A diretoria do Sindipetro Bahia está realizando setoriais com a base para dar informações sobre temas de interesse da categoria como PLR e RMNR e debater a atual situação politica e econômica do Brasil e as medidas que o governo Bolsonaro vem tomando para enfraquecer o movimento sindical com o objetivo de facilitar a retirada de direitos, a privatização das estatais e a aprovação de um projeto de reforma da previdência que tonará inalcançável a aposentadoria.

As setoriais iniciaram no dia 13/03 e acontecem até o dia 29/03 em todas as unidades. Devido ao momento adverso, confuso e caótico pelo qual passa o Brasil é muito importante que a categoria participe desses encontros (veja abaixo o calendário com data e horário). Já aconteceram setoriais em Bálsamo, Araças, Miranga e Taquipe, onde houve uma boa aceitação da base, que se mostrou preocupada e disposta a participar da luta contra os ataques do governo Bolsonaro.

Para o diretor da FUP,  Deyvid Bacelar, “de todas as agressões à classe trabalhadora, protagonizadas por esse governo, a pior delas, pelas consequências, é a Medida Provisória 873, editada por Bolsonaro em pleno Carnaval, que visa desmontar a organização dos sindicatos, suspendendo o desconto em folha das mensalidades sindicais”.

Nas setoriais, onde trabalhadores e sindicatos discutem formas alternativas para garantir a continuidade e capacidade de luta do movimento sindical, os diretores estão explicando os desdobramentos dessa MP e o que o governo pretende ao enfraquecer os sindicatos (principalmente aqueles que representam trabalhadores das estatais), que é reduzir a luta contra a aprovação da reforma da previdência e contra a Resolução 23, que estabelece as diretrizes e parâmetros para o custeio das empresas estatais federais sobre os benefícios de assistência à saúde aos empregados, o que na prática contribui para o fim da AMS. 

E ainda diminuir a resistência dos sindicatos contra a Resolução 25 da CGPAR, que enquadra os planos de previdência das estatais, determinando, entre outras coisas, que a contribuição máxima das patrocinadoras nos planos deve ser de 8,5% do valor da folha.

O Coordenador Geral do Sindipetro Bahia, Jairo Batista, afirma que a  MP 873 é inconstitucional, pois viola o Inciso IV do Art. 8° da Constituição da República e que providências jurídicas já estão sendo tomadas para que a Petrobrás não suspenda o desconto em folha das contribuições, como informou que irá fazer a partir do dia 25/03. 

[Via Sindipetro-BA]

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Os petroleiros do Rio Grande do Sul realizaram, nesta segunda-feira (18), um ato contra a privatização da Petrobras, o ataque à liberdade sindical e contra a precarização do trabalho na empresa. A mobilização ocorreu na entrada da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), em Canoas, região Metropolitana de Porto Alegre.

A declaração dada na última sexta-feira (15) pelo presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, de que a venda da estatal e de outras companhias públicas “foi sempre um sonho”, foi uma das motivações para o ato dos petroleiros da Reafp.

Castelo Branco lamentou na ocasião o fato de não poder vender a petroleira e afirmou que sua intenção à frente da Petrobras é transformá-la "o mais próximo possível de uma empresa privatizada".
“Não é admissível que o presidente da empresa sonhe em vendê-la”, disse o diretor do Sindipetro-RS, Edson Terterola, ao repórter Marcelo Ferreira, do Brasil de Fato.

No governo do ilegítimo Michel Temer (MDB), o projeto de privatização consistia em entregar as refinarias do Sul e do Nordeste para a iniciativa privada. Os petroleiros realizaram um estudo e mostraram que o modelo de privatização era ruim para o Brasil.

O atual governo pegou essas críticas como base para a reelaboração do projeto de venda, diz Terterola.
“Não significa que não vão privatizar, pelo contrário, eles vão radicalizar a privatização. Querem vender o máximo possível da empresa. Aí a estrutura que estão pensando vai ser mais complexa. Nós estamos preparando a categoria para essa luta no decorrer do ano, uma luta contra um projeto que é muito mais radical do que o que tínhamos no ano passado”, afirma ele.

Precarização gera mortes

A morte de um mergulhador de 39 anos em uma plataforma na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, na última sexta-feira, também esteve em pauta no ato. Conforme avaliação da dirigente do Sindipetro-RS, Miriam Ribeiro, há uma política de insegurança da estatal que é reflexo da política de privatização.
“Estão preparando a empresa para ser privatizada, então diminuem os gastos com tudo, precarizam todas as relações de trabalho. O que acaba gerando acidente em cima de acidente, e que resulta em mortes na nossa empresa”, afirma ela.

Lava Jato mira na Petrobras

Na avaliação dos petroleiros, a Operação Lava Jato tem como um de seus objetivos a desestabilização da Petrobras, em favor de interesses que não são do Brasil. Ainda com Temer, a mudança da política de preços com paridade internacional elevou os preços dos combustíveis, valorizando o mercado brasileiro para empresas estrangeiras. Com isso, passou-se a importar combustível e a reduzir a capacidade de produção das refinarias nacionais.

“Desde que a Lava Jato começou, milhares de pessoas ficaram desempregadas. Quem for a Rio Grande, passe na frente do estaleiro que fazia as plataformas da Petrobras. Aquilo lá está tomado pelo mato. Enquanto isso, foi dada uma isenção de cerca de R$ 1 trilhão para a compra das plataformas em Cingapura, para eles trazerem a plataforma pra cá, pegar o petróleo e levar embora. Onde já se viu se isso aí não atende nenhum interesse do povo brasileiro”, denuncia Ribeiro.

O polo naval de Rio Grande chegou a empregar 24 mil pessoas, mas, atualmente, apenas cerca de 500 seguem trabalhando nos estaleiros.

Castello Branco critica regime de partilha

“O Castello Branco também declarou que a lei da partilha é ruim. Claro que é uma lei ruim. É ruim para as empresas, mas para o povo brasileiro é excelente. Foi criada para tentar fixar os recursos do Pré-Sal no nosso país”, explica a dirigente do Sindipetro-RS.

O regime de partilha sofreu ataques nos primeiros dias após o golpe de 2016. Quando Temer ainda era presidente interino, um de seus primeiros atos foi sancionar uma lei que desobrigou a petroleira a participar dos consórcios de exploração de petróleo no Pré-Sal. A partilha previa que mais de 70% dos royalties seriam destinados para a educação.

Polêmicas do governo desviam debate principal

Na avaliação de Terterola, as polêmicas do governo Bolsonaro são uma cortina de fumaça para encobrir grandes ataques ao povo brasileiro, em favor dos interesses do capital financeiro. Segundo ele, “enquanto que eles soltam frases e imagens polêmicas, de questão secundária, vão tocando por baixo dos panos esse projetos, como o de privatização de empresas estatais”.

“Se nós trabalhadores não entendermos isso desse governo, vamos ficar discutindo o sexo dos anjos diante da realidade. Nossa questão é o dia a dia das pessoas, é o trabalho, é o desemprego que tá assolando todo o país, é a entrega do patrimônio público para empresas estrangeiras. É um absurdo que os meio de comunicação não estejam pautando esse debate, que é o que realmente importa para o povo”, conclui Terterola.

[Via CUT]

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Funcionário de carreira, com longa tradição de Petrobrás… ops… nada disso, Claudio Costa, o novo Gerente Executivo de RH da Petrobrás, indicação política de amigos dos amigos, só conhecia a companhia até há bem pouco tempo pelo que lia na revista Exame ou assistia pelo Jornal Nacional. Isso não o impediu de dizer, na reunião com funcionários do Edisp, que em 2015 a Petrobrás estava quebrada, como justificativa para o desmonte iniciado pelo governo tampão de Temer.

Costa, que se mostrou exímio em falar bobagem, repete o batido discurso dos privatistas para justificar a opção política e ideológica de entregar o patrimônio brasileiro e a maior empresa nacional para o controle do capital estrangeiro. Ou é mal informado ou mal-intencionado, mas em nenhum dos dois casos mostra qualificação para gerenciar uma empresa complexa como a Petrobrás.

O dito prejuízo da Petrobrás

Entre 2014 e 2017, a empresa apresentou resultados contábeis negativos, um acumulado de R$ 71,7 bilhões. No entanto, outros indicadores importantes mostram que o dito “prejuízo” foi uma opção de política da alta gestão. No mesmo período, a empresa apresentou faturamento (receita de vendas) de R$ 1,2 trilhão, lucro bruto acumulado de R$ 360,6 bilhões e EBITDA Ajustado de R$ 298 bilhões (confira tabela abaixo).

Então por que o balanço da companhia mostrou prejuízos contábeis?

Para explicar essa situação há alguns fatores determinantes, entre eles:

  • Os impairment´s (termo contábil usado para avaliar preços de ativos, de acordo com as suposições e estratégias que serão adotadas pela empresa no futuro) foram responsáveis por R$ 112,4 bilhões em perdas (R$ 44,5 bilhões em 2014, R$ 47,6 bilhões em 2015 e R$ 20,3 bilhões em 2016). Economistas de diversos matizes questionaram os critérios adotados para estabelecer os impairment’s, observando que iam na contramão do que outras grandes petrolíferas fizeram.
  • Queda no preço do barril de petróleo, de US$ 100/barril entre julho de 2014, chegando a US$ 26/barril em janeiro de 2016 e estabilizando na casa do US$ 50/barril. Como todos sabem (e Costa deveria saber), esse movimento cíclico motivado por disputas políticas internacionais tende a se estabilizar em médio prazo, perdas de um período são compensadas com ganhos em outros, ninguém pensa o mercado petrolífero em termos de meses e sim de anos e décadas. Mas Costa não deve saber disso, visto que sua experiência profissional é como indicado político na Prefeitura de São Paulo.
  • Dificuldades em continuar com os projetos de investimentos, por conta da Lava Jato. Vários projetos importantes e com grandes volumes de investimentos não foram concluídos por conta de bloqueios/descontinuidade de contratação de empresas envolvidas em investigações. A obra da Comperj, por exemplo, continua parada (e, consequentemente, sem recuperação de investimentos) por embargos às empreiteiras que executavam as obras.

A dívida da Petrobrás também é apresentada como indicador da fragilidade da empresa e motivo para fechar unidades e demitir funcionários. Em setembro de 2018, a Petrobrás apresentou uma dívida líquida de R$ 291,8 bilhões. É um valor considerável, de fato, mas perfeitamente assimilável para uma empresa do porte da Petrobrás e tendo nas mãos uma das maiores reservas de óleo do mundo, o pré-sal, ops, de novo, estão entregando o pré-sal a preço de banana e tirando essa riqueza de nossas mãos.

Essa dívida em sua maior parte, 66%, é de longo prazo, com vencimento após 2023, o que é característico do setor petrolífero. Um dado a ser olhado com atenção é que 74% dessa dívida está em dólar, o que torna a Petrobrás mais suscetível aos humores da macropolítica mundial.

Outros fatores influenciam essa dívida, como o grande (e correto) investimento feito na descoberta do pré-sal.

Se ainda não sabe, Claudio Costa irá saber em pouco tempo quem é a categoria petroleira. Construímos com suor diário a maior companhia da América Latina, enfrentamos tanques do exército nas refinarias, enfrentamos a manipulação da opinião pública nas investigações da Lava Jato, fizemos Pedro Parente e sua arrogância saírem pelas portas do fundo. Não será um subordinado de um político conservador que irá desrespeitar os milhares de petroleiros e petroleiras dessa companhia. Quem já tentou isso no passado se deu mal.

[Via Sindipetro Unificado SP]

Os trabalhadores/as do Edisp realizaram nesta quarta-feira, 27, nova reunião setorial para debater o projeto da empresa de realocar os funcionários no Rio de Janeiro, saindo do prédio da Avenida Paulista. Cerca de 120 edispianos participaram da setorial.

De início, o diretor do Unificado, Alexandre Castilho, informou sobre a reunião ocorrida no Rio de Janeiro – solicitada pelo Sindicato – com o setor de Relações Sindicais do RH da empresa. A entidade solicitou que o processo seja mais transparente e os trabalhadores tenham acesso às informações e planejamento da empresa. Ficou compromissado que haverá um diálogo periódico entre a Petrobrás e o Sindicato, mas a empresa se recusou a fornecer qualquer estudo de viabilidade econômica. “Parece que não aceitam contestação”, avaliou Castilho.

Claudio Costa, pare de falar B…obagem

O que mais surpreendeu a todos – sindicalistas e funcionários – foi o fato de ao mesmo tempo em que dirigentes do Unificado estavam no Rio de Janeiro pedindo diálogo e transparência, o gerente executivo Claudio Costa, se bateu do Rio para São Paulo para “conversar” com os trabalhadores do Edisp. Conforme relatos e áudios da reunião, o tom utilizado pelo GEx foi intimidatório, afirmando que refinarias seriam fechadas, que muitos seriam demitidos e que quem não se transferisse para o Rio de Janeiro estava, praticamente, com os dias contados na empresa.

O tom da conversa chocou muitos funcionários e foi visto como assédio moral e falta de respeito por parte da gerência. No dia seguinte, Danilo Silva informou na reunião do Conselho de Administração o que havia ocorrido e as ameaças feitas pelo gerente. Tal repercussão negativa levou o presidente da companhia, Roberto Castello Branco, a fazer um vídeo tentando explicar a desmobilização do prédio do Edisp e retrucando afirmações de Claudio Costa, sem, no entanto, citar ou desautorizar explicitamente as palavras do GEx.

Diante disso, o Sindicato encaminhou ofício ao diretor da Petrobrás, Eberaldo Almeida Neto, solicitando uma reunião para esclarecer as afirmações de Claudio Costa.

Atraso nesta sexta, dia 1

Na setorial da quarta-feira esses temas foram abordados e ficou definido que os trabalhadores realizarão um ato com atraso de duas horas nesta sexta, dia primeiro, exigindo respeito e transparência nas informações.

 


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Claudio Costa, mal-informado ou mal-intencionado?

 

[Via Sindipetro Unificado SP]

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Na segunda-feira, 25, os trabalhadores do EDISP (sede administrativa da Petrobrás em São Paulo) foram surpreendidos por uma reunião de última hora, convocada para o final do expediente (entre 17h e 18h), com o novo Gerente Executivo de Gestão de Pessoas, Cláudio Costa. O gerente confirmou o fechamento da unidade e revoltou os petroleiros ao afirmar que haverá demissões e privatização em todo o sistema e que muitos dos trabalhadores do EDISP e de outras unidades não serão aproveitados pela companhia.

Além do tom terrorista, a conversa com os trabalhadores foi feita a portas fechadas, sem a presença de representantes do Sindipetro, cujos dirigentes participavam no mesmo dia de uma reunião com o RH na sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro, justamente para discutir a situação dos petroleiros do EDISP.

Vários áudios com as declarações de Cláudio Costa foram divulgados nas listas de WhatsApp, deixando a categoria indignada e atônita com a frieza com que se referiu ao futuro dos trabalhadores e da própria Petrobrás. Gestor especializado em reestruturação, ele não faz parte dos quadros da empresa e foi importado do mercado para tentar colocar em prática o projeto do atual governo de privatização.

Para o coordenador da FUP, José Maria Rangel, as ameaças feitas pelo gerente de RH não causam surpresa. “Quem indica o presidente da Petrobrás e a maioria dos seus representantes no Conselho de Administração da empresa é o governo de Jair Bolsonaro, presidente que o povo brasileiro elegeu e que tem em seu DNA a privatização e a retirada de direitos da classe trabalhadora”, afirmou.

Para José Maria, também não há surpresa alguma na tática do presidente da Petrobrás, Roberto Castello Branco, que tentou atenuar as declarações de Cláudio Costa, divulgando nesta quarta-feira, 27, um vídeo tentando acalmar a categoria, ao afirmar que não haverá demissões no EDISP. “Tanto a fala do gerente executivo, quanto do Castello Branco foram muito bem combinadas. É assim que eles agem. Eles estão na companhia para cumprir o programa de governo que foi eleito pelo povo brasileiro, que é privatizar e retirar direitos”, destacou.

O coordenador lembra que a Federação Única dos Petroleiros sempre esteve à frente das lutas em defesa da defesa do Sistema Petrobrás e dos direitos da categoria, denunciando os riscos desse projeto entreguista, que hoje comanda o país. “Denunciamos o golpe, lutamos contra a quebra da Lei de Patilha do Pré-Sal, estivemos à frente do processo para tentar eleger um projeto de governo democrático e que visasse o desenvolvimento da nossa nação”, lembra José Maria, ressaltando que a FUP continuará nas trincheiras de luta em defesa da classe trabalhadora e das empresas estatais.

“O que eles querem é privatizar a nossa empresa para transferir recursos para o capital internacional e isso nós não vamos permitir. E não é com bravatas que vamos barrar esse processo. É Com luta, que é a marca da FUP”, avisa o coordenador, alertando os trabalhadores para que não caiam no engodo das declarações de Castello Branco. “Ele já afirmou em entrevistas que defende a privatização de todos os ativos da Petrobrás, à exceção do Pré-Sal. Não vão vender refinarias, terminais, fábricas de fertilizantes e manter os trabalhadores nos prédios. Isso é uma falácia. Só a luta vai garantir a nossa empresa forte e nossos direitos”, afirma José Maria Rangel.

Em assembleia setorial realizada nesta quarta-feira, 27, os trabalhadores do EDISP aprovaram a realização de um ato de repúdio às declarações de Cláudio Costa, que será realizado na sexta-feira, 01/03, pela manhã.

[FUP]

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O presidente da Petrobrás, Roberto Castello Branco, gravou um vídeo no início da noite de terça-feira, 26, desmentindo o gerente executivo de gestão de pessoas da empresa, Claudio Costa, que ameaçou de demissão os trabalhadores do Edisp, sede administrativa da estatal em São Paulo.

Castello Branco tenta amenizar a tensão e os efeitos negativos causados pelas declarações do executivo na véspera, que se reuniu a portas fechadas com os empregados do prédio e criou um clima de terror. Resta agora saber qual dos dois fala a verdade.

Ao contrário do que afirmou o gerente executivo, Castello Branco declarou que não planeja demissões no Edisp. Segundo ele, os empregados serão remanejados para outras unidades da estatal e alguns trabalharão de casa. “As pessoas não serão direcionadas para refinarias, vão para localidades de custo mais baixo, para a redução do custo da Petrobrás. Algumas vão permanecer em teletrabalho. Não temos intenção, a priori, de demitir ninguém”, destacou.

Castello Branco informou que não existe um plano de demissões na Petrobrás, mas que está em estudo inicial um Plano de Demissão Voluntária (PDV). “. Esse programa está começando a ser estudando, seus benefícios e seus custos, e decidiremos oportunamente. Quando for decidido, nós anunciaremos a todos os colegas, sempre agindo da forma mais transparente possível, porque todos vocês merecem o nosso respeito”, afirmou.

No vídeo, o presidente da Petrobrás disse ainda que as dependências do Edisp, que atendem o Conselho de Administração e a diretoria executiva, serão desocupadas imediatamente. “A diretoria e nem o Conselho vão utilizar qualquer área em São Paulo. Havia um sofisticado sistema de telepresença, que vai ser desativado. As pessoas que continuarem obrigatoriamente em São Paulo serão transferidas para um regime de coworking, cujo custo terá que ser igual ou inferior ao que temos no Edise (sede administrativa no Rio de Janeiro). No nosso prédio sede, o custo é de R$ 1800 por estação. Queremos algo parecido ou pouquinho abaixo, se for possível.

Os três veículos a serviço da diretoria da Petrobrás em São Paulo, segundo Castello Branco, serão desmobilizados. “Outra medida de redução de custos, que nós aprovamos hoje no Conselho de Administração, foi reajuste salarial zero para o presidente e os diretores executivos”, informou.
Certamente, Castello Branco ou Claudio Costa (ou os dois) está mentindo. A categoria só precisa ficar atenta para não cair na conversa fiada desse governo, que é craque em peripécias para confundir e estratégias de desdizer o que foi dito.

[Via Sindipetro Unificado de São Paulo]

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A Petrobrás atendeu ao pedido do Sindipetro Unificado e recebeu os dirigentes do sindicao na segunda-feira,25, na sede da empresa no Rio de Janeiro, para discutir a situação da transferência dos trabalhadores do Edisp. Estiveram presentes à reunião o coordenador geral do Unificado, Juliano Deptula, os diretores Felipe Grubba e Alexandre Castilho e o coordenador nacional da FUP, José Maria Rangel.

Durante a reunião foi reafirmada a disposição da Petrobrás de fechar o Edisp e realocar os trabalhadores (mais de 400 empregados próprios), mas deixou-se em aberto a possibilidade de uma parte do efetivo continuar em São Paulo em outro local. “O setor de Relações Sindicais se comprometeu a manter a direção do Unificado e da FUP informada sobre os próximos passos e disse estar aberto ao diálogo, por isso muito nos estranhou a reunião ocorrida em São Paulo, convocada pelo Gex, sem que a direção sindical fosse avisada”, afirma Alexandre Castilho.

Castilho se refere a uma reunião ocorrida no Edisp, na mesma segunda-feira. O Sindicato recebeu relatos de que a tal gerência quis impor um clima de terror entre os trabalhadores, dizendo que a empresa não tem mais interesse no refino, que muitas unidades de São Paulo serão fechadas, que haverá enxugamento de pessoal e quem não estiver no Rio de Janeiro não tem garantia nenhuma. Ou seja, enquanto na frente dos dirigentes sindicais, representante da Petrobrás se compromete ao diálogo e busca de soluções menos traumáticas, pelas costas, a Gerência Executiva ameaça diretamente os trabalhadores. “Todos receberam a notícia com indignação”, informa Felipe Grubba.

Para discutir essa situação, o Unificado convoca uma SETORIAL EMERGENCIAL para esta quarta-feira, dia 27, às 13h30, na sede do Edisp e convida a todos a participarem e construir coletivamente uma alternativa a mais esse ataque.   

O que já foi feito

Desde que a notícia do fechamento do Edisp surgiu, o Sindicato participou de duas reuniões com as gerências do Rio (que ocorreram em São Paulo), convocou uma reunião setorial, que contou com mais de 130 trabalhadores, quando estiveram presentes representantes da CUT Nacional e Danilo Silva, do Conselho de Administração, que colocou o mandato à disposição da luta dos edispianos. No mesmo dia, a direção do Unificado encaminhou ofício solicitando a reunião que ocorreu nesta segunda e chamou a Federação dos Petroleiros para estar junto e ser a ponte com a alta direção da empresa na busca de soluções.

[Via Sindipetro Unificado SP]

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A nomeação arbitrária de um "amigo particular" indicado por Jair Bolsonaro (PSL) para assumir a gerência executiva de Inteligência e Segurança Corporativa da Petrobras, sem as qualificações exigidas pelo Plano de Cargos e Remuneração (PCR) da estatal, foi barrada pelo Conselho de Administração (CA).

Carlos Victor Guerra Nagem, mais conhecido como "capitão Victor" por ser capitão-tenente da reserva da Marinha, foi reprovado na avaliação para assumir a gerência-executiva da Petrobras, uma vez que nunca havia assumido cargo comissionado na estatal e, portanto, não cumpria os requisitos mínimos para assumir a função.

"Apesar de sua sólida formação acadêmica e atuação na área, seu nome não foi aprovado porque ele não possui a experiência requerida em posição gerencial que é necessária à função", disse a estatal à reportagem da Folha de S. Paulo.

Ação popular da FUP

A indicação feita em janeiro pelo atual presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, causou polêmica e foi questionada pelos petroleiros, que entraram com ação na Justiça contra o presidente da estatal por improbidade administrativa.

Para o coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), José Maria Rangel, a pressão dos petroleiros foi fundamental para barrar a nomeação. “Se não fosse isso, provavelmente ele não seria barrado”, avalia.

Ele chegou a acionar pessoalemente a Justiça denunciando as irrejularidades por trás da nomeação de Nagem, cuja principal qualificação é ser "amigo pessoal" de Bolsonaro, que o indicou.

“O importante é que prevaleceram as normas internas da Petrobras, o respeito ao Plano de Cargos e Salários, e, sobretudo, a moralidade dos atos da administração, que deve ser republicana”.

Violação hierárquica

O amigo de Bolsonaro indicado para o cargo é funcionário concursado da Petrobras há 11 anos e está classificado como “Profissional de Nível Superior Pleno” no Plano de Cargos da companhia, cuja escala inicia em “Júnior” e ascende para “Pleno”, “Sênior” e “Master”.

"E o status de ‘Pleno’ do capitão é incompatível com a representação da Petrobras como gerente-executivo para representar a estatal", explica Rangel.

A representação da Petrobras, de acordo com o que prevê as normas internas, só pode ser feita por aqueles que são classificados como ‘Sênior’. Para a indicação a cargo do grau de atribuições e responsabilidades de um gerente-executivo, o PCR prevê empregados de grau ‘Master’, o que não é o caso de Nagem.

O coordenador-geral da FUP ressalta, ainda, que a nomeação da forma como foi feita representa uma "violação hierárquica", pois os cargos de nomeação na Petrobras seguem uma ordem crescente: Supervisor, Coordenador, Gerente Setorial, Gerente, Gerente Geral, Gerente Executivo, Diretor, Presidente.

"E Nagem jamais exerceu qualquer uma dessas funções de nomeação. Nunca representou formalmente a Petrobras em qualquer grau de responsabilidade. Foi indicado apenas porque é amigo de Bolsonaro", diz Rangel, destacando que a quebra de hierarquia, além de ser um risco para a organização da estatal, desrespeita diversos trabalhadores e trabalhadoras.

Amigo de Bolsonaro

Nagem já se candidatou duas vezes pelo PSC utilizando o apelido ‘Capitão Victor’, mas não conseguiu votos suficientes para se eleger. Em 2002, disputou vaga de deputado federal pelo Paraná e, em 2016, se candidatou a vereador em Curitiba.

Nessa última campanha, recebeu o apoio de Bolsonaro, que apareceu em um vídeo pedindo votos para aquele que chama de "amigo particular".

"É um homem, um cidadão que conheço há quase 30 anos. Um homem de respeito, que vai estar à disposição de vocês na Câmara lutando pelos valores familiares. E quem sabe no futuro tendo mais uma opção para nos acompanhar até Brasília", disse Bolsonaro no vídeo, à época.

No dia da confirmação da nomeação, Bolsonaro chegou a comemorar por meio do Twitter.  Na mensagem, publicada às 23h16 do dia 10 de janeiro, afirmou que "a era do indicado sem capacitação técnica acabou, mesmo que muitos não gostem. Estamos no caminho certo!". Ele ainda acrescentou à postagem a descrição do currículo de Nagem.

Meia hora depois, às 23h49, Bolsonaro retirou o trecho que se referia à capacitação técnica e publicou um novo texto: "A seguir o currículo do novo Gerente Executivo de Inteligência e Segurança Corporativa da Petrobras, mesmo que muitos não gostem, estamos no caminho certo!"

[Com informações da CUT]

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Por Eduardo Costa Pinto, professor de economia da UFRJ e pesquisador do INEEP (Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra)

A estratégia da Petrobras de concentrar suas atividades de E&P em águas profundas aumenta a sua exposição a variáveis não que ela não controla, aumentando riscos, e reduz a agregação de valor da cadeia brasileira.

 O novo Presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, em seu discurso de posse e em entrevista ao setor de comunicação da Petrobras, deixou explicito a manutenção dos principais eixos estratégicos das gestões anteriores (Pedro Parente e Ivan Monteiro) assentadas: (i) na desalavancagem financeira (redução da relação dívida líquida/LTM EBITDA); (ii) no foco em atividades de exploração e produção (E&P) em águas profundas do pré-sal em detrimento das outras atividades (refino, logística, distribuição, E&P em campos maduros em terra e em águas rasas); e (iii) no desinvestimento (venda de ativos operacionais) em atividades não vinculadas ao pré-sal destinado a geração de recursos para  redução do endividamento.

Apesar da manutenção dos eixos estratégicos, Roberto Castello Branco falou sobre a possibilidade de realizar ajustes marginais no Plano Estratégico (2040) e no Plano de Negócios e Gestão (2019-2023) da Petrobras, tais como: 1) reduzir ainda mais a alavancagem financeira, pois segundo ele “os níveis de endividamento reduziram bastante, mas ainda são altos em relação ao que se requer de uma empresa que produz commodities minerais (petróleo)”; e 2) acelerar a exploração e produção no pré-sal, pois para o novo presidente “em função do desenvolvimento de energias renováveis e da eletrificação, o petróleo tende a perder importância ao longo do tempo”.

Esse é um argumento utilizados por muitos analistas do setor de petróleo que acreditam que ocorrerá a partir de 2030 uma redução contínua da demanda de petróleo (peak oil demand) em virtude do crescimento de energias alternativas para o transporte automotivo (expansão do carro elétrico). É evidente que a utilização de fontes alternativas no transporte automotivo pode alterar o consumo do petróleo num determinado momento do tempo. No entanto, o petróleo continuará por um bom tempo como importante recurso estratégico.

Esses possíveis ajustes aventados pelo atual presidente da Petrobras intensifica a estratégia em curso, mantém a gestão curto prazista (geração de caixa no curto prazo com a venda de ativos para reduzir o endividamento) e amplia o processo de desintegração vertical da empresa (menor atuação na cadeia de energia).

É evidente que a atual gestão da dívida e do portfólio de ativos da Petrobras conseguiu melhorar os indicadores de endividamento em 2018 em virtude da venda de ativos operacionais (como, por exemplo, fatias dos campos de Lapa, Sururu, Berbigão, Oeste de Atapu e Roncador localizados no pré-sal, entre outros ativos) e da elevação da geração de caixa operacional decorrente da elevação dos preços internacionais do petróleo e das mudanças na estratégia do refino.

Se, por um lado, esse tipo de gestão melhorou os indicadores financeiros, por outro, teve como efeito colateral a redução significativa de 5,5% da produção de petróleo da Petrobras no Brasil em 2018 (de 2.154 milhões de barris por dia em 2017 para 2.035 milhões de barris por dia em 2018), mesmo com a entrada em operação de quatro novos sistemas de produção. Maior queda anual na produção de petróleo desde 2003 e abaixo da meta estipulada pela Petrobras de 2.100 milhões de barris por dia em 2018.  

Essa queda na produção reflete a venda de ativos de campos em operação no pré-sal e a redução dos investimentos dos campos maduros, sobretudo na bacia de Campos. Isso evidencia que a atual gestão da dívida e do portfólio de ativos ao invés de enfrentar o desafio financeiro de curto prazo da empresa pensando no longo prazo, optou-se por uma atuação curto prazista míope cuja aceleração da venda de ativos criou resultados operacionais negativos, como a expressiva redução na produção de petróleo e gás natural em 2018.  Cabe observar que essa redução não gerará maiores problema na geração de caixa operacional da empresa em 2018 em virtude da elevação do preço do petróleo.

Além dos resultados operacionais, a estratégia da Petrobras de concentrar suas atividades na produção e exploração de petróleo e gás natural em águas profundas (pré-sal), em detrimento de outras áreas da cadeia de energia (midstream e downstream), provoca o direcionamento da empresa no sentido da ampliação das exportações de petróleo cru para o mercado internacional. Isso necessariamente aumenta a exposição da empresa a variáveis não que ela não controladas (taxa de câmbio, preço do petróleo e demanda externa de óleo), aumentando riscos, e reduz a agregação de valor da cadeia de petróleo e gás brasileira.

Daniel Yergin, em seu livro O Petróleo: uma história de ganância, dinheiro e poder, explicitou a trajetória da formação dos grandes conglomerados petrolíferos e o papel decisivo desempenhado pela estratégia de integração vertical ao minorar riscos associados a especialização em decorrência das características especificas do setor (formação de preço do petróleo, estrutura de mercado, regulação, elevados investimentos, etc.).

A integração vertical permite a ampliação da acumulação de capital na indústria do petróleo. Nas palavras de Carmem Alveal (em seu livro denominado Os desbravadores: a Petrobras e a construção do Brasil): “Razões de ordem econômica mais do que técnica exigem a integração vertical para realizar o elevado potencial de acumulação da indústria petrolífera, dado os riscos e custos financeiros associados a cada segmento da cadeia produtiva são diferentes”.

A despeito disso, a atual gestão da Petrobras acelera na linha da especialização na exploração e produção no pré-sal, que tem como contra face a venda de ativos operacionais de outras atividades, implicando necessariamente na desintegração vertical. Não por acaso a Petrobras retomou sua política de desinvestimentos ao anunciar, em dezessete de janeiro de 2019, as vendas dos seguintes ativos operacionais: i) 90% da participação na Transportadora Associada de Gás (TAG); ii) 100% da Araucária Nitrogenados; e iii)  de parte do Refino da empresa por meio da formação de parcerias. Nesse projeto estão incluídas as refinarias RNEST em Pernambuco, a RLAM na Bahia, a Refap no Rio Grande do Sul e a Repar) no Paraná, bem como os dutos e terminais (ativos logísticos) vinculados a essas refinarias.

O PNG (2019-2023) da Petrobras sinalizou uma retomada dos investimentos, sobretudo na E&P do pré-sal e do pós-sal, para os próximos cinco anos (US$ 84,1 bilhões sendo que desse total US$ 68,8 para o E&P e US$ 8,2 para o Refino). O balanço do 3º trimestre da Petrobras já tinha apontado para uma reversão na tendência de queda dos investimentos dos últimos anos. Com a maior geração de caixa operacional (decorrente do aumento do preço do petróleo, da redução dos custos operacionais e das mudanças na estratégia do nível de utilização das refinarias), a empresa pretende retomar os investimentos, uma medida fundamental ainda mais com a redução da produção de petróleo da Petrobras no Brasil em 2018.

A atual gestão Roberto Castello Branco deverá manter as linhas gerais do PGN (2019-2023) da Petrobras, no entanto, caso seja realizado ajuste no que diz respeito à ampliação da redução da alavancagem financeira (relação dívida líquida/LTM EBITDA) poderá ocorrer redução nos investimentos projetados para os próximos anos.

Em linhas gerais, a nova gestão da Petrobras, sob o comando do Roberto Castello Branco indicado pelo Ministro da Economia Paulo Guedes ( que comanda o núcleo de poder econômico liberalizante do governo Bolsonaro), deverá adotar mais do mesmo observado nas gestões anteriores, sob o governo Temer, com algum destravamento do investimento.

Mesmo com a maior atuação do núcleo militar do governo Bolsonaro na Petrobras (escolha do Almirante Leal Ferreira para presidir o Conselho de Administração da Petrobras) e no Ministério de Minas e Energia com o comando do almirante Bento Albuquerque, não há sinais de reversão na atual estratégia da Petrobras. As “disputas veladas” entre os núcleos econômico liberal e militar do governo Bolsonaro para comandar a política energética, em especial a Petrobras, não parece estar vinculada a divergências do papel estratégico que a Petrobras deve desempenhar. Tanto para os militares como para o núcleo liberal, a Petrobras deve se orientar pelos objetivos estritamente microeconômicos vinculados a acumulação interna de capital, endividamento, fluxo de caixa, etc.

Os militares parecem ter abandonado a ideia de que a Petrobras possui uma face estatal que deve ser orientada pelos objetivos políticos, atrelados a um projeto nacional,  e de ordem macroeconômico (inflação, balança comercial, etc.). A ala desenvolvimentista das Forças perderam representatividade com a crise do desenvolvimentismo na década de 1980 e com o avanço do liberalismo difuso entre os servidores militares que defendem a pátria, a nação e a tradição brasileira, mestiça e cristã, mas não enxergam nenhum perigo com controle estrangeiro da Embraer, a exploração do petróleo do pré-sal por empresas estrangeiras ou a venda de parte do refino para empresas estrangeiro.

[Via Blog do Ineep]

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O coordenador geral da FUP, José Maria Rangel, ingressou, pessoalmente, com uma Ação Popular na Justiça Federal do Rio de Janeiro contra o presidente da Petrobrás, Roberto Castello Branco, por improbidade administrativa. A ação questiona a indicação irregular de Carlos Victor Nagem para a Gerência Executiva de Inteligência e Segurança Corporativa, que teve como critério o fato dele ser "amigo particular" do presidente da República, Jair Bolsonaro.

Capitão-tenente da reserva da marinha, Nagem é funcionário da Petrobrás há 11 anos, mas não possui as qualificações exigidas pelo Plano de Cargos e Remuneração (PCR) da Petrobrás para assumir uma gerência executiva. O fato já havia sido denunciado pela FUP à Justiça, através de Ação Civil Pública ingressada no último dia 14. A denúncia, no entanto, foi invalidada por um juiz da 11ª Vara Federal do Rio de Janeiro, sob a alegação de que a Federação era ilegítima para ajuizar a ação.

A nova ação de improbidade contra o presidente da Petrobrás aguarda julgamento na 18ª Vara Federal do Rio de Janeiro.

Saiba mais: 

[FUP]

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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