Em homenagem às vítimas da covid-19 e para protestar contra o governo, centrais sindicais e movimentos sociais realizam um dia de “luto e luta”, nesta sexta-feira (7), quando o país poderá chegar à trágica marca de 100 mil mortos em consequência da pandemia. Mortes que poderiam ter sido evitadas, se políticas corretas tivessem sido implementadas ainda no começo da crise.

A mobilização fará mais uma vez ecoar o grito ‘Fora, Bolsonaro’, pela vida e por empregos em 23 estados do Brasil. Estão previstos protestos como 100 minutos de paralisação em fábricas do ABC, 100 cruzes colocadas em pontos de grande circulação de Maceió, Salvador e Goiânia, 100 balões lançados durante ato ecumênico em Porto Alegre, entre outras ações. 

Estão programados, também, atos presenciais, com respeito às medidas de segurança. Haverá manifestações em São Paulo, na Praça da Sé, a partir do meio-dia; em Recife, na Praça da Democracia, às 14h; em Salvador, às 10h, entre outras regiões, onde estão previstas homenagens aos brasileiros e brasileiras que perderam a vida na pandemia.  Veja aqui a lista atualizada

Bolsonaro sai, Petrobras fica

A suspensão das privatizações é outra importante bandeira de luta desta sexta. Nas últimas semanas, a gestão da Petrobrás anunciou que está concluindo as negociações para entrega da Rlam (refinaria da Bahia), arrendou as fábricas de fertilizantes do nordeste (BA e SE), colocou à venda usinas de biodiesel junto com a subsidiária PBIO, leiloou a preço de sucata três plataformas da Bacia de Campos e está se desfazendo da Gaspetro, com 10 mil km de gasodutos e participação em 22 distribuidoras de gás natural em vários estados do pais. Tudo isso em plena pandemia.

Para unificar ações contra esse desmonte, a FUP e seus sindicatos farão nesta sexta o lançamento da campanha Petrobrás Fica, durante a audiência pública da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Petrobras, prevista para as 10 horas, com transmissão ao vivo pelo youtube e redes sociais da federação.

“Estamos caminhando para 100 mil mortes em uma pandemia que foi tratada pelo governo como gripezinha. Essa tragédia não se abateu apenas sobre as famílias das vítimas. É também uma tragédia de milhões de brasileiros sem empregos, desalentados e sem esperança. É uma tragédia da soberania nacional e da democracia. Precisamos defender a vida e isso só será possível se frearmos esse governo insano”, afirma o coordenador da FUP, Deyvid Bacelar. “No caso da Petrobrás e suas subsidiárias, a gestão bolsonarista está destruindo a mola mestra do desenvolvimento nacional e a sociedade precisa reagir, antes que seja tarde demais", alerta.

Vida e emprego

“Nós alertamos no início da pandemia que se o governo não abraçasse a política de isolamento (…) o Brasil iria viver uma enorme tragédia. Infelizmente, o governo federal desprezou todos os nossos alertas, abriu mão de de coordenar todo esse processo”, afirmou o presidente da CUT, Sérgio Nobre, em entrevista esta semana, lembrando que entre os quase 100 mil mortos pela pandemia, a maioria são "trabalhadores pobres, a parte mais vulnerável da população”.

As homenagens a essas vitimas servirão “para reflexão sobre o que está acontecendo, para homenagear aqueles que partiram e exigir uma mudança de rumo". Ele ressaltou que o Brasil vive também uma “pandemia de demissões” que atingie principalmente as micro e pequenas empresas. 

Solidariedade

No momento em que o Brasil se aproxima dos 100 mil mortos pela covid-19, é importante destacar a importância de campanhas de solidariedade, como a Vamos Precisar de Todo Mundo, criada pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que vêm realizando diversas ações nas periferias do país, regiões mais afetadas pela crise. Muitas delas com participação dos petroleiros. Em 100 dias de lançamento da campanha, criada para abrigar e dar visibilidade às ações solidárias desenvolvidas pelos trabalhadores, estudantes e voluntários, já foram doados mais de 3 mil toneladas de alimentos, entre produtos agroecológicos e cestas básicas, além de insumos. 

[FUP, com informações da CUT]

Publicado em Movimentos Sociais

O coordenador da FUP, Deyvid Bacelar, participou nesta terça-feira, 04, de mais uma reunião por videoconferência com o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Petrobrás, Senador Jean Paul Prates (PT/RN) e outras lideranças da oposição no Senado. Também estiveram presentes virtualmente centrais sindicais e entidades representativas de trabalhadores de estatais e empresa públicas, além de técnicos do Dieese e do Ineep - Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra.

Foram discutidas ações políticas e mobilizações contra as privatizações e em defesa de empregos e proteção social para os milhares de brasileiros e brasileiras impactados pela pandemia e pelo desmonte do Estado, promovido pelo governo Bolsonaro.

A FUP, mais uma vez, reforçou a urgência de uma ação unitária para frear o agressivo processo de privatizações em curso nos Sistemas Petrobrás e Eletrobrás, entre outros que ameaçam o patrimônio do povo brasileiro. “No caso da Petrobrás e suas subsidiárias, estamos diante da destruição do seu caráter nacional, com a gestão bolsonarista atuando para apequenar a empresa, concentrando as atividades apenas no eixo Rio/São Paulo”, alertou Deyvid Bacelar.

Esta semana, a gestão da Petrobrás anunciou que colocará à venda o controle da Gaspetro, subsidiária que tem participação em 22 distribuidoras de gás natural de norte a sul do país. Atualmente, a estatal detém 51% das ações da empresa, cujos 49% restantes foram repassados à multinacional japonesa Mitsui, em uma negociação em 2015, que foi contestada judicialmente pela FUP.

Em 2019, o volume total de gás distribuído pela Gaspetro foi de 29 milhões de metros cúbicos por dia. A empresa possui mais de 10 mil quilômetros de gasodutos e cerca de 500 mil clientes. O coordenador da FUP chamou atenção para os riscos de desabastecimento e descontrole dos preços dos derivados, em função das privatizações e desintegração da Petrobras, com a venda de refinarias, dutos e terminais no Nordeste e Sul do país, o que resultará em monopólios privados regionais, como já demonstraram estudos do Ineep e da PUC Rio.  

“Do ponto de vista macroeconômico, o país está perdendo a mola mestra do seu desenvolvimento nos últimos 65 anos, com esta gestão reduzindo a Petrobrás a uma empresa focada basicamente na produção de petróleo no pré-sal e exportação de óleo cru”, ressaltou Deyvid, falando da importância de mobilizações unitárias para barrar esse processo.

Bolsonaro sai, Petrobrás fica

A suspensão das privatizações é uma das bandeiras do Dia Nacional de Luta em Defesa da Vida e dos Empregos, convocado para sexta-feira, 07, pelas centrais sindicais e movimentos sociais. No mesmo dia, a FUP e seus sindicatos realizam o lançamento da campanha nacional Petrobrás Fica, que será feita durante uma audiência pública da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Petrobras, às 10 horas, com transmissão ao vivo pelo youtube e pelas redes sociais.

“Estamos caminhando para 100 mil mortes em uma pandemia que foi tratada pelo governo como gripezinha. Essa tragédia não se abateu apenas sobre as famílias das vítimas. É também uma tragédia de milhões de brasileiros sem empregos, desalentados e sem esperança. É uma tragédia da soberania nacional e da democracia. Precisamos defender a vida e isso só será possível se frearmos esse governo insano”, afirma Deyvid, convocando os petroleiros e petroleiras a participarem das mobilizações desta sexta, em defesa da vida, da Petrobrás e pelo afastamento de Bolsonaro.

[Da imprensa da FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

[Do portal da CUT]

A CUT e demais centrais sindicais realizam na próxima sexta-feira, dia 7 de agosto, o Dia Nacional de Luta em Defesa da Vida e dos Empregos. A data deverá ser marcada por paralisações de 100 minutos nos locais de trabalho como protesto pela morte de 100 mil brasileiros e brasileiras, vítimas do novo coronavírus (Covid-19), número que deverá atingido ainda esta semana, se o país mantiver o patamar de mais mil vidas perdidas diariamente. Além do protesto contra as mortes, haverá outras manifestações (veja abaixo), articuladas entre as centrais e as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo.

A defesa da vida só se consegue com o presidente Jair Bolsonaro (ex-PSL), que menosprezou a pandemia e ignorou as medidas de prevenção recomendadas pelas autoridades da área da saúde, como o uso de máscaras e o isolamento social, fora do poder.

A afirmação é da Secretária- Geral da CUT, Carmen Foro. Para ela, essas 100 mil mortes poderiam ter sido evitadas, mas a falta de uma coordenação nacional para combater a pandemia e a pressa do governo e de parte do empresariado em reabrir a economia estão levando a um genocídio da população brasileira.

“Precisamos dizer em alto e bom som que não sairemos desta crise com Bolsonaro no poder. É fundamental denunciarmos as 100 mil mortes e principalmente pedirmos providências contra este governo que aprofunda a crise por irresponsabilidade, por não ter tomado medidas sanitárias e econômicas adequadas ao enfrentamento da pandemia”, diz Carmen.

O governo não toma providências necessárias contra a pandemia e ainda transfere aos governadores e prefeitos o custo de suas ações, incluindo o desmonte da saúde pública, complementa a secretária de Mobilização e Movimentos Sociais da CUT Nacional, Janeslei Albuquerque.

“Bolsonaro é a morte. Ele já fez o cálculo político do quanto custaria milhões de mortes e percebeu que não vai pagar por isso. Se morrerem um milhão de pessoas e 10 familiares e amigos de cada morto se indignar, ainda assim serão apenas 10 milhões de pessoas que não conseguirão colocar outro candidato num segundo turno eleitoral, e este cálculo ele já fez, como bem disse o articulista do jornal Folha de São Paulo, Celso Rocha de Barros”, diz Janeslei.

A tragédia que se abate no país também atinge, além da centena de milhares de vidas perdidas, a classe trabalhadora, a soberania nacional e a democracia, já que o governo Bolsonaro vem sistematicamente entregando as riquezas brasileiras ao capital externo, promovendo processos de privatização com graves prejuízos à Nação, retirando direitos dos trabalhadores, sem gerar emprego e renda e, por isso, o lema do dia 7 é também em defesa dos empregos.

“O dia de luta vai marcar politicamente a importância da pressão sobre este governo frente ao crescimento do desemprego que já atinge 12,4 milhões de pessoas, e também para dizer não ao desmonte do patrimônio público e as privatizações“, defende Carmen Foro.

E este alto índice de desemprego e o aprofundamento da crise econômica têm sido utilizados por Bolsonaro como desculpas para retirar ainda mais direitos dos trabalhadores e, pior fazer com que a população se volte contra as medidas de isolamento social, avalia Janeslei.

 “Bolsonaro manobra para que as pessoas achem normal voltar ao trabalho, mesmo sem direito algum, para fazer reformas que só interessam ao capital internacional”, diz a dirigente.

Para ela, Bolsonaro é calculista e já deixou claro que não é patriota porque  vem sistematicamente destruindo a soberania nacional, entregando nossas riquezas a empresas e governos estrangeiros num patamar nunca visto desde o período colonial, como reza a cartilha do ministro da Economia, o banqueiro Paulo Guedes.

“Essa é a ideia que o presidente tem do Brasil. Sua única preocupação é proteger sua família das denúncias de envolvimento com a milícia. Mas, enquanto Guedes, articulado com o sistema financeiro, defende os interesses internacionais, Bolsonaro continua no poder alimentado também pelo gabinete de ódio que espalha fake news, deturpando os ideais de democracia, à medida em que as pessoas agem influenciadas por uma campanha de mentiras que orientou suas decisões na última eleição. Isto é sequestrar a soberania popular”, avalia Janeslei.

O 7 de agosto é dia de recuperar a democracia e salvar vidas porque Bolsonaro significa um governo de genocídio.

Os representantes das entidades e movimentos sociais, bem como as centrais sindicais, definiram alguns desafios políticos e organizativos, para potencializar a Campanha ‘Fora, Bolsonaro’ com as seguintes bandeiras:

- Repudiar a iniciativa de prefeitos e governadores que já planejam e até fixaram data para retorno presencial dos alunos às aulas;

- Exigir das autoridades os equipamentos de proteção individual e coletivo para os trabalhadores das categorias essenciais, em especial os da área de saúde;

- Lutar pela manutenção do auxílio emergencial de R$ 600,00, no mínimo, até 31 de dezembro de 2020;

- Ampliar as parcelas do seguro desemprego;

-Liberar crédito para as micro e pequenas empresas;

- Fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS);

- Agir para que o Congresso Nacional derrube os vetos presidenciais que impedem a garantia dos direitos conquistados pelos trabalhadores e trabalhadoras e seus sindicatos, por meio da ultratividade, dos acordos e convenções coletivas de trabalho.

Em comunicado às Estaduais, ramos da CUT e sindicatos, Carmen Foro e Janeslei Albuquerque, após reuniões de articulação com o Fórum das Centrais, orientam, em nome da direção CUTista, além da paralisação de 100 minutos nos locais de trabalho, a realização de ações simbólicas nas principais cidades do Brasil denunciando a política genocida de Bolsonaro frente à pandemia.

Entre as sugestões estão a instalação de cruzes brancas em locais de grande circulação de pessoas ou em pontos turísticos das cidades, circundando uma faixa (da cor preta) com a inscrição Fora Bolsonaro (em branco).

Realizar ações nas ruas com a identidade visual da campanha como colagem de lambe, “adesivaços”, faixas em viadutos e circular com carro de som nas comunidades. Todos esses materiais estão disponíveis em um kit mídia no site da Campanha (https://www.campanhaforabolsonaro.com.br/)

Organizar carreatas pelas principais avenidas com carros identificados com a campanha Fora Bolsonaro, conduzidos por um carro de som. Todas as ações acima devem respeitar os cuidados sanitários e de distanciamento social.

Estimular que todas as pessoas coloquem um pano preto nas janelas de suas casas como simbologia de adesão à campanha e, por fim, participar e divulgar o tuitaço que será realizado às 11 horas do dia 07 de agosto.

Publicado em Trabalho

A Frente Fora Bolsonaro, que reúne diversas entidades da sociedade civil organizada, lançou na ultima sexta-freira (19) o manifesto “Impeachment Já” para a coleta de assinaturas para um abaixo-assinado que será entregue ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), exigindo a abertura do processo de impedimento de Jair Bolsonaro (ex-PSL).

O manifesto reforça que milhares de vidas poderiam ter sido salvas durante a pandemia do novo coronavírus se o Bolsonaro tivesse respeito pela vida humana. Destaca também a política neoliberal e entreguista de seu governo que ataca direitos, entrega o patrimônio nacional e ameaça instituições democráticas.  “O Brasil e a democracia não podem mais conviver com Jair Bolsonaro na Presidência da República”, diz o trecho inicial do documento.

Nas primeiras 48 horas de lançamento do documento, mais de 62 mil pessoas já haviam aderido ao abaixo assinado.

O manifesto é acessado no site Frente Fora Bolsonaro, onde as pessoas interessedas em assinar devem preencher um formulário com o nome completo e e-mail. Há também um campo – não obrigatório – onde pode informar se pertence a alguma entidade ou movimento social. Para confirmar a assinatura é necessário clicar em “não sou um robô”.

O manifesto é encabeçado por representantes de movimentos sociais, organizações da sociedade civil, artistas, intelectuais, juristas e partidos políticos, com o objetivo de pressionar Rodrigo Maia a colocar em tramitação os pedidos de impeachment de Bolsonaro por crimes de responsabilidade, atentando à saúde pública, ataques à democracia e ataques à vida dos brasileiros e brasileiras por sua inércia no combate ao coronavírus.

Veja a íntegra do manifesto:

 

Manifesto em defesa da vida, do emprego e da democracia - IMPEACHMENT JÁ!

O Brasil e a democracia não podem mais conviver com Jair Bolsonaro na Presidência da República. Seu governo é o maior responsável pela tragédia da pandemia em nosso país. Pela morte de milhares de brasileiras e brasileiros que poderiam ter sido salvos se ele tivesse respeito pela vida humana.

No mundo inteiro governos estão ajudando as empresas na crise e até pagando salários. Aqui, Bolsonaro incentiva demitir e manda reduzir salário. Dá bilhões aos bancos e deixa quebrar as pequenas empresas. E no pior momento da crise ameaça cortar os R$ 600, um direito que ele só pagou por pressão do povo e da oposição.

Seu governo arrochou o salário, aumentou o desemprego e a maioria vive hoje na incerteza, sem carteira e sem direitos. Tirou dinheiro do SUS, da educação, da agricultura familiar e até do Bolsa Família. Deixou a fome voltar ao país.

Bolsonaro é uma ameaça à vida de negros e negras, a maioria da população que sofre com o racismo da sociedade brasileira desde a escravidão e são as maiores vítimas da pandemia e da violência que ele prega. Despreza mulheres, que sentem sobre seus ombros o peso do sustento da vida, a realidade da fome e ainda muitas vezes convivendo com a violência sexista sem ter a quem pedir socorro.

Despreza indígenas e pessoas LGBT. Persegue os artistas, professores, a cultura.

Falso patriota, entrega nossas riquezas, destrói a Amazônia e bate continência para a bandeira dos Estados Unidos. É fascista, racista e machista. Pratica o ódio e o preconceito.

Bolsonaro é o maior inimigo da democracia e não esconde que quer se tornar ditador. Quer sufocar a liberdade, calar a oposição e armar suas milícias contra o povo. Quer ter poder acima da lei e acima de todos.

O que ele já fez e ameaça fazer contra as instituições, a sociedade e a democracia é crime de responsabilidade, previsto na Constituição para ser punido com impeachment. E seu mais cruel crime de responsabilidade é a morte de milhares de pessoas, vítimas de um presidente que ignorou a ciência, sabotou o combate à pandemia, mentiu para o país e fez piada da tragédia que se abateu sobre nosso povo.

Por isso, o presidente da Câmara, sr. Rodrigo Maia, tem o dever com o país de iniciar já a tramitação dos pedidos de impeachment de Bolsonaro. E a Justiça Eleitoral tem o dever de julgar a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão, pelas Fake News espalhadas em massa e pagas com caixa 2 em 2018.

O Brasil diz “Fora Bolsonaro”, nas janelas, nas redes sociais, em manifestos pela democracia.

E mesmo com pandemia, crescem os protestos nas ruas contra o fascismo, o racismo, a revogação dos direitos sociais, o corte de verbas da saúde e educação e o teto de gastos, em manifestações que merecem todo apoio e solidariedade.

As crises nunca nos impediram de sonhar com um país mais justo e democrático. Nesta pandemia, nosso povo confirma que é solidário, criativo, e saberá avançar em sua luta para construir uma sociedade que lhe garanta vida digna, que lhe proporcione paz. Essa luta tem, agora, um primeiro passo que é interromper imediatamente esse governo de ódio e destruição.

O Brasil não pode mais esperar.

Fora Bolsonaro!

Votação do Impeachment Já!

Publicado em Política

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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