Quinta, 08 Agosto 2019 12:48

FHC mandou exército ocupar refinarias

Sem diálogo com os petroleiros em greve, sem perspectiva de solução para um movimento que completava mais de 20 dias de paralisação e com estoques de combustíveis em níveis críticos, o presidente Fernando Henrique Cardoso determinou a ocupação pelo Exército de quatro refinarias da Petrobrás para tentar garantir a retomada da produção.
A ação foi deflagrada na madrugada de quarta-feira e atingiu as refinarias de Paulínia, São José dos Campos, Mauá -todas três em São Paulo- e Araucária (PR).
Apesar de o Exército estar em prontidão havia dez dias, a ação surpreendeu os grevistas.
O presidente do PT, Luiz Inacio Lula da Silva, criticou a medida e tentou dar corpo à frente parlamentar que tentava reabrir negociações entre governo e petroleiros.
Mas Lula não apresentou solução concreta para encontrar uma saída que não sacrificasse a população e ao mesmo tempo preservasse o poder de pressão dos grevistas.
O presidente da CUT, Vicente Paulo da Silva, classificou a atitude do governo como ``burra". Mas ao optar por chamar o Exército para ocupar quatro refinarias, FHC evitou enfrentar os grevistas onde poderia haver mais problemas -incluindo confronto direto com os militares, sujeito a mortes.
A refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão, ocupada desde o último dia 6 por 500 petroleiros, foi poupada da ação do Exército. Para vender a imagem que optou corretamente mesmo ao usar instrumento que carrega historicamente uma imagem autoritária, o governo, depois de dias anunciando um racionamento iminente, passou a afirmar, 24 horas após a ação, que a produção da Petrobrás atingiu 50% do seu total.
Na sexta-feira, os petroleiros amargaram nova derrota no Tribunal Superior do Trabalho. Os ministros reafirmaram a interpretação da greve como abusiva.”

Via Folha de São Paulo. 28 de maio de 1995

Publicado em Sistema Petrobrás

Atos nos prédio administrativos e nas sedes da Petrobrás Biocombustíveis (Pbio) marcaram o  último dia da Semana Nacional de Lutas realizado por todos os petroleiros das bases sindicais da FUP.  Desde o dia 30 os petroleiros mandaram o recado de que estão dispostos para o enfrentamento. Foram realizados atos nas bases da Transpetro, refinarias, Fafen’s, E&P, termoelétricas, prédios administrativos, na SIX e na Pbio.  

Em São Paulo, aconteceu hoje um ato em um prédio de Coworking (local alugado onde diversas empresas dividem o mesmo espaço), onde trabalham os empregados transferidos do EDISP 1, que ficava na Av. Paulista.

As mobilizações desta semana foram parte do calendário de lutas da FUP, que tem como objetivo a defesa do acordo coletivo, dos empregos e da Petrobrás pública e integrada. Essas ações marcam a posição da categoria petroleira contra a intransigência da atual gestão da Petrobrás que insiste em retirar direitos dos trabalhadores, ameaça com demissões e oferece um reajuste salarial de apenas 1%. Além disso, a classe continua dizendo não a privatização das estatais.

Nos dias 6 e 7 de agosto, a direção da FUP estará reunida com seus sindicatos filiados no Rio de Janeiro, para o Seminário Nacional de Greve.

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Publicado em Sistema Petrobrás

Petroleiros de todo o país que estão em Belo Horizonte para a 8ª Plenária Nacional da FUP mandaram um recado para a gestão da Petrobrás: a categoria vai lutar até a última gota para defender a empresa e os direitos conquistados a duras penas. Esse foi o tom que marcou as falas das lideranças sindicais no ato da manhã desta sexta-feira, 24, em frente à Refinaria Gabriel Passos, uma das oito unidades que estão na lista de privatização anunciada pela direção da empresa. Ao final da mobilização, os petroleiros da Regap realizaram uma assembleia que aprovou por unanimidade a participação na greve geral do dia 14 de junho.

É a resposta da categoria aos gestores da Petrobrás, que apresentaram na quarta-feira, 22, uma proposta de desmonte do Acordo Coletivo de Trabalho, que aniquila direitos e benefícios sociais e ataca frontalmente as organizações sindicais.

“Não há saída individual. A luta é coletiva”

“Essa proposta de acordo coletivo é para pavimentar o caminho para a privatização. Só vamos mudar este quadro, se os trabalhadores entenderem que não há saída individual. A luta é coletiva”, afirmou o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

Também presente ao ato na Regap, o coordenador da FNP, Adaedson Costa, ressaltou a importância do engajamento de cada trabalhador e trabalhadora na luta em defesa da Petrobrás. “Nós aqui na linha de frente já estamos dia a dia, de norte a sul deste país, defendendo a Petrobrás, mas é com a participação ativa de cada petroleiro que vamos fazer a diferença da classe trabalhadora e reverter todas as mazelas que estão sendo impostas à categoria e à população”, declarou.

Construir a greve geral

As lideranças sindicais petroleiras enfatizaram que é fundamental que a categoria esteja junto novamente com os estudantes e profissionais da educação na mobilização do dia 30 e na greve geral do dia 14 de junho. “É na luta, como outras gerações fizeram, que iremos defender a nossa empresa, porque defender a Petrobrás não é defender o meu, o seu emprego. Defender a Petrobrás é defender um Brasil soberano”, afirmou o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

Imprensa da FUP | Fotos:  Paulo Neves, Maria João Palma (FUP) e Arthur Varela (Sindipetro-RN)

 

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Publicado em VIII Plena FUP
Sábado, 13 Abril 2019 11:30

Entenda a real intenção do governo

O debate do reajuste do valor do diesel esconde uma maldade, que é a real intenção deste governo, a venda de todas as refinarias da Petrobras.

Assista ao vídeo do coordenador geral da FUP, José Maria Rangel

https://www.facebook.com/413464292044604/posts/2275678349156513?sfns=mo

 

Publicado em Petróleo

De 1.566 greves acompanhadas pelo Dieese no ano passado, 1.269 (81%) tiveram caráter defensivo, ou seja, em defesa de direitos, por manutenção ou, principalmente, descumprimento de acordos. Embora seja 25% menor que no período 2013-2016 (2 mil, em média), o instituto lembra o número é "bastante superior" ao do período anterior a 2013 (em torno de 500 paralisações por ano). "Pode-se dizer que esse grande ciclo de greves, iniciado há alguns anos, ainda está em marcha", afirma.

Mais da metade das greves registradas em 2017 (55,5%) referia-se a descumprimento de acordos, convenções coletivas ou legislação. Em 44% dos casos, a principal reivindicação era pagamento de salários atrasados, ou itens como férias, 13º e vales – esse percentual era de 20% em 2013. Quase um terço (32%) das paralisações foi por reajuste de salários ou pisos.

Os trabalhadores no setor público fizeram mais greves do que os da área privada: 814 e 746, respectivamente. O total de horas paradas superou 94 mil, sendo 65% referentes à esfera pública, que se dividiu em paralisações no funcionalismo (728) e empresas estatais (86). Segundo o Dieese, seis greves envolveram trabalhadores dos setores público e privado.

O instituto lembra que 2017, ano do centenário da greve envolvendo várias categorias em São Paulo, registrou três protestos nacionais contra as "reformas" trabalhista e previdenciárias: a greve de 15 de março, a greve geral de 28 de abril e o dia de protestos em 30 de junho. "Ao mesmo tempo, as principais características observadas nas mobilizações de 2017 – categorias de trabalhadores envolvidos e caráter das pautas de reivindicações – continuam a reafirmar a permanência do grande ciclo grevista que emergiu mais claramente a partir de 2012", avalia o Dieese.

Trabalhadores mais vulneráveis

"Do ano de 2012 em diante, e progressivamente, trabalhadores de categorias profissionais mais vulneráveis, tanto da perspectiva remuneratória, quanto de condições de trabalho, vão se destacando como grandes protagonistas do ciclo grevista: os terceirizados que atuam em empresas contratadas pelo setor privado – como vigilantes, recepcionistas e encarregados de limpeza – e os terceirizados de empresas contratadas pelo poder público, como trabalhadores em coleta de lixo e limpeza pública, rodoviários do transporte coletivo urbano, enfermeiros e outros profissionais das Organizações Sociais de Saúde – OSS. Também tiveram notoriedade as paralisações promovidas por trabalhadores da construção envolvidos em grandes obras e por professores municipais na luta pelo pagamento do Piso Nacional do Magistério."

Mais da metade (54%) das greves terminaram no mesmo dia, enquanto 16% duraram mais de 10 dias. Foram 544 (35%) com caráter de advertência e 949 (61%) por tempo indeterminado.

Segundo o Dieese, predominaram as greves por empresa ou unidade: 59% do total. E 41% abrangeram toda a categoria profissional. 

Das quase 1.600 greves registradas, 295 (19%) tinham informação sobre o número de trabalhadores envolvidos. Desse total, 59% reuniram até 200 empregados. Paralisações com mais de 2 mil trabalhadores representaram 6%.

[Via Rede Brasil Atual]

 
 
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Publicado em Trabalho

Os trabalhadores da Manserv, prestadora de serviços de manutenção na Recap, em Mauá, decidiram encerrar, na manhã desta segunda-feira (03), a greve que já durava 40 dias. Em assembleia na porta da refinaria, os mais de 200 terceirizados aprovaram a nova proposta da empresa, que concede reajuste salarial de 2,5% e vale-alimentação de R$ 485, retroativos a 1º dia maio, data base da categoria.

A Manserv também se comprometeu a abonar 75% dos dias parados, com adicional de periculosidade, e descontar o restante em duas vezes (setembro e outubro). A empresa prometeu ainda estabilidade no emprego de 60 dias e pagar o salário de agosto nesta terça-feira (04), caso os empregados retornassem hoje cedo ao trabalho.

Para o coordenador da Regional Mauá do Sindicato, Auzélio Alves, foi uma grande batalha travada pelos trabalhadores terceirizados e que teve empenho importante de diretores de base do Unificado e petroleiros aposentados e da ativa.
“Foram dias de luta e resistência por melhores condições de trabalho e salário. Os trabalhadores da Manserv retornam às atividades com o sentimento de que todos esses dias de luta valeram a pena, para a conquista dos avanços no acordo coletivo”, afirmou Auzélio.

Solidariedade

Desde o início da greve, os terceirizados contaram o apoio do Unificado. A direção sindical participou das manifestações, realizadas na porta da Recap, e promoveu uma campanha de arrecadação de cestas básicas, para serem doadas aos trabalhadores, que passaram o mês de agosto sem receber o salário.

A campanha foi um sucesso, com a participação de muitos petroleiros e dezenas de cestas arrecadadas, que foram distribuídas na manhã desta segunda-feira (03). “Agradecemos a todos os petroleiros que se solidarizaram com a causa e ajudaram nossos companheiros. A união e a solidariedade fazem parte da história de lutas e conquistas da nossa categoria”, destacou o dirigente.

[Via Sindipetro Unificado de São Paulo]

Publicado em Setor Privado

Os trabalhadores da empresa Manserv, que que atuam no setores de montagem e manutenção da Refinaria de Capuava (Recap), em Mauá (SP), continuam em GREVE há mais de 30 dias. Eles lutam por melhores condições de trabalho e para que suas reivindicações de negociação do Acordo coletivo de trabalho sejam aceitas.

A greve foi iniciada no dia 26 de julho e atinge a totalidade dos 220 trabalhadores, segundo o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário em Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra (Construmob).

Na quarta-feira (29/08), o Sindipetro Unificado de SP e o Construmob iniciaram uma campanha de arrecadação de CESTAS BÁSICAS para distribuir aos trabalhadores em greve.

Várias lideranças sindicais deram apoio na porta da refinaria, em um ato de solidariedade e de mobilização.

[Com informações do Sindipetro Unificado de SP]

Publicado em Setor Privado

Os eletricitários realizam, nesta quinta-feira (30), em vários estados do País, um Dia Nacional de Luta contra o leilão de três distribuidoras da Eletrobras – Companhia de Eletricidade do Acre, Centrais Elétricas de Rondônia e Boa Vista Energia, distribuidora de Roraima, por apenas R$ 50 mil cada, de acordo com denuncia da Federação Nacional dos Urbanitários (FNU-CUT).

Os trabalhadores e trabalhadoras das empresas de distribuição de energia da Eletrobras iniciaram uma paralisação das atividades por 72 horas nesta terça (28/8) contra a suspensão da liminar que impedia a privatização das companhias de eletricidade do Norte e Nordeste.

Nesta quarta (29), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), responsável pelo processo, divulgou comunicado confirmando a realização do leilão. Segundo o comunicado, os lances serão viva-voz e a abertura dos envelopes de habilitação ocorrerá às 15h, na Bolsa de Valores de São Paulo.

Segundo a FNU, o cronograma de privatização do governo do ilegítimo e golpista Michel Temer (MDB-SP) prevê o leilão da Amazonas Energia para o dia 26 de setembro pelo mesmo valor irrisório - R$ 50 mil - pago pela empresa que, em julho deste ano, arrematou a distribuidora do Piauí (Cepisa).

A privatização dessas distribuidoras, segundo os dirigentes da FNU, abre caminho para a venda das empresas de geração e transmissão de energia da Eletrobras, maior empresa do setor na América Latina. Caso isso aconteça, as consequências para a população serão contas de luz ainda mais caras, fim das tarifas sociais e precarização da mão de obra. Para os eletricitários, demissões. Para o povo, rombo no orçamento já minguado.

Liminar suspensa

No dia 16 de agosto, o Órgão Especial do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região do Rio de Janeiro (TRT1) havia suspendido, por 11 votos a 3, o leilão das distribuidoras da Eletrobras. Com isso, a liminar concedida pela 49º Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, que havia sido cassada pelo presidente do TRT1, tinha voltado a valer.

De acordo com a liminar, concedida em junho pela juíza Raquel de Oliveira Maciel, o processo de desestatização das distribuidoras estava suspenso até que as empresas apresentassem um estudo sobre o impacto nos empregos dos trabalhadores das distribuidoras de energia em caso de alienação ou liquidação.

No entanto, quatro dias após a decisão favorável aos trabalhadores e trabalhadoras, no dia 20 de agosto, o presidente do TST, ministro Brito Pereira, suspendeu a liminar e liberou a venda.

Na Pressão – pressione os parlamentares para não votarem pela privatização da Eletrobras

Contra a entrega do patrimônio público que pertence ao povo brasileiro, como as distribuidoras da Eletrobras e o Pré-Sal, eletricitários e petroleiros, com o apoio da CUT, lançaram uma campanha para pressionar os senadores a votarem contra os projetos de lei que permitem a entrega das estatais.

Para isso, basta acessar o site Na Pressão e mandar e-mail, telefonar ou postar recados nas redes sociais dizendo que é contra a entrega a preço de banana do patrimônio público brasileiro.

Ao acessar o site Na Pressão, o usuário encontrará duas colunas: a azul corresponde aos senadores favoráveis aos projetos e a coluna verde são os parlamentares que querem manter a energia e o petróleo com o controle do povo brasileiro.

É possível enviar mensagem a cada senador de forma individual ou é possível optar por encaminhar, de uma só vez, e-mail para todos os parlamentares indecisos ou a favor do governo do ilegítimo Temer pelo link “Ativar Ultra Pressão”. Ao clicar na foto individual do parlamentar, é possível acessar informações completas do deputado, como partido, estado e até mesmo contato para envio de mensagens por meio do whatsapp.

[Via CUT]

Publicado em Economia

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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