[Da imprensa do Sindipetro-NF]

Após todas as dificuldades fruto da calamidade pública instalada pela pandemia da Covid 19, o Sindipetro-NF e a Federação Única dos Petroleiros estão em contato com a Schlumberger  e já estabeleceu as rodadas de negociação para a campanha salarial do ACT2020/2021.

Agora o Sindipetro-NF irá construir a Pauta de Negociação e para avançar pede aos trabalhadores e trabalhadoras que enviem suas propostas até o dia 10 de julho através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

O NF lembra que eventuais problemas com jornadas de trabalho acima dos 14 dias, fixados na norma coletiva e com pagamentos de horas extras e folgas mar devem ser reportados.

Questões relativas a calamidade regulamentadas pelo Decreto Lei nº 06/2020, devido à pandemia de COVID-19, nas plataformas e nas bases administrativas da empresa também devem ser reportados.

Caso os trabalhadores tenham alguma dúvida, os diretores do Sindipetro-NF, Eider Siqueira e Jancileide Morgado estão a disposição para esclarecimentos, através dos celulares (22) 981496666 ou do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

Publicado em Setor Privado

O Sindipetro-NF foi procurado pelo gerente da Falcão Bauer no dia 30 de abril e foi informado que a empresa pagou as horas extras e os dias dos funcionários que ficaram em hotéis e plataformas, na escala negociada com a Petrobrás e não com o sindicato.

A Falcão esperava receber agora o valor que foi negociado da Petrobrás,  porém recebeu a notícia que só vão receber depois. Por conta disso a empresa quer negociar com o sindicato uma forma assegurar os empregos e poder fazer os pagamentos aos trabalhadores.

O Sindipetro-NF reclamou que a empresa não negociou com o sindicato e ratificou que já haveria um passivo com a categoria.

Na ocasião, o Sindipetro-NF comunicou à empresa que o transporte dos funcionários não estava adequado, via carro de aplicativo ou carro familiar, e nem atendia ao que tinha sido informado aos trabalhadores e ao sindicato.

No dia 5 de maio, a empresa encaminhou um ofício esclarecendo as medidas adotadas para o transporte e “que disponibiliza máscara de proteção, conscientização por meio de informativos, monitoramento com médica do trabalho, vídeos educativos e focados na prevenção e cuidados no transporte, conforme disposições das autoridades competentes sobre prevenção e como se cuidar em tempos de pandemia”.

O Sindipetro-NF pede que a categoria informe caso as medidas preventivas não estejam sendo tomadas.

[Via Sindipetro-NF]

Publicado em Setor Privado

Empresas como a Baker, Halliburton, Schlumberger e Superior estão propondo à Federação Única dos Petroleiros (FUP) e aos seus sindicatos aditivos aos Acordos Coletivos de Trabalho para implementar mudanças na jornada de trabalho enquanto durar o estado de calamidade pública decretado pelo governo federal em função da pandemia.

Na proposta das empresas, a relação trabalho e folga vai continuar a mesma, sendo um dia de folga para cada dia trabalhado para o pessoal embarcado em regime de turno ou sobreaviso. O que muda é o prolongamento das escalas podendo ser de até 28 dias embarcado com as respectivas 28 folgas. Algumas empresas também querem redução salarial para os maiores salários ocupados por gerentes e diretores.

A FUP e seus sindicatos entendem que os trabalhadores podem dar sua cota de contribuição neste momento, mas em contrapartida as empresas precisam se comprometer em nao promover demissões enquanto durar a pandemia. Neste momento precisamos manter os empregos.

Essas empresas prestam serviços para a Petrobras, que é uma empresa estatal e tem o dever de contribuir com a estabilidade econômica do país. A maior responsabilidade social neste momento é manter os empregos.

Para que não haja demissões nas empresas terceirizadas a Petrobras precisa:

1) Suspender a hibernação de campos e plataformas de petróleo;

2) Manter os contratos de serviços com suas empresas terceirizadas.

Já existe no Brasil o movimento #naodemita com a participação de mais de 4 mil empresas que se comprometem em manter os empregos durante a pandemia objetivando evitar ou minimizar um possível colapso econômico e social.

A atual direção da Petrobras pode agir imediatamente por que sua Política de responsabilidade social estabelece os compromissos visando prevenir e mitigar impactos negativos das atividades da direta da Estatal em fornecedores de bens e serviços e comunidade local envolvida.

#NaoDemitaPetrobras

[FUP]

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A maioria das unidades da Petrobrás funciona em terrenos e prédios próprios. Este não é o caso do Edifício Consolação (Edicon), espaço alugado na Rua Augusta, em São Paulo (SP), que funciona como uma espécie de coworking e abrigava cerca de 200 petroleiros de forma rotativa antes da pandemia.

Com a chegada do coronavírus, o espaço foi hibernado e todos os trabalhadores próprios da estatal foram liberados para fazerem home office, ou seja, realizar suas tarefas a partir de suas casas. Entretanto, a empresa “Hub.sp”, da qual a Petrobrás aluga o espaço com toda estrutura de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) e serviços de copa, limpeza e recepção, demitiu quatro e ainda suspendeu o contrato de uma quinta funcionária.

Diante desse cenário, a reportagem do Unificado escutou o relato de Sandra Blanco, trabalhadora da limpeza que faz parte desta lista de demissões. “Quem era trabalhadora da empresa era eu e a Sandy, a terceira pessoa eles colocaram de uma empresa terceirizada, porque os encargos eram menores e não corria o risco de ter perdas se ficasse doente, porque eles substituíam. Só que eles estavam com a ideia de ficar só comigo e com a Sandy, mas lá não tem condições disso. Depois de dois dias que eu falei que não tinham condições de fazer o serviço apenas em duas pessoas, ele [o responsável pela empresa] foi e me mandou embora”, afirma.

De acordo com Sandra, a Hub.sp a demitiu junto com outra trabalhadora quarteirizada, ambas responsáveis pela limpeza. Outras duas pessoas que atuavam na recepção também foram demitidas durante esse período de quarentena e hibernação dos serviços no local. A quinta trabalhadora teve seu contrato suspenso e está recebendo seguro-desemprego.

O dirigente sindical e técnico de administração e controle no Edicon, Tiago Franco, questiona as demissões. “Se a Petrobrás está mantendo o pagamento à empresa terceirizada, ela tem que manter o emprego dessas pessoas, principalmente nesse período de pandemia. Caso contrário, seria uma apropriação indébita. A Petrobrás precisa fazer essa fiscalização, ela também é responsável por esses trabalhadores”, denuncia.

Como tinha menos de seis meses de contrato, Sandra não tem direito ao seguro-desemprego e ainda está enfrentando dificuldades para acessar ao auxílio emergencial da renda básica. Moradora do Jardim Ibirapuera, na zona sul da capital paulista, Sandra e seu filho vivem a incerteza de como conseguirão pagar as contas até o final desse período de crise.

O Sindipetro Unificado dos Petroleiros dos Estado de São Paulo (Sindipetro Unificado-SP) está questionando a direção da Petrobrás sobre esses casos e pedindo a reintegração imediata de todos os trabalhadores demitidos.

[Via Sindipetro Unificado SP]

Publicado em Setor Privado

A FUP solicitou nesta segunda-feira, 04, à Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) informações detalhadas sobre os casos de trabalhadores infectados pelo novo coronavírus e suspeitos de contaminação que foram notificados pelas empresas de petróleo. A Federação alerta à ANP que as empresas do setor, entre elas a Petrobras e suas subsidiárias, não estão cumprindo as medidas preventivas recomendadas pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), no âmbito da “Operação Ouro Negro”.

No último dia 30, a FUP protocolou representação no Ministério Público Federal, cobrando a abertura de investigação criminal para apurar responsabilidade penal e administrativa do presidente da Petrobrás, Roberto Castello Branco, e demais dirigentes da empresa, por negligenciarem ações de prevenção durante a pandemia, colocando em risco os trabalhadores.

Desde 19 de março, quando a FUP apresentou à Petrobrás propostas para proteger os trabalhadores de contaminação, as entidades sindicais vêm cobrando a implementação de medidas efetivas de prevenção, mas os gestores se negam a dialogar. Negligenciam ações sanitárias básicas e omitem informações sobre trabalhadores em grupos de risco e casos suspeitos e confirmados de infectados, aumentando a insegurança da categoria.

Veja a íntegra do documento que a FUP enviou à ANP:

Rio de Janeiro, 04 de maio de 2020.

Ao Senhor Rafael Moura Superintendente do Gerenciamento de Segurança Operacional Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis - ANP 

A FEDERAÇÃO ÚNICA DOS PETROLEIROS – FUP, entidade sindical de segundo grau, sediada na Avenida Rio Branco, 133, 21º andar, Centro, Rio de janeiro, RJ, vem por seu Coordenador apresentar o seguinte requerimento a respeito da pandemia de COVID-19 EM UNIDADES DA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO E GÁS, conforme abaixo desenvolvido.  

1. Plataformas de Petróleo e demais instalações com trabalho confinado

É notório do elevado índice de contaminação em tais unidades, seguidamente noticiado pela grande imprensa.   

A este respeito, lamentavelmente, cabe apontar que os empregadores dessa indústria responderam negligentemente às recomendações promovidas pelo Ministério Público do Trabalho, por esta agência, e outros órgãos fiscalizadores, feitas no âmbito da "Operação Ouro Negro".  

Resultado concreto disso são notícias diárias de dezenas de trabalhadores contaminados.

2. Terminais, Refinarias e outras unidades terrestres

E também lamentavelmente o quadro não é muito diverso nas unidades terrestres da indústria, onde a mais simples providência de utilização de máscaras apenas precária e recentemente foi adotada.  

3. Estrutura Organizacional de Resposta

No caso da Petrobrás, em cumprimento às recomendações da "Operação Ouro Negro" a empresa organizou uma Estrutura Organizacional de Resposta.  

A Federação e seus sindicatos requereram participação na mesma, e desde 18 de março fizeram sugestões, dentre as quais o uso de máscaras para minimizar o contágio, mas nada foi atendido. Os trabalhadores nunca foram ouvidos.  

REQUERIMENTO  

Pelo exposto, a FUP vem requerer as seguintes informações, com fundamento nas já referidas recomendações da Operação Ouro Negro:  

A. Quantos casos comprovados de trabalhadores contaminados, e quantos trabalhadores suspeitos de estarem contaminados, foram identificados e comunicados à ANP, conforme recomendação "3.C.3", e em quais:

A.1. Datas;  

A.2. Unidades;  

A.3. E respectivos empregadores?

B. Em quais unidades, de quais empregadores, foram fornecidas máscaras individuais para minimização do contágio, e em quais datas, conforme recomendação "3.f"?

Por fim, solicitamos o estabelecimento de reunião periódica, com esta superintendência, para acompanhamento da emergência.   

Nestes Termos   

Respeitosamente   

José Maria Ferreira Rangel Coordenador Geral da FUP

Publicado em Petróleo

O Sindipetro-NF encaminhou para as empresas do setor privado um ofício, sugerindo ações a serem tomadas durante o tempo de pandemia do COVID-19 e com pedidos do Médico do Trabalho, Dr. Ricardo Garcia Duarte, aos médicos que coordenam os Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) para melhor acompanhamento pelo sindicato.

Tetra, Champion Technologies, Cetco, Falcão Bauer, Franks, Baker GE, Halliburton, Schlumberger, Superior, Expro e Oiltanking  foram as empresas que receberam ofício do sindicato.

O médico do trabalho solicitou o PCMSO e dos relatórios dos últimos dois anos, atualizados em função da Pandemia pelo COVID-19 e das repercussões da relação trabalho, saúde e doença dos empregados que embarcam ou que estejam em trabalho de turno durante a pandemia.  Além desses documentos, o médico pediu os resultados de exames clínicos e laboratoriais realizados no âmbito do PMCSO mais o setor, local de trabalho atividade profissional e cargo desses trabalhadores.

No documento o sindicato alerta também sobre a necessidade de registrar através das CATs os casos existentes de COVID-19, encaminhando uma cópia ao sindicato, e pelas Fichas do Sistema de Informação de Agravos de Notificação – SINAN do Sistema Único de Saúde-SUS, que servem para a notificação obrigatória dos casos suspeitos e/ou confirmados de Covid-19, assim como para as questões decorrentes do trabalho.

A aplicação de testes diagnósticos (RT- PCR) em massa e com frequente e testagem para todos os trabalhadores é sugerido pelo Sindipetro-NF.  A testagem deve ser realizada enquanto existir a necessidade de isolamento social e durante todo período de embarque e de trabalhos em terra, com a finalidade de rastreamento dos portadores do COVID-19 (inclusive os assintomáticos).

Com isso o sindicato quer preservar a vida, promover a saúde e prevenir acidentes ou doenças, além de tentar reduzir a disseminação do vírus entre a categoria petroleira.

[Via Sindipetro-NF]

Publicado em Setor Privado

O Sindipetro-NF tem recebido denúncias de trabalhadores de empresas privadas do setor petróleo que estão abandonados por elas, principalmente em relação à logística. A continuidade da produção e o lucro acima da vida tem sido prioridade. No momento do embarque, quando a empresa precisa, envia carro para buscar o trabalhador em casa, mas na hora do desembarque deixa o trabalhador por sua conta.

Um exemplo foi o que aconteceu com um trabalhador da Elfe que desembarcou de uma situação tensa a bordo, onde as pessoas estão todas preocupadas com seus empregos e com medo de contaminação por COVID-19, e quando chegou foi deixado na Rodoviária Shopping Estrada em Campos dos Goytacazes vazia, sem ônibus para voltar para sua cidade natal, localizada em outro Estado.

Ao perceber a situação em que se encontrava, pediu auxílio por e-mail para a Elfe e foi informado que só teria carro no dia seguinte. Nem hotel foi oferecido para o trabalhador que dedicou horas de trabalho para a empresa.

“É um total desrespeito o que estão fazendo com os trabalhadores essenciais para o país! Encaminhamos ofício para todos as empresas pedindo para que se preparassem para essa crise sanitária” – afirma o Coordenador do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra.

O sindicato enviou ofício para todas as empresas no dia 25 de março orientando como deveriam tratar seus trabalhadores em momento de pandemia, seguindo as orientações do médico do trabalho, Dr. Ricardo Garcia Duarte e solicitando negociação em cada caso.

O que o sindicato e os trabalhadores recebem como resposta é a negligência das empresas em relação à saúde de seus profissionais e de suas famílias.

O NF está checando todos os casos que chegam por e-mail, reúne o máximo de documentação possível e denuncia a órgãos fiscalizadores, como a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e o MPT (Ministério Público do Trabalho).

Por isso é importante que os trabalhadores que estiverem em situação de risco ou verificarem problemas nos procedimentos das empresas do setor petróleo enviem relatos para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

[Via Sindipetro-NF]

Publicado em Setor Privado

A direção da Perbras procurou o Sindipetro Bahia para, com base na Medida Provisória (MP) 927, negociar a redução salarial e de jornada de seus trabalhadores, por três meses.

Na negociação, ficou estabelecido um corte de 10% nos salários e na jornada de trabalho para os trabalhadores com cargos de coordenação e gerenciamento. A medida não atinge aqueles que têm cargo de execução ou salários mais baixos.

Serão impactados com a redução cerca de 80 trabalhadores.

Diante dessas condições acordadas com a empresa o Sindipetro Bahia formalizou seu primeiro acordo baseado na MP 927, conseguindo minimizar ao máximo os impactos sobre os trabalhadores, em especial sobre os que têm salários menores.

O Acordo foi feito através do diálogo e da negociação, muito diferente da postura da direção da Petrobrás, que vem passando por cima da representação sindical da categoria petroleira, agindo de forma ilegal e desrespeitando os trabalhadores.

A direção que hoje representa essa grande estatal tem muito o que aprender, a começar pelo respeito que deveria ter com os seus empregados e as representações sindicais deles.

Parabenizamos a direção da Perbras pela forma correta como agiu. Quanto à atual gestão da Petrobrás, essa terá de responder juridicamente pelas suas ilegalidades.

[Sindipetro Bahia]

Publicado em Setor Privado

Na semana passada a empresa Elfe Engenharia, que já teve trabalhadores sindicalizados ao Sindipetro-NF anunciou a demissão mais de 300 trabalhadores de seu quadro operacional na Bacia de Campos devido às incertezas impostas pela COVID-19.

Segundo informações publicadas no site Click Petroleo, o Grupo Cobra que possui contratos na área de manutenção também demitiu cerca de 25 trabalhadores de sua base onshore em Macaé, e há relatos dos trabalhadores que mais 150, que atuam em operações offshore também terão mesmo destino, já que os contratos destes são intermitentes e não há previsão de retomada por parte da Petrobras.

A diretoria do Sindipetro-NF está muito preocupada com essas demissões em um momento crítico para a classe trabalhadora. “É preciso garantir uma renda e a estabilidade desses trabalhadores. É preciso que as empresas conversem com os sindicatos e negociem uma forma melhor de atuar nesse momento para que todos não sejam prejudicados” – explica o Coordenador do sindicato, Tezeu Bezerra.

É importante que os trabalhadores das empresas que tem Acordo assinado com o Sindipetro-NF não aceitem negociações individuais e procurem o sindicato para intermediar as negociações. “Vamos tentar manter o emprego e renda que pertencem à nossa categoria” – disse Tezeu.

A Medida Provisória (MP) nº 936/2020  do Governo Federal, batizada de Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, autoriza os patrões a reduzirem a jornada e os salários dos trabalhadores e trabalhadoras com carteira assinada, em 25%, 50% e até 70%, por até três meses, além de suspender os contratos de trabalho por até dois meses. Em troca, os trabalhadores poderão receber parte do seguro-desemprego e estabilidade temporária.

Para o presidente nacional da CUT, Sergio Nobre, essa MP não contempla a classe trabalhadora, porque estabilidade, manutenção da renda  e negociação coletiva para os trabalhadores formais são medidas fundamentais, não só para o enfrentamento da pandemia de coronavírus, mas para a retomada da economia, no pós-pandemia.

“Se não tiver estabilidade, o empresário vai demitir e contratar depois que a crise passar, por isso, o governo federal tem que proibir demissões, no mínimo por dois meses, como está fazendo a Argentina”, disse o presidente nacional da CUT.

O Sindicato alerta para que a categoria denuncie casos de demissão em massa e situações em que se sintam prejudicados, entrando em contato com os diretores pelos celulares ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

[Via Sindipetro-NF]

Publicado em SINDIPETRO-NF

Dois trabalhadores da empresa Perbras ficaram feridos em um acidente que aconteceu por volta das 11h desta segunda-feira (30), na sonda SPT-92. Eles sofreram queimaduras após a ocorrência de um Kick (fluxo descontrolado de hidrocarbonetos, gás ou água saindo de um poço de petróleo devido a alguma falha no seu sistema de controle de pressão), seguido de incêndio, no poço em que estavam trabalhando.

A sonda com oito trabalhadores da Bahia estava atuando no Rio Grande do Norte, no Campo de Riacho da Forquilha, e prestava serviço para a empresa Petrorecôncavo. Os trabalhadores foram socorridos a um hospital de Mossoró, mas segundo informações obtidas pelo Sindipetro Bahia eles não correm risco de morte e passam bem.

O fogo foi debelado por volta das 13h após atuação das equipes da Perbras e Petrorecôncavo . O sindicato está buscando mais informações e acompanhando o estado de saúde dos trabalhadores que tiveram queimaduras após o acidente.

[Sindipetro Bahia]

Publicado em SINDIPETRO-BA
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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