Combustíveis têm preços elevados pela 6ª vez no ano, o que afeta toda a economia, a inflação e o crescimento do país. Brasil paga “preço de escolha política dos governos Temer e Bolsonaro”, diz o Dieese

[Da Rede Brasil Atual | Foto: Guilherme Santos/Sul21]

Pela sexta vez no ano, a Petrobras elevou nesta terça-feira (9) os preços dos combustíveis, o que agrava em especial a sobrevivência de trabalhadores precarizados. A medida, mais uma vez, coloca em questão o acesso ao gás de cozinha e aperta a margem de sobrevivência econômica de caminhoneirosmotoristas de aplicativos e entregadores. E todos aqueles que têm no deslocamento pela cidade sua fonte de renda. É o que alerta o diretor técnico do Dieese, Fausto Augusto Júnior, em sua coluna na Rádio Brasil Atual

De acordo com o especialista, os reajustes progressivos, anunciados pela Petrobras, estão “retirando a renda de setores muito precarizados em que o preço dos combustíveis interferem na sua remuneração”. Em pouco mais de dois meses, os reajustes acumulados no ano nas refinarias já chegaram a 54% na gasolina, ultrapassando a casa dos R$ 5 na maioria dos postos, e de 41,6% no óleo diesel. Nesta terça-feira (9), a gasolina e o diesel sofreram novo aumento de 8,8% e 5,5%, respectivamente. 

O impacto dos aumentos

Tudo isso para “garantir a taxa de retorno dos acionistas da Petrobras, dos importadores de combustível e dos grandes produtores de etanol”, aponta o Dieese. O “preço de uma escolha” que o Brasil paga desde o governo de Michel Temer ao atual de Jair Bolsonaro com uma política de preços atrelada ao mercado internacional e ao dólar. “Mas teoricamente, porque na prática normalmente ela tem flutuado para cima. Todas as vezes que o preço do petróleo e do câmbio se reduz, de alguma forma, essa redução acaba ficando com o distribuidor”, ressalta. 

“E isso traz impactos diretos na vida das pessoas, cotidianamente elas estão com muita dificuldade. Primeiro para lidar com a alta do preço de um botijão de gás, passando da casa dos R$ 80, em alguns lugares chegando a quase R$ 90. E de alguma forma isso vai afetando diversos setores. No caso dos trabalhadores, em geral, estamos vendo um impacto grande nos trabalhadores de aplicativo, do transporte, taxistas”, explica. 

“Essa forma como a Petrobras escolhe de organizar o preço está de algum modo ligada ao aumento da desigualdade e da concentração de renda”, completa. 

Política de preços intocável 

Os reajustes ainda provocam impactos mais gerais, prejudicando toda a economia, contribuindo para a inflação e impedindo o crescimento econômico. O país, segundo Fausto, está num “looping” em que o preço dos combustíveis aumenta por conta do câmbio. Que por sua vez varia de acordo com o “humor do mercado” que “estressado” contribui para elevar o dólar e em sequência o preço da gasolina. “E isso não faz o menor sentido”, pontua o diretor técnico. 

A solução, define o Dieese, passa por enfrentar o sistema de preços da Petrobras. Mas o que o país está vendo é uma “lambança”, destaca, com relação às medidas de redução dos impostos federais anunciada na semana passada por Bolsonaro. A proposta, comenta Fausto, retira os recursos de arrecadação do próprio Estado e não impacta no bolso do consumidor. A tendência, ainda segundo ele, é que com a venda das refinarias da Petrobras, a dependência do mercado internacional e essa oscilação de preços para cima se torne ainda pior. 

Publicado em Sistema Petrobrás

Nesta quarta-feira, 10, os trabalhadores do Sistema Petrobrás entram no sexto dia de greves na Bahia, no Amazonas, no Espirito Santo e em São Paulo, com novas adesões. Na Bahia, além da Refinaria Landulpho Alves (Rlam), cujos trabalhadores retomaram a greve na última sexta-feira, 05, o movimento foi intensificado com a adesão dos trabalhadores dos campos terrestres de Taquipe, que também lutam por segurança e contra a precarização e as demissões causadas pelas privatizações.

Nas bases do Sindipetro Unificado de São Paulo, foi a vez dos trabalhadores da Refinaria de Capuava (Recap), em Mauá, se somarem às mobilizações. A greve segue movimentando ainda os petroleiros na Refinaria de Manaus (Reman) e nas bases do Sindipetro Espírito Santo.

Novas adesões começam a ser desenhadas também em outras bases da FUP que aprovaram a greve. Houve atrasos no turno na Regap, em Minas Gerais, na Refinaria Abreu e Lima e no Terminal Aquaviário de Suape, em Pernambuco. No Norte Fluminense, os trabalhadores aprovaram estado de greve e realizam nesta quarta-feira, 10, seminário de greve. Veja abaixo mais detalhes.

Com pautas de reivindicações diversas, os sindicatos da FUP denunciam os impactos das privatizações nas relações de trabalho, em função das transferências compulsórias feitas pela gestão da Petrobrás, da redução drástica de efetivos e do sucateamento das unidades, principalmente as que estão sendo vendidas. O resultado desse desmonte é o risco diário de acidentes, sobrecarga de trabalho, assédio moral e descumprimento rotineiro do Acordo Coletivo de Trabalho.

Veja como estão as mobilizações em outras bases:

Minas Gerais

Os petroleiros da Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Betim (MG), se somaram às mobilizações nesta quarta-feira, 10, com atrasos na entrada do turno e debates com o sindicato sobre o processo de negociação da pauta local. Os trabalhadores estão negociando com a gerência da Regap reivindicações relacionadas às condições de segurança na refinaria, como efetivo mínimo de trabalhadores, tabela de turno e medidas de prevenção ao avanço da pandemia de covid-19, principalmente, em função das paradas de manutenção que estão ocorrendo.

Pernambuco

Os petroleiros da Refinaria Abreu e Lima e do Terminal Aquaviário de Suape realizaram atos no início da manhã, com atrasos na entrada do expedientes, em protesto contra o sexto aumento este ano no preço dos derivados de petróleo e cobrando condições seguras de trabalho nas unidades do Sistema Petrobrás em Pernambuco, que estão em processo de privatização. O Sindipetro-PE/PB denuncia o sucateamento das unidades, com impacto direto nas condições de trabalho, como a redução dos quadros de efetivos e o descumprimento de normas de segurança que colocam em risco a vida dos trabalhadores.

Os impactos das privatizações no Sistema Petrobrás também estão sendo denunciados pelos petroleiros em atividades no centro de Recife.

Norte Fluminense

Em estado de greve, os trabalhadores das bases de terra e mar da Bacia de Campos realizam nesta quarta-feira, 10, seminário de greve para discutir coletivamente a construção de um grande movimento de paralisação, pelo cumprimento de direitos da categoria e contra o desmonte da Petrobrás, que já se desfez de várias plataformas na região e está privatizando diversas outras.

“A conjuntura de pandemia e de governo Bolsonaro está impondo estratégias cada vez mais inteligentes aos movimentos grevistas. O Sindipetro-NF tem tradição na construção de formas ousadas e alternativas de greve, que muitas vezes surpreenderam a gestão da empresa e produziram conquistas importantes. Toda essa história é feita de forma coletiva, nos seminários, nas reuniões setoriais, assembleias e outras formas de interação com a categoria”, destaca o sindicato.

Combustíveis a preços justos

Enquanto a Petrobrás reajusta pela sexta vez os combustíveis este ano, os sindicatos da FUP intensificam as ações solidárias de venda subsidiada da gasolina, do diesel e do gás de cozinha, mostrando para a sociedade que é possível comprar derivados de petróleo por preços justos. A apesar de produzidos nas refinarias brasileiras com petróleo nacional, os combustíveis são vendidos a preços internacionais e custo de importação. 

Uma conta que não fecha para os consumidores brasileiros, pois é baseada no Preço de Paridade de Importação (PPI). política de reajuste dos derivados de petróleo que foi implantada em 2016 no governo Temer e mantida pelo governo Bolsonaro.

Cada vez que o preço do barril de petróleo, que é cotado em dólar, sobe lá fora, a Petrobrás reajusta os preços dos combustíveis aqui no Brasil. Com isso, só em 2021, a gasolina já aumentou 54%, e o diesel 41,5% nas refinarias. Os brasileiros estão refém das oscilações do mercado internacional e da disparada do dólar, o que tem sido constante. A FUP e seus sindicatos vêm denunciando há mais de quatro anos os prejuízos do PPI e cobrando a adoção de uma política de Estado para o mercado de combustíveis, que garanta preços justos para o povo brasileiro e o abastecimento nacional. 

Para ampliar esse diálogo com a população, os petroleiros farão novas ações solidárias nos próximos dias em diversas regiões do país, cujo calendário será divulgado em breve. Na semana passada, nove municípios do país foram atendidos pelas ações da FUP e de seus sindicatos, que junto com a CUT e movimentos sociais, distribuíram 22 mil litros de gasolina a R$ 3,50 o litro, 10 mil litros de óleo diesel a R$ 3,09 o litro, e 450 botijões de gás de cozinha a R$ 40,00 o botijão de 13 kg. 

Fotos do sexto dia de greve:

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[Da imprensa da FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

A direção da Petrobrás anunciou nesta segunda-feira (8) o sexto reajuste este ano da gasolina e do óleo diesel, que, apesar de produzidos nas refinarias brasileiras com petróleo nacional, são vendidos a preços internacionais e custo de importação. Uma conta que não fecha para os consumidores brasileiros, pois é baseada no Preço de Paridade de Importação (PPI). política de reajuste dos derivados de petróleo que foi implantada em 2016 no governo Temer e mantida pelo governo Bolsonaro.

Cada vez que o preço do barril de petróleo, que é cotado em dólar, sobe lá fora, a Petrobrás reajusta os preços dos combustíveis aqui no Brasil. Com isso, só em 2021, a gasolina já aumentou 54% e o diesel 41,5% nas refinarias. Os brasileiros estão refém das oscilações do mercado internacional e da disparada do dólar, o que tem sido constante. A FUP e seus sindicatos vêm denunciando há mais de quatro anos os prejuízos do PPI e cobrando a adoção de uma política de Estado para o mercado de combustíveis, que garanta preços justos para o povo brasileiro e o abastecimento nacional. 

“É urgente e necessário o fim dessa política de preços da Petrobrás, que muito penaliza o trabalhador brasileiro. E se a venda das refinarias for adiante, será a instauração em definitivo dessa política de preços que olha somente para o exterior para colocar preço em combustíveis produzidos no Brasil, por refinarias brasileiras, da Petrobrás. Quem comprar esses ativos poderá cobrar o preço que quiser, e obviamente se guiará apenas pelos valores internacionais. Por isso alertamos sempre que o bolso do consumidor vai doer ainda mais”, afirma o coordenador da FUP, Deyvid Bacelar.  

“Desde outubro de 2016 denunciamos que isso iria acontecer. A política de preços dos combustíveis baseada nos preços de paridade de importação não garante o abastecimento do mercado nacional, muito pelo contrário. Com as refinarias operando com capacidade bem abaixo do que poderiam, cresce a importação de derivados de petróleo por empresas que se instalaram no país. São produtos que poderiam estar sendo produzidos pelas refinarias da Petrobrás e não estão. E se essas plantas forem vendidas, como a empresa planeja, corre-se o risco de os combustíveis não chegarem à toda população brasileira. E quando e se chegarem, serão a preços abusivos, por conta da atual política de preços baseada exclusivamente no mercado internacional”, acrescentou.

[Da comunicação da FUP]

 

Publicado em Sistema Petrobrás

De 08 a 12 de março a diretoria do SINDIPETRO-RN está promovendo uma ação na mídia de Mossoró sobre o preço justo dos combustíveis. A capital do oeste potiguar é a primeira cidade do Rio Grande do Norte a receber a campanha publicitária. Neste primeiro momento a ação está sendo veiculada em duas rádios (93 FM e 95 FM), jornal impresso (Jornal De Fato), outdoor e redes sociais.

A campanha tem como prerrogativa conscientizar a população sobre o preço justo no diesel, gasolina e gás de cozinha em todo território nacional. O aumento quase que semanal nos preços dos combustíveis segue a política de preços em que o valor do barril de petróleo é baseado no preço do dólar, aumentando deliberadamente o preço nas refinarias da Petrobrás.

Essa política de preços absurda beneficia majoritariamente os acionistas privados, pois o Estado Brasileiro detém cada vez menos participação na Estatal brasileira (deteve algo em torno de 50% e hoje apenas 36,75% das ações totais). O modelo atual de precificação foi instaurada no governo Michel Temer em 2016, e segue com aval do atual presidente da República.

Para o Diretor da FUP e secretário-geral do SINDIPETRO-RN, Pedro Lúcio, o presidente tem em suas mãos o poder de mudar esse cenário abusivos dos combustíveis. “Com algumas canetadas Bolsonaro pode baixar o preço do diesel, gasolina e gás de cozinha. O presidente precisa alterar a atual política de preços da Petrobrás, que está cobrando em dólar. Se nosso salário é em real porque compramos a gasolina em dólar?”.

O dirigente continua, “retornar imediatamente o funcionamento das refinarias do país para 100%. Hoje o funcionamento das refinarias foi reduzido para 60 a 70% da capacidade. Refinando mais no Brasil, o valor dos combustíveis vai cair. E por fim, cancelar as privatizações das refinarias e a venda dos campos terrestres da Petrobrás. As multinacionais querem a privatização para abocanhar nossas riquezas e cobrar mais caro pelos combustíveis”, explica Pedro.

A ação midiática do SINDIPETRO-RN já está na rua e pode ser vista em outdoor’s na Avenida João da Escóssia, no Nova Bethânia, e na Avenida Leste Oeste, no Centro da cidade.

Nas rádios o sindicato está veiculando spot’s sobre o assunto e fazendo sorteios de voucheres de gasolina no valor de R$50,00. Para participar do sorteio na 95 FM, ligue 3315 – 0733. Na 93 FM a participação para concorrer ao brinde pode ser no 3315-3200.

[Da imprensa do Sindipetro-RN]

Publicado em SINDIPETRO-RN

No quarto dia de greves regionais, os petroleiros realizam nesta segunda-feira, 08, novas mobilizações de oferta de combustíveis a preços subsidiados para a população. As atividades ocorrem em São Paulo, com ações direcionadas às mulheres motoristas de aplicativo, e em Mossoró, no Rio Grande do Norte (veja no final da matéria). Na semana passada, nove municípios do país foram atendidos pelas ações da FUP e de seus sindicatos, que junto com a CUT e movimentos sociais, distribuíram 22 mil litros de gasolina a R$ 3,50 o litro, 10 mil litros de óleo diesel a R$ 3,09 o litro, e 450 botijões de gás de cozinha a R$ 40,00 o botijão de 13 kg. 

Outras regiões do país devem ser  contempladas por novas ações dos petroleiros ao longo da semana. A FUP e seus sindicatos pretendem transformar em permanentes essa atividades, com um calendário fixo de mobilizações para dialogar com a população sobre os impactos negativos da política de preços da Petrobras e das privatizações no bolso dos consumidores.

As greves que estão ocorrendo na Bahia, Amazonas, Espírito Santo e São Paulo entram nesta segunda-feira, 08, no quarto dia. Novas adesões devem ocorrer ao longo da semana, com a aprovação da greve em outras bases sindicais da FUP. O movimento já foi aprovado em Pernambuco, onde trabalhadores da Refinaria Abreu e Lima (Rnest) devem se somar ao movimento. Na Usina do Xisto (SIX), no Paraná, a greve também já está aprovada. Em Minas Gerais, outro estado onde os petroleiros aprovaram a greve, o Sindipetro prepara o início da mobilização para os proximos dias. 

Com pautas de reivindicações diversas, os sindicatos denunciam os impactos das privatizações nas relações de trabalho, em função das transferências compulsórias feitas pela gestão da Petrobrás, da redução drástica de efetivos e do sucateamento das unidades, principalmente as que estão sendo vendidas. O resultado desse desmonte é o risco diário de acidentes, sobrecarga de trabalho, assédio moral e descumprimento rotineiro do Acordo Coletivo de Trabalho.

Mais uma morte por Covid abala a categoria

A morte do operador da Rlam, Carlo Alberto, no domingo, 07, por complicações geradas pela Covid-19, abalou a categoria não só na Bahia, como em todo o país. Os trabalhadores do Sistema Petrobrás estão sofrendo diariamente com a negligência da direção da empresa no combate à pandemia. Assim como o governo Bolsonaro, a gestão Castello Branco vem negando recomendações, normas e protocolos de segurança dos órgãos de saúde e de fiscalização, como o Ministério Público do Trabalho, a Fiocruz e a Agência Nacional de Petróleo.

Na Rlam, por exemplo, foram denunciados surtos de Covid com mais de 70 trabalhadores contaminados nas últimas semanas. Ainda assim, a gerência da refinaria insistiu em manter as paradas de manutenção que colocariam em risco mais de 2 mil trabalhadores aglomerados na unidade. Só após o início da greve é que a a gestão da Petrobrás resolveu suspender o início das paradas

Em um ano de pandemia, mais de 5.200 trabalhadores da Petrobrás já se contaminaram. Isso equivale a mais de 11% do efetivo próprio da companhia. Ou seja, o dobro da média nacional. A cada semana, são mais de 420 trabalhadores infectados pela Covid-19 e uma média de 20 hospitalizados. Esses números, apesar de altos, são subnotificados, pois a Petrobrás insiste em não divulgar os dados dos trabalhadores terceirizados. Em meio às privatizações, a categoria petroleira ainda é obrigada a conviver com o pavor de ser contaminada pelos surtos semanais que estão ocorrendo nas plataformas, refinarias e terminais. Informações obtidas pela FUP revelam que mais de 60 trabalhadores próprios e terceirizados já perderam a vida em consequência da Covid.

É possível baixar os preços dos combustíveis

A campanha que a FUP e seus sindicatos vêm realizando de venda subsidiada combustíveis tem como objetivo mostrar à população que os preços de gasolina, óleo diesel e gás de cozinha podem ser menores, se a Petrobrás mudar sua política de reajustes, baseada no Preço de Paridade de Importação (PPI). Além disso, chama atenção para o prejuízo ao consumidor com a venda de ativos da empresa, em especial de oito de suas refinarias – uma “privatização aos pedaços” da companhia.

A criação de um calendário permanente para as ações proposta por FUP e Sindipetros se justifica. Afinal, na última semana o barril do petróleo Brent, que referencia o mercado internacional, atingiu quase US$ 70 e acumulou alta de 5,2% na semana. O dólar comercial se valorizou 1,39% no mesmo período, fechando a R$ 5,684. Como a Petrobras usa o PPI para reajustar seus preços, sem considerar os custos nacionais de produção dos derivados, a expectativa é que ocorram novos aumentos de gasolina, óleo diesel e gás de cozinha nesta semana, já que o petróleo e o dólar estão em alta.

Ações desta segunda

 

SÃO PAULO Ação promovida pelo Sindipetro Unificado-SP nesta segunda-feira (8/3), às 13 h, no Auto Posto Cidade (Rua Frederico Alvarenga, 65 - Centro), com oferta de gasolina a preço justo para motoristas mulheres de aplicativo. 

RIO GRANDE DO NORTE Ações promovidas pelo Sindipetro Rio Grande do Norte entre os dias 8 e 12 de março, iniciando na cidade de Mossoró, com previsão de alcançar os principais municípios do estado. Serão 2 mil litros de combustível em Mossoró, para motoristas de transportes autônomos.

ACOMPANHE A GREVE DOS PETROLEIROS

Greve dos petroleiros entra no terceiro dia

Greve dos petroleiros entra no seu segundo dia

Petroleiros realizam greves regionais em quatro estados, com novas adesões nos próximos dias

Greve dos petroleiros é retomada na Bahia com movimentos regionais no AM, PE, ES, SP e PR

[Da imprensa da FUP]

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Publicado em Sistema Petrobrás

Desde o final da manhã uma grande fila de carros se formou em frente ao Posto Modelo, no centro da cidade de Feira de Santana, na Bahia. Os motoristas aguardavam o início da ação do Sindipetro Bahia de venda de gasolina a preço justo.

O litro do combustível foi vendido por R$ 3,50, o restante do valor foi subsidiado pelo Sindipetro. ”Uma grande oportunidade, principalmente para a gente que trabalha com entrega e precisa da moto para se locomover”, disse um dos motociclistas que aguardavam na fila.

A ação que também aconteceu em outras cidades e capitais do país, marcando o Dia Nacional de Luta por preços Justos para os Combustíveis, teve o objetivo de provocar um debate na sociedade sobre a política de preços da Petrobrás, que atrela os preços dos combustíveis no Brasil ao valor do barril de petróleo no mercado internacional, levando aos aumentos constantes dos preços dos derivados de petróleo, como o diesel, gasolina e gás de cozinha. Só nesse ano a gasolina e o diesel tiveram cinco aumentos.

A ação em Feira de Santana, que contou com ampla cobertura da imprensa atendeu os 120 primeiros motoristas que chegarem ao posto. Eles puderam abastecer seus veículos com 20 litros de gasolina. Os 80 primeiros motociclistas tiveram o direito de abastecer suas motos com 5 litros de gasolina. Foram comercializados um total de 2.800 litros de gasolina a preço justo.

Já na cidade de Simões Filho a ação do Sindipetro priorizou a venda subsidiada de diesel. A ação beneficiou os caminhoneiros autônomos que puderam abastecer seus caminhões com com 100 litros de diesel ao preço justo de R$ 3,09, o litro.
 
O coordenador da FUP, Deyvid Bacelar, o coordenador do Sindipetro Bahia, Jairo Batista, os diretores do Sindipetro, Radiovaldo Costa, André Araújo e Leonardo Urpia (que também é vice-presidente da CUT Bahia), acompanharam as ações nas duas cidades e afirmaram que a população recebeu muito bem a campanha do sindicato pelo preço justo do combustível. Para eles a ação foi gratificante pela boa adesão da população que entendeu toda a problemática e a necessidade de pressionar o governo Bolsonaro para mudar essa política de preços que tem prejudicado muito a população brasileira.

O Sindipetro vai dar continuidade a essa campanha de esclarecimento da população subsidiando os preços da gasolina, diesel e gás de cozinha, para que os consumidores possam comprar esses produtos a um preço justo. Em breve, a entidade sindical anunciará as outras cidades da Bahia que serão contempladas com a ação.

[Da imprensa do Sindipetro Bahia]

Publicado em Sistema Petrobrás

Nesta quinta-feira (4), atividade organizada pelo Sindipetro-SP ofereceu cinco mil litros do combustível por valor subsidiado a trabalhadores de aplicativos

[Da imprensa do Sindipetro Unificado de SP]

Em um primeiro momento, alguns trabalhadores demoraram para acreditar na “promoção” que estava sendo oferecida no Auto Posto Cidade, localizado no bairro da Sé, na região central de São Paulo (SP).

“Se você é trabalhador de aplicativo, pode chegar junto que hoje seu bolso não vai sangrar pra abastecer como tem acontecido nos últimos anos”, anuncia no microfone o diretor do Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo (Sindipetro-SP) e mecânico na Refinaria de Paulínia (Replan), Gustavo Marsaioli.

Desde o início da tarde desta quinta-feira (4), os petroleiros iniciaram a venda de cinco mil litros de gasolina “a preço justo” para trabalhadores de aplicativos – motoboys, motoristas e taxistas. Foram oferecidos 10 litros por moto e 20 litros por carro, pelo valor de R$ 3,50 para cada litro. Atualmente, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP), a gasolina tem sido comercializada no país pelo valor médio de R$ 5,17.  

“Ninguém melhor do que os petroleiros, que conhecem a Petrobrás e sabem como ela funciona, para explicar que essa política de preços, aplicada pelo [presidente Jair] Bolsonaro [sem partido] e pelo [ministro da Economia] Paulo Guedes, não é benéfica nem para a Petrobrás, e muito menos para a povo brasileiro”, afirma o diretor do Sindipetro-SP e trabalhador da Refinaria de Capuava (Recap), Auzélio Alves.

Motoristas de app relataram as dificuldades em continuar trabalhando com os reajustes constantes da gasolina (Foto Eric Gonçalves/Sindipetro-SP)

No dia de hoje, em todo o Brasil, diversas ações semelhantes têm ocorrido com o objetivo de denunciar a atual política de preços da Petrobrás. Desde 2016, durante a gestão de Pedro Parente no comando da estatal, foi instaurado o preço de paridade de importação (PPI), que vincula os reajustes de combustíveis nas refinarias às variações do dólar e do barril no mercado internacional.

“Bom, pelo pouco que eu entendo, o combustível é produzido no Brasil. Ele vai para fora, e volta mais caro. Por que não deixar o combustível aqui e oferecer por um preço mais justo para gente? Por que não oferecer combustível mais barato para gente poder viver um pouco melhor?”, questiona o taxista Elvis Freitas.

Com atuação na área de transporte de passageiros há seis anos, desde que chegou à maioridade, Freitas afirma que tem ficado cada vez mais difícil sobreviver aos aumentos constantes dos combustíveis. “Normalmente, a gente tem pagado para trabalhar. Eu costumo colocar R$ 100, que dá 20 litros hoje em dia. Com isso, eu tenho tido um lucro de aproximadamente R$ 30. Se meu pneu furar, por exemplo, eu não consigo tirar praticamente nada para mim e para a minha família, que hoje é minha esposa e meu filho”, relata.

Uberização

Quem também esteve presente na atividade foi o entregador Paulo Lima, mais conhecido como Galo, que tem liderado os “breques dos apps” em busca de mais direitos para a categoria. “Se deixar o mercado se autorregular, ele vai se autorregular nas minhas costas. Então se o combustível aumentou, como o aplicativo vai lidar com isso? Ele vai tirar do bolso dele? Não, ele vai tirar do coro do entregador. Ele vai tirar do coro do ‘uber’, do entregador, do caminhoneiro, sempre vai tirar do coro do trabalhador”, opina.

Paulo Lima, mais conhecido como Galo, denunciou que os aumentos dos combustíveis recaem todos nas costas dos entregadores (Foto Eric Gonçalves/Sindipetro-SP)

Diante desse cenário, Galo reforça a importância da luta pela manutenção dos direitos historicamente conquistados pelos trabalhadores. “Nós estamos em um processo de uberização, de perder direitos. E nós não temos um Estado para chegar lá e bancar. O próprio sindicato vai depender de algumas coisas do Estado para conseguir atuar. O Estado não cortou a contribuição obrigatória?  Tudo que nós temos nós conquistamos”, aponta.

Além disso, o entregador saudou a união entre categorias na atual conjuntura de precarização do trabalho. “Nós conquistamos férias, décimo terceiro, salário-mínimo, mas eles estão tomando tudo de volta. Por isso, temos que juntar entregadores, petroleiros, bancários, metroviários, para impedir que eles tomem os direitos que nós conquistamos historicamente”, reforça Galo.

Mobilização nacional

O ex-deputado estadual e atual diretor do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino, reforçou a necessidade de envolver toda a população na defesa das estatais.

Atividade fez parte de uma mobilização nacional em defesa das estatais (Foto Eric Gonçalves/Sindipetro-SP)

“Nós estamos realizando mobilizações em todos os estados em defesa das estatais, que tem contado com uma grande receptividade da população. A Caixa Econômica, o Banco do Brasil, os Correios e a Petrobrás são empresas públicas fundamentais para o nosso país. O desenvolvimento do nosso país depende muito delas, e é por isso que estamos na rua”, explica Marcolino.

Pela manhã, também na região central de São Paulo, o Sindicato dos Bancários distribuiu alimentos produzidos pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), além de realizar atos simbólicos em frente a agências do Banco do Brasil que estão na lista do governo para serem fechadas. 

Publicado em Sistema Petrobrás

CUT, MAB, MST e outras entidades fortaleceram as ações solidárias da FUP e de seus sindicatos para levar combustíveis a preço justo para a população em 11 cidades do país. Mobilização integrou o dia nacional de luta em defesa das estatais, do serviço público, do auxílio emergencial e por Vacina Já

[Da imprensa da FUP, com informações dos sindicatos |Foto: Pedro Henrique Caldas]

Em mais uma mobilização nacional contra a política de Preços de Paridade de Importação (PPI) praticada pela gestão da Petrobrás, a FUP e seus sindicatos distribuíram nesta quinta-feira, 04, cerca de 22 mil litros de gasolina, 10 mil litros de óleo diesel e 450 botijões de gás a preços justos. A ação foi realizada em 10 cidades, em oito estados do país.

Os combustíveis foram subsidiados e vendidos a R$ 3,50 o litro da gasolina, a R$ 3,09, o litro do diesel e a R$ 40,00, o botijão de gás de 13 kg, ou seja, quase metade do preço praticado no mercado. Esses valores foram definidos a partir de estudos elaborados por técnicos e economistas, levando em consideração os preços e custos da Petrobrás e a garantia de lucratividade de empresas produtoras, distribuidoras e revendedores.

As ações de gasolina e diesel a preços justos priorizaram motoristas de aplicativos, entregadores, taxistas, motoboys e caminhoneiros. Já a venda de botijão de gás pela metade do preço foi realizada em comunidades da periferia, como Padre Miguel, no Rio de Janeiro, e os bairros da Pedreira, Águas Linda, Marambaia e Guamá, em Belém, no Pará, onde a ação foi feita exclusivamente para mulheres chefes de família.

As mobilizações integraram o Dia Nacional de Luta convocado pelas centais sindicais em defesa das estatais, do serviço público, do auxílio emergencial e por Vacina Já. As ações pelo preço justo para os combustíveis têm sido realizadas pela FUP e seus sindicatos desde novembro de 2019 e pela primeira vez contaram com a participação da CUT e de movimentos sociais, como o MAB e MST. 

Em Recife, por exemplo, a ação do Sindipetro-PE/PB, em parceria com o MST, doou 50 botijões de gás e uma tonelada e meia de produtos agroecológicos para famílias em situação de vulnerabilidade. Em Belém, a ação foi realizada também em parceria com a CUT e o MAB.


Leia também: Mulheres da periferia de Belém compram gás pela metade do preço, em ação solidária da FUP, MAB e CUT


Além de protestar contra os preços abusivos dos combustíveis, os trabalhadores irão denunciar o impacto das privatizações para a população. No caso do Sistema Petrobrás, o desmonte da empresa está diretamente relacionado à política de preços dos derivados de petróleo, implantada pelo governo Temer, em 2016, quando a gestão da petrolífera passou a reajustar os produtos nas refinarias, com base no Preço de Paridade de Importação (PPI)

Desde então, a FUP e seus sindicatos vêm mobilizando os trabalhadores e dialogando com a sociedade, mostrando que é possível a Petrobrás voltar a cumprir o seu papel social, não só em relação a garantir o abastecimento nacional com preços justos para a população, como também através de investimentos no país e da integração da empresa. O governo Bolsonaro, no entanto, intensificou o desmonte e as privatizações iniciadas no governo Temer, colocando à venda oito refinarias, terminais, redes de gasodutos e subsidiárias, como a BR Distribuidora e a Liquigás, que já foram privatizadas. 

O resultado desta política é o aumento do desemprego, avanço da desindustrialização e desnacionalização, além de preços abusivos para o consumidor. Somente neste ano de 2021, os reajustes dos derivados nas refinarias da Petrobrás chegam a 41,5% para a gasolina; 34,1% para o diesel; e a 17,1% no gás de cozinha. Só a gasolina já aumentou cinco vezes em dois meses. 

A ação solidária dos petroleiros por preços justos para os combustíveis continua na próxima semana, com venda subsidiada de mais 2 mil litros de gasolina em Mossoró, no Rio Grande do Norte, promovida pelo Sindipetro-RN: de 3 mil litros de gasolina em Vitória, no Espírito Santo, e de 50 botijões de gás no próximo dia 15, em Porto Alegre, numa ação conjunta do Sindipetro-RS e do MAB.

Veja como foram as ações desta semana 

Manaus – foram vendidos 2 mil litros de gasolina a R$ 3,50 o litro para os taxistas

Belém – foram vendidos 100 botijões de gás a R$ 40,00 para mulheres da periferia

Recife – foram doados 50 botijões de gás e 1,5 tonelada de alimentos

Simões Filho (BA) – foram vendidos 10 mil litros de diesel a R$ 3,09 para caminhoneiros

Feira de Santana (BA) – foram vendidos 2.800 litros de gasolina a R$ 3,50 o litro

Linhares (ES) – foram vendidos 3.000 litros de gasolina, com R$ 2,00 de desconto por litro [ação aconteceu na quarta, 03/03]

São Mateus (ES) - foram vendidos 3.000 litros de gasolina, com R$ 2,00 de desconto por litro [ação aconteceu na terça, 02/03]

Belo Horizonte – foram vendidos 6.000 litros de gasolina a R$ 3,50 o litro exclusivamente para entregadores e motoristas de aplicativo

Rio de Janeiro – foram vendidos 300 botijões de gás a R$ 40,00

São Paulo – foram vendidos 5.000 litros de gasolina a R$ 3,50 o litro exclusivamente para motoristas de aplicativo e entregadores

* Fortaleza - a venda de 1.700 litros de gasolina que estava prevista para acontecer hoje foi cancelada devido ao lockdown decretado pela prefeitura

Próximas ações

Mossoró (RN) – serão vendidos 2.000 litros de gasolina entre os dias 08 e 12/03

Vitória (ES) – serão vendidos 3.000 litros de gasolina no dia 17/03

Porto Alegre (RS) – serão vendidos 50 botijões de gás no dia 15/03

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Organizada pelo Sindipetro-SP, atividade disponibilizará combustível a R$ 3,50 o litro para carros e motos de trabalhadores de aplicativos da capital paulista

[Da imprensa do Sindipetro Unificado SP]

Nesta quinta-feira (4), dia nacional de mobilização nacional em defesa das estatais, o Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo (Sindipetro-SP) realiza a venda de cinco mil litros de gasolina “a preço justo” no bairro da Sé, região central de São Paulo (SP). Cada litro custará R$ 3,50 e poderá ser comprado por trabalhadores de aplicativos, com um limite de 10 litros para motos e 20 litros para carros.

Além da solidariedade com os motoristas, que têm realizado uma série de paralisações para denunciar a precarização das condições de trabalho, a atividade denunciará a atual política de preços da Petrobrás.

“O objetivo é desmascarar a política atual de preço da Petrobrás, que está sangrando a população para aumentar os lucros dos acionistas e abrir mercado aos importadores de combustíveis”, afirma o diretor do Sindipetro-SP, Gustavo Marsaioli.

A gasolina começará a ser vendida às 14 horas no Auto Posto Cidade, localizado na Rua Frederico Alvarenga, nº 65, no bairro paulistano da Sé. Para participar, será obrigatório o uso de máscara, a comprovação do vínculo com algum aplicativo de entregas e ter curtido as redes sociais da Petróleo dos Brasileiros.

Política de preços

Desde 2016, no governo de Michel Temer (MDB), a estatal instaurou o preço de paridade de importação (PPI) como medida para calcular os valores dos combustíveis. O PPI leva em consideração a cotação internacional do barril de petróleo e do dólar, principalmente, para definir os reajustes praticados nas refinarias da Petrobrás.

Essa política tem gerado aumentos sucessivos ao longo dos últimos anos. Apenas no acumulado de 2021, a gasolina vendida pela petroleira subiu 41,6%, o diesel 33,9% e o gás de cozinha (GLP) 17,1%.

O valor cobrado pelas refinarias representa 34% do valor total da gasolina repassado ao consumidor, 53% do diesel e 48% do gás de cozinha. Além desse custo, incidem na composição de preços impostos federais (CIDE, PIS/PASEP e COFINS), estaduais (ICMS), etanol (no caso da gasolina), biodiesel (no caso do diesel), a distribuição e a revenda.

Todas essas variáveis formam os preços finais que são pagos pelo consumidor nos postos de combustíveis ou nas revendedoras de gás de cozinha. Estes valores também sofreram altas neste ano, de acordo com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP): a gasolina aumentou 15,3%; o diesel 16%; e o gás de cozinha 8,1%.

SERVIÇO

O que: Venda subsidiada de gasolina

Quem: Podem participar entregadores de aplicativos

Quando: Quarta-feira, 4 de março

Onde: Auto Posto Cidade, Rua Frederico Alvarenga, nº 65, bairro da Sé, São Paulo (SP)

Contatos: Guilherme Weimann (11) 98241-3171/ Luiz Carvalho (11) 97397-9315

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CUT, CTB, MAB e outras entidades se somam à FUP e seus sindicatos nas ações solidárias para levar combustíveis a preço justo para a população. Mobilização integra o dia nacional de luta em defesa das estatais, do serviço público, do auxílio emergencial e por Vacina Já

[Com informações da CUT e dos sindicatos de petroleiros | Imagem: Sindipetro Unificado SP]

Para provar que é possível a população comprar gás de cozinha, gasolina e óleo diesel com preços justos, a FUP e seus sindicatos terão o reforço de outras categorias de trabalhadores organizados em uma grande ação nacional de solidariedade nesta quinta-feira, 04, quando serão distribuídos cupons em diversas regiões do país, com descontos para abastecimento de combustíveis e compra de botijões de gás.

Os produtos serão subsidiados por sindicatos, movimentos sociais, CUTs estaduais e associações de moradores. Com a ação (veja abaixo a relação de locais onde será realizada), a gasolina e o diesel poderão ser adquiridos a R$ 3,50 o litro e o botijão de gás, por R$ 50,00, metade do preço praticado no mercado. Esses valores foram definidos a partir de estudos elaborados por técnicos e economistas, levando em consideração os preços e custos da Petrobrás e a garantia de lucratividade de empresas produtoras, distribuidoras e revendedores. O que prova que o consumidor não precisa e não deve pagar essa conta. O número de cupons será limitado.

Além de protestar contra os preços abusivos dos combustíveis, os trabalhadores irão denunciar o impacto das privatizações para a população. No caso do Sistema Petrobrás, o desmonte da empresa está diretamente relacionado à política de preços dos derivados de petróleo, implantada pelo governo Temer, em 2016, quando a gestão da petrolífera passou a reajustar os produtos nas refinarias, com base no Preço de Paridade de Importação (PPI)

Desde então, a FUP e seus sindicatos vêm mobilizando os trabalhadores e dialogando com a sociedade, mostrando que é possível a Petrobrás voltar a cumprir o seu papel social, não só em relação a garantir o abastecimento nacional com preços justos para a população, como também através de investimentos no país e da integração da empresa. O governo Bolsonaro, no entanto, intensificou o desmonte e as privatizações iniciadas no governo Temer, colocando à venda oito refinarias, terminais, redes de gasodutos e subsidiárias, como a BR Distribuidora e a Liquigás, que já foram privatizadas. 

O resultado desta política é o aumento do desemprego, avanço da desindustrialização e desnacionalização, além de preços abusivos para o consumidor. Somente neste ano de 2021, os reajustes dos derivados nas refinarias da Petrobrás chegam a 41,5% para a gasolina; 34,1% para o diesel; e a 17,1% no gás de cozinha. Só a gasolina já aumentou cinco vezes em dois meses.

A disparada no preço dos combustíveis reforça o que a FUP e seus sindicatos defendem há anos: a necessidade de uma política de Estado para o setor de óleo e gás, que garanta o abastecimento nacional, com preços justos para a população. Para que isso ocorra, o reajuste dos combustíveis deve se basear nos custos nacionais de produção de derivados de petróleo e não no preço de importação, que a gestão da Petrobrás implementou há quase cinco anos.

"Sem uma política de Estado clara, o governo federal reforça sua incompetência em lidar com a questão. Jogando a culpa da escalada dos preços dos combustíveis sobre impostos estaduais e margens das distribuidoras e dos revendedores, o presidente Jair Bolsonaro assume seu despreparo ao não atacar a grande causa do problema, que é o PPI", destacou a FUP, em comunicado recente à imprensa.  

O Dia Nacional dos Combustíveis a Preços Justos também pretende chamar a atenção da população para o descaso do governo Bolsonaro no enfrentamento à pandemia de Covid-19 e os prejuízos que o povo brasileiro vem tendo com as privatizações e o desmonte do Estado e dos serviços públicos.

A mobilização desta quinta também acontecerá nas mídias sociais (Twitter, Instagram, Facebook e outras), com as hashtags:

#NãoDeixemVenderOBrasil

#PetrobrasFica

#CombustivelaPrecoJusto

#Bolsocaro

Acompanhe as ações de venda subsidiada de combustíveis:

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Confira os locais onde estão sendo realizadas as ações solidárias:

Amazonas:

Gasolina a preço justo: serão distribuídos 2 mil litros com descontos, com prioridade para os taxistas, limitado a 20 litros por veículo. Endereço: Posto São Lucas, na Avenica Cosme Ferreira (altura do número 20) em Manaus. Contato para entrevistas: Marcus Ribeiro, Coordenador Geral do Sindipetro/AM, fone (92) 98222-3265.

Bahia

Diesel a preço justo em Salvador: serão 10 mil litros ao preço de R$ 3,09 (limite de 100 litros por caminhão). A partir das 7h, no Posto Aratu, em Salvador (sentido - Salvador/Feira de Santana), na BR 324, km 16,5. Contato para imprensa: Radiovaldo Costa, diretor de comunicação do Sindipetro Bahia (75) 99983-6142

Gasolina a preço justo em Feira de Santana: Serão 2,8 mil litros ao preço de R$3,50 (limites: 20 litros por carro e 5 litros por moto) no Posto Modelo (Av. Getúlio Vargas) em Feira de Santana, às 13h. Contato para entrevistas: Coordenador da FUP, Deyvid Bacelar (71) 99977-8405.

Brasília

CUT-DF promove debate sobre a luta contra as privatizações, contra a Reforma Administrativa e ato simbólico de entrega solidária de cestas básicas a famílias organizadas pela AMORA, às  11h, na Quadra Coberta QN 12C do Riacho Fundo II

Ceará

Gasolina a preço justo em Fortaleza. Serão 1.700 litros de gasolina ao preço de R$ 3,50 (Limites: 20 litros por carro, 5 litros por moto). Realização: Sindipetro-CE/PI. 

Minas Gerais

“Gasolina a preço justo”: Ação do Sindipetro MG e CUT/MG no Posto Rodike (Rua Niquelina 546), a partir das 10h.
Serão 6 mil litros a R$ 3,50, com limites de 20 litros por carro e 10 litros por moto. Público alvo: motoristas de aplicativo e entregadores.
Será necessário apresentar o aplicativo para participar.

Pará

Em Belém serão distribuídos 100 botijões a preço justo para as mulheres da periferia da cidade, em uma parceria FUP, MAB e CUT/PA.

Pernambuco

Atividade será na Paróquia do Coque/Pastoral das Crianças (Rua catalão, 94), Recife, às 11h30. A ação é realizada pela CUT, FUP, Sindipetro PE/PB em parceira com MST, Marcha Mundial das Mulheres, Levante Popular da Juventude, Projeto Mãos Solidárias do Armazém do Campo Serão doados 50 Botijões de gás e alimentos agroecológicos (1,5 ton), produzidos pela Agricultura Familiar. Contato para entrevistas: : Thiago Gomes, diretor do Sindipetro PE - (81) 8563-5870

Rio de Janeiro 

Serão 300 botijões subsidiados ao preço de R$ 40,00 em uma ação conjunta com o Sindipetro-NF em Caxias, na manhã do dia 4, no Conjunto Habitacional Dom Jaime Câmara em Padre Miguel. Realizadores: Sindipetros Norte Fluminense e Duque de Caxias.

São Paulo

Gasolina a preço justo em São Paulo, às 13h, no Auto Posto Cidade - Rua Frederico Alvarenga, 65 (Sé). Serão 5 mil litros destinados a motoristas de aplicativo e motoboys. Realização: Sindipetro Unificado de SP. Contato para imprensa: Guilherme Weimann (11) 98241-3171/ Luiz Carvalho (11) 97397-9315

“Caminhada pela Vida”, em defesa da educação e contra as aulas presenciais, por Vacina Já!, em defesa do SUS, do auxílio emergencial, do emprego e contra as privatizações. Concentração às 10h, na Praça do Patriarca com caminhada até a Praça da República, onde a Apeoesp também realizará um ato.

Contato para entrevistas: Rafael (11) 98927-5970 ou Vanessa (11) 93299-2305. 

Espírito Santo

Ação com motoristas de Uber ocorreu nesta quarta-feira (3), em São Matheus, no Posto Mar Negro, com venda de gasolina para os 100 veículos com desconto de R$ 2,00 por litro (limitados a 20 litros por carro e 10 litros por moto). 

Rio Grande do Norte

A “Ação gasolina a preço justo” será realizada entre os dias 8 e 12 de março, com início em Mossoró e previsão para alcançar os principais municípios do estado. Serão 2.000 litros de combustível somente em Mossoró. Público principal: motoristas de transporte autônomos.

Ato virtual a partir das 19h, no portal da CUT-RN, na página do Sinte-RN, Facebook e pelo Instagram

Rio Grande do Sul

Ação de distribuição de descontos para 50 botijões de gás será realizada no dia 15/03, junto com o Movimento Atingidos por Barragens (MAB) em comunidades de atingidos.

Paraná e Santa Catarina

Os estados estão em lockdown por conta da pandemia. O Sindipetro PR/SC e os movimentos locais realizarão ações na próxima semana.

 

 

Publicado em Sistema Petrobrás
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.