Uma Assembleia Geral Ordinária (AGO) realizada nesta semana marcou a posse de Rosangela Buzanelli, representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Petrobrás. Por meio de eleição direta, Rosangela foi eleita como conselheira no início do ano. No entanto, por conta da pandemia, a posse tardou um pouco mais do que o previsto e aconteceu somente em julho, virtualmente.

A partir de agora, Rosangela representará os milhares de funcionários da maior petroleira e maior empresa do Brasil. “Fico muito feliz de saber que estarei nessa jornada, comprometida com os interesses da categoria para ser a voz do trabalhador. Enfrentamos uma dura crise no país e vemos a Petrobrás saindo do grande papel para o qual foi criada, de colaborar com o desenvolvimento do país, ainda que o povo brasileiro seja seu maior acionista. Por isso, me coloco ao lado dos trabalhadores e trabalhadoras, focada no projeto de recuperação da economia com uma Petrobrás a serviço do povo brasileiro”, comenta.

> Veja abaixo entrevista concedida ao jornal Estado de São Paulo:

Rosângela Buzanelli diz que manterá o tom diplomático no colegiado e que não quer chegar 'com o pé na porta'

Nova conselheira da Petrobrás se opõe à venda de ativos, mas quer diálogo

Por Fernanda Nunes | O Estado de São Paulo

RIO - A geofísica Rosângela Buzanelli assume nesta quarta-feira, 22, a cadeira de representante dos empregados no conselho de administração da Petrobrás. Funcionária da estatal há 33 anos, ela poderia ter se aposentado há três anos, mas optou por continuar na empresa e assumir papel de liderança sindical na Federação Única dos Petroleiros (FUP). Não fosse a pandemia de covid-19, teria assumido o cargo em abril deste ano, após ser eleita pela maioria dos trabalhadores em primeiro turno.

Em linha com a entidade, Buzanelli vai defender que a Petrobrás continue a ter um perfil integrado, presente em toda cadeia, o que pressupõe a manutenção das suas refinarias, postas à venda pela atual gestão. A primeira a ser privatizada deve ser a Rlam, na Bahia. Ainda assim, diz que manterá o tom diplomático no colegiado e que não quer chegar "com o pé na porta".

Você assume um assento no conselho em meio à privatização das refinarias, a principal pauta de contestação da FUP atualmente, inclusive na Justiça. Como será sua participação nesse processo?

Quem vai assumir o assento no conselho não é a Rosângela, mas uma representante de um coletivo de trabalhadores. Sabemos que somos minoria no colegiado, mas é importante a gente estar lá para trazer outra visão, questionar as decisões e suas bases técnicas. Temos bastante suporte de assessorias. A nossa visão é que, de um tempo para cá, a administração da empresa se voltou exclusivamente aos interesses dos investidores e está focada exclusivamente na produção de petróleo no Sudeste. Mas as grandes companhias petrolíferas são integradas. No primeiro trimestre, foram as refinarias que garantiram o lucro operacional. Manter as refinarias é extremamente importante.

Com a sua presença, os trabalhadores vão ter influência nas decisões?

Somos minoria, mas se não estivermos lá será ainda mais frustrante. Existe a chance de conhecer o debate, protestar e até balançar um conselheiro ou outro. É importante também que tudo seja documentado. Vamos defender que a Petrobrás seja forte e integrada, que zele pelo interesse público, como pela produção de combustível de qualidade a baixo preço. Nosso papel é levar essas visões para tentar que sejam reavaliadas, apesar de a gente saber que não vai converter ninguém.

 

Diretorias da Petrobrás de pelo menos três gestões travaram um embate com os sindicatos dos trabalhadores, que realizaram duas greves desde o fim do ano passado. Como será sua convivência com esses gestores?

Será diplomática e técnica. Ninguém vai entrar com o pé na porta. Não é o ambiente para isso. Num primeiro momento, não vamos nem nos conhecer pessoalmente. Os encontros vão ser virtuais. Isso faz uma diferença. Por um lado, a falta de comunicação corporal atrapalha. Por outro, a distância física pode ajudar na adaptação. O importante é que estamos dispostos a dialogar.

Quais temas da administração são mais urgentes para os trabalhadores atualmente?

As privatizações. O campo de Urucu (na Amazônia) é muito simbólico. O desenvolvimento do campo foi exemplar do ponto de vista ambiental e hoje tem grande importância social. Dá lucro e, ainda assim, está à venda.

Sua atuação nas questões trabalhistas é limitada...

Nas relativas à remuneração, sim. Não posso participar porque configuraria conflito de interesses. Mas a gente percebe também uma precarização da área de SMS (Segurança, Meio Ambiente e Saúde), principalmente da segurança. Essa é uma área em que posso atuar. O conselho é um fórum para onde posso levar essa pauta. Os gestores, nas tomadas de decisões, precisam ouvir o pessoal de chão de fábrica. A gente vai conseguir influenciar mais. SMS é central em qualquer grande petrolífera, não somente pela segurança do trabalhador, mas também para o ganho do acionista. Isso não significa, porém, que vamos deixar de levantar questões estratégicas para a empresa.

No início da Operação Lava Jato, uma fatia considerável dos empregados da Petrobrás acusou o sindicato de fazer política partidária em vez de defender seus direitos trabalhistas e elegeu uma representante independente para o conselho. Neste ano, a candidata da FUP foi eleita num único turno. O que justifica essa mudança em cinco anos?

Os empregados da Petrobrás viveram momentos de desmoralização num primeiro momento. Ficamos todos perplexos quando descobrimos que alguns dos nossos colegas desviaram fortunas da empresa. Nos ambientes públicos, parecia que tínhamos voltado à década de 1990, do Collor, quando alguns de nós eram chamados de marajás nas ruas, sem ter nada a ver com a história. Depois veio a fase do excesso de controle, que emperrava todos os processos. Com a entrada da conselheira independente, eles perceberam que suas reivindicações não eram colocadas na mesa e isso foi muito didático. Foi importante para assimilarem a importância de ter de fato um representante dos trabalhadores na cúpula da companhia.

Na Lava Jato, muitos membros do conselho de administração foram responsabilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) por terem autorizado investimentos considerados prejudiciais à empresa posteriormente. Você não se preocupa em assinar decisões com as quais não concorda e ser questionada por isso?

Claro que me preocupo e exatamente por isso temos que ter tudo documentado. Tenho que deixar minha posição explícita na ata de cada votação. Até para no futuro, se for o caso, recorrer à Justiça contra decisões com as quais não concordamos e que tenham se provado contrárias aos interesses da empresa

Publicado em Sistema Petrobrás

Na quarta-feira, 22 de julho, às 21h, o Observatório da Coronacrise da Fundação Perseu Abramo irá debater os impactos da crise da covid-19 no setor de óleo e gás no Brasil e no mundo. O debate será transmitido ao vivo no Youtube e redes sociais da entidade e também da Revista Fórum, do DCM e do Brasil 247.

Para falar sobre “Coronacrise no setor de petróleo e gás: alternativas de transformação”, a Fundação convidou a petroleira Rosângela Buzanelli, que representa os trabalhadores no Conselho de Administração da Petrobrás, o ex-presidente da empresa, Sérgio Gabrielli, o coordenador técnico do INEEP, Rodrigo Leão, e o diretor da Perseu Abramo, o ex-senador Lindbergh Farias.

O Observatório da Coronacrise é o programa do Observatório da Crise do Coronavírus (clique aqui para acessar), iniciativa da Fundação Perseu Abramo para monitorar a crise sanitária e econômica gerada pela pandemia e promover esforços no sentido de atenuá-la e até de superá-la.

O programa é transmitido ao vivo nas noites de quarta e sexta-feira, às 21h, no canal da Fundação Perseu Abramo no YouTube, em sua página no Facebook e Twitter e nos portais parceiros: Revista Fórum, DCM e Brasil 247.

[Com informações da Fundação Perseu Abramao]

Publicado em Petróleo

[Com informações da imprensa do Sindipetro-NF]

Em live que foi integrada à programação do Congresso dos Petroleiros do Norte Fluminense, a reprsentante eleita pelos trabalhadores para o Conselho de Administração da Petrobrás, Rosangela Buzanelli, reuniu o ex-diretor de Exploração e Produção da companhia, Guilherme Estrella, e o jornalista e fundador do site Opera Mundi, Breno Altman. Por mais de uma hora, os três debateram o papel da empresa na retomada da economia brasileira após a pandemia da covid-19.

Para Buzanelli, que tomará posse no próximo dia 22, o governo Bolsonaro, que acentua políticas neoliberais, faz parte de um projeto que “está rapinando o povo e a nação brasileira”. Ela lembra, por exemplo, os muitos anos de especialização e pesquisa necessários para que se descubra e desenvolva um campo de petróleo, o que sempre foi feito no Brasil pela Petrobrás. “Quando quebraram o monopólio, a Petrobrás continuou a ser pioneira. As empresas privadas não descobriram nenhum campo significativo”, afirma.

“O único programa desse governo é destruir o que foi feito e entregar ao mercado financeiro. O governo atua para ajudar os nossos concorrentes. Critica até a política de conteúdo local [de compras de produtos nacionais]. Não é com eles que vamos superar essa crise”, defende a petroleira.

O jornalista Breno Altman avalia que é preciso reconstruir o País, o que passa pela “ruptura com o neoliberalismo”. Na Petrobrás, “tem que reconstruir toda a cadeia de óleo e gás. Refazer tudo o que foi destruído por um dos braços do bolsonarismo que foi a Operação Lava Jato”, acredita. Ele lembrou o papel estratégico da empresa na indução de setores como a indústria naval, a construção civil, a cultura e os esportes.

Além de romper com o neoliberalismo, Breno defende como caminho para superar a crise a adoção de uma política tributária que coloque “a mão pesada no bolso dos ricos”, além de nacionalizar todos os grandes bancos brasileiros.

Guilherme Estrella também defendeu a retomada da Petrobrás como protagonista de um projeto de desenvolvimento do País. “Hoje vivemos não só um estado mínimo, mas um estado mínimo desestruturado, com uma política desnacionalizadora. Estão vendendo campos de petróleo, gasodutos. O País está sendo destruído por um governo genocida. A Petrobrás não é mais uma indústria, é um fundo de investimento. Temos que reconstruir não só a Petrobrás, mas o País”, afirma.

Para ele, a Petrobrás poderia desempenhar um papel central na recuperação econômica no pós-pandemia. Ele dá como exemplos os potenciais presentes duas iniciativas que a empresa poderia tomar se estivesse sendo gerida dentro de uma lógica social e desenvolvimentista: a primeira é explorar a sua forte presença nacional para promover o desenvolvimento local, a segunda é recuperar a condição de empresa de petróleo integrada e suprir a energia necessária, a preços baixos, para a população.

Veja a íntegra do debate:

 

Vamos debater o papel da Petrobrás na retomada da economia brasileira pós-Covid. Os convidados são Breno Altman,...

Publicado por Rosangela Buzanelli em Quinta-feira, 2 de julho de 2020
Publicado em Sistema Petrobrás

A conselheira eleita para representar os petroleiros e as petroleiras no Conselho de Administração da Petrobrás, Rosangela Buzanelli inicia esta semana, no seu canal no Facebook, debates ao vivo com convidados sobre o futuro da Petrobrás. A primeira live será nesta quinta, 2, às 19h. 

Com o tema Petrobras, privatizações, cenários políticos e o papel da companhia na retomada da economia pós-covid, a transmissão será moderada pela própria Rosângela e vai contar com as participações do jornalista e fundador do site Opera Mundi, Breno Altman, e do ex-diretor de Exploração e Produção da Petrobrás, Guilherme Estrella.

A live será a primeira do perfil da conselheira eleita no Facebook, que se prepara para assumir em breve o seu cargo no CA da Petrobrás. Rosangela abriu vários canais de interação com a categoria e a sociedade para que o trabalho seja acompanhado de forma democrática e transparente (veja no final da matéria).

Nesta quarta-feira, 01, a conselheira eleita também estará ao vivo, às 17h, na edição especial do SindiPapo, as lives que o Sindipetro Unificado de São Paulo realiza semanalmente.

 

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Além do perfil no Facebook e no Instagram, a conselheira da Petrobrás mantém um site oficial e lista de transmissão de whatsapp.

Confira os links:

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Instagram:

https://instagram.com/rosangelabuzanelli

Site:

https://rosangelabuzanelli.com.br/

Lista de transmissão pelo WhatsApp: 

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Publicado em Sistema Petrobrás

Em artigo publicado no portal Opera Mundi, a representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Petrobrás, Rosângela Buzanelli, mostra como o prejuízo contábil resgistrado pela empresa no primeiro trimestre é mais um passo para a privatização integral da companhia. Rosângela foi eleita pelos petroleiros no primeiro turno da eleição para o CA da Petrobrás e aguarda a posse para iniciar o seu mandato.

Veja a íntegra do texto:

Prejuízo do 1º trimestre da Petrobrás escancara erros de gestão para além da pandemia

Rosangela Buzanelli*

Um olhar dissonante sobre os prejuízos anunciados. A notícia que a Petrobrás teve prejuízo de R$ 48,5 bilhões no primeiro trimestre abala o mercado financeiro e toda a população. Mas é preciso compreender mais a fundo o que isso significa e quais são os erros tomados pela atual gestão da companhia, para visualizar não só o cenário que se apresenta como também que ainda está por vir.

O prejuízo divulgado pela direção da Petrobrás é um prejuízo contábil, não operacional. E o que isso quer dizer? Significa que as operações da empresa deram lucro nesse período, inclusive com melhor resultado se comparado ao mesmo período de 2019. Aliás, ao decidir rever o fluxo de caixa futuro atualizando o preço do barril do petróleo, muito mais baixo, o saldo da conta se inverte, pois essa revisão gerou uma desvalorização dos ativos (impairment) em R$ 65,3 bilhões.

O que chama a atenção nesse resultado é a ordem de grandeza desse impairment quando comparado com outras petrolíferas.

Culpar unicamente a pandemia da covid-19 pela queda dos preços e por esse resultado negativo da empresa é mais oportuno do que correto. A pandemia tem parcela de responsabilidade quando reduz drasticamente o consumo de petróleo e derivados, e acirra a disputa pelos mercados, principalmente asiáticos, catalisando a crise entre Arábia Saudita e Rússia e derrubando o preço do barril.

Mas nenhuma grande petrolífera anunciou tamanho prejuízo. E é com as gigantes que ainda nos comparamos. E por que elas não amargaram tamanho prejuízo? Porque são empresas integradas, verticalizadas, e é nesse quesito que estamos perdendo sistematicamente.

Ao promover o desmonte da Petrobrás, seu esquartejamento, sua desintegração, enfim, seu “apequenamento”, as recentes e a atual direção da empresa não permitem que as diferentes áreas contrabalancem os resultados entre si e equilibrem o resultado final.

A estratégia adotada pela direção da Petrobrás, anunciada em “Nossa Visão” (“A melhor empresa de energia na geração de valor para o acionista, com foco em óleo e gás e com segurança, respeito às pessoas e ao meio ambiente”), de concentrar suas atividades na exploração, produção e exportação de petróleo cru do pré-Sal, condena a companhia e o país a reféns das oscilações geopolíticas e de preço.

A estreiteza dessa visão e a pequenez desse pensamento propõem reduzir a maior empresa do país, e uma das maiores do mundo no setor petróleo, a uma empresa cuja principal missão é gerar valor financeiro para os acionistas privados, ao invés de atender o povo brasileiro, seu acionista majoritário, abastecendo o mercado interno com preços justos e competitivos, sem perder sua lucratividade.

A atual crise do petróleo agravada pela pandemia da covid-19 evidenciou o absurdo, o colossal erro da direção da Petrobras na sua condução, seja em relação ao parque de refino ou em relação ao transporte e distribuição, especialmente à BR Distribuidora.

A queda do preço e do consumo, o excesso da oferta de petróleo no planeta e no país, forçaram a Petrobras a rever suas estratégias. Para conseguir sobreviver, a empresa tem recorrido ao seu parque de refino, inclusive às refinarias que colocou à venda, com destaque a RLAM e RNEST, para a produção do GLP, visando atender ao mercado interno, e do bunker (combustível marítimo), ainda com demanda no planeta. Neste último caso, nosso produto tem muita aceitação no mercado, pois o óleo do pré-sal tem baixo teor de enxofre, nos permitindo oferecer o bunker que atende a nova regulação da IMO, que a partir de janeiro de 2020 reduziu os teores de 3,5 para 0,5 ppm.

Portanto, fica claro e cristalino o erro estratégico da atual direção quando decide reduzir seu parque de refino colocando à venda 8 das 13 refinarias.

Na distribuição, destaca-se a venda do controle acionário da BR, um erro crasso, injustificável, pois a BR, a segunda maior empresa do Brasil, além lucrativa, representava o “caixa” da empresa, detendo o maior mercado consumidor e a missão estratégica da distribuição dos combustíveis em nosso país de dimensões continentais. Venderam a segunda maior empresa do país e mais do que isso, seu mercado cativo, o maior do país no setor. Um ativo que será pago pelo seu próprio lucro em poucos anos e cujos resultados modificariam substancialmente os resultados da Petrobras.

O acúmulo de estoques de petróleo e derivados, causado pela queda brutal do consumo em função da pandemia, gera uma corrida mundial por tanques de estocagem. Nesse contexto, tanto a Petrobras, como as demais empresas petrolíferas, se lança na disputa por tanques para estocagem dos derivados, recorrendo às empresas distribuidoras de combustíveis. Como não é mais a sócia majoritária da BR, terá que disputar a tancagem disponível com as demais empresas distribuidoras que atuam no país.

As maiores empresas de petróleo e energia do mundo, estatais ou privadas, são empresas integradas, pois é essa integração que as torna gigantes, permitindo que, diante das mudanças geopolíticas e das oscilações de preços e das demandas do mercado internacional, as diferentes atividades compensem umas às outras.

A desintegração e o apequenamento da Petrobrás não servem à visão empresarial, muito menos à Nação Brasileira e seu povo, seu maior acionista, mas a interesses outros, imediatistas e altamente questionáveis.

Os resultados anunciados seriam muito diferentes se a Petrobras se mantivesse na missão de ser uma das maiores empresas de energia do mundo, pública, forte e integrada como os reais patriotas a concebem.

#PrivatizarFazMalAoBrasil

É PETROBRÁS, É DO POVO, É BRASIL.

* Rosangela Buzanelli Torres é engenheira geóloga formada pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e tem mestrado em Sensoriamento Remoto pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Trabalha há 33 anos na Petrobras. Em breve, assumirá o mandato no Conselho de Administração (CA) da companhia, como representante dos trabalhadores, a fim de defender uma Petrobras pública, forte, integrada e que valorize seus funcionários.

Publicado em Sistema Petrobrás

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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