objetivo é vender tudo e transformar a Petrobrás em uma exportadora de óleo cru. Ele já deixou isso bem claro em cada entrevista e fala pública repercutidas pela imprensa.

Por isso, tirar os sindicatos e o ACT do caminho é fundamental para Castello Branco e sua turma. O desmonte de capítulos inteiros do Acordo Coletivo que tratam de segurança no emprego, mobilidade, terceirização e relações sindicais reforça a intenção dos gestores. A disputa nesta campanha é ideológica e central para os rumos do Sistema Petrobrás.

A categoria petroleira, novamente, precisa dar uma resposta contundente e à altura, rejeitando por unanimidade esta segunda contraproposta, que é mais uma afronta aos trabalhadores. Participe ativamente das assembleias e das mobilizações que a FUP e os sindicatos estarão realizando a partir desta semana.

A hora é de mobilização para garantir seus direitos e empregos.

De que lado você estará?

[FUP]

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Em nova reunião com a Petrobrás nesta segunda-feira, 01, a FUP e a FNP cobraram a suspensão imediata do Programa de Remuneração Variável dos Empregados (PRVE), que viola o Acordo Coletivo de Trabalho e está sendo utilizado pela gestão Castello Branco para "alavancar" a privatização da empresa.

A Cláusula 77, no Parágrafo 9º, do ACT 2017/19, é clara: “A Companhia compromete-se a não vincular concessão de vantagens à redução de acidentes, bem como a não incluir meta de acidentes no GD dos empregados”. O PRVE, portanto, descumpre o Acordo Coletivo, ao vincular o bônus a indicadores de SMS.

Para cumprir as metas da gestão, vale tudo, inclusive atropelar normas de segurança e trabalhar doente e com dor. “O objetivo do PRVE é premiar os que contribuem para o desmonte da Petrobrás e tentar calar a boca dos que ousam resistir à privataria”, denunciaram a FUP e a FNP.

Os sindicalistas deixaram claro que o modelo de empresa que os trabalhadores defendem e o Brasil precisa não é o que o está em curso na companhia. “Alguém aqui nessa mesa acredita que Castello Branco veio pra fortalecer a Petrobrás?”, questionaram. “É só olhar o histórico de vida dele. Ele não acredita no Estado como indutor do desenvolvimento nacional”, ressaltaram.

Roberto Castello Branco é cria da Escola de Economia da Universidade de Chicago, famosa por sua linha ultraliberal. A ideologia do Estado Mínimo difundida pelos “Chicago Boys” embasou a política econômica de governos conservadores das décadas de 70 e 80, como Margaret Thatcher, na Inglaterra, Ronald Reagan, nos Estados Unidos, além da ditadura de Augusto Pinochet, no Chile.

Castello Branco vem aplicando esse pensamento por onde passa: empresas do setor de mineração (inclusive a Vale), mercado de capitais, comércio internacional e investimentos estrangeiros. Não por acaso tem como mentor Roberto Campos, o papa do liberalismo no Brasil, que se referia à Petrobrás como “petrossauro”, por considerar a estatal uma “aberração”.

Ele segue à risca os passos do mestre. “Ninguém destrói mais valores da Petrobrás do que a atual alta gestão da empresa. Todas as declarações de Castello Branco são para acabar com a empresa, vendendo tudo que puder”, ressaltaram as federações, avisando que as direções sindicais não vão abrir mão do que defendem (uma empresa integrada, forte e desenvolvimentista) e que continuarão disputando os rumos da Petrobrás.

“É preciso, é urgente a reação de todos os petroleiros e petroleiras para evitar o desmonte da nossa companhia”, convocam a FUP e a FNP.

[FUP]

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O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região suspendeu o desconto em folha de pagamento da contribuição extraordinária da AMS, que vem sendo cobrada pela Petrobrás dos seus empregados, desde o mês de maio e que se estenderia até o mês de setembro.

O juízo do TRT5 atendeu a uma solicitação de liminar do Sindipetro Bahia e em sua sentença determinou que  a cobrança não poderia ser feita “sem anterior submissão da matéria à Comissão da AMS prevista no ACT 2017/2019”,  obrigando a Petrobrás a cumprir a decisão sob pena de multa diária de R$ 10 mil.

O assessor jurídico do Sindipetro, Clériston Bulhões, explica que o pedido se deu para evitar que a empresa, mais uma vez, descumpra o Acordo Coletivo de Trabalho, onerando as finanças da categoria petroleira. “ A cláusula 31, §1º e 89, ambas do ACT 2017/2019, são claras quando determinam que a Companhia apurará anualmente, após o fechamento do exercício, se a relação de custeio prevista no caput foi cumprida, apresentando e propondo ajustes mediante entendimentos com a Comissão de AMS”.

A Petrobrás, unilateralmente, sem qualquer apreciação pela Comissão de AMS (que se reúne de dois em dois meses), propôs contribuições extraordinárias aos participantes do Programa AMS.

Nos autos, a assessoria jurídica do  Sindipetro alertou ao juiz que “a cobrança corresponde a majorações significativas das participações proporcionalizadas por faixas etárias e salariais, sob a justificativa empresarial de que houve a extrapolação da participação patronal na cobertura da manutenção da AMS”.

O Sindicato argumentou que deveria ocorrer a construção da solução para a necessária adequação do custeio, bilateralmente, mediante entendimentos com a comissão de AMS.

Para a diretoria do Sindipetro Bahia a atitude da atual gestão da Petrobrás foi arbitrária, pois a Companhia sequer apresentou  à Comissão da AMS detalhamento do déficit, informando como chegou ao cálculos que levaram à cobrança por faixa etária. Apenas apresentou a conta para ser paga. Não vamos aceitar que a categoria, que já vem sofrendo muito com as investidas da Petrobrás contra os seus direitos,  seja ainda mais onerada com essa cobrança extraordinária.

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em Sistema Petrobrás

Em assembleia realizada segunda-feria, 5 de fevereiro, em Macaé, os trabalhadores da Tetra Technologies rejeitaram por unanimidade a proposta de Acordo Coletivo apresentado pela empresa. Não foi necessário realizar assembleia na Renavi em Niterói, pois todos os trabalhadores estavam na base de Macaé.

A Tetra oferece reajuste salarial de 3% retroativo a março de 2018, entretanto não se propõe reajustar nenhum benefício, só quer pagar a PLR se a empresa tiver um lucro cinco vezes maior ,que o valor total da folha de pagamento e nega a diária de embarque.

Também houve a tentativa da empresa de colocar nesse ACT a alteração do THM para 44 horas, mas o Sindipetro-NF negociou e retirou da pauta. Esse debate ficou para a negociação do próximo ACT.

Banco de Horas

Os trabalhadores denunciaram que foram pressionados a aceitar a implementação de um Banco de Horas e assinar um documento aprovando. O NF repudia esse tipo de prática, que já está sendo aplicada, inclusive sem comunicar ou debater com o sindicato.

[Com informações do Sindipetro-NF]

Publicado em Setor Privado

Termina no domingo, dia 30, o prazo para que os trabalhadores do Sistema Petrobrás usuários do Programa Jovem Universitário realizem a devida comprovação dos gastos efetuados com as mensalidades durante o primeiro semestre de 2018. A comprovação do pagamento deve ser feita no “Portal de Aplicações” do Programa, que está disponível no site da empresa e pode ser acessado também por trabalhadores que estejam afastados do ambiente de trabalho, em função de férias, licença médica, liberação sindical ou outros motivos.

As comprovações de pagamento das mensalidades devem seguir o padrão estabelecido pelo Programa Jovem Universitário, com declaração da instituição de ensino. “Não serão aceitos boletos bancários, notas fiscais ou quaisquer outras formas de comprovação de pagamento, diferentes da declaração da instituição de ensino”, explica a empresa em comunicado feito esta semana aos trabalhadores.

A FUP alerta os petroleiros para que estejam atentos ao prazo, pois quem não apresentar a declaração até o dia 30 de setembro terá os valores do benefício descontados em contracheque.

O Programa Jovem Universitário é uma das conquistas que a FUP e seus sindicatos garantiram na campanha reivindicatória de 2009 e que foi ampliada nos anos seguintes. O programa é um dos principais benefícios educacionais garantidos pelo Acordo Coletivo de Trabalho. Além de reebolsar parte das mensalidades dos trabalhadores matriculados em universidades privadas, o programa também cobre despesas com livros e materiais escolares.

[FUP, com informações da Petrobras]

Publicado em Sistema Petrobrás

Termina no próximo dia 30 o prazo para que os trabalhadores do Sistema Petrobrás usuários do Programa Jovem Universitário realizem a devida comprovação dos gastos efetuados com as mensalidades durante o primeiro semestre de 2018. A comprovação do pagamento deve ser feita no “Portal de Aplicações” do Programa, que está disponível no site da empresa e pode ser acessado também por trabalhadores que estejam afastados do ambiente de trabalho, em função de férias, licença médica, liberação sindical ou outros motivos.

As comprovações de pagamento das mensalidades devem seguir o padrão estabelecido pelo Programa Jovem Universitário, com declaração da instituição de ensino. “Não serão aceitos boletos bancários, notas fiscais ou quaisquer outras formas de comprovação de pagamento, diferentes da declaração da instituição de ensino”, explica a empresa em comunicado feito esta semana aos trabalhadores.

A FUP alerta os petroleiros para que estejam atentos ao prazo, pois quem não apresentar a declaração até o dia 30 de setembro terá os valores do benefício descontados em contracheque.

O Programa Jovem Universitário é uma das conquistas que a FUP e seus sindicatos garantiram na campanha reivindicatória de 2009 e que foi ampliada nos anos seguintes. O programa é um dos principais benefícios educacionais garantidos pelo Acordo Coletivo de Trabalho. Além de reebolsar parte das mensalidades dos trabalhadores matriculados em universidades privadas, o programa também cobre despesas com livros e materiais escolares.

[FUP, com informações da Petrobras]

Publicado em Sistema Petrobrás

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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