Sexta, 07 Fevereiro 2020 17:41

Adesão à greve na Bahia aumenta a cada dia

Na Bahia, a cada dia aumenta o número de petroleiros que, de forma espontânea, aderem à greve nacional da categoria. Tem sido assim na RLAM, PBIO, Temadre e nas unidades da UO-BA.

Em Taquipe, onde há o maior número de trabalhadores da UO-BA – cerca de 1.500 – vem acontecendo mobilizações na porta da unidade desde o inicio da greve, que entra hoje no 7º dia com a adesão de 70 unidades do Sistema Petrobrás mobilizadas em 13 estados.

Todos os dias, em Taquipe, os trabalhadores próprios e terceirizados participam de um bate papo com a diretoria do Sindipetro, retornando em seguida para as suas residências. Gerentes, equipe médica, segurança industrial, patrimonial e equipe ambiental, continuam entrando para trabalhar.

A greve dos petroleiros é contra o descumprindo do Acordo Coletivo de Trabalho e pela suspensão imediata do programa de demissões de 1.000 trabalhadores na FAFEN Paraná.

Direito garantido em lei

A greve é um direito garantido em lei e o movimento paredista dos petroleiros está seguindo todos os trâmites legais que são exigidos nesse caso. Portanto, a greve da categoria é legal e constitucional. Não é abusiva.

É muito importante  que todos se mantenham unidos e não aceitem pressão da gerência. Em caso de qualquer problema, como pressão ou assédio moral, procure um diretor do sindicato.

Após levantamento do quadro nacional de greve, a FUP afirmou que  “em cumprimento à liminar que o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra, proferiu no último dia 04, os sindicatos não estão realizando piquetes nas unidades. A participação dos trabalhadores na greve é espontânea e se dá pela indignação da categoria com as demissões na Fafen-PR e as medidas unilaterais tomadas pela gestão da Petrobrás, em descumprimento ao ACT. Por isso, a cada dia, crescem as adesões ao movimento”.

Rlam

Para aqueles trabalhadores que já  cumpriram sua jornada de trabalho, a orientação do Sindipetro Bahia é que preencha o modelo de solicitação para saída da refinaria, entregue ao seu gerente e envie cópia para  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..  A gerência não pode colocar em risco a vida dos trabalhadores e as instalações da unidade e nem impedir  os trabalhadores de retornar para suas casas após cumprir sua jornada. Não ceda à pressão, pois sua saúde e sua vida é que estão em jogo.

[Via Sindipetro-BA] 

Fonte – Sindipetro Bahia

Publicado em Sistema Petrobrás
Terça, 28 Janeiro 2020 20:20

Petroleiros da Bahia aprovam greve

Os petroleiros da Bahia, seguindo o indicativo da FUP, aprovaram a greve por tempo indeterminado a partir de 01/02.  55,68% disseram sim ao movimento paredista, 10,41% optaram pelo não e 33,91% se abstiveram.

Durante as assembleias que aconteceram de 22 a 28/01 em todas as unidades do Sistema Petrobrás no estado, a categoria deixou claro que não aceita o descumprimento do Acordo Coletivo por parte da Petrobrás, que está levando às demissões dos trabalhadores da Fafen Paraná já anunciadas pela direção da estatal.

É consenso entre os trabalhadores que é preciso dar uma resposta dura e firme à direção da Petrobrás para barrar a onda de demissões que virá principalmente se a categoria não deixar claro que não tolerará a postura da empresa. “Hoje é a Fafen Araucária que está sofrendo com o descumprimento do ACT, amanhã pode ser qualquer unidade da empresa, inclusive na Bahia”.

A cláusula 26 do ACT é clara: “a companhia não promoverá despedida coletiva ou plúrima, motivada ou imotivada, nem rotatividade de pessoal (turnover), sem prévia discussão com o Sindicato”.

Portanto, a atual gestão da Petrobrás está agindo como se estivesse acima da lei e de forma autoritária tem usado as mesas de negociação apenas para informar as suas decisões, não há diálogo, muito menos negociação. Isso vem acontecendo em temas importantes para a categoria como a tabela de turno, a PLR e o banco de horas.

“Conseguimos fechar o ACT após uma negociação intensa. Foram mais de quatro meses, com a intermediação do TST e com todo tipo de pressão e assédio por parte da gerência e agora em menos de três meses após a assinatura do ACT, a Petrobras rasga esse acordo descumprindo um dos itens mais importantes para a categoria que diz respeito à garantia do emprego. Isso é inaceitável”, afirma o diretor de comunicação do Sindipetro Bahia, Radiovaldo Costa.

A direção do Sindipetro vai dar inicio ao processo de organização da greve para que esse movimento seja forte e consiga atender aos interesses da categoria. “É preciso compreender que a categoria petroleira é uma só, seja no Paraná, no Rio de Janeiro, em São Paulo ou na Bahia, portanto, o que afeta um vai afetar a todos”, ressalta o coordenador do Sindipetro, Jairo Batista.

Clique aqui para ver o resultado das assembleias por unidade 

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em SINDIPETRO-BA

A direção da Petrobrás decidiu encerrar as atividades de oito sondas de produção terrestre (SPTs), que pertencem a empresa  Perbras, que presta serviço à UO-BA. Com isso, cerca de 400 trabalhadores serão demitidos. Mas a projeção é que esse número ultrapasse 600, levando em conta que os trabalhadores subcontratados nas atividades de transporte, alimentação e hotelaria também serão impactados.

As demissões e redução das atividades de petróleo vão afetar a economia e o orçamento de diversos municípios, principalmente os de Alagoinhas, Catu, Entre Rios, Araças e Esplanada, que sofrerão com a redução da arrecadação do ISS e dos royalties.

As demissões se somam às centenas de outras que estão sendo efetuadas desde que a atual gestão da Petrobrás deu inicio ao seu projeto de desmonte da estatal na Bahia. De outubro do ano passado até agora foram demitidos cerca de 400 empregados terceirizados que prestavam serviço na FAFEN, 150 que atuavam na Sonda de perfuração 109, além de aproximadamente mil trabalhadores que deverão ser demitidos quando o edifício Torre Pituba (sede administrativa da Petrobrás) for totalmente desativado, o que deve acontecer até o mês de junho.

Para o diretor de comunicação do Sindipetro Bahia, Radiovaldo Costa, as desativações e fechamentos de unidades e sondas de petróleo “estão sendo feitas a partir  de uma  decisão política, sem amparo técnico nem econômico, tomada pelo governo federal e executada pela direção da estatal”.

Para Radiovaldo é triste e revoltante ver o que está acontecendo com a Petrobras na Bahia. “Os poços estão dando bons resultados e o seu custo de produção é cada vez menor. Esses equipamentos poderiam continuar em operação atendendo as necessidades da própria estatal e contribuindo com o desenvolvimento local, além do fortalecimento da economia baiana”.

Para o sindicalista, essas 400 demissões entram na conta do governo federal que controla a Petrobrás e optou por uma gestão que enfraquece a empresa. “Não há empatia da direção da estatal e do atual governo com o povo brasileiro. No lugar de fomentar a economia e gerar empregos, estão engrossando a fila de desempregados”.

Para ele a luta para evitar a saída da Petrobrás da Bahia não é só dos petroleiros concursados ou terceirizados, mas de toda a sociedade e do segmento político do estado, pois todos serão prejudicados.


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Petroleiros rumo à greve


[Via Sindipetro Bahia]

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O Ministério Público do Trabalho (MPT) anunciou no dia 18 de dezembro detalhes do acordo assinado com a Petrobrás que trata sobre a transferência de trabalhadores para unidades da estatal em outros estados.

O MPT movia contra a Petrobrás uma ação de assédio moral organizacional que vem se dando em todo o processo de desmobilização que está sendo feito pela empresa, principalmente na Bahia.

O objeto da ação se limitava ao formato das transferências que estavam sendo feitas, principalmente em relação à velocidade e forma, o que causou prejuízos imensuráveis aos trabalhadores, inclusive psicológicos. O Ministério Público não postulou impossibilidade de transferências, mas o seu regramento e que houvesse um formato “civilizado”.

Diante do exposto, a diretoria do Sindipetro Bahia entende que no acordo firmado entre a Petrobrás e o Ministério Público que pôs fim aquela ação, há aspectos positivos e outros negativos.

Como avanços, apontamos alguns pontos bastante importantes:

– Comprometimento da empresa em não realizar demissão em massa durante 5 anos sem negociação com o Sindicato.

– Emissão de CAT em casos de doenças ocupacionais, relacionadas ao trabalho, acidente de trabalho, etc. Ficou acordado também, entre outras coisas, o seguinte:

– Assegura o pagamento do APT (Adicional Provisório de Transferência) nos padrões em vigor até 30/09/2019 para as transferências realizadas em 2019, mesmo antes da assinatura do acordo.

– Ficou acertado ainda que dos cerca de 3.200 empregados da Bahia, 2.400 permanecerão no estado por no mínimo 12 meses caso o ativo esteja em processo de gestão de portfólio e 18 meses para os demais.

Em relação aos aspectos negativos, o Sindipetro ressalta o seguinte:

– A entidade sindical não constar nominalmente no “Comitê Gestor de Mudança, paritário RH, Saúde e trabalhadores para realizar diagnóstico sobre as mudanças”, uma vez que o sindicato é o legitimo representante dos trabalhadores.

– Faltou no acordo a garantia do APT (Adicional Provisório de Transferência) para os demais trabalhadores que incorrerem em futuras transferências, pois é ruim criar ansiedade e aspecto de perda, apesar de que quanto a isso, o Sindicato poderá judicializar, ou o trabalhador postular individualmente.

– Apesar de a Petrobrás ter se comprometido a não praticar assédio moral ou outra prática discriminatória contra qualquer funcionário, o assunto continua a causar desconfiança, insegurança e desconforto entre os empregados da estatal. Para o coordenador do Sindipetro, Jairo Batista, esse é um dos pontos que traz mais preocupação, uma vez que os trabalhadores continuam a relatar casos de pressão e assédio moral.

Trabalhadores serão encaminhados ao CESAT

Para proteger o trabalhador, o Sindipetro irá encaminhar ao CESAT – Centro Estadual de Referência em Saúde do Trabalhador – todos os funcionários do Torre Pituba ou de outra unidade da empresa que estejam passando por problemas psicológicos ou doenças provenientes da situação atual pela qual passam na Petrobrás. No CESAT, a pessoa será atendida por uma médica do trabalho que após entrevista expedirá o nexo causal do adoecimento. A CAT será emitida pelo Sindipetro a partir do mês de janeiro.

 A luta pela permanência da Petrobras na Bahia continua

Para o coordenador, a luta que já está sendo feita e será intensificada é pela permanência da Petrobrás na Bahia. “A Ação do MPT da Bahia impediu que a Petrobras fizesse as transferências de forma açodada, irresponsável, como estava fazendo, mas sempre destacamos que o objeto daquela ação era limitado, não resolveria o problema principal que é a manutenção definitiva da Companhia no Estado da Bahia, para isso já intensificamos ações jurídicas e politicas, mas precisamos que todos da comunidade petroleira, familiares e amigos, cobrem  das autoridades que se posicionem e façam a sua parte para garantir a continuidade da geração de emprego e renda para o Estado”.

[Via Sindipetro Bahia]

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A atual gestão da Petrobrás decidiu encerrar suas atividades no ramo de perfuração terrestre. As unidades da empresa que estão em atividade, a sonda 109, na Bahia e a 86, no Rio Grande do Norte, serão recolhidas em janeiro de 2020.

A sonda 109, localizada no Campo de Araças, na Bahia, com 34 anos de atividade é uma das maiores do Brasil em capacidade de perfuração – atinge até 6 mil metros – e já operou na maioria dos estados brasileiros. É uma sonda que gera muitos empregos diretos e indiretos. Em terra, a 109 é hoje, no Brasil, a maior sonda em operação.

A decisão de encerrar mais essa atividade faz com que a Petrobrás contribua, mais uma vez, com o aumento do número de desempregados no Brasil: com a eliminação desses postos de trabalho, serão demitidos 300 trabalhadores, 150 em cada um desses estados.

Com isso, mais um importantíssimo ciclo da cadeia de petróleo, que começou praticamente com a criação da Petrobrás em 1953, se encerra.

A perfuração de poços terrestres já foi uma das principais atividades da Petrobrás, responsável pelo desenvolvimento e descoberta de vários campos de petróleo, os chamados poços pioneiros. No governo Lula, a Petrobrás chegou a ter 10 sondas próprias em operação, o que significou a geração de mais de 1.500 empregos.

Foi a partir da experiência adquirida na perfuração de poços terrestres que a Petrobrás conquistou grande known hown nessa área, desenvolvendo o conhecimento e a tecnologia que levaram à descoberta da Bacia de Campos e do pré-sal.

Os técnicos formados nos campos de petróleo da Bahia e Rio Grande do Norte eram requisitados para ensinar e multiplicar os seus conhecimentos ao ponto da própria Agência Nacional de Petróleo (ANP), antes de licitar os blocos de petróleo, contratar as sondas da Petrobrás para avaliar as bacias.

Na década de 1970, a Petrobrás criou a Braspetro, uma subsidiária que tinha como objetivo encontrar e produzir petróleo fora do Brasil, a exemplo do Irã e países da África. Na época, a estatal, através de seus operadores altamente capacitados, fez uma grande descoberta no campo de Majnoon, no Iraque.

O papel de destaque da Petrobrás e sua expertise na operação de poços terrestres são frutos de uma longa história, que o governo de extrema direita de Bolsonaro e a atual gestão entreguista da estatal tentam apagar.

É lamentável, afirma o diretor de comunicação do Sindipetro Bahia, Radiovaldo Costa, “além das demissões, o encerramento dessas atividades diminui drasticamente a possiblidade de desenvolvimento desses campos e a descoberta de novos campos que ainda poderiam ser feitas em terra. Além da perda dos impostos para os municípios. Trará um grande impacto na cadeia econômica da indústria do petróleo”.

Para o sindicalista “a atual gestão da Petrobrás, em grande velocidade, vai minando a estatal no Nordeste. O objetivo é que a destruição da empresa comece onde ela nasceu, na Bahia. O desmonte da Petrobrás, com fechamento, arrendamento, venda de unidades e demissões vai para a conta do governo Bolsonaro”.

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em Sistema Petrobrás

O petroleiro Leonardo Urpia é o novo vice-presidente da CUT Bahia. Eleito para a gestão 2019/2023, ele trabalhará em conjunto com Maria Madalena Oliveira Firmo (Leninha), primeira mulher a ficar à frente da central de trabalhadores, como presidenta.

A eleição foi realizada na quarta-feira (27) durante o 15º Congresso Estadual da CUT “Lula Inocente” e contou com o voto de 241 delegados.

O petroleiro Leonardo Urpia afirmou que a nova gestão da CUT Bahia enfrentará grandes desafios a exemplo da precarização do trabalho que se intensificou após a aprovação da reforma trabalhista. “As jornadas, regimes e locais de trabalho foram modificados de forma proposital para enfraquecer a concepção de categoria. Mas estaremos juntos: Central, sindicatos e base para a defesa e manutenção de direitos da classe trabalhadora”, prometeu.

Leonardo Urpia possui mais de 14 anos de experiência no campo sindical e, afirmou durante sua primeira fala como um dos principais dirigentes da CUT Bahia, que a necessidade de unir os trabalhadores da indústria, do serviço público e privado e os rurais contra o fascismo motivou a eleição desta nova diretoria. Segundo ele, a direção “buscará cobrar que o investimento público observe as necessidades dos trabalhadores urbanos e rurais, valorizando e protegendo os cidadãos baianos”.

[Sindipetro Bahia]

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A diretoria do Sindipetro Bahia convoca toda a categoria petroleira para participar nessa terça-feira (26), de uma assembleia para que possamos avaliar a greve. A assembleia vai acontecer no Clube 2004, às 19h em primeira convocação e às 19h30 em segunda convocação.

Apesar de ser um direito garantido em lei e do Sindipetro e os demais sindicatos filiados à FUP, estarem cumprindo as determinações legais, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) proferiu nesta segunda (25), à noite, nova decisão em relação à greve dos petroleiros, suspendendo o repasse mensal de recursos à FUP e aos sindicatos filiados à federação, bem como o bloqueio cautelar das contas das entidades e o repasse das mensalidades.

Para a FUP, a decisão do TST de bloquear as contas e os repasses à entidade e aos sindicatos é arbitrária. Afinal, a mobilização, como a entidade fez questão de ressaltar desde a semana passada, não irá  prejudicar a população.

Diante de mais esse ataque ao direito de greve, à autonomia sindical e à liberdade da classe trabalhadora, e devido a mudanças no quadro nacional de greve em outros estados, precisamos avaliar e decidir os próximos passos do nosso movimento.

A participação de todos é muito importante. Façam um esforço e compareçam à assembleia.

[Via Sindipetro BA]

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Muitos petroleiros e petroleiras foram ao Hemoba, em Salvador, na manhã dessa segunda-feira (25), para doar sangue, no primeiro dia de greve da categoria.

Eles atenderam ao chamado do Sindipetro Bahia e da FUP, que lançaram a campanha “Petroleiros doam sangue pela Bahia e pelo Brasil”. Essa é uma das várias ações solidárias que as entidades sindicais promovem durante a semana de 25 a 29/11, período em que acontece a greve dos petroleiros pelos empregos e segurança.

A geóloga Juliana Camurugy, que trabalha  no edifício Torre Pituba, onde funciona a sede administrativa da Petrobrás, foi uma das voluntárias que se dirigiram ao Hemoba. “O ato promovido pelo sindicato me motivou a realizar desejos antigos, de doar sangue e fazer o cadastro da medula óssea. Dei muito valor a essa iniciativa. É um ato que enobrece, uma questão de cidadania”.

Coincidentemente 25 de novembro é a data em que se comemora o dia nacional do doador voluntário de sangue.

Mas as doações de sangue não vão parar: ocorrem até a sexta-feira (29).

Como há muitas unidades do Sistema Petrobrás no entorno de Alagoinhas, a doação de sangue está acontecendo também nesse município.

 Critérios de doação

Estar em boas condições de saúde;

  • Pesar acima de 50 kg;
  • Apresentar documento original com foto, emitido por órgão oficial e válido em todo o território nacional: Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional,  Carteira de Trabalho e Previdência Social,  Carteira Nacional de Habilitação, – Passaporte
  • Ter entre 16 e 69 anos de idade, sendo que:

– Menores de 18 anos devem estar acompanhados por um responsável legal

– Pessoas com mais de 60 anos só poderão doar caso já tenham realizado uma doação antes dos 60 anos

Quantidade de doações

  • Homens: podem doar até 4 vezes a cada 12 meses, com intervalo mínimo de 60 dias entre as doações.
  • Mulheres: podem doar até 3 vezes a cada 12 meses, com intervalo mínimo de 90 dias entre as doações.

Recomendações para o dia da doação

  • Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas);
  • Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação);
  • Não ingerir bebida alcoólica nas últimas 12 horas;
  • Não fumar por pelo menos 2 horas.

Impedimentos temporários

  • Se você estiver gripado, resfriado, com febre, espere 15 dias após o desaparecimento dos sintomas;
  • Estar grávida;
  • Período pós-gravidez (90 dias para parto normal e 180 dias para parto cesariano);
  • Período de amamentação (durante os primeiros 12 meses);
  • Tatuagem e/ou piercing nos últimos 12 meses (piercing em cavidade oral ou região genital impede a doação);
  • Ter feito exames/procedimentos endoscópicos nos últimos 6 meses;
  • Situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis; aguardar 12 meses.

Impedimentos definitivos

  • Quem teve diagnóstico de hepatite após os 11 anos de idade;
  • Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatite B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II, Doença de Chagas e Sífilis;
  • Uso de drogas ilícitas injetáveis.

Cuidados após a doação

  • Beber bastante líquido nas primeiras 24 horas e alimentar-se normalmente.
  • Não fumar nas primeiras 2 horas.
  • Não realizar esforço físico, esportes radicais ou atividade de risco.
  • Manter o curativo no local da punção por 4 horas;

Não fazer esforço com o braço em que realizou a doação

[Via Sindipetro Bahia, com informações da ascom do HEMOBA]

Publicado em Cidadania

A greve da categoria petroleira na Bahia começou forte, atingindo todas as unidades da Petrobras e da Transpetro com adesão de trabalhadores próprios e terceirizados. Houve corte de rendição dos turnos na Refinaria Landulpho Alves (foto), Transpetro e UO-BA. A greve, por tempo determinado, acontece até sexta-feira (29). 

Como parte das atividades do movimento paredista, que é nacional, os petroleiros dão inicio, nessa segunda-feira (25), a uma campanha de doação de sangue intitulada “Petroleiros doam sangue pela Bahia e pelo Brasil”.

Coincidentemente 25 de novembro é a data em que se comemora o dia nacional do doador voluntário de sangue.

Os petroleiros vão sair do Edifício Torre Pituba, ainda pela manhã, em direção ao HEMOBA ( Ladeira do Hospital Geral,S/N,  Brotas), para doar sangue em um gesto simbólico “para marcar a disposição da categoria em continuar contribuindo pelo bem estar e pela saúde da população brasileira, seja através da doação de sangue ou no dia a dia, no chão da fábrica, trabalhando para que a Petrobras não seja desviada de uma das  suas funções essenciais que é a responsabilidade social e também a contribuição para o crescimento econômico e social do Brasil”.

 Pelos empregos e segurança

A greve pelos empregos e por segurança vai de encontro à política da atual gestão da Petrobrás que vem descumprindo acordos e tomando medidas unilaterais em prejuízo da categoria petroleira.

Em reuniões internas na empresa, muitos gerentes já deixaram claro que não haverá lugar para todos na “nova Petrobrás”, o que já vem sendo colocado em prática em muitas unidades da estatal, a exemplo das localizadas na Bahia.

A estratégia para diminuir o quadro de funcionários passa pela implantação de programas de demissão como PDV e, PDA, transferências – que estão suspensas na Bahia por ordem de liminar obtida pelo MPT – até a pressão e assédio moral coletivo.

A estatal também descumpre o Acordo Coletivo ao não convocar o Fórum de Efetivo, previsto nas cláusulas  41 e 86 do ACT, e não extinguir as metas de SMS e o sistema de consequências (cláusula 73, § 9º).

[Via Sindipetro-BA]

Publicado em SINDIPETRO-BA

Na segunda-feira, 25, os petroleiros como parte das atividades que serão realizadas durante a greve de cinco dias da categoria (de 25 a 29/11), dão inicio a uma campanha de doação de sangue intitulada “Petroleiros doam sangue pela Bahia e pelo Brasil”.

Coincidentemente 25 de novembro é a data em que se comemora o dia nacional do doador voluntário de sangue.

Petroleiros e petroleiras de diversas unidades da estatal – presente em 21 cidades do estado –  vão se dirigir ao HEMOBA ( Ladeira do Hospital Geral,S/N,  Brotas), para doar sangue em um gesto simbólico para marcar a disposição da categoria em continuar contribuindo pelo bem estar e pela saúde da população brasileira, seja através da doação de sangue ou no dia a dia, no chão da fábrica, trabalhando para que a Petrobras não seja desviada de uma das  suas funções essenciais que é a responsabilidade social e também a contribuição para o crescimento econômico e social do Brasil.

Como há muitas unidades do Sistema Petrobrás no entorno de Alagoinhas, a doação de sangue acontecerá também no HEMOBA desse município (Rua Joana Angélica, 63, Centro)

De acordo com a Organização Mundial de Saúde 3% da população teria que doar sangue para manter  os estoques estáveis. No entanto, de acordo com o último censo do IBGE (2010) a Bahia possui 9.752.586 pessoas entre 15 a 69 anos. Desta forma,  para cumprir as recomendações da OMS, 2.925.776 pessoas nessa faixa etária deveriam doar sangue anualmente. No entanto, em 2019 apenas 134.454 pessoas compareceram em alguma unidade do HEMOBA para realizar a doação.

Portanto, companheiras e companheiros, daremos inicio à nossa greve da melhor forma possível: cumprindo o nosso dever de cidadão e cidadã.

Critérios de doação

Estar em boas condições de saúde;

  • Pesar acima de 50 kg;
  • Apresentar documento original com foto, emitido por órgão oficial e válido em todo o território nacional: Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional,  Carteira de Trabalho e Previdência Social,  Carteira Nacional de Habilitação, – Passaporte
  • Ter entre 16 e 69 anos de idade, sendo que:

– Menores de 18 anos devem estar acompanhados por um responsável legal

– Pessoas com mais de 60 anos só poderão doar caso já tenham realizado uma doação antes dos 60 anos

Quantidade de doações

  • Homens: podem doar até 4 vezes a cada 12 meses, com intervalo mínimo de 60 dias entre as doações.
  • Mulheres: podem doar até 3 vezes a cada 12 meses, com intervalo mínimo de 90 dias entre as doações.

Recomendações para o dia da doação

  • Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas);
  • Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação);
  • Não ingerir bebida alcoólica nas últimas 12 horas;
  • Não fumar por pelo menos 2 horas.

Impedimentos temporários

  • Se você estiver gripado, resfriado, com febre, espere 15 dias após o desaparecimento dos sintomas;
  • Estar grávida;
  • Período pós-gravidez (90 dias para parto normal e 180 dias para parto cesariano);
  • Período de amamentação (durante os primeiros 12 meses);
  • Tatuagem e/ou piercing nos últimos 12 meses (piercing em cavidade oral ou região genital impede a doação);
  • Ter feito exames/procedimentos endoscópicos nos últimos 6 meses;
  • Situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis; aguardar 12 meses.

Impedimentos definitivos

  • Quem teve diagnóstico de hepatite após os 11 anos de idade;
  • Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatite B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II, Doença de Chagas e Sífilis;
  • Uso de drogas ilícitas injetáveis.

Cuidados após a doação

  • Beber bastante líquido nas primeiras 24 horas e alimentar-se normalmente.
  • Não fumar nas primeiras 2 horas.
  • Não realizar esforço físico, esportes radicais ou atividade de risco.
  • Manter o curativo no local da punção por 4 horas;

Não fazer esforço com o braço em que realizou a doação

[Sindipetro Bahia, com informações da ascom do HEMOBA]

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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