[Da imprensa do Sindipetro-BA] 

“O que a gente ganha não dá nem para se alimentar, imagine para comprar o gás a R$ 80,00, chegando, muitas vezes, a R$ 85,00”? O depoimento dado por Loreci Gonçalvez, moradora da cidade de Feira de Santana, reflete a situação de milhares de famílias, a maioria sobrevivendo com um salário mínimo, e que não conseguem sequer adquirir o botijão de 13 quilos do gás para cozinhar. 

Percorrendo diversas cidades do interior da Bahia desde o dia 29/09, com a ação “Gás a Preço Justo”, diretores do Sindipetro têm presenciado situações difíceis e ouvido relatos de pessoas que voltaram a cozinhar à lenha e, muitas vezes, não têm nem o que comer.

A ação faz parte da Campanha “A Petrobras Fica na Bahia”,  que  integram um grande movimento nacional entre os diversos sindicatos representativos dos trabalhadores petroleiros na defesa da Petrobras como empresa pública, integrada e a serviço do povo brasileiro. 

Já foram contemplados os moradores das cidades de Alagoinhas, Entre Rios, Dias D´Ávila, Mata de São João, Simões Filho, Candeias, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Feira de Santana e Ipirá. Em cada um desses municípios, o botijão de gás foi vendido para famílias carentes ao preço de R$ 40,00. O restante do valor foi subsidiado pelo Sindipetro.

O diretor de comunicação do Sindipetro e vice-presidente da CUT Bahia, Leonardo Urpia, que, juntamente com os também diretores do sindicato, João Marcos e Climério Reis (Mero), está à frente da ação do “Gás a Preço Justo”, diz que há uma boa receptividade da população, que se mostra interessada em saber mais sobre o processo de venda do gás de cozinha e porque ele está tão caro.

“Estamos conseguindo atingir o nosso objetivo que é o de chamar a atenção da sociedade para a importância da Petrobrás. Em cada lugar que chegamos explicamos o motivo do alto preço do gás de cozinha e de outros derivados do petróleo, que é a mudança da politica de gestão da Petrobrás, feita pelo governo Bolsonaro, que passou a acompanhar o preço internacional do barril do petróleo e a variação do dólar”. 

Eliomar, da cidade de Simões Filho, entendeu o recado e se mostrou revoltado. “Como é que a Petrobrás produz aqui, com matéria prima do Brasil, e a gente paga preço de dólar”?, indagou.

Para Maria, de Feira de Santana, “o governo de Bolsonaro tem de parar e refletir porque a nossa nação tem muita gente humilde que não tem condições de comprar o gás a esse preço. Eu conheço pessoas que estão procurando lenha para cozinhar”.

Em São Sebastião do Passé, Antônio Almeida revelou que às vezes precisa comprar gás fiado e o preço sobe para R$ 90,00”. Para Hilda Maria, também moradora dessa cidade, “a vida está muito difícil e o governo tem de ver isso, tem de baixar o preço do gás”.

A ação do “Gás a Preço Justo” segue até o final do mês de outubro, mostrando que é possível vender o gás de cozinha com valores mais baixos, levando-se em consideração o custo de produção nacional, mantendo o lucro das distribuidoras, revendedoras, da Petrobrás e a arrecadação dos impostos dos estados e municípios.

Conheça as cidades cujas populações ainda serão beneficiadas com a ação da venda de gás de cozinha a preço justo:

15/10 (quinta-feira)- Itabuna
16/10 (sexta-feira) – Itapetinga
17/10 (sábado)- Canavieiras

18/10 (domingo) – Jequié
20/10 (terça-feira)- Olindina
21/10 (quarta-feira) – Madre de Deus
22/10 (quinta-feira) – Santo Amaro

Publicado em Petróleo

Em virtude do grande número de ligações e mensagens a respeito da ação do gás de cozinha a preço justo, o Sindipetro Bahia esclarece que a ação faz parte da campanha “A Petrobrás fica na Bahia”, que vem sendo colocada em prática pela entidade sindical em defesa do Sistema Petrobrás, ressaltando a importância da estatal para o desenvolvimento econômico e industrial do nosso estado e a necessidade da Petrobrás não ser vendida e não sair da Bahia, como quer o governo Bolsonaro.

É importante ressaltar que a ação do gás a preço justo tem sido realizada nacionalmente por diversos sindicatos de trabalhadores petroleiros denunciando os preços abusivos praticados pela política de preços do governo Bolsonaro para os combustíveis, beneficiandoa famílias carentes de diversas cidades do interior. Na Bahia, desde o retorno da Campanha em 2020, a diretoria do Sindipetro já esteve nas cidades de Alagoinhas, Simões Filho, Dias D´Ávila, Candeias, Mata de São João e Entre Rios. Na quinta-feira (8), a ação do gás a preço justo chega à cidade de São Francisco do Conde.

O objetivo do sindicato é mostrar que a Petrobrás pode e deve vender o gás de cozinha com valores mais baixos, levando-se em consideração o custo de produção nacional, mantendo o lucro das distribuidoras, revendedoras, da Petrobrás e a arrecadação dos impostos dos estados e municípios.

O botijão de gás está sendo vendido ao valor de R$ 40,00 a unidade. O restante está sendo subsidiado pelo Sindipetro.

Conheça as cidades cujas populações carentes serão beneficiadas com a ação da venda de gás de cozinha a preço justo

08/10 (quinta-feira) São Francisco do Conde
09/10 (sexta-feira)- São Sebastião do Passé
13/10 (terça-feira) – Feira de Santana
14/10 (quarta-feira)- Ipirá
15/10 (quinta-feira)- Itabuna
16/10 (sexta-feira) – Itapetinga
17/10 (sábado)- Canavieiras
20/10 (terça-feira)- Olindina
21/10 (quarta-feira) – Madre de Deus
22/10 (quinta-feira)- Santo Amaro

Clique aqui e saiba como a campanha está sendo recebida pela população

[Via Sindipetro-BA]

[Do portal da CUT]

A alta de preços dos produtos da cesta básica, especialmente do arroz, em plena pandemia do novo coronavírus (Covid 19), quando 67 milhões de brasileiros e brasileiras dependeram de ajuda financeira do auxílio emergencial de R$ 600,00 para sobreviver, levou a deputada federal Rejane Dias (PT/ PI), a apresentar o Projeto de Lei (PL) nº 4561/10, a fim de conter os abusos cometidos por produtores e comerciantes. 

O PL prevê sanções econômicas para quem cometer preços abusivos até o final do estado de calamidade pública em 31 de dezembro deste ano. As sanções vão da proibição de fazer qualquer tipo de contrato com bancos oficiais, participar de licitações e até ser impedido de atuar no comércio. O texto altera o Código de Defesa do Consumidor e a Lei 12.529/11, que trata da defesa da concorrência, para acrescentar a medida.  O mesmo projeto prevê também evitar o aumento no preço do botijão de gás.

“Eu acredito que o Congresso terá a sensibilidade de barrar esses preços que considero abusivos, diante da calamidade que estamos vivendo. É uma ação importante que espero que seja aprovado em regime de urgência”, afirma a deputada petista.

Ao defender o seu projeto, Rejane Dias lembrou que os produtos essenciais da cesta básica hoje pressionam o orçamento das famílias, especialmente as que recebem um salário mínimo (R$ 1.045,00).

O economista Daniel Ferrer de Almeida do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) explica como os aumentos nos preços dos produtos da cesta básica pressionam o orçamento das famílias. Ele cita como exemplo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) que  reajusta os salários. O acumulado de janeiro a agosto foi de 1,16% para famílias que ganham de 01 (um) a 5 (cinco) salários mínimos.

“Só que dentro do INPC existe o peso da cesta básica, da alimentação, que subiu 5,43% no mesmo período. Aí o impacto da redução do poder aquisitivo é muito maior para essas famílias. O caso do preço do arroz é bem emblemático”, afirma Daniel.

De acordo com o economista, a propensão de quem ganha menos é consumir toda a renda, e ao olhar os itens da cesta básica que aumentaram, a renda das famílias mais pobres foi esmagada absurdamente porque foi utilizada nos produtos que mais encareceram.

 “A variação da cesta básica é absurda em comparação com o índice da inflação”, afirma Daniel. Segundo ele, somente com geração de emprego e renda é que o consumo das famílias voltará a crescer.

“O governo ajuda a destruir a economia ao deixar que especulem com os preços dos alimentos”, avalia o economista do Dieese.

Salário mínimo ideal é de quase R$ 5 mil

Os preços médios coletados da cesta básica pelo Dieese no mês de setembro variaram de R$ 422,31 (Natal/RN) a R$ 582,40 (Florianópolis/SC). Com base nessa última, o Dieese calculou em R$ 4.892,75 o salário mínimo necessário para as despesas básicas de um trabalhador e sua família (de quatro integrantes). Esse valor corresponde a 4,68 vezes o mínimo oficial (R$ 1.045). Em agosto, essa proporção era de 4,34 vezes. Em apenas um mês, o mínimo necessário aumentou em R$ 356,63.

Para a deputada Rejane Dias, o fim da Política de Valorização do Salário Mínimo, proposta pela CUT, aprovada pelo Congresso Nacional e implantada, em 2004, pelo ex-presidente Lula, por decisão de Jair Bolsonaro (ex-PSL) agrava a situação dos trabalhadores e de suas famílias.

“ Nos governos Lula e Dilma tivemos reajustes do salário mínimo acima da inflação, o que protegeu o poder de compra do trabalhador. Infelizmente o atual governo acabou com esta política” diz Rejane Dias.

Manutenção do auxílio emergencial de R$ 600,00

Rejane Dias afirma ainda que além de querer coibir os preços abusivos da cesta básica, ela está lutando pela manutenção do auxílio emergencial de R$ 600,00, defendido pela CUT e demais centrais sindicais.

“ O auxílio emergencial  tem sido essencial para dar um pouco de dignidade às pessoas. Manter o valor original de R$ 600,00 é o que deve ser feito pelo Congresso Nacional”, defendeu a deputada do Piauí.

[Da imprensa do Sindipetro-BA]

Alagoinhas, Entre Rios, Dias D´Ávila e Mata de São João. Essas foram as cidades baianas cujos moradores já foram beneficiados pela ação do gás a preço justo, que faz parte da campanha “A Petrobrás fica na Bahia”, organizada pelo Sindipetro Bahia.

Os diretores do Sindipetro, Leonardo Urpía, João Marcos e Mero, percorreram vários quilômetros na semana – de 29/09 a 2/10 – utilizando como meio de transporte o ônibus adesivado que também foi usado na “Vigília Petroleira pela Bahia e pelos Baianos”

Em cada cidade, os diretores, conversaram com a população explicando  a importância da Petrobrás para garantir a comida na mesa e uma vida com melhor qualidade, principalmente para as pessoas carentes. E ainda distribuíram máscaras e álcool em gel.

O botijão do gás de cozinha foi vendido ao valor de R$ 40,00 (o restante foi subsidiado pelo Sindipetro), preço justo levando-se em consideração o custo de produção nacional, mantendo o lucro das distribuidoras, revendedoras, da Petrobrás e a arrecadação dos impostos dos estados e municípios.

Na cidade de Alagoinhas, muita gente fez  fila para conseguir o botijão de gás à R$ 40,00. “Acho que essa campanha é de extrema importância principalmente para aqueles que não têm acesso ao botijão de gás. Gostaria muito que o presidente da República revisse o preço do gás e passasse isso pra gente com clareza”, opinou Elisângela, moradora da cidade. Robson, que também chegou cedo à fila, acredita que R$ 40,00 é um valor justo para que o trabalhador e o pai de família possa comprar o gás”.

Para Maria das Graças, moradora de Mata de São João, “o Sindipetro está fazendo um grande trabalho em prol das pessoas da zona rural, que tanto precisam e sofrem”.

Dona Celina, que também mora no município de Mata de São João,  contou que mesmo com os braços doendo, pega um carrinho de mão, um facão e vai para o mato cortar lenha. “O botijão aqui custa R$ 70,00. Muito caro. Então, eu cozinho arroz, feijão, frango, tudo na lenha”. Contente com o preço do botijão a R$ 40,00, dona Celina vai poder descansar os braços e utilizar o gás para cozinhar.                                                                                                                                                

Em Dias D’ Ávila, o morador Carlos indagou: “Como uma pessoa que recebe salário mínimo pode pagar R$80,00 pelo botijão de gás”? Já a também moradora Cleonice disse estar amando essa campanha do Sindipetro Bahia. “O gás está em um valor absurdo. Aliás, não é só gás, é tudo em nosso país. hoje o custo de vida está impossível de encarar”.

O diretor de comunicação do Sindipetro e vice-presidente da CUT Bahia, Leonardo Urpia, que está acompanhando a atividade do gás a preço justo no interior da Bahia, afirma estar muito satisfeito com a repercussão da ação, que faz parte da campanha “A Petrobrás fica na Bahia”.

“Em cada lugar que chegamos, percebemos, ao conversar com a população, o estrago que a mudança da politica de preços da Petrobrás, está causando. A decisão do governo Bolsonaro de produzir os derivados do petróleo em real, mas cobrar da população em dólar, está contribuindo para o empobrecimento e a volta do Brasil ao Mapa Mundial da Fome. Já tínhamos saído desse Mapa no governo Lula, mas  agora voltamos, o que é uma lástima”. afirma, Urpia.

A ação do gás a preço justo segue até o final do mês de outubro, passando por mais cidades do interior da Bahia. Veja calendário abaixo:

06/10 (terça-feira)- Simões Filho

07/10 (quarta-feira)- Candeias

08/10 (quinta-feira) São Francisco do Conde

09/10 (sexta-feira)- São Sebastião do Passé

13/10 (terça-feira) – Feira de Santana

14/10 (quarta-feira)- Ipirá

15/10 (quinta-feira)- Itabuna

16/10 (sexta-feira) – Itapetinga

17/10 (sábado)- Canavieiras

20/10 (terça-feira)- Olindina

21/10 (quarta-feira) – Madre de Deus

22/10 (quinta-feira)- Santo Amaro

Publicado em Sistema Petrobrás

A ação vai beneficiar, inicialmente, famílias carentes de 15 cidades do interior da Bahia, onde o botijão de gás será vendido ao valor de R$ 40,00 a unidade, com subsidio do Sindipetro. Atualmente, o botijão de gás chega a custar até R$ 80,00

[Da imprensa do Sindipetro-BA]

Cada vez mais caro, o botijão de 13 kilos de gás de cozinha virou artigo de luxo para muitas famílias, que equilibram como podem o orçamento doméstico para garantir um pouco de comida cozida e quente à mesa. Mas será que o botijão de gás está sendo vendido a um preço justo? Para o Sindipetro Bahia a resposta é não.

O sindicato retoma a partir da terça-feira (29), a ação de venda de gás de cozinha a preço justo para mostrar que é possível vender o gás de cozinha com valores mais baixos, levando-se em consideração o custo de produção nacional, mantendo o lucro das distribuidoras, revendedoras, da Petrobrás e a arrecadação dos impostos dos estados e municípios.

A ação, que faz parte da campanha “A Petrobrás Fica na Bahia”, vai beneficiar, inicialmente, famílias carentes de 15 cidades do interior da Bahia (veja roteiro no final da matéria), onde o botijão de gás será vendido ao valor de R$ 40,00 a unidade. O restante será subsidiado pelo Sindipetro. Atualmente, o botijão de gás chega a custar até R$ 80,00. A campanha deve ter continuidade seguindo para outras regiões da Bahia.

Em cada cidade que passar, os diretores do Sindipetro vão conversar com as pessoas – utilizando máscaras e respeitando o distanciamento devido à pandemia da Covid-19 – para explicar a importância de defender a Petrobrás como uma empresa pública e integrada. E como a privatização da Petrobrás pode prejudicar a vida das pessoas, mesmo que, a princípio, elas não se deem conta disso.

Para essa ação será utilizado o mesmo ônibus adesivado que foi usado durante a “Vigília Petroleira em Defesa da Petrobrás e da Bahia”, que percorreu as unidades do Sistema Petrobrás e cidades que fazem parte do chamado cinturão do petróleo.

Política de Bolsonaro é responsável por aumento do preço do gás

Desde 2016, a Petrobrás vem sendo gerida como se fosse uma empresa privada e caminha a passos largos para a privatização de fato. Uma das principais mudanças que afetaram a população brasileira foi a alteração da política de preços da empresa que passou a acompanhar o preço internacional do barril do petróleo e a variação do dólar, desencadeando aumentos sucessivos, que já chegaram a ser diários, da gasolina, diesel e gás de cozinha, sem haver nenhuma proteção ao consumidor.

Os petroleiros defendem a intervenção do governo federal para barrar os aumentos sucessivos dos derivados de petróleo. “Acreditamos que a prioridade deve ser o povo brasileiro e não os acionistas privados da empresa. É possível vender o gás de cozinha a um preço menor e manter o lucro de acionistas, revendedoras e distribuidoras, mas o povo não é a prioridade do governo Bolsonaro. Isso está a cada dia mais claro”. afirma o coordenador do Sindipetro Bahia, Jairo Batista.

Venda das refinarias pode aumentar preços dos derivados

O governo Bolsonaro vem intensificando o desmonte da Petrobrás. As distribuidoras de combustíveis (BR e Liguigás) já foram privatizadas. A FAFEN foi arrendada. O edifício Torre Pituba foi desmobilizado e a grande maioria dos seus trabalhadores transferida para outros estados. A PBIO está à venda, assim como muitas unidades dos Campos Terrestres.

Com a venda da Rlam, da Transpetro, com seus quatro terminais de armazenamento e um conjunto de oleodutos totalizando 669 km, que já foi anunciada, a tendência é que se crie um monopólio de empresas privadas e os preços dos derivados de petróleo aumentem ainda mais.

O fato é que o consumidor brasileiro ganha em real, mas paga os derivados de petróleo em dólar. Com a privatização das refinarias a situação tende a piorar.

É contra essa política que a FUP e os Sindipetros estão lutando.

Conheça as cidades cujas populações serão beneficiadas com a ação da venda de gás de cozinha a preço justo

29/09 (terça-feira) – Alagoinhas
30/09 (quarta-feira) – Entre Rios
01/10 (quinta-feira) – Dias D’Ávila
02/10 (sexta-feira) Mata de São João

06/10 (terça-feira)- Simões Filho
07/10 (quarta-feira)- Candeias
08/10 (quinta-feira) São Francisco do Conde
09/10 (sexta-feira)- São Sebastião do Passé

13/10 (terça-feira) – Feira de Santana
14/10 (quarta-feira)- Ipirá
15/10 (quinta-feira)- Itabuna
16/10 (sexta-feira) – Itapetinga
17/10 (sábado)- Canavieiras
20/10 (terça-feira)- Olindina
21/10 (quarta-feira) – Madre de Deus

Publicado em Sistema Petrobrás

Neste sábado, dia 26 de setembro, os diretores do Sindipetro-ES estarão entregando os cupons de troca para 100 botijões de gás, aos sorteados da ação desenvolvida pelo Petroleirtos pela Vida junto com o SOS Periferia. A atividade será realizada no bairro Santo Antônio, em Cariacica, a partir das 10 horas, na praça do bairro. Também faremos panfletagem sobre os preços dos combustíveis.

Essa campanha promocional foi realizada durante os dias 01 e 22 de setembro, com 17 comerciantes do bairro. Durante esse período, para cada compra acima de R$ 15, o morador recebia um bilhete para concorrer ao sorteio dos 100 botijões.

Panfleto

O panfleto que será distribuído aos moradores do bairro, durante a ação, explica os motivos dos preços altos do gás de cozinha e demais combustíveis.

Convidamos a todos os Petroleiros a participarem conosco!

Segue endereço da ação:

Av. São Paulo, Santo Antônio, Cariacica – ES

https://maps.app.goo.gl/Q8aBnX7t2BjMYuNTA

[Via Sindipetro-ES]

Publicado em SINDIPETRO-ES

As informações divulgadas, nesta semana, em entrevista ao telejornal da emissora de televisão Rede Gazeta, pelo vice-presidente do Sindicato de Revendedores de Gás, o senhor Cléber dos Santos Almeida, alegando que o aumento futuro no preço do gás de cozinha estaria associado a um possível dissídio coletivo da categoria petroleira, são desconexas da verdade.

Em primeiro lugar, a categoria não está em dissídio coletivo. Estamos em plena negociação do Acordo Coletivo de Trabalho junto à Petrobrás, e sem qualquer previsão de paralisação das atividades.

É fundamental esclarecer também que os recentes aumentos no preço do gás de cozinha são resultado de decisões exclusivamente empresariais da atual gestão da Petrobrás. Alinhada ao Governo Bolsonaro, a Petrobrás segue privatizando seus Ativos de Gás em todo o país, a exemplo da Liquigás, da Gaspetro e de vários campos produtores.

O Espírito Santo também vem sofrendo com as privatizações no setor de gás. Recentemente, dois polos produtores de gás foram vendidos no Norte do Estado. Em verdade, a Petrobrás está lançando ao mercado todas as concessões de gás no Espírito Santo. Em pouco tempo a Petrobrás pode sequer existir em solo capixaba.

Ressaltamos que o principal motivo pelos recorrentes aumentos do preço do gás é o preço de paridade internacional (PPI) aplicado pela Petrobrás. Ao indexar o preço do barril à cotação internacional do petróleo, somos levados às flutuações do mercado mesmo sendo produtores potenciais. Uma vulnerabilidade inimaginável para o tamanho das nossas reservas, incompatível com nossa autossuficiência em petróleo.

O PPI é uma manobra fiscal que favorece importadores. Não há compromisso com o abastecimento, o que realmente importa é o lucro nas transações. A população, dependente do gás, é refém desse esquema criminoso que privilegia cartéis privados no mercado de gás.

Agradecemos os ouvidos atentos às nossas reivindicações. Reforçamos nossa luta em defesa do preço justo do gás, com uma Petrobrás forte e integrada. Convidamos todos a participar também da Campanha pela permanência da Petrobrás no Espírito Santo.

#APetrobrásFICAnoEspíritoSanto 

Valnísio Hoffmann

Coordenador geral do Sindipetro-ES

Publicado em Petróleo

No dia 13 de junho, o Sindipetro PR/SC e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizaram mais uma grande ação solidária nestes tempos difíceis de pandemia, doando alimentos e gás de cozinha para famílias carentes da periferia de Curitiba.

Foram distribuídos 15 toneladas de alimentos produzidos nos assentamentos do MST e 500 botijões de gás doados pelos petroleiros do Paraná e Santa Catarina.

A ação de solidariedade representa a aliança de classe entre trabalhadores do campo e da cidade e nasceu quando dirigentes do MST e do Sindipetro-PR/SC fizeram o desafio de aumentar o número de doações de itens essenciais para famílias que estão em vulnerabilidade social.  

As cestas básicas e botijões de gás foram distribuídos a famílias da Ocupação Portelinha, na Escola de Samba Embaixadores da Alegria, no Santa Quitéria; e da Ocupação Sabará, através da Associação da comunidade, no Complexo da Cidade Industrial de Curitiba.

Confira o minidocumentário produzido pelo Sindipetro-PR/SC: 

Publicado em Cidadania

Cortes esporádicos de custos e paralisações de plataformas não preparam a empresa para o futuro.

A especulação em torno do possível desabastecimento de GLP no país tem mais a ver com problemas logísticos e de desorganização da distribuição do que propriamente da escassez do produto. A situação desmascara mais uma vez o erro estratégico da gestão Castello Branco, que ignora as transformações globais da indústria do petróleo e revela como mentira a frase: “estamos preparando a empresa para o longo prazo. ” Se fosse verdade, a empresa teria que mudar seu plano de negócios, que ainda continua baseado em desinvestimentos e na redução da dívida, para apostar na atuação integrada e prepará-la para estar presente em diferentes segmentos além de diversificar a geração de receita. Neste momento, a Petrobras está agindo como se fosse uma empresa privada e só pensa em dar resposta a curto prazo aos acionistas.

Sobre a produção e consumo de GLP

Não haverá escassez do produto do mercado externo, ao contrário do Brasil, onde o consumo residencial responde por 80% do total de GLP consumido, no mundo, mais de metade do GLP é utilizado em segmentos não residenciais, como petroquímica e transporte. Com a queda da produção e serviços nesses setores, haverá abundância de GLP no mercado internacional. De tal forma, uma eventual ausência de GLP no Brasil será fruto de uma descoordenação da entrega do GLP nas residências brasileiras.
Um exemplo dessa descoordenação foi a venda da Liquigás para a Copagaz e a Nacional Gás Butano (dois dos maiores atores do mercado) que tornou o setor de distribuição mais concentrado. Isso pode significar a redução de bases de distribuição do GLP para os lares brasileiros. Ou seja, as duas novas proprietárias da Liquigás podem reduzir o número de bases de distribuição visando otimizar sua atuação em diferentes localidades do país. Se a Liquigás ainda fosse estatal poderia ajudar neste momento, mas como é empresa privada, sua visão é apenas de lucro.
Na semana passada, por exemplo, o jornal “A Gazeta” do Espírito Santos relatou a existência de filas e dificuldades de encontrar pontos de venda de GLP para os consumidores em alguns municípios do estado. Esse fato tem profunda relação com a dificuldade dos revendedores abastecerem seus pontos de venda na velocidade necessária para atender o aumento da demanda. Os empresários estão aproveitando a pandemia para manter suas taxas de lucro e redução de gastos com pessoal. Mesmo chegando GLP em todo o país, não há garantia de oferta ao público e principalmente aos mais pobres, que pagam absurdos pelo botijão. O problema está no preço, no acesso ao GLP.
Com essa aceleração desenfreada da demanda por GLP, fica clara a importância da Petrobras coordenando toda a cadeia de fornecimento do GLP da produção/importação até a chegada ao consumidor. É nessa hora que a atuação da Petrobras como empresa integrada é fundamental para lidar com crises como essas.

Durante a última semana, o Sindipetro Bahia visitou onze bairros de Salvador, onde distribuiu para famílias carentes mais de 170 botijões de 13 kg de gás de cozinha no valor de R$ 40,00 a unidade, subsidiando o restante do montante real do produto. A ação teve participação do coordenador-geral do sindicato, Jairo Batista, juntamente com outros diretores, e teve apoio de entidades que atuam localmente em cada região.

O consumo de gás de cozinha aumentou 23% no Brasil devido ao isolamento social exigido para o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus, segundo o Ministério de Minas e Energia. Nesse cenário de crise sanitária e econômica, o sindicato dialogou com ONGs atuantes nas oito regiões de Salvador para oferecer o insumo a famílias em dificuldade a R$40.

Atualmente, o botijão de gás está custando em média de R$65 a R$80, podendo ultrapassar os R$100 em algumas localidades. Em plena pandemia vêm sendo cobrados preços abusivos do botijão de gás, o que impede muitas famílias de adquirir o produto.

O Sindipetro arcou com essa diferença de preço para mostrar à população que, com margens de lucro menores ou subsídios do governo federal, o GLP poderia estar sendo vendido a preços menores, garantindo o acesso da população a esse produto essencial.

Durante a ação, os diretores do sindicato encontraram famílias com botijões completamente vazios há tempos, sem dinheiro para adquirir mais gás pelo preço de mercado. O papel social da Petrobras, assim como de outras estatais, neste momento é o de estar junto à população, distribuindo os bens essenciais a condições justas, e não aumentando preços, hibernando unidades operacionais, inclusive na Bahia, e contribuindo para o aumento do desemprego.

A Petrobrás é responsável por quase 100% do fornecimento de GLP no país, no entanto, a empresa vem optando por manter desativadas unidades de craqueamento que produzem o GLP, a exemplo da U-6, da RLAM, enquanto importa o produto que poderia estar sendo produzido aqui.

O Sindipetro Bahia continuará cumprindo seu papel cidadão com ações de apoio à população carente, tanto na capital quanto no interior da Bahia.

Confira imagens da ação nos bairros de Salvador no site do Sindipetro-BA

[Via Sindipetro-BA]

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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