Um incêndio de grandes proporções atingiu a Refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro, na tarde desta segunda-feira (17). Os bombeiros levaram duas horas para controlar o fogo. Não houve nenhum ferido.

Segundo informações preliminares da refinaria, o incêndio teria começado em um dos caminhões na área de descarga, no local onde o combustível é retirado dos veículos.

Segundo o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, o fogo começou às 13h30. Imagens da redes de televisão mostraram caminhões combustíveis estacionados na área em chamas.

Três quartéis do Corpo de Bombeiros foram acionados por volta das 13h40. Por volta das 14h40, os bombeiros informaram que não havia feridos.

Os bombeiros atuaram na área das chamas mais altas tentando fazer o resfriamento com espuma e água. Por volta das 15h, as chamas já estavam mais baixas e era possível ver uma cobertura branca de espuma na área do incêndio.

Os Bombeiros orientaram moradores do entorno da refinaria a deixar suas casas preventivamente. Várias comunidades ficam no entorno. As imagens mostram que o fogo era visto a quilômetros de distância. 

[Com informações das agências de notícias]

Publicado em Petróleo

Os trabalhadores da PetroReconcavo participaram na manhã de terça-feira (11) de um ato em protesto  à morte do torrista, Lucian Nobre Santos, de 28 anos.

A manifestação, organizada pelo Sindipetro Bahia, aconteceu em frente à empresa, onde o empregado trabalhava há quase seis anos. 

Lucian, um rapaz jovem, teve a vida interrompida, assim como milhares de outros trabalhadores terceirizados, que continuam sendo as maiores vitimas de acidentes de trabalho e, muitas vezes, atuam em ambientes precários, com direitos reduzidos. 

Segundo o estudo "Terceirização e Desenvolvimento - uma conta que não fecha", da Central Única dos Trabalhadores (CUT), quatro em cada cinco acidentes de trabalho, inclusive os que resultam em mortes, envolvem funcionários terceirizados.

Na Bahia, Lucian é o terceiro trabalhador do setor que morre este ano em acidentes de trabalho. Segundo dados do Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho do Ministério Público do Trabalho (MPT), de 2012 a 2017, foram registrados 4,26 milhões de acidentes de trabalho no país e 14.412 mortes. A cada 48 segundos um trabalhador sofre acidente.

O número é altíssimo e deve crescer nos anos seguintes, após a aprovação da reforma trabalhista, e tende a piorar com a legalização da terceirização da mão de obra em todas as atividades fins e a permissão da quarteirização. 

Acidente

Lucian foi vitima de um acidente no dia 27 de agosto, quando realizava a limpeza do poço terrestre na sonda PR-02, próximo à Estação São Roque. 

De acordo com testemunhas durante a movimentação da coluna de produção, o cabo de aço rompeu, provocando a queda da catarina (uma espécie de guindaste). A hipótese mais provável é que o trabalhador tenha sido atingido pelo cabo de aço rompido.

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em Setor Privado

Um incêndio atingiu no início da madrugada desta segunda-feira (20) a Refinaria de Paulínia. Segundo informações obtidas pelo Sindicato junto aos trabalhadores, as chamas tiveram início após a explosão do tanque de águas ácidas, que fica no craqueamento - unidade que acabou de passar por parada de manutenção e sofreu uma série de intervenções em seus equipamentos.

O fogo também atingiu a unidade de destilação, causando o rompimento de várias linhas de tubulações. Trabalhadores relatam terem ouvido três explosões. Não houve vítimas.

A ocorrência provocou a parada emergencial da refinaria. A empresa dispensou, nesta manhã, os trabalhadores do administrativo e de outros setores, mantendo somente os funcionários diretamente envolvidos na manutenção das unidades danificadas e equipes de operações e SMS (Saúde/Meio Ambiente/Segurança).

Por sorte, o acidente ocorreu na madrugada, quando havia poucos trabalhadores presentes. “Se tivesse ocorrido em horário administrativo, quando há muitas intervenções de manutenção e trabalhadores circulando, poderíamos ter tido uma fatalidade”, afirmou o coordenador do Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo (Sindipetro Unificado-SP), Juliano Deptula.

[Via Sindipetro Unificado de São Paulo]

Segunda, 20 Agosto 2018 10:31

Acidente na Replan é só um aviso

Explosão e incêndio na madrugada de hoje, 20, assustam trabalhadores e moradores do entorno da refinaria de Paulinia.

Este tipo de acidente é consequência da redução de mão de obra e falta de investimento em equipamentos. Para Simão Zanardi, coordenador geral da FUP, a Petrobras fez dois PIDVs retirando mais de 20 mil trabalhadores da área e não fez concurso público para repor esse efetivo. E ainda fez um estudo para reduzir o número mínimo de segurança operacional. Com isso, todas as refinarias passaram a operar em condições de risco. Este acidente é só um aviso do que virá pela frente.

Informações do Sindipetro Unificado SP

Trabalhadores informaram que, as chamas tiveram início após a explosão do tanque de águas ácidas, que fica no craqueamento - unidade que acabou de passar por parada de manutenção e sofreu uma série de intervenções em seus equipamentos. O fogo também atingiu a unidade de destilação, causando o rompimento de várias linhas de tubulações. Trabalhadores relatam terem ouvido três explosões. Não houve vítimas.

A ocorrência provocou a parada emergencial da refinaria. A empresa dispensou, nesta manhã, os trabalhadores do administrativo e de outros setores, mantendo somente os funcionários diretamente envolvidos na manutenção das unidades danificadas e equipes de operações e SMS (Saúde/Meio Ambiente/Segurança).

Por sorte, o acidente ocorreu na madrugada, quando havia poucos trabalhadores presentes. “Se tivesse ocorrido em horário administrativo, quando há muitas intervenções de manutenção e trabalhadores circulando, poderíamos ter tido uma fatalidade”, afirmou o coordenador do Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo (Sindipetro Unificado-SP), Juliano Deptula.

Publicado em Trabalho

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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