Quinhentos veículos, entre motos e carros, participaram nesta quarta-feira, 18, de uma ação do Sindipetro-NF para conscientizar a população sobre a importância de uma Petrobrás voltada para os interesses públicos e chamar atenção para a greve dos petroleiros.

A ação aconteceu de forma tranquila no Posto BR localizado no bairro da Aroeira em Macaé. Trabalhadores em greve e diretores do sindicato distribuíram vouchers de R$ 20,00 aos motoristas e eram colados adesivos em apoio ao movimento nos carros e motos abastecidos.

Os moradores de Macaé costumam pagar um dos preços da gasolina mais cara do país. A média nos postos da cidade é de R$ 5,19 do litro do combustível. A categoria petroleira alertou a quem abastecia que um dos problemas do alto preço da gasolina é porque está equiparada ao mercado internacional.

“Estamos aqui para denunciar que a Petrobrás já vem se comportando como empresa  privada ao usar a política de preços com paridade ao mercado internacional. Nossa ideia é chamar atenção para a greve petroleira. Ontem o movimento já conquistou uma vitória que foi a suspensão das demissões em massa dos companheiros da Fafen Paraná. Mesmo assim tem que seguir forte para tentarmos reverter todos os ataques que estamos sofrendo ” – explicou o diretor do Sindipetro-NF, Sergio Borges.

[Via Sindipetro-NF | Foto: Rui Porto Filho]

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Os moradores de Macaé costumam pagam um dos preços da gasolina mais cara do país. A média paga nos postos da cidade é de R$ 5,19 o litro do combustível. A categoria petroleira em greve quer dialogar com a população e mostrar que esse preço é absurdo.

Com base em estudos do DIEESE, o Sindipetro-NF garante que seria possível pagar um combustível mais em conta se a Petrobrás tivesse seus interesses voltados para a população brasileira e não para o mercado internacional.

Para comprovar essa realidade, nesta quarta, 19, às 11 horas, o Sindipetro-NF vai subsidiar o valor do combustível.  A ação acontecerá no Posto BR na R. Dr Télio Barreto, 1074, na Aroeira. Cada carro receberá um voucher de R$ 20,00 para abastecer. Terão direito a abastecer 500 veículos/motos que chegarem no posto a partir deste horário.

Com isso o sindicato quer mostrar que uma pessoa que coloca R$ 50,00 de combustível deveria pagar apenas R$30,00 se a Petrobrás mudasse sua política de preços.

A política de preços

A Petrobrás modificou sua política de preços em relação aos produtos derivados do petróleo, como gasolina, diesel e gás de cozinha. Atualmente, os preços desses produtos variam de acordo com o mercado internacional e o câmbio do dólar, que varia em torno de R$ 4,30.

Para piorar ainda mais, a gestão atual da Petrobrás está subutilizando as refinarias. No ano passado operaram com 67% da sua capacidade. De acordo com a Petrobrás, isso está ocorrendo porque considera mais rentável vender óleo cru no mercado internacional e importar seus derivados. Entretanto o movimento sindical critica essa postura que não leva em conta a situação econômica de grande parte da população brasileira, obrigada a pagar por altos preços do botijão de gás e dos combustíveis.

A greve

A greve nacional dos petroleiros entra na terceira semana, com novas adesões. Enquanto a direção da Petrobras se nega a dialogar com a FUP, mais trabalhadores se somam ao movimento, pressionando a gestão da empresa para que suspenda as demissões na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen), que já tiveram início na sexta-feira, 14.

Neste final de semana, mais uma plataforma do Norte Fluminense aderiu à greve, que já se estendeu por toda a Bacia de Campos. Até o momento, 36 das 39 plataformas da região tiveram a operação entregue às equipes de contingência da Petrobrás. A mobilização é para que as três últimas plataformas da Bacia que ainda não entraram na greve (PRA-1, P-54 e P-65) se somem ao movimento nacional.

A terceira semana de greve, portanto, chega com força e unidade dos trabalhadores do Sistema Petrobrás em todo o país. São 118 unidades mobilizadas, entre elas 57 plataformas, 24 terminais e todo o parque de refino da empresa: 11 refinarias, SIX (usina de xisto), Lubnor (Lubrificantes do Nordeste), AIG (Guamaré).

No edifício sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro, a Comissão Permanente de Negociação da FUP já está há 17 dias, ocupando uma sala do quarto andar do prédio, cobrando um canal de diálogo com a gestão, na busca do atendimento das reivindicações da categoria.

Do lado de fora do prédio, na Avenida Chile, a Vigília Resistência Petroleira vem arregimentando apoios e participação ativa de diversas outras categorias, organizações populares, estudantes e movimentos sociais, na construção de uma ampla frente de luta em defesa da Petrobras e contra as privatizações.

[Sindipetro-NF]

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A ação do SINDIPETRO-RN, intitulada de "Gás de Cozinha a Preço Justo", foi realizada na manhã desta sexta-feira, 14, em frente à base administrativa da Petrobrás, em Natal. A atividade cumpriu um papel social importante e obteve grande atenção da população e da imprensa para a pauta da categoria petroleira, que se encontra em greve nacional desde o dia 1º de fevereiro.

Na ação o Sindicato dos Petroleiros do RN subsidiou 300 unidades de botijões de gás, sendo repassados para venda no valor de R$40,00 cada. O equivalente à metade do preço cobrado atualmente na região.

Essa iniciativa também foi realizada em outros estados, pelos demais sindicatos da Federação Única dos Petroleiros (FUP), com sucesso, e busca chamar atenção da sociedade sobre a política de preço dos combustíveis e do gás de cozinha.

Além disso, foi uma boa oportunidade para explicar a sociedade e obter apoio na luta dos petroleiros pela retomada dos investimentos da Petrobras no Rio Grande do Norte, contra o desmonte e venda da estatal, as transferências de trabalhadores e o descumprimento de ACT pela Petrobrás.

[Sindipetro-RN/Fotos: Arthur Varela]

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Emanuel Menezes, diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP), afirmou que as distribuidoras receberam ordem para boicotar a venda

A ação que venderia gás de cozinha a R$ 40 nesta sexta, 14, em Fortaleza, sofreu boicote e não chegou a acontecer no local combinado. Às 8h30min, horário marcado para o início da ação, 200 pessoas já haviam feito cadastro prévio. O Sindicato dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo (Sindipetro) e a Federação Única dos Petroleiros (FUP) pagariam a diferença de valor para as famílias.

"O cadastro é feito na União de Jovens do Vicente Pinzón. Leva documento e ganha senha no local. São 200 botijões, divididos entre comunidades do Serviluz, Castelo Encantado e Vicente Pinzón, onde essa associação atende", explica Wederson Nascimento, integrante da Associação de Moradores do Serviluz. Segundo ele, o número de botijões subiu de 150 para 200 devido parceria entre a associação e o Sindipetro.

No entanto, durante o evento, o vice-presidente da Associação, Márcio Lima, recebeu a notícia de que as distribuidoras não estavam permitindo que os caminhões saíssem para entregar os botijões.

“Recebemos um chamado por conta de um caminhão quebrado e, chegando lá, foi informado o real motivo: as distribuidoras receberam ordens, não se sabe de quem, de boicotar a venda para esse ato”, completa Emanuel Menezes, diretor da FUP no Ceará.

Insatisfeito com a situação, João Paulo, um dos moradores cadastrados, lamentou o boicote. Ele já fazia planos com o dinheiro que economizaria. “Ficamos felizes, porque ia ser uma ajuda para nós. Já é um gasto a menos na feira da gente”, conta. Ele estava no momento que a má notícia chegou: “É uma vergonha o que estamos passando. É o efeito Bolsonaro, que quer privatizar tudo. Só sobra para nós pobres”, desabafa.

A fim de tentar amenizar a situação, os moradores das três comunidades cadastradas - Serviluz, Castelo Encantado e Vicente Pinzón - foram direcionados para a associação, onde vão receber, a partir das 13h, metade do valor de um gás de cozinha (R$ 40) para completar com o dinheiro que já tinham e conseguirem comprar o produto.

Segundo diretor da FUP, essa é uma forma do “povo não sair prejudicado”. “O sindicato vai manter um subsídio em dinheiro para que as famílias que se cadastraram não ficarem no prejuízo”, complementa. Ao O POVO, Emanuel contou que a ação nacional ainda não havia recebido notícias de boicote. O caso do Ceará foi a primeira.

[Jornal O povo]

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[Atualizado às 18h]

Nesta quinta-feira, 13, quando os petroleiros completam 13 dias em greve, a FUP e seus sindicatos realizaram novas ações solidárias para que a população possa ter acesso a combustíveis com preços justos. O objetivo foi alertar os consumidores sobre os prejuízos causados pela política de preços que a Petrobras adota desde 2016 e que faz parte do pacote de desmonte e privatização da empresa.

Ao longo da manhã do dia, os sindicatos subsidiaram descontos de botijões de gás e gasolina em sete estados do país – Amazonas, Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Na sexta, também haverá subsídios de combustíveis no Rio Grande do Norte e Ceará. 

Desde o início da greve, os petroleiros já realizaram ações semelhantes no Paraná, em Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Espírito Santo e Rio Grande do Sul. 

Apesar de extrair petróleo com um dos custos mais baixos do planeta, a Petrobrás reajusta os preços dos derivados nas refinarias de acordo com as variações do mercado internacional e, consequentemente, do dólar, que já chegou a R$ 4,30.

Além disso, a empresa vem reduzindo o uso de suas refinarias, que operam hoje abaixo de 70% da capacidade. Há seis anos, as refinarias operavam com 95% de capacidade.

Ou seja, o Brasil está importando combustíveis que poderiam ser produzidos no país, o que nos deixa ainda mais expostos aos efeitos das crises internacionais. A situação ficará ainda mais grave com a venda de oito das 15 refinarias da Petrobrás.

> Confira os locais das ações solidárias dos petroleiros nesta quinta:

Belford Roxo (RJ)

Horário: 9h Local: Rua Padre Egídio, 78 - bairro Lote 15 (Paróquia São Simão) Combustível: Gás de cozinha – 50 botijões

Salvador (BA)

Horário: 11h Local: Posto BR – Avenida Vasco da Gama, em frente à antiga Coca-Cola Combustível: Gasolina – 100 vouchers

Manaus (AM)

Horário: 10h Local: Avenida José Lindoso (antiga Avenida das Flores), s/n, Loteamento das Orquídeas Combustível: Gás de cozinha – 200 botijões

Esteio (RS)

Horário: 10h Local: Rua Rio Grande, 2092, Centro Combustível: Gás de cozinha – 100 botijões

Jaboatão dos Guararapes (PE)

Horário: 10h Local: Rua Boa Esperança, s/n - em frente à Escola Estadual Nestor Gomes de Moura - bairro Vila Rica Combustível: Gás de cozinha – 200 botijões

São Mateus (ES)

Horário: 8h Local: BR-101, km 67,5 (portaria da Base 61, sede da Petrobrás em São Mateus) Combustível: Gás de cozinha - 100 botijões

Cosmópolis (SP)

Horário: 17h Local: cruzamento entre a Avenida do Trabalhador e a Avenida da Saudade Combustível: Gás de cozinha - 100 botijões

> Ações solidárias dos petroleiros na sexta:

Natal (RN)

Horário: 8h30 Local: Sede Administrativa da Petrobrás em Natal (Av. Euzébio Rocha, 1000 ) Combustível: Gás de cozinha - 200 botijões

Fortaleza (CE)

Horário: 8h30 Local: Portão B da Lubnor (Av. Leite Barbosa, S/N - Mucuripe ) Combustível: Gás de cozinha - 200 botijões.

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[FUP] 

 

 

 

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Quarta, 05 Fevereiro 2020 19:51

Um gás na greve e 50 unidades mobilizadas

A greve nacional dos petroleiros já atinge cerca de 50 unidades do Sistema Petrobrás, em 12 estados do país, mobilizando milhares de trabalhadores nas áreas operacionais e administrativas. Veja o quadro abaixo.

Ao longo desta quarta-feira, 05, os petroleiros promoveram ações sociais em quatro cidades, vendendo gás de cozinha e gasolina a preços justos. As ações foram realizadas em Araucária (Paraná), Alagoinhas (Bahia), Vitória (Espírito Santo) e Canoas (Rio Grande do Sul).

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O objetivo foi conscientizar a população sobre os impactos econômicos e sociais do desmonte e privatização da Petrobrás.

Na vigília que vem sendo mantida desde segunda-feira pelos petroleiros e movimentos sociais em frente ao edifício sede da Petrobrás (Edise), no Rio, o quinto dia de greve foi marcado por atos e eventos culturais. Além de uma aula pública do professor Dorival Gonçalves Junior, da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), sobre a importância dos preços dos combustíveis no dia a dia dos brasileiros, houve oficina de bordados e apresentação do bloco de carnaval “O petróleo é nosso!”. 

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Dentro do Edise, a Comissão de Negociação Permanente da FUP completa nesta quinta (06/02) sete dias de ocupção de uma sala do quarto andar do prédio, cobrando interlocução com a gestão da empresa para suspender as demissões na Fábrica de Fertilizantes de Araucária e abrir fóruns de negociação para cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho.  

Na Fafen-PR, os petroquímicos e petroleiros já estão há 16 dias acampados em frente à unidade, resistindo contra as mil demissões previstas para terem início no próximo dia 14.

Quadro nacional da greve dos petroleiros

Amazonas

Terminal de Coari - trabalhadores aderiram à greve nesta quarta, 05/02

Refinaria de Manaus (Reman) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01 

Rio Grande do Norte

Polo de Guamaré –  uma comissão de base está verificando as condições de segurança nas permissões de trabalho (processamento e produção de GLP, querosene de aviação e diese)

Base 34 - trabalhadores em estado de greve 

Ceará

Temelétrica TermoCeará - sem rendição no turno desde às 15h de 02/02

Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor) – sem rendição no turno desde às 23h de 31/01 

Pernambuco

Refinaria Abreu e Lima (Rnest) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores

Terminal Aquaviário de Suape - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores 

Bahia

Unidades da UO-BA (Taquipe, Miranga, Bálsamo, Araças, Candeias, Santiago e Buracica) - atividades paralisadas

Refinaria Landulpho Alves (Rlam) - sem rendição no turno desde às 23h de 31/01

Terminal Madre de Deus – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

Usina de Biocombustíveis de Candeias (PBIO) –  Adesão de 100% dos trabalhadores desde segunda (03/02) 

Espírito Santo

Unidade de tratamento de Gás de Cacimbas (UTGC) - trabalhadores cortaram a rendição no turno na manhã desta terça (04/02)

Sede administrativa da Base 61, polo de produção terrestre em São Mateus - 100% de participação dos trabalhadores terceirizados e próprios 

Minas Gerais

Termelétrica de Ibirité (UTE-Ibirité) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Refinaria Gabriel Passos (Regap) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01 

Rio de Janeiro

Terminal de Campos Elíseos (Tecam) – trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02). O turno opera com o número mínimo para as instalações, um operador e um supervisor

Termelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB) – trabalhadores estão mobilizados desde segunda (03/02), com atrasos crescentes no turno

Refinaria Duque de Caxias (Reduc) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Terminal de Cabiúnas, em Macaé (UTGCAB) – trabalhadores cortaram a rendição do turno às 23h de 03/02.

Na noite de segunda (03/02), os trabalhadores das plataformas da Bacia de Campos começaram a seguir a orientação do sindicato de entregar a operação das unidades para as equipes de contingência da Petrobrás. São 17 plataformas no movimento, que teve início no sábado (01/02), com levantamentos de pendências de segurança, efetivo e se houve embarque de equipes de contingência a bordo. 

São Paulo

Terminal de Baguar – trabalhadores atrasaram em 1h o carregamento de combustíveis nesta quarta (05)

Terminal de Guarulhos - trabalhadores seguem realizando atrasos

Terminal de Barueri – adesão dos trabalhadores na manhã do dia 03/02

Refinaria de Paulínia (Replan) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01

Refinaria de Capuava, em Mauá (Recap) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 

Refinaria Henrique Lages, em São José dos Campos (Revap) – cortes alternados nos turnos

Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão (RPBC) – cortes alternados nos turnos 

Paraná

Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Fábrica de Xisto (SIX) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FafenPR/Ansa) – sem trabalhadores da operação e da manutenção no interior da unidade. Acampamento na porta da fábrica prossegue desde o dia 21/01

Terminal de Paranaguá (Tepar) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 

Santa Catarina

Terminal Terrestre de Itajaí (TEJAÍ) - trabalhadores aderiram à greve na terça (04/02)

Terminal de Guaramirim (Temirim) - trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02)

Terminal de São Francisco do Sul (Tefran) -  trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02)

Base administrativa de Joinville (Ediville) -  trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02) 

Rio Grande do Sul

Terminal de Niterói (Tenit) – adesão à greve na manhã de 03/02

Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

[FUP]

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Na tarde de hoje (05), em Araucária, o Sindipetro PR e SC e o Sindiquímica-PR uniram forças para mais uma mobilização em benefício da sociedade. Enquanto os petroleiros distribuíram cupons de desconto para o gás de cozinha no valor de R$ 30, os petroquímicos doaram feijão

A Praça da Bíblia, em Araucária, recebeu uma peregrinação de cidadãos com botijão de gás em mãos e em busca de desconto. Os 300 botijões que o Sindipetro PR e SC comprou para a ação acabaram em pouco tempo. A ação da entidade teve o objetivo de alertar a população sobre os prejuízos causados pela política de privatização da Petrobrás. Em vários estados do Brasil, os sindicatos subsidiaram o preço do gás de cozinha de 13 kg. 

No ato em Araucária, a população começou a chegar por volta do meio dia e rapidamente lotou a praça, formando grande fila em frente à barraca dos petroleiros, onde eram trocados os cupons de R$ 30. Com o voucher em mãos, o cidadão pegava rapidamente seu botijão e recebia um quilo de feijão. Levando em consideração o preço médio de R$ 70 no gás na região, com a ação, os trabalhadores compraram o item por R$ 40. 

Para o Sindipetro PR e SC, é possível vender o gás de cozinha a custo de produção nacional, mantendo o lucro das distribuidoras, revendedoras, da Petrobras e a arrecadação dos impostos dos estados e municípios. “Uma outra política de preços é possível, tanto para a gasolina e o diesel como para o gás de cozinha. Basta o Governo Federal barrar os aumentos sucessivos dos derivados do petróleo”, explicou Mário Dal Zot, presidente do sindicato. 

Atualmente, a população brasileira é punida com a política de preços da atual gestão da Petrobrás, que segue a agenda de Paulo Guedes, guru econômico de Bolsonaro. Ou seja, hoje a companhia acompanha o preço internacional do barril do petróleo e a variação do dólar. O resultado são aumentos sucessivos, muitas vezes diários, para gasolina, diesel e gás de cozinha. 

Na Praça da Bíblia, a voz do povo é a voz de Deus 

A greve dos petroleiros fecha o quinto dia nesta quarta-feira, com pautas claras: contra a demissão dos trabalhadores da Fafen-PR, pelo respeito ao Acordo Coletivo de Trabalho e pela Petrobrás forte, promovendo desenvolvimento, gerando emprego e renda. 

Sobre esse último ponto, uma coisa é certa: a desindustrialização irá promover um problema sem precedentes na região industrial de Araucária. 

Sabendo disso, o Sindipetro PR e SC, através do Fórum de Defesa da Petrobrás, ouviu a população sobre o fechamento da Fafen-PR, o que eles acham do atual Governo Federal e o preço do gás de cozinha. 

Todas as entrevistas foram ao vivo e de forma aleatória. Elas estão disponíveis na página do Facebook do Fórum de Defesa da Petrobrás.

Confira alguns relatos:   

::Sobre a possibilidade de fechamento da Fafen-PR: 

“Sou terceirizado da Petrobrás. Ano passado, nós conseguimos trabalhar só 40 dias. Esse ano, que era para ter serviço, teve o fechamento da Fafen-PR. Isso é um absurdo, porque eu moro em Araucária desde o início da Petrobrás, meu filho cresceu e estuda para seguir o mesmo caminho que o meu e trabalhar nessa área, agora, nós não vamos saber o que vai acontecer. Todo ano nós tínhamos um dinheiro dali, era seguro, agora já perdemos a expectativa de trabalho” – *Luiz Carlos Lopes. 

:: Sobre o preço do gás de cozinha e o Governo Federal: 

“Deus o livre, está muito caro. Acho que nós temos que entrar no mato e juntar lenha e fazer fogo, porque não tem como mais. Difícil. Acho que o presidente (Bolsonaro), em vez de melhorar, piorou” – Sofia dos Santos. 

“O preço do gás não está caro, está um absurdo. (Sobre a promoção) Ajuda muito, poderia ser constante, mas, para isso, tem que tirar o presidente” – Fernanda Guimarães.   

:: Sobre a importância da ação dos sindicatos: 

“Essa promoção está muito boa. Porque muita gente está sem dinheiro para comprar gás e comida. Agora, já dá para comprar o botijão e ainda comprar uma carninha. Porque trinta reais de diferença já é uma ajuda” – Clara

“Para mim ajuda muito. Sou aposentado e ganho uma mixaria. Até o feijão ajuda. O gás está muito caro, atrapalha na minha vida e de muita gente. Hoje, tudo está mais caro. Estão administrando muito mal o Brasil. Entraram dizendo que iam melhorar, mas está piorando. Tudo tá caro. Não tem nem como ter lazer com a família” – Antônio (Aposentado).

[Via Sindipetro-PR/SC]

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Nas primeiras horas da manhã dessa quarta-feira (05), começou a ser formada uma grande fila em frente à distribuidora da Brasilgás em Alagoinhas, no bairro do Mangalo.

As pessoas aguardavam o inicio da ação solidária do Sindipetro Bahia que ao subsidiar o preço do gás de cozinha anunciou a venda do botijão de 13 kilos pelo valor de R$ 50,00.

Os 200 botijões oferecidos foram vendidos em 40 minutos. Segundo o proprietário da distribuidora, normalmente essa mesma quantidade é vendida em oito dias.

“Isso mostra que quando o preço é justo as pessoas compram” analisa o diretor de comunicação do Sindipetro Bahia.

A maioria das pessoas que estavam na fila conversando entre si, relatavam muitas dificuldades para adquirir o produto no dia a dia. O perfil era de uma população carente, muitos recebendo o  bolsa família e que contaram moedas para comprar o botijão de gás. Um deles contou que estava utilizando lenha para cozinhar e, apesar da dificuldade financeira que estava passando, viu na ação do Sindipetro uma boa oportunidade para voltar até o gás de cozinha em casa.

A ação do Sindipetro teve uma boa repercussão nas rádios de Alagoinhas, pautando no munícipio um assunto importantíssimo e que ainda é ignorado pela maioria da população: como a política de preços da Petrobras, que passou a acompanhar o preço internacional do barril do petróleo e a variação do dólar, tem impactado, de forma negativ,a a vida do consumidor.

A ação é uma das atividades que estão sendo realizadas pelos petroleiros durante a greve da categoria que já dura cinco dias e conta com a adesão de mais de 30 unidades da Petrobrás  em 12 estados do país.

O movimento de venda de gás de cozinha e gasolina a preço justo foi realizado também pelos Sindipetros Espirito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul.

“O mais importante é que estamos conseguindo alertar a população sobre os prejuízos causados pela política de privatização da Petrobrás, que já está acontecendo de fato, com a venda de refinarias, campos terrestres, fechamento de unidades, de sondas de petróleo, além de demissões em massa e descumprimento do ACT.” analisa Radiovaldo.

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em Sistema Petrobrás

[Atualização às 22h20]

O quinto dia de greve dos petroleiros conta nesta quarta-feira, 05, com ações solidárias realizadas pelos sindicatos da FUP, subsidiando os preços do botijão de gás de cozinha nos estados da Bahia, Paraná e Rio Grande do Sul. No Espírito Santo, os descontos foram no preço da gasolina.

A greve nacional da categoria segue forte em 12 estados do país e já atinge cerca de 50 unidades do Sistema Petrobrás, mobilizando em torno de 18 mil trabalhadores nas unidades operacionais e administrativas. [Veja o quadro no final da matéria].

A privatização e fechamento de unidades da Petrobras, além das demissões em massa, pesam no bolso da população. Os preços abusivos dos combustíveis são parte do pacote de desmonte da empresa.

O consumidor brasileiro é punido por uma política de reajuste de derivados que obriga a Petrobras a acompanhar o preço internacional do barril do petróleo e a variação do dólar. Os petroleiros lutam para alterar essa forma de reajuste dos combustíveis. Por isso, os sindicatos da FUP estão em greve e nas ruas, denunciando o desmonte da empresa. 

Ações contra preços abusivos

No Espírito Santo, a ação foi em Vitória. O Sindipetro distribuiu 00 cupons de descontos na sede da Petrobras (Edivit), na Reta da Penha. Cada motorista abasteceu 20 litros de gasolina, recebendo ajuda do Sindipetro-ES de R$ 2,00 por litro, totalizando R$ 40 de desconto.

No Paraná, a ação foi em Araucária, na Praça da Bíblia, em frente à Câmara dos Vereadores, região central da cidade. Os petroleiros entregaram 300 botijões com voucher de R$ 30 na compra do GLP. Assim, o preço médio do botijão, que atualmente está em R$ 70, ficou por R$ 40. O Sindiquímica-PR também fez a segunda distribuição gratuita de feijão para a população. Foi doada uma tonelada do alimento, produzido pelos trabalhadores rurais dos assentamentos do MST no estado.

No Rio Grande do Sul, a ação foi realizada à tarde, na cidade de Canoas, onde 100 botijões de gás foram distribuídos pelo valor de R$ 40,00 para 100 consumidores na Vila João de Barro.

Na Bahia, a ação foi realizada na cidade de Alagoinhas, onde 200 botijões de gás foram subsidiados pelo Sindipetro pelo valor de R$ 50,00 para as 200 pessoas no bairro do Mangalo.

Ocupação e vigília em frente à sede da Petrobrás

No Rio de Janeiro, a Comissão de Negociação Permanente da FUP entra hoje no sexto dia de ocupção de uma sala do quarto andar da sede da Petrobrás, cobrando interlocução com a gestão da empresa para suspender as demissões na Fábrica de Fertilizantes de Araucária e abrir fóruns de negociação para cumprimento do Acordo Coletivo.  

Do lado de fora do prédio, na Avenida Chile, cresce a vigília dos movimentos sociais e familiares de trabalhadores da Fafen-PR. As demissões anunciadas pela gestão da Petrobrás começam no próximo dia 14, se não forem suspensas. A mobilização conta com participação do MPA, MAB, MST, movimentos de estudantes, Levante Popular da Juventude, UJS, UNE, MNU, CMP, MAR, CMP/SP, entre outros movimentos organizados.

Nesta quarta, houve várias atividades no local, como oficinas de batucada e uma aula pública às 15h, com o professor Dorival Gonçalves, da UFMT, que explicou porque o preço dos combustíveis virou um tema do dia a dia dos brasileiros.

Na Fábrica, em Araucária, os petroquímicos e petroleiros completam 16 dias de resistência, acampados em frente à unidade.

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Quadro nacional nesta quara – 05/02

Amazonas

Terminal de Coari - trabalhadores aderiram à greve nesta quarta, 05/02

Refinaria de Manaus (Reman) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01 

Rio Grande do Norte

Polo de Guamaré –  uma comissão de base está verificando as condições de segurança nas permissões de trabalho (processamento e produção de GLP, querosene de aviação e diese)

Base 34 - trabalhadores em estado de greve 

Ceará

Temelétrica TermoCeará - sem rendição no turno desde às 15h de 02/02

Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor) – sem rendição no turno desde às 23h de 31/01 

Pernambuco

Refinaria Abreu e Lima (Rnest) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores

Terminal Aquaviário de Suape - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores 

Bahia

Unidades da UO-BA (Taquipe, Miranga, Bálsamo, Araças, Candeias, Santiago e Buracica) - atividades paralisadas

Refinaria Landulpho Alves (Rlam) - sem rendição no turno desde às 23h de 31/01

Terminal Madre de Deus – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

Usina de Biocombustíveis de Candeias (PBIO) –  Adesão de 100% dos trabalhadores desde segunda (03/02) 

Espírito Santo

Unidade de tratamento de Gás de Cacimbas (UTGC) - trabalhadores cortaram a rendição no turno na manhã desta terça (04/02)

Sede administrativa da Base 61, polo de produção terrestre em São Mateus - 100% de participação dos trabalhadores terceirizados e próprios 

Minas Gerais

Termelétrica de Ibirité (UTE-Ibirité) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Refinaria Gabriel Passos (Regap) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01 

Rio de Janeiro

Terminal de Campos Elíseos (Tecam) – trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02). O turno opera com o número mínimo para as instalações, um operador e um supervisor

Termelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB) – trabalhadores estão mobilizados desde segunda (03/02), com atrasos crescentes no turno

Refinaria Duque de Caxias (Reduc) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Terminal de Cabiúnas, em Macaé (UTGCAB) – trabalhadores cortaram a rendição do turno às 23h de 03/02.

Na noite de segunda (03/02), os trabalhadores das plataformas da Bacia de Campos começaram a seguir a orientação do sindicato de entregar a operação das unidades para as equipes de contingência da Petrobrás. São 17 plataformas no movimento, que teve início no sábado (01/02), com levantamentos de pendências de segurança, efetivo e se houve embarque de equipes de contingência a bordo. 

São Paulo

Terminal de Baguar – trabalhadores atrasaram em 1h o carregamento de combustíveis nesta quarta (05)

Terminal de Guarulhos - trabalhadores seguem realizando atrasos

Terminal de Barueri – adesão dos trabalhadores na manhã do dia 03/02

Refinaria de Paulínia (Replan) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01

Refinaria de Capuava, em Mauá (Recap) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 

Refinaria Henrique Lages, em São José dos Campos (Revap) – cortes alternados nos turnos

Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão (RPBC) – cortes alternados nos turnos 

Paraná

Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Fábrica de Xisto (SIX) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FafenPR/Ansa) – sem trabalhadores da operação e da manutenção no interior da unidade. Acampamento na porta da fábrica prossegue desde o dia 21/01

Terminal de Paranaguá (Tepar) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 

Santa Catarina

Terminal Terrestre de Itajaí (TEJAÍ) - trabalhadores aderiram à greve na terça (04/02)

Terminal de Guaramirim (Temirim) - trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02)

Terminal de São Francisco do Sul (Tefran) -  trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02)

Base administrativa de Joinville (Ediville) -  trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02) 

Rio Grande do Sul

Terminal de Niterói (Tenit) – adesão à greve na manhã de 03/02

Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

[FUP | Foto: Gilbram Mendes]

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Em greve há quatro dias, os petroleiros realizam nessa quarta-feira (05) uma ação para alertar a população sobre os prejuízos causados pela política de privatização da Petrobras.

Em vários estados do Brasil, os sindicatos de petroleiros vão subsidiar o preço do botijão de gás de cozinha de 13 kilos.

No Rio Grande do Sul, a ação será realizada na cidade de Canoas, onde 100 botijões de gás serão vendidos pelo valor de R$ 40,00 para as 100 primeiras pessoas que comparecerem a partir das 16h do dia 05/02 (quarta), na Vila João de Barro, localizada próximo a associação de moradores, em Canoas.

Com a ação, os petroleiros pretendem mostrar que é possível vender o gás de cozinha com o valor acessível e justo, levando-se em consideração o custo de produção nacional, mantendo o lucro das distribuidoras, revendedoras, da Petrobras e a arrecadação dos impostos dos estados e municípios.

Os petroleiros defendem a intervenção do governo federal para barrar os aumentos sucessivos dos derivados de petróleo. “Acreditamos que a prioridade deve ser o povo brasileiro e não os acionistas privados da empresa. É possível vender o gás de cozinha a um preço menor e manter o lucro de acionistas, revendedoras e distribuidoras.

Isso somente será possível com uma Petrobrás pública, forte e integrada. As ações do governo vão na contramão dos interesses da sociedade. Parte das refinarias brasileiras foram colocadas a venda, incluindo a Refap, em Canoas. As distribuidoras de combustíveis (BR e Líquigás) foram privatizadas e agora as atividades da Fábrica de Fertilizantes (Fafens) foram encerradas”, afirma o presidente do Sindicato dos Petroleiros do RS, Fernando Maia da Costa.

Greve
A cada dia aumenta a adesão à greve dos petroleiros que acontece em nível nacional e já atinge 30 bases operacionais em onze estados. Eles reivindicam o cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) da categoria e a suspensão das demissões dos trabalhadores da FAFEN Paraná (400 trabalhadores próprios e 600 terceirizados).

Assessoria de Imprensa Sindipetro-RS
(51) 226.2799

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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