Realizado de forma virtual, o XXXV Congresso Estadual dos Petroleiros encerrou neste sábado (11) reafirmando a necessidade da unidade da classe trabalhadora pela luta da manutenção dos direitos e de oposição ao modelo de gestão da Petrobrás e ao governo Bolsonaro. O diretor administrativo do Sindipetro-RS, Dary Beck Filho, destacou a importância da união dos petroleiros em apoio à luta categoria: "Este congresso deve apoiar todas as iniciativas que concorram para tirar os genocidas do poder e convoca a toda categoria petroleira a se somar nesta luta".

O evento foi realizado pela plataforma Zoom e contou com a participação de petroleiros(as) da ativa e aposentados (as), que através da tecnologia acompanharam as discussões das resoluções, da construção da pauta de reivindicações, além de elegerem os delegados e delegadas que participarão do XVIII Congresso Nacional da FUP, que acontece de forma virtual, de 15 a 19 de julho.


As discussões trazidas pelas resoluções apresentadas giraram em torno dos temas que mais afligem a categoria petroleira, como a conjuntura geopolítica internacional, o desmonte do Sistema Petrobrás, a retirada de direitos, a busca pelo fortalecimento da Petros, regulamentação, via act, do teletrabalho e reversão total das punições aplicadas após a greve: "A categoria deve rechaçar os ataque aos que fizeram greve e colocar como bandeira de luta nesta campanha a anistia a todos os punidos. O uso da categoria do seu direito legítimo de greve não pode ser motivo de punição", defendeu a diretora do Sindipetro-RS, Miriam Cabreira. Também foram referendadas as resoluções do Encontro das Mulheres Petroleiras da FUP, que serão encaminhadas para discussão no CONFUP , além da manutenção do ACT-2019-2020, com reajuste salarial e rejuste dos atuais benefícios.

Pauta Reivindicatória

1. Renovação do ACT 2019/2020, sendo:
a. Reajuste salarial e reajuste dos atuais benefícios;
b. Restabelecimento de Direitos - Inovações necessárias ao ACT, para manter ou
restabelecer direitos subtraídos pela Petrobrás: Banco de horas/Efetivo/HETT;
2. Teletrabalho – debate e construção de proposta;
3. AMS e Petros;
4. Bandeira de Luta - Anistia dos trabalhadores punidos nas greves de Nov/19 e Fev/20.

Leia Mais: Congresso dos Petroleiros e Petroleiras inicia os trabalhos com análise política e econômica

Assista o Painel de Conjuntura:
Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=p3i3iMf40Nc&feature=youtu.be
Facebook: https://www.facebook.com/sindipetro.rs/videos/1681944888630240/

[Via Sindipetro-RS]

Publicado em SINDIPETRO-RS

[Da imprensa do Sindipetro-NF]

Cerca de 220 petroleiros e petroleiras, da ativa e aposentados participaram do XVI Congrenf – Congresso Regional dos Petroleiros e Petroleiras do Norte Fluminense que encerrou na sexta, 3 de julho. Por conta da pandemia, o Congresso foi todo realizado de forma virtual através de uma plataforma específica para congressos, inovando no formato de eventos realizados pelo sindicato até o momento.

Considerado como o evento mais importante da categoria petroleira do Norte Fluminense, o XVI Congrenf trouxe discussões como o crescimento do fascismo no mundo, a unificação da esquerda, a precarização do trabalho na era informacional, a luta de classes, a participação feminina na política, a reintegração da Petrobras e o seu papel na retomada da economia brasileira pós Covid-19.

Durante uma semana os delegados e delegadas do Congrenf assistiram três palestras fechadas por dia, atividades abertas no youtube e participaram de debates através de grupos no Whatsapp.  No dia 1 de julho aconteceu um bate-papo de Maria Frô e Tadeu Porto com Paulo Lima, o Galo, motoboy antifascista, Rodrigo Rodrigues, professor de história e atual presidente da CUT-DF e Fausto Augusto Júnior, diretor técnico do Dieese sobre a precarização do trabalho na Era Informacional e a organização destes trabalhadores em sua primeira greve nacional, que aconteceu no mesmo dia.

No último dia, o resultado dos grupos foi apresentado e referendado na plenária.  Também foram definidas as bandeiras de lutas que serão encaminhadas e eleitos os delegados e delegadas ao congresso da FUP (CONFUP), que acontece de 15 a 19 de julho, também de forma virtual e tem como tema  “Democracia, Emprego e Revolução Digital”.

“Agradecemos a participação de todos e todas com a certeza de termos oferecido discussões de alto nível e relevância para a classe trabalhadora e para o avanço do país!” – disse o Coordenador do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra.

Assista tudo o que rolou durante a semana: https://bit.ly/2NK89rH

Publicado em 18 CONFUP

[Da imprensa do Sindipetro-BA]

O 9° Congresso [email protected] [email protected] da Bahia, realizado de forma virtual, vai entrar para a história da categoria pela inovação, organização, alcance e participação de [email protected] da ativa, aposentados e pensionistas. Realizado através da plataforma zoom, devido à pandemia da covid-19, o evento chegou a reunir cerca de 100 petroleiros, que através do uso da tecnologia acompanharam as diversas palestras ao longo do dia e realizaram a votação das teses, escolhendo as reivindicações e bandeiras de lutas que serão encaminhadas ao congresso da FUP, que acontece na segunda quinzena de julho. O evento, que foi gravado, também foi transmitido através das páginas do facebook e youtube do Sindipetro.

As discussões trazidas pelas teses apresentadas giraram em torno dos temas que mais afligem a categoria petroleira como o desmonte do Sistema Petrobrás e a saída da estatal da Bahia, a retirada de direitos, a busca pelo fortalecimento da Petros e da AMS e as reiteradas tentativas de privatização da estatal com a colocação à venda de unidades como a PBIO e oito refinarias, entre elas a Refinaria Landulpho Alves. Além de discussões relacionadas à transformação digital e teletrabalho. Também foram referendadas as resoluções do Encontro das Mulheres Petroleiras da FUP, que serão encaminhadas para discussão no CONFUP.

Foi formada uma chapa única que em um momento posterior irá escolher os nomes [email protected] [email protected] que vão participar dos congressos, a exemplo do CONFUP e outros encontros.

O coordenador do Sindipetro, Jairo Batista, falou da satisfação da realização desse congresso feito de forma virtual. “Foi mais um desafio que superamos e sabemos que superar desafios sempre foi a marca da nossa categoria. Ao longo do dia adquirimos conhecimento e informações através das várias palestras proferidas e que nos darão subsídios para enfrentar a luta em defesa da Petrobrás, pelos direitos, a democracia e a soberania nacional”.

O evento foi encerrado com a apresentação do grupo Flor de Imbuia, formado em sua totalidade por mulheres e pioneiro na inserção da rabeca na cena de forró soteropolitana, sendo considerado o primeiro grupo de Forró de Rabeca de Salvador.

Acompanhe as palestras que aconteceram no turno da tarde

Novo Plano Petros (NPP) x Petros 3: diferenças e impactos na mudança de plano 

O conselheiro deliberativo eleito da Petros, Norton Almeida, fez um breve relato histórico da luta do Grupo de Trabalho da Petros (GT) para implantar o novo PED, com o objetivo de aliviar a situação dos participantes e assistidos que estavam pagando valores exorbitantes a título do equacionamento. Em relação ao PP3, o conselheiro disse que ainda não estão claros os critérios regulamentares que vão reger o PP3, mas ressaltou que a Contribuição Definida não é bom para os beneficiários, pois não há a renda vitalícia”.

O conselheiro deliberativo eleito, André Araújo, também vê o PP3 com bastante cautela. Se o beneficiário optar por migrar para o PP3 tem de estar ciente que vai ter de pagar à vista todos os dois equacionamentos e ainda o resíduo de 2015, cujo pagamento foi suspenso por força de liminar. Araújo ressaltou a atuação conjunta dos conselheiros eleitos que “tem sido bastante positiva na construção em favor dos interesses da Petros e dos participantes e assistidos que têm sido feita dentro do conselho”.

“AMS – Riscos e prejuízos com as mudanças pretendidas pela Petrobrás”

O diretor da FUP e do Sindipetro Bahia, Paulo César Martin (PC), falou sobre as mudanças unilaterais que a direção da Petrobrás vem tentando fazer em relação à AMS, que desde a sua criação em 1975, é um plano de autogestão, gerido pelo RH da própria empresa. Para ele a criação de uma associação privada para assumir a gestão da Assistência Multidisciplinar de Saúde trará muitos prejuízos para a categoria que “pode sofrer com a redução da qualidade do plano de saúde, a restrição dos atendimentos e o aumento absurdo dos seus descontos, até à sua total exclusão da AMS”. Para garantir esse e ouros direitos, precisamos intensificar a luta, pois a direção da Petrobrás está atacando de todas as formas, pois o que quer, entre outras coisas, é mudar a forma de custeio da AMS para 50 x 50 e tentar eliminar a tabela de custeio garantida no ACT para aumentar de forma exorbitante os valores pagos pelos mais velhos”.

Conheça algumas das resoluções e bandeiras de luta que foram aprovadas pelos delegados e que serão encaminhadas ao congresso da FUP:

– Manutenção do ACT

– Manter ou restabelecer direitos subtraídos pela Petrobrás, nas cláusulas referentes a Banco de horas, Efetivo, HETT, PLR e AMS, tomando como base os avanços sinalizados nas mediações do TST sobre esse tema.

– Reajuste salarial e reajuste dos atuais benefícios, com Reposição da inflação pelo índice de maior percentual, mais ganho real através da produtividade do setor, mensurada pelo DIEESE

-Realizar seminário de planejamento para definição da pauta de reivindicações dos trabalhadores do setor privado.

– Garantir, no contrato de trabalho, assistência médica para todos os trabalhadores do setor privado e seus dependentes.

– Foram aprovadas ainda várias ações para a garantia dos direitos previdenciários e de assistência à saúde dos trabalhadores, dos aposentados, das pensionistas e seus dependentes do Sistema Petrobrás.

– Regramento do TELETRABALHO, com a lista de pontos a serem considerados a seguir:

1- controle de adesão, garantindo a OPÇÃO do teletrabalho (i.e, não pode ser uma imposição da empresa e deve ser possível o retorno ao trabalho presencial por opção do(a) empregado(a)

2- garantia de condições ergonômicas para que os(as) trabalhadores(as) possam exercer o trabalho em casa

3- reparação do custo do trabalho (internet, luz, etc)

4- manutenção do controle de jornada por hora trabalhada e não por entrega.

Propor a criação de um fórum da FUP e da FNP, com a participação de seus sindicatos, para discutir o processo de reunificação das entidades sindicais – excetuando-se as forças políticas que se posicionaram contra o golpe de 2016. O fórum deve discutir também as questões estatutárias das entidades para que a reunificação possa ser feita.

Veja algumas das campanhas aprovadas

-Esclarecer sobre as vantagens, ganhos e segurança, para os beneficiários e para as empresas do Sistema Petrobrás, de manter a gestão da AMS no RH da Petrobrás.

-Prestar esclarecimento com relação ao equacionamento da AMS 2019, referente à manutenção da relação de custeio de 70%, Petrobrás e Subsidiárias X 30% beneficiários.

-Esclarecer sobre a necessidade de pagamento do resíduo do PED 2015 para a garantia do equilíbrio dos PPSPs

Bandeiras de luta

– Anistia dos trabalhadores punidos nas greves de Nov/19 e Fev/20

– Luta em defesa do Sistema  Petrobrás e contra as privatizações

– Participação no Movimento Fora Bolsonaro e em defesa da democracia

 Em breve divulgaremos no site do Sindipetro o caderno de resoluções do 9° congresso

Clique aqui e veja como foram as atividades do Congresso pela manhã

 

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[Da imprensa do Sindipetro Bahia]

A comissão organizadora do 9° Congresso [email protected] [email protected] da Bahia está fazendo os últimos ajustes para que o evento, que será realizado nesse sábado (4), das 8h às 18h, atenda aos anseios dos delegados e delegadas inscritos e que possa ser palco de importantes discussões em um dos piores momentos vivenciados pela categoria petroleira, com as reiteradas tentativas do governo de extrema direita de Bolsonaro de privatizar a Petrobrás.

Devido à pandemia da covid-19, o congresso será realizado virtualmente através da plataforma de videoconferência zoom. [email protected] @s [email protected] vão receber em seus e-mails um manual com o passo a passo para participar do evento e os links de acesso às salas de reuniões. É muito simples. Quem ainda não tem familiaridade com a plataforma zoom basta seguir as instruções. No manual consta, inclusive, um link para baixar o aplicativo no celular, tablet ou computador.

Os links privativos que darão acesso às discussões sobre a pauta de reivindicações e outros assuntos, serão enviados apenas para aqueles (as) inscritos(as) no congresso. Mas no decorrer do dia acontecerão palestras sobre assuntos de grande interesse de toda a categoria petroleira e que serão abertas para o público. Nesse caso, vamos disponibilizar os links de acesso a essas palestras nas redes sociais do Sindipetro Bahia.

No encerramento do evento, teremos uma atração cultural. Será o grupo Flor de Imbuia, formado na sua totalidade por mulheres e pioneiro na inserção da rabeca na cena de forró soteropolitana, sendo considerado o primeiro grupo de Forró de Rabeca de Salvador. No repertório do Flor de Imbuia estão, além do já citado forró de rabeca: xote, maracatu, baião, cirandas, cocos, etc.

A comissão organizadora do congresso da categoria é composta pelos diretores Francisco Ramos, Gilson Sampaio, Radiovaldo Costa. Pela diretora Elizabete Sacramento e pelo coordenador do Sindipetro Jairo Batista.

Clique aqui para ver a programação do congresso

 

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[Da imprensa do Sindipetro-PR/SC]

No último fim de semana, em 26 e 27 de junho, os petroleiros e petroquímicos se reuniram via plataforma virtual para construir coletivamente pautas de reivindicações dentro do tema “Democracia, Emprego e Revolução Digital do Trabalho”. Durante todo evento, desde a abertura (leia aqui) até seu desfecho, a tônica da categoria foi que o momento é de unidade. 

“Procuramos mostrar o cenário. Trazer equipes técnicas e oferecer todo suporte para construir reivindicações coletivas. Uma coisa é certa, os trabalhadores do Sistema Petrobrás, em sua maioria, não estão satisfeitos com a atual política da empresa”, disse Alexandro Guilherme Jorge, presidente do Sindipetro PR e SC. 

O alinhamento com a base foi responsável por construir itens de reivindicações dos petroleiros que serão levados ao XVIII Congresso Nacional da Federação Única dos Petroleiros na segunda quinzena deste mês.   

Encaminhamentos 

A programação de sábado (27) começou pela manhã com uma rodada de abordagens (leia aqui) sobre os temas do Congresso. Foram aprofundados itens como o Acordo Coletivo de Trabalho, o momento dos trabalhadores do Sistema Petrobrás e a conjuntura para fora das fronteiras da estatal. 

Depois os participantes se reuniram em salas virtuais específicas para os Grupos de Trabalho. Após os estudos e proposições, já no período da tarde, foram aprovados os encaminhamentos e os delegados para o CONFUP eleitos. 

Confira alguns destaques 

:: Os trabalhadores afirmam que a negociação tem que respeitar os ritos históricos da FUP para construção das pautas (primeiro nos Congressos Regionais, no Congresso Nacional e depois será levado os itens nacionalmente definidos); 

:: Luta permanente pela manutenção de todos os direitos dos trabalhadores e não permitir que a atual gestão dificulte a organização sindical; 

:: Entendimento que o teletrabalho é um desafio real. Uma “modalidade” que pela primeira vez é massificada na empresa e deve ser intensamente fiscalizado. Trata-se de uma nova fronteira de lutas por direitos e se tornou um tema relevante; 

:: AMS/PETROS => os trabalhadores farão oposição aos planos de privatização da Petrobrás e dentro deste contexto está a luta pela manutenção da Assistência Multidisciplinar de Saúde (AMS) para ativos, aposentados e pensionistas da estatal; 

:: Defesa inegociável da democracia e das bandeiras de lutas contra as privatizações dos setores públicos e se somar a outras categorias criando participações mais amplas; 

:: Denunciar na mídia e nos canais oficiais das entidades de classe os desmandos da atual gestão da empresa; 

:: Fortalecer o trabalho de base, realizar campanhas de comunicação e diálogo com a sociedade. 

Moções 

:: Aprovada moção de anistia aos trabalhadores petroquímicos da Araucária Nitrogenados S/A (Ansa) e de retorno do funcionamento da Fafen-PR; 

:: Aprovadas moções de repúdio às medidas da Petrobrás no combate à pandemia; à postura diante das vítimas da Covid-19 na estatal; assim como em solidariedade às famílias e aos profissionais da saúde no combate ao novo coronavírus. 

Ao final do 7º Congresso Unificado dos Petroleiros e Petroquímicos os trabalhadores tiveram que ativar o áudio do computador ou do smartphone para ter um pouco mais de proximidade e escutar os aplausos dos participantes. Reflexo das adequações que a classe trabalhadora faz para cumprir seus cronogramas de atividades. A conclusão, após dois dias de debates e palestras, é que com unidade e formação política se constrói a resistência permanente contra o autoritarismo da atual administração da Petrobrás. 

A organização agradece todas e todos os participantes do Congresso Unificado, em especial às assessorias que vieram para ajudar nos Grupos de Trabalho: o advogado Adilson de Oliveira Siqueira (Escritório Normando Rodrigues Advogados e Associados); o advogado Sidnei Machado (assessor jurídico do Sindipetro PR e SC); os dirigentes André Santana (Sindipetro BA), Rafael Crespo (Sindipetro NF) e Norton Almeida (Conselheiro PETROS); e ao companheiro “Luizinho”, Luiz Antônio Alves de Azevedo (CUT-Nacional).

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[Da imprensa do Sindipetro-CE/PI]

Com o tema “PETROLEIROS UNIDOS CONTRA BOLSONARO, PELA PERMANÊNCIA DA PETROBRÁS NO NORDESTE”, o XXXV Congresso dos Petroleiros do Ceará e Piauí acontecerá em formato virtual, devido a quarentena imposta pela pandemia do novo coronavírus.

BAIXE AQUI O REGIMENTO.

Na sexta-feira haverá a abertura com uma mesa de convidados e no sábado ocorrerão os debates. A programação detalhada será divulgada em breve.

Na ocasião, os trabalhadores debaterão propostas referentes às reivindicações da categoria, o ACT, questões regionais, nacionais e internacionais, além de deliberar sobre linhas gerais de atuação do sindicato e eleger os delegados que participarão do CONFUP deste ano, que também será virtual. 

As inscrições podem ser feitas com o preenchimento do formulário abaixo até às 12h de sexta-feira (03). Caso prefira, envie seus dados para o whatsapp (85) 985210821 ou envie nome, matrícula e telefone para o email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

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[Da imprensa do Sindipetro-BA]

A comissão organizadora do 9° Congresso [email protected] [email protected] da Bahia definiu a programação do evento que acontece nesse sábado (04/07), a partir das 8h, através da plataforma de videoconferência Zoom (aplicativo que pode ser baixado em celulares, tablets e computadores)

Haverá mesas de debates com assuntos relacionados a atual conjuntura política do país, com o ex-ministro José Dirceu. Vamos falar também da geopolítica do petróleo, Petrobras e o pós pandemia, com o economista e ex- presidente da Petrobrás José Sérgio Gabrielli. Outro assunto abordado será sobre empregos e direitos durante e pós pandemia”, com a supervisora técnica do DIEESE, Ana Georgina Dias e o assessor jurídico do Sindipetro, Clériston Bulhões. Abordaremos ainda, através de palestras, questões relacionadas à Petros e AMS, com o Conselheiro Deliberativo eleito da Petros, André Araújo e o diretor da FUP, Paulo César Martin.

As palestras serão abertas para quem quiser assistir e participar e acontecerão através de lives no facebook e youtube do Sindipetro Bahia.

Veja abaixo a programação:

Programação do 9° Congresso dos Petroleiros e Petroleiras da Bahia

8h – Leitura do Regimento Interno do Congresso

8h30 – Mesa de Abertura

Jairo Batista (Coordenador do Sindipetro Bahia), Deyvid Bacelar (Coordenador da FUP), José Maria Rangel (ex-Coordenador da FUP), Leninha Oliveira (presidente da CUT Bahia) Pascoal Carneiro (presidente da CTB Bahia) e representantes da Via Campesina e do Levante Popular da Juventude.

09h – Análise de conjuntura: crise econômica x crise política
José Dirceu – ex-deputado federal

10h – Saudações de lideranças e autoridades

10h30min – Geopolítica do petróleo, Petrobras e o pós pandemia
José Sérgio Gabrielli – economista, membro do INEEP e ex-presidente da Petrobrás

11h30 – Empregos e Direitos durante e pós pandemia
Clériston Bulhões – Assessor jurídico do Sindipetro Bahia
Ana Georgina Dias – Supervisora Técnica do DIEESE

12h30 às 14h- Almoço

14h – Novo Plano Petros (NPP) x Petros 3: diferenças e impactos na mudança de plano –
André Araújo – Conselheiro Deliberativo eleito da Petros

15h “AMS – Riscos e prejuízos com as mudanças pretendidas pela Petrobrás
Paulo César Martin – Diretor da FUP e do Sindipetro Bahia

16h – Pauta de reivindicações, teses, moções

18h – Encerramento com atividade cultural

Clique aqui para saber como participar e enviar teses para o congresso

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[Da imprensa do Sindipetro-NF]

Com um número recorde de 220 inscritos, começou na noite de hoje o XVI Congresso Regional dos Petroleiros e Petroleiras do Norte Fluminense (Congrenf). Uma mesa de abertura que durou duas horas fez uma análise da conjuntura brasileira e dos desafios dos movimentos sindical e social.

Participaram o coordenador geral licenciado da FUP, José Maria Rangel; a professora da Uenf, Luciane Soares; e o editor da revista Forum, Renato Rovai, em exposições moderadas pelo coordenador geral do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra.

A gravidade do cenário foi destacada por todos os expositores, que também se solidarizaram às famílias dos quase 60 mil mortos pela covid-19 no Brasil. Os participantes procuraram fazer um diagnóstico do momento, suas possíveis causas e apontar para caminhos possíveis de saída.

Isolamento do Brasil

Para Luciane Soares, “o governo Bolsonaro tenta criar uma falácia de que é preciso escolher entre a vida e o emprego. O Brasil se tornou um pária, com total incapacidade de lidar com a pandemia. O país está atravessado por mais de mil mortes diárias e o governo demonstra desprezo pelos dados”.

A professora avalia, no entanto, que há boas perspectivas, “embora ainda tímidas”, que estão vindo das ruas, como os protestos organizados por torcidas de times de futebol e movimentos contra o fascismo e contra o racismo. Ela destaca que o governo Bolsonaro pode estar enfraquecido, mas o neoliberalismo não está, mostrando o tamanho do desafio da classe trabalhadora.

País cravado no ódio

José Maria Rangel fez um histórico dos cenários políticos brasileiros que levaram ao momento atual, passando pelos protestos de 2013 que foram capturados pelos setores conservadores e da extrema direita, a vitória difícil de Dilma Rousseff nas eleições de 2014, a agenda de pautas-bomba da oposição no Congresso Nacional em 2015, o Golpe de 2016, os ataques do governo Temer em 2017, a prisão do ex-presidente Lula em 2018. Depois de toda essa sequencia, “o país chegou nessa aventura cravado no ódio”, afirma.

Na economia, avalia Rangel, “é falsa a afirmação de que estamos em uma crise por causa da pandemia. A economia já vinha capengando. O governo não tem projeto para nada. O Brasil já estava com a imunidade baixa. E ainda seguem com a política entreguista”. Ele destacou também que “na Petrobrás, eles agem da mesma forma. Estão intensificando os ataques à categoria.
Para o sindicalista, os trabalhadores “não vão abaixar a cabeça em nenhum momento para este modelo que está aí”. Ele defendeu que os movimentos sindicais e sociais, que ainda atuam de modo prudente na prevenção à pandemia e não estão massivamente nas ruas, em breve vão intensificar as campanhas “fora, Bolsonaro; fora, Mourão; e fora, Paulo Guedes”.

Conservadorismo

Para Renato Rovai, um dos desafios brasileiros é enfrentar o conservadorismo da própria população, que, como mostram pesquisas, podem até manifestar uma aprovação vaga à ideia de democracia, mas sem que essa defesa seja por razões progressistas.

Ele citou pesquisas como a da Forum mostram que pelo menos 25% da população se declara de “extrema direita” ou muito próxima desse campo político no Brasil. A base bolsonarista ainda se mantém sólida em torno dos 30%, independentemente das ações do governo. “A base bolsonarista é mais vinculada a valores morais e políticos do que a resultados, que são desastrosos”, avalia.
Para Rovai, um dos desafios do movimento sindical é organizar uma nova classe trabalhadora, que foi convencida de que é “empreendedora” e em grande parte se mantém em adesão ao projeto conservador do bolsonarismo e do neoliberalismo, que é a formada por trabalhadores das plataformas digitais, como os entregadores do Ifood.

“Temos um novo trabalhador, que inclusive está chamando uma greve para 1º de julho, que o governo vê como empreendedor. Temos que saber como lidar com essas novas formas de trabalho. Vai ser decisivo. Temos que construir formas de dialogar com eles, que estão de alguma forma vinculados a essa ideologia do Brasil acima de tudo, Deus acima de todos, numa nova lógica de meritocracia”, disse o jornalista.

Rovai também destacou o papel estratégico da categoria petroleira, que sempre foi um símbolo de resistência. “Se tem uma categoria que não vai ganhar nada de mão beijada é a petroleira”, afirmou, avaliando que os petroleiros são símbolos do que o neoliberalismo quer destruir. “É por isso que, muitas vezes, muitas lutas são importantíssimas, mesmo que não tragam resultados imediatos, mas são formas de resistência”, concluiu.

Saiba mais sobre o Congrenf

O XVI Congrenf segue até a próxima sexta-feira, totalmente online. As mesas e palestras também serão disponibilizadas em vídeo nas redes sociais do Sindipetro-NF. Mais informações sobre o evento estão disponíveis em congresse.me/eventos/congrenf.

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[Da imprensa do Sindipetro-PR/SC]

O Congresso Unificado começou na noite de sexta-feira (26). O evento levantou temas pontais para os trabalhadores do Sistema Petrobrás e para a sociedade. A “mesa virtual” composta por convidados de diferentes áreas abordou questões econômicas e sociais conectadas ao universo dos petroleiros (assista AQUI).  

O diferente momento histórico imposto pela Covid-19 obrigou trabalhadores, entidades de classe e agentes políticos a se adequar. Uma guerra diferente para quem tem histórico de luta. “Ao longo das décadas nós vencemos inúmeras delas. E o congresso serve para dialogar com a categoria, nos preparar para ações e construir soluções nesses novos tempos”, explica Alexandro Guilherme Jorge, presidente do Sindipetro PR e SC. 

As entidades agradecem os convidados Sandro Silva (economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – Dieese), Rafael Rodrigues (sociólogo e pesquisador do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – INEEP), Sidnei Machado (doutor em direito, advogado e professor da Universidade Federal do Paraná – UFPR) e Zeca Dirceu (deputado federal). 

Também enaltece todas e todos que acompanharam pelas redes sociais e participaram enviando perguntas. 

Conjuntura política 

Zeca Dirceu, deputado federal (PT), trouxe para o debate a questão política. Para o parlamentar, o momento reflete a reação dos que defendem a democracia. Principalmente diante de uma administração federal que não entregou nada de positivo para a sociedade até o momento.   

O deputado explicou que aos poucos o governo Bolsonaro se deteriora e a rejeição aumenta. Principalmente porque os resultados antes da covid-19 já eram desanimadores: o “governo está sem rumo. O ‘pibinho’ do Brasil veio antes do coronavírus”. 

Mesmo com péssimo desempenho a atual administração não sinaliza qualquer alteração da sua agenda ultraliberal. A Petrobrás está no centro disso tudo, pois seu desmonte representa um “troféu” para Bolsonaro, Paulo Guedes e Castello Branco. 

A maior empresa brasileira sofre com a política de desinvestimento da atual gestão, que reduz drasticamente seu parque de refino e se desfaz de ativos. “Só não fez mais porque os sindicatos, os trabalhadores, as trabalhadoras, resistem”, disse Zeca Dirceu, deputado federal da oposição. 

Petróleo 

Já o sociólogo e pesquisador do INEEP, Rafael Rodrigues, explicou que o cenário é de queda abrupta de demanda no setor e de tensão. Principalmente com a guerra de preços entre Rússia e Arábia Saudita, que sinalizou novas polarizações no mundo do petróleo. Para ele o que chama atenção durante essa crise é a preocupação dos países soberanos energeticamente com suas reservas de petróleo. “EUA e a China estão fazendo estoque, uma política estatal. Cada um está fazendo do seu jeito. Rússia estatizou oleodutos. A Arábia Saudita compra ações; é o estado tendo maior participação”, apontou Rafael. 

Já a agenda brasileira causa preocupação, pois segue na contramão dos rumos das grandes potências. A atual gestão da Petrobrás adotou uma política de se desfazer de refinarias, deixar de operar no setor de fertilizantes, na área de biocombustíveis e sinaliza sua saída do mercado de gás natural. O resultado da privataria aplicada por Bolsonaro é o sucateamento da estatal, que já significa 19% do desemprego no país, segundo o pesquisador. 

Trabalho 

Nos últimos dias a atual gestão da Petrobrás convocou uma reunião fora dos protocolos para debater o novo Acordo Coletivo de Trabalho dos petroleiros. O movimento da empresa foi visto como reflexo da pressa em privatizar e retirar direitos da categoria nessa negociação. 

Para Sandro Silva, economista do Dieese, as relações de trabalho nos últimos anos têm novas configurações: “os sindicatos precisam ver esse momento como uma oportunidade para mostrar a importância que eles têm na sociedade”.  

Para Sidnei Machado outro ponto central na atual conjuntura é o teletrabalho. Modalidade que não é nova, mas pela primeira vez está sendo aplicada em massa. “Do ponto de visto do trabalho é uma questão ambígua. Os trabalhadores estão inquietos. Colocando na balança perdas e ganhos”, pontuou o advogado. Só na Petrobrás há 21 mil trabalhadores em teletrabalho. 

Petroquímicos 

No final da cerimônia, Gerson Castellano, coordenador interino do Sindiquímica PR, lembrou das lutas pelos empregos dos trabalhadores da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados de Araucária (FafenPR). 

“Os petroquímicos sofreram um golpe. Foram mil famílias afetadas diretamente. Lembro da resistência e da greve que a gente fez. Participamos bravamente daquela luta”, recordou o dirigente. O que reafirma a necessidade de unidade, pois a história pode se repetir na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar). 

Após encerramento da primeira mesa do Congresso, os trabalhadores se prepararam para, já no sábado (27), analisar as propostas dos convidados e construir respostas aos desafios expostos.

 

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[Da imprensa do Sindipetro-NF]

O Sindipetro-NF abre hoje, às 19h, o XV Congresso Regional dos Petroleiros e Petroleiras do Norte Fluminense, com programação que segue até 3 de julho.

O congresso discute a conjuntura do setor petróleo e do País, além de elaborar propostas de pautas para a Campanha Reivindicatória e eleger delegados e delegadas para o Confup (Congresso da Federação Única dos Petroleiros).

Nesta edição de 2020, em razão da pandemia do novo coronavírus, todas as atividades serão online. A programação é integrada por videoconferências fechadas aos delegados e delegadas inscritos e por transmissões ao vivo nas redes sociais do sindicato.

Fruto dos inúmeros desafios impostos por uma conjuntura hostil à democracia e aos direitos humanos e trabalhistas, o tema escolhido para o congresso foi “Lutamos em todos os campos”, como forma de abrigar debates sobre as diferentes frentes de lutas da entidade.

Mais informações e inscrições estão disponíveis em congresse.me/eventos/congrenf ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Haverá emissão de certificados para os que precisarem comprovar presença no congresso.

Confira a programação:

29 de Junho
19:00 – Mesa Redonda – Abertura do XV CONGRENF

30 de Junho
15:00 – Ricardo Garcia – A política da Petrobrás frente a pandemia da covid-19
17:00 – Danielle Pereira de Araújo – Racismo e o Mundo do Trabalho
19:00 – Roberto Moraes – Setor Petróleo e a Plataformização

01 de Julho
15:00 – Tatiana Berringer – Disputa de classe no governo Bolsonaro
17:00 – Dom Roberto Francisco Ferreria Paz – Brasil e Democracia: Necessidade de Esperança
19:00 – Normando Rodrigues – Greve: Histórico Petroleiro e necessidade de luta

02 de Julho
15:00 – Cloviomar Cararine Pereira – A nova Política Petrobrás e os impactos para os trabalhadores
17:00 – Giovanni Alves – Trabalho e o Novo Capitalismo brasileiro
19:00 – Rosangela Buzanelli – Petrobrás, Privatizações, cenários políticos e o papel da Companhia na retomada da Economia Pós-Covid

03 de Julho
15:00 – Iderley Colombini Neto – As formas de Precarização e Teletrabalho
17:00 – Eduardo Costa Pinto – Militares e Petróleo no governo Bolsonaro
19:00 – Mesa Redonda – ACT 2020 – Pauta Reivindicatória

Publicado em 18 CONFUP
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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