Os petroleiros das plataformas de P-48 e P-62 andam inseguros com a informação de que a Petrobrás solicitou um estudo prévio sobre a terceirização das operações das unidades. Em nenhum momento o Sindipetro-NF foi consultado pela empresa, mas diante da informação absurda e o contato que tem mantido com os trabalhadores, procurou o RH da empresa para mais informações.

A gerência por sua vez usou um discurso superficial e disse que a terceirização está em fase de projeto piloto e que o intuito não é de economizar. Na visão do sindicato, o intuito dessa gestão bolsonarista é como eles próprios dizem: “passar a boiada” e colocar a empresa em situação de terra arrasada.

“Ja visitei empresas de petróleo como a Modec, SBM e BW e todas elas mantem sua área operacional com 100% de pessoal próprio. É um absurdo o que esses entreguistas estão fazendo com a Petrobrás. Não se terceiriza a operação de uma unidade ou embarcação!” – afirma o Coordenador do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra.

O Sindipetro-NF irá solicitar uma reunião emergencial e oficial com a gestão da Petrobrás para esclarecer os fatos e já se reuniu com a representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Companhia, Rosângela Buzanelli, para que isso também seja colocado em reunião do Conselho. Também pretende realizar reuniões setoriais com os trabalhadores dessas unidades para definir estratégias de atuação, já que a empresa deu seis meses para que sejam transferidos.

A direção do Sindipetro-NF convoca a categoria petroleira a entrar nessa luta em defesa da empresa e dos seus empregos. Não adianta num momento como esse apenas os diretores do sindicato fazerem algo. É importante que todos percebam que sindicato e categoria estão do mesmo lado e que o maior inimigo é o governo que quer acabar com tudo.

Na Bacia de Campos, já foram vendidas diversas unidades. “Estamos em choque com a capacidade de essa gestão fascista tem de querer destruir tudo que a Petrobrás e os governos anteriores construíram. Só reafirmo que a categoria petroleira não aceitará esse ataque de braços cruzados. Vamos reagir!” – afirma Tezeu Bezerra.


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[Da imprensa do Sindipetro-NF]

Publicado em Sistema Petrobrás

Trabalhadores que estão no Royal Macaé Palace Hotel, durante o período de isolamento pré-embarque, estão tendo problemas para conseguir se alimentar. O motivo é que o valor custeado pela Petrobrás para alimentação é menor que os valores cobrados no cardápio oferecido pelo hotel. 

Segundo os trabalhadores, para conseguir se alimentar direito e conseguir beber algo é necessário completar o valor por conta própria. 

“Nós, trabalhadores, viemos para o Hotel seguir o isolamento e temos que pagar diferença para almoçar e jantar? Isso é um absurdo. Se o hotel aumentou os preços dos alimentos, a Petrobrás tem que subir os valores para a alimentação na mesma proporção”, declarou um dos trabalhadores. 

O diretor do Sindipetro-NF, Alexandre Vieira, lamenta a insistência da Petrobrás em agir maltratando seus funcionários. Ele lembra que o trabalhador já está em uma situação difícil, em confinamento, em um quarto, e não pode sequer ter uma refeição digna. 

O sindicato reforça a necessidade de que a categoria envie relatos sobre a ocorrência destes casos, entre outros que coloquem afetem o trabalhador para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

[Da imprensa do Sindipetro-NF]

Publicado em SINDIPETRO-NF

No próximo dia 10, haverá assembleia on line dos trabalhadores e trabalhadoras da Schlumberger para apreciar a proposta de ACT 2020/2022 apresentada pela empresa. O Sindipetro-NF convoca a categoria a participar em peso às 16h dessa atividade importante para das andamento à Campanha Salarial. Veja edital abaixo: 

EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLÉIA GERAL

O Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense – SINDIPETRO – NF, vem convocar os empregados da empresa Schlumberger Serviços de Petróleo Ltda, lotados em sua base sindical, (Bacia de Campos, Macaé, Campos, Rio das Ostras e região) para Assembleia Geral, a ocorrer por meio virtual, via aplicativo Zoom, no dia 10 de fevereiro de 2021, às 16h primeira convocação e às 16h15 segunda convocação, para a apreciação e votação da seguinte pauta:

  • Votação da proposta de Acordo Coletivo de Trabalho para o período 2020/2022

Macaé, 05 de fevereiro de 2021

Eider Cotrin Moreira de Siqueira

Diretor Setor Petróleo Privado Sindipetro-NF

[Do Sindipetro-NF]

Publicado em Setor Privado

Nesta quinta-feira, 28, a diretoria do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense se reuniu com o presidente da Alerj, o Deputado André Ceciliano para tratar de questão pertinentes ao Norte Fluminense.

O tema emprego e renda foi um dos principais assuntos do encontro. Na ocasião, o diretor do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra, apresentou uma carta com dados, que comprovam a redução de empregos na Bacia de Campos e os impactos que essa nova realidade pode trazer não só para a região como para todo o Estado do Rio de Janeiro.

“Tivemos uma reunião muito proveitosa, que envolveu vários assuntos, mas principalmente a questão do emprego e renda no Norte Fluminense. Demos o primeiro passo pra estreitar essa relação e o Deputado se mostrou disposto a contribuir, realizar audiências públicas para buscarmos melhorias para esse cenário, inclusive, com a participação dos prefeitos”, avaliou Tezeu.

O representante do Ineep, Rodrigo Leão, também aproveitou o momento para apresentar alguns dados importantes sobre o atual cenário. “Nós fizemos uma fala sobre o risco da saída da Petrobras da Bacia de Campos, que está desmontando toda a cadeia de Petróleo e gás. Os investimentos continuam caindo. E o Deputado se mostrou muito sensível a essa questão e afirmou que vai cobrar a Petrobrás e levar o assunto para ser debatido na Alerj”, comentou.

Também foram tratados temas como o desmonte da AMS e a pandemia de Covid-19 na Petrobrás, a troca da Petrobrás pelo Setor Privado na exploração de Petróleo na Bacia de Campos e a redução dos investimentos e os impactos para o Rio de Janeiro e em especial no Norte Fluminense.

Participaram da reunião o Coordenador do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra, Carlos Takashi (Dieese), Rodrigo Leão (Ineep), Dr. Ricardo Garcia (Médico do Trabalho) e  Fábio Lima, (assessor da Veredas).

[Da imprensa do Sindipetro-NF]

Publicado em Petrobrás Fica

Todas as semanas, desde o início da pandemia, a categoria petroleira é assombrada com um novo surto de Covid nas plataformas. O caso mais recente é com os trabalhadores de P-63, na Bacia de Campos. A FUP e o Sindipetro-NF seguem na luta em defesa da saúde da categoria, cobrando da Petrobrás uma gestão que defenda a vida das pessoas e que priorize a prevenção da doença, mas infelizmente o que é visto é um repeteco da necropolítica de Bolsonaro.

[Da imprensa do Sindipetro-NF]

A rotina dos surtos de Covid nas plataformas da Bacia de Campos continuam. O Sindipetro-NF recebeu no sábado, 23, a informação que quatro trabalhadores que embarcaram na P-63 apresentaram sintomas da doença e testaram positivo. No dia seguinte, o enfermeiro que fez o atendimento foi isolado, depois desembarcou e também testou positivo, assim como um trabalhador do lastro. No total a plataforma teve seis casos confirmados e três suspeitos, ainda sem confirmação do resultado dos testes desses últimos.


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Como a partir de três pessoas no ambiente ser considerado surto, o Sindipetro-NF orientou aos trabalhadores a bordo que solicitassem uma reunião extraordinária de Cipa, com participação do sindicato, para que fosse feita uma ata relatando a situação da unidade.

Em contato com a gestão, o sindicato cobrou a testagem imediata dos trabalhadores e a higienização da plataforma, mas até o fechamento do boletim não tivemos informação que esses pedidos do sindicato tivessem sido cumpridos. Na reunião de Estrutura Organizacional de Resposta da Petrobrás (EOR) que aconteceu na quarta, 27, a diretoria do NF cobrou novamente uma ação imediata em P-63. Enquanto a gestão não toma as devidas providências mais pessoas se arriscam a se contaminar a bordo. Uma triste realidade que atinge a categoria petroleira.

Situação no NF

Desde o início de abril de 2020 o Departamento de Saúde do Sindipetro-NF acompanhou e registrou os casos de trabalhadores acometidos ou suspeitos de terem contraído o COVID19, em decorrência do ambiente de trabalho. Até o dia de hoje, foram registrados no departamento 181 casos de trabalhadores suspeitos de infecção pelo coronavírus e 150 obtiveram resultado positivo para a doença.

 

Petroleiros e petroleiras da Baker Hughes /GE terão assembleia no próximo dia 19/01 para avaliarem a proposta de ACT 2020/2022.

A assembleia ocorrerá virtualmente, através da plataforma Zoom. As inscrições podem ser feitas através do link https://us02web.zoom.us/meeting/register/tZwkce6srzooEtRwOEf_al_5_jvisIj_qYFD .

Após a inscrição, maiores informações sobre como acessar a assembleia serão passadas ao email inscrito.

 

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

ASSEMBLÉIA GERAL

 

O Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense – SINDIPETRO – NF, vem convocar os empregados da empresa Baker Hughes / GE, lotados em sua base sindical (Bacia de Campos, Macaé, Campos, Rio das Ostras, e região) para Assembléia Geral, a ocorrer por meio virtual, via aplicativo Zoom, no dia 19 de janeiro de 2020, às 16h primeira convocação e às 16h30 segunda convocação, para a apreciação e votação da seguinte pauta:

  1-   Apreciação e votação da proposta de Acordo Coletivo de Trabalho 2020/2022. 

  

Macaé, 15 de janeiro de 2021

    

Eider Cotrim Moreira de Siqueira

Coordenador do Setor Petróleo Privado Sindipetro-NF

Publicado em Setor Privado

O Sindipetro-NF tem recebido nos últimos dias denúncias da categoria de que a Petrobrás insiste em submeter trabalhadores a treinamentos presenciais em meio à pandemia da Covid-19. Os cursos, exigidos pela Marinha, tiveram a validade estendida por um ano, por meio de portaria publicada em 18 de dezembro (nº 425/2020), mas mesmo assim a companhia continua a colocar os petroleiros e petroleiras em risco nestas turmas.

Desde o início da pandemia o sindicato cobra da Petrobras a utilização, excepcionalmente, de modelos de cursos que possam ser feitos à distância, para evitar aglomeração. Em relação aos cursos exigidos pela Marinha, o aumento do prazo de validade tornou ainda mais viável essa precaução, que está sendo desconsiderada pela empresa.

“Alguns até são cursos que exigem interação e aglomeração das pessoas. O CBSP [Curso Básico de Segurança de Plataforma, mais conhecido como Curso de Salvatagem], por exemplo, inviabiliza o uso da máscara, porque tem atividades na água”, explica o coordenador do Departamento de Saúde do Sindipetro-NF, Alexandre Vieira.

Além de exigir o curso sem necessidade no momento, a Petrobrás está embarcando trabalhadores logo após a realização do treinamento, sem cumprimento da quarentena e o acompanhamento do pré-embarque para prevenção da contaminação pelo novo corona vírus. Não estão sendo realizados testes de Covid-19, apenas medição de temperatura.

O NF cobrou da Petrobrás a suspensão destes cursos e denunciou o comportamento da companhia ao Ministério Público do Trabalho — que também está questionando a empresa. O sindicato reforça a necessidade de que a categoria envie relatos sobre a ocorrência destes casos, entre outros que coloquem em risco a saúde e a segurança, para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

[Da imprensa do Sindipetro-NF]

A Petrobras enviou nota à imprensa em que confirmou desembarques em suas unidade marítimas e informou que sempre que um caso suspeito é identificado em unidade offshore são reforçadas as medidas de higienização e distanciamento na unidade e, preventivamente, podem ser realizados testes a bordo.

Para a diretoria do Sindipetro-NF, “essa resposta deixa evidente a falta de cuidado da empresa com a vida dos seus trabalhadores. Pois se a empresa informa para a imprensa que “preventivamente, podem ser realizados testes a bordo”, por que não o faz?”

O sindicato também questiona porque a empresa deixa a contaminação atingir mais trabalhadores e não age de forma preventiva, como alguém que quer proteger a saúde das pessoas.


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Casos se multiplicam

Na última sexta, 8 de janeiro, o SindipetroNF recebeu a notícia de mais desembarques de suspeitos e casos positivos a bordo de plataformas.

"Essa semana informamos que haviam ocorrido desembarques na P-35. Dos 16 trabalhadores desembarcados, o NF tem o resultado de sete pessoas, sendo cinco negativos e dois positivos. Ainda aguarda o resultado de outras nove. Mais nove pessoas de P-35 aguardam desembarque. Enquanto isso a Petrobrás não toma nenhuma medida preventiva.  O que o sindicato observa é que mais e mais trabalhadores são expostos a propagação do vírus", informou o sindicato.

A entidade também noticiou que os trabalhadores de P-61 solicitaram uma nova testagem geral a bordo, devido ao risco dos falsos negativos, evidenciados pela contaminação de cerca de 30% dos trabalhadores da unidade. Na sexta, o sindicato foi informado que mais cinco suspeitos desembarcaram, sem que houvesse testagem preventiva a bordo.

Mídia repercute

No final de semana, diversos veículos de imprensa publicaram matérias a partir de denúncias e informações divulgadas pela FUP e pelo Sindipetro-NF sobre o aumento de casos de Covid-19 entre os trabalhadores do Sistema Petrobras. Veja algumas das matérias:

O Globo: Número de funcionários da Petrobras com Covid tem a maior alta desde o começo da pandemia

UOL: Surto de Covid em 2 plataformas da Petrobras leva ao desembarque de 28 pessoas, diz FUP

Terra: Petrobras ultrapassa os 4 mil infectados com covid-19; desembarques continuam

Petronotícias: FUP ALERTA PARA NOVOS SURTOS DE COVID-19 EM PLATAFORMAS DA PETROBRÁS NA BACIA DE CAMPOS

Sobre os testes

Por incompetência ou descaso, a Petrobrás deixou o contrato de testagem pelo RT-PCR vencer. Como quebra galho, está utilizando a testagem por antígeno.

“Provavelmente a empresa vai responder que o teste de antígeno é eficiente. O que não é mentira! Mas certamente ela vai esconder que a testagem positiva por esse método, deve ser confirmada por RT-PCR. Que é o padrão reconhecido para diagnóstico da COVID-19. Possivelmente também não irá mencionar que ela está buscando um novo contrato para a testagem por RT-PCR que deve entrar em operação daqui a três semanas”, comentou o diretor do Departamento de Saúde do Sindipetro NF, Alexandre Vieira, que vem acompanhando semanalmente com a FUP as reuniões com o Grupo de de Estrutura Organizacional de Resposta da Petrobrás (EOR), responsável pelas ações de gestão relativas à pandemia da Covid-19 nas unidades da empresa.

São muitos os questionamentos que a FUP e as entidades sindicais têm feito à empresa, sem receber uma resposta à altura. É o caso, por exemplo, do atendimento médico dos contaminados nos hotéis e a não emissão de Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), apesar das recomendações do Ministério Público do Trabalho e a decisão favorável do Supremo. Saiba mais aqui.

[FUP, com informações do Sindipetro-NF e das agências de notícias | Foto: Agência Brasil]

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) deu um ultimato à direção da Petrobrás para que conclua as negociações dos 54 campos de petróleo em terra e em águas rasas, que compõem os Polos de Recôncavo, Miranga, Remanso, Garoupa, Peroá-Cangoá, Merluza e Ceará Mar, até o dia 30/06/2021. Fixou ainda o prazo de 31/12/2021 para a venda dos 15 campos dos polos de Carmópolis, Potiguar e Urucu (que não tiveram sucesso na primeira fase do desinvestimento da estatal). Caso a Petrobrás não consiga vender esses campos no prazo determinado, a ANP deixou claro que pode “iniciar o processo de extinção contratual para os campos sem produção caso conclua que não houve evolução do processo”. Ou seja, o governo Bolsonaro/Guedes, está colocando a “faca no pescoço” da direção da Petrobrás para acelerar o processo de privatização da empresa, mesmo que isso cause prejuízo. Se a venda desses campos de petróleo e gás, já causa um enorme dano a nação, imagine vender esses ativos com pressa, sem esperar a melhor oferta. O valor, com certeza, será abaixo do que vale o ativo. O fato é que está cada vez mais claro que há uma articulação envolvendo o governo federal, a ANP e empresas privadas com o objetivo de acelerar a privatização da Petrobrás. Afinal, se não vender os campos no prazo determinado, a Petrobrás terá de devolvê-los a ANP, que, por sua vez, ficará responsável pela venda. E a Petrobrás não receberá nada em troca. “Isso é uma perversidade. O problema não é porque os campos estão maduros ou têm baixa produção, o que está em jogo é uma decisão governamental de vender a qualquer custo. Mesmo que o campo de Candeias, na Bahia, por exemplo, tivesse o custo de extração de um dólar e o barril estivesse sendo vendido a 40 dólares ( que daria um lucro fabuloso), mesmo assim, o campo de Candeias seria vendido”. Analisa o Diretor de Comunicação do Sindipetro Bahia, Radiovaldo Costa. Para o Coordenador do Sindipetro Bahia, Jairo Batista, “o que está em jogo não é a lucratividade. O objetivo é entregar o patrimônio público e enfraquecer uma das mais importantes empresas públicas para privilegiar o capital privado e em especial o capital internacional. É um projeto de governo, de Bolsonaro e Guedes”. Com esse tipo de decisão politica do governo federal, que não é econômica, financeira e muito menos técnica, como podemos a acreditar no slogan “Brasil acima de tudo..” ? Como o nosso país está acima de tudo se a ação governamental privilegia o capital estrangeiro que não tem identidade, tradição ou preocupação social com o Brasil e os brasileiros? Com o aval de Bolsonaro, essas empresas ganham trânsito livre para especular e ganhar dinheiro com o patrimônio construído com dinheiro público ao longo de décadas. De acordo com a ANP “até o momento, dos 183 campos de terra e águas rasas colocados no processo de desinvestimento original, 100 (55%) campos foram concluídos, 54 (29%) campos encontram-se em fase avançada de negociação com manifestações das empresas, 15 (8%) não tiveram sucesso e foram incluídos em novos polos do projeto de desinvestimento da Petrobras, distribuídos entre os Polos Carmópolis, Potiguar e Urucu, e 14 (8%) estão em processo de devolução (análise para o descomissionamento ou inclusão na Oferta Permanente)”. [Da imprensa do Sindipetro Bahia | Foto: Agência Brasil]

Publicado em Petrobrás Fica

Na última semana o Sindipetro-NF recebeu mais denuncias de contaminação por COVID em mais duas unidade na Bacia de Campos: P-51 e P-35. Na P-51 a denúncia é de que 26 pessoas desembarcaram com suspeita de COVID-19 de 13 a 18 de dezembro. O Sindipetro-NF não foi informado da quantidade de infectados.

Já na P-35, no dia 27 de novembro o POB da plataforma era em torno de 160 pessoas, numa unidade com 43 camarotes cuja lotação máxima é de 200 pessoas. Nessa data, quatro pessoas desembarcaram sendo um positivo e três negativos. No dia 28 desembarcaram duas pessoas, uma positiva e outra negativa, e no dia primeiro de dezembro situação semelhante, um positivo e outra negativo.

No dia 1 de dezembro o NF já havia denunciado no site esses primeiros casos em P-35, mas no dia 4 de dezembro, haviam nove pessoas com suspeitas que ficaram em dois camarotes. Um com cinco pessoas e outro com quatro que não tiveram acesso ao resultado de seus testes. O NF recebeu denúncia também que de 5 a 16 de dezembro, aconteceram desembarques e os relatos são de 11 pessoas positivas para COVID.

Por conta do número alto de pessoas suspeitas a Petrobras embarcou uma equipe no dia 16 para fazer a testagem de PCR em todo pessoal a bordo. E ontem, dia 17 saiu o resultado de quatro assintomáticos como positivos. Dois desembarcaram no mesmo dia e hoje, 18 estava previsto o desembarque de outros dois mais um contactante.

O Sindipetro-NF continua insistindo com a gestão da Petrobras que mantenha o sindicato informado e que trate com respeito a categoria petroleira que está a bordo trabalhando para ela. Também pressiona para que medidas de proteção sejam tomadas de forma a resguardar todos os trabalhadores independentes de próprios ou de contratadas.

Cabe lembrar que desde o início da pandemia, o NF vem atuando de forma incisiva na proteção da saúde dos trabalhadorese que também encaminhou denúncia de mais esses casos à fiscalização do Trabalho e ao Ministério Público do Trabalho. 

Denúncias

A diretoria do sindicato reforça a importância dos petroleiros e petroleiras denunciarem os casos de COVID para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Como é uma prática nossa, o NF garante o tratamento e o sigilo adequado.

[Da imprensa do Sindipetro-NF]

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.