Além da contaminação em massa nas plataformas, a covid-19 se alastra sem controle por refinarias da Petrobrás, enquanto os gestores ignoram riscos e expõem trabalhadores.

Veja a denúncia do Sindipetro-PR/SC:

A gestão da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, submeteu cerca de noventa trabalhadores, a maioria do Grupo de Turno A, ao exame laboratorial para verificação de presença do novo coronavírus (anticorpos anti_sars_covid2) na última quinta-feira (14). 

Na sexta (15) vários trabalhadores receberam ligações do setor de saúde da Repar e foram comunicados de que os resultados acusaram positivo para a Covid-19. A única medida que a empresa aplicou foi o afastamento de sete dias para isolamento domiciliar e sequer forneceu recomendações de conduta aos reclusos para evitar novos contágios. 

Trabalhadores procuraram o Sindicato para informar sobre os resultados positivos que obtiveram nos testes. Segundo o Sindipetro PR e SC apurou, o cenário indica contaminação em massa na Repar. Ainda de acordo com informações repassadas pelos trabalhadores, a empresa suspendeu a testagem coletiva e alega não existir mais exames disponíveis. 

Logo que surgiram os primeiros casos suspeitos de contágio, mais precisamente em 07 de maio, o Sindicato enviou ofício à gestão da Repar para cobrar sobre a testagem coletiva dos empregados, bem como o repasse das informações a fim de contribuir na prevenção da propagação do novo coronavírus (veja aqui!), mas a empresa não atendeu as reivindicações. 

Neste sábado (16), diante dos fatos ocorridos, o Sindipetro PR e SC enviou novo ofício à gerência geral da refinaria no qual requisita, em caráter de urgência, informações e providências para garantir a segurança e proteção dos trabalhadores.   

O panorama é preocupante e o Sindipetro PR e SC considera que os gestores da unidade mantêm uma postura de negligência diante do quadro de contágio de muitos empregados, colocando-os em risco, assim como seus familiares e a comunidade em geral. 

O Sindicato vai comunicar todos os órgãos competentes e exige novamente da gestão da refinaria a aplicação de medidas urgentes no combate à proliferação do vírus, como a testagem de todos seus funcionários, próprios e terceirizados, e dos seus familiares. 

:: Canal de Denúncia

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina recebe informações sobre os casos que envolvem o novo coronavírus através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. , pelo telefone (41) 3332-4554 ou ainda diretamente com os dirigentes sindicais. Todos os relatos são importantes para que o Sindicato atue no sentido de zelar pela saúde e segurança da categoria e da comunidade.

[Via Sindipetro-PR/SC | Foto: Daniel Castellano/ Gazeta do Povo]

O Brasil já ultrapassa a marca de 800 mortes em 24 horas por Covid-. Diante de mais esse recorde negativo, o presidente nacional da CUT, Sérgio Nobre, aponta que a situação chegou ao nível do “insustentável”. Para Nobre, somente a saída de Jair Bolsonaro da Presidência da República e uma grande aliança evitarão que milhões de brasileiros e brasileiras morram em consequência das crises sanitária provocada pela pandemia do coronavírus, da econômica e da política que se instalou em um Brasil sem governo.

A situação está insustentável. Já são 800 mortes por dia no Brasil por coronavírus. Está na hora de a gente fazer uma grande aliança das entidades de bem e dar um rumo para o País, e para esta crise, para salvar a vida, em especial da população mais pobre, que é a mais afetada. A sociedade pode contar com a CUT, porque temos clareza do nosso papel nesse processo”, diz Sérgio Nobre.

O presidente nacional da CUT lembra que o Brasil já vivia uma estagnação econômica antes do início da crise sanitária e que, desde começo da pandemia (o primeiro caso foi registrado em 17 de março) já alertava que o maior adversário a ser vencido seria Bolsonaro. “É um presidente que não assume seu papel nessa crise, não coordena a ação dos governadores e dos prefeitos”, resume. Por isso, prossegue Sergio Nobre, “a CUT e também o fórum das centrais sindicais têm feito reuniões com governadores, prefeitos e outros atores da sociedade no sentido de dar um mínimo de coordenação para a crise”.

Para Sérgio Nobre, as mortes por coronavírus no Brasil são fruto do descaso e da falta de coordenação e já colocam o País como segundo do mundo em letalidade e novos infectados, atrás somente dos EUA, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do governo brasileiro.

O presidente da CUT cita o megarrodízio na cidade de São Paulo e medida anunciada pelo governo do Distrito Federal que proibirá a entrada de ambulâncias com pacientes infectados de municípios vizinhos. “Estou impressionado com a falta de coordenação dos prefeitos. Critiquei a medida do Bruno Covas (PSDB-SP), que adotou um megarrogidizio (cortou 50% da circulação de veículos). Rodizio não é medida sanitária nem impede as pessoas de se circular e se contaminar; rodízio é medida para organizar o trânsito”, critica Sérgio Nobre.

Segundo ele, “as pessoas saem de casa por estar sem condições de ficar em isolamento social, porque o patrão exige que vão trabalhar”. “Na situação em que está a cidade de São Paulo, por exemplo, os cidadãos, os trabalhadores e trabalhadoras têm de ficar em suas casas”, defende o presidente da CUT, que em nota conjunta com as demais Centrais Sindicais defendeu que o lockdown (bloqueio total) seja adotado na capital paulista.

Sérgio também se disse chocado ao ver o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), declarar que proibirá a entrada de ambulância de cidades vizinhas, além de criticar o governo de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM). “Isso acontece porque os municípios vizinhos já estão com sistema de saúde em colapso. Fica uma briga entre governadores e prefeitos e enquanto eles brigam as pessoas morrem. Situação que é resultado da falta de coordenação do governo federal”, reitera o presidente nacional da CUT

Essa situação, segundo Sérgio Nobre tem de mudar, a sociedade tem que se unir. “Por isso a CUT tem trabalhado muito nesse sentido de conversar com partidos, prefeitos, governadores, com todos aqueles que quiserem conversar, com todos os que têm responsabilidade nesse País. Temos de dar um comando, um rumo ao Brasil, ele não pode continuar assim”, afirma o presidente nacional da CUT.

“Todos sabem que eu defendo a saída de Bolsonaro porque ele não tem condições de governar, porque ele não está à altura da Presidência da República, porque ele desrespeita o povo pobre, tem preconceito com negros, homossexuais, e agora vai além de tudo isso”, afirma Nobre. E prossegue: “Quero que Bolsonaro saia e que vocês entendam a importância da saída dele, porque tem a ver com a vida. Se Bolsonaro continuar na Presidência, nós vamos perder milhões de vidas no Brasil. As pessoas de bem deste País tem que ter esse entendimento, de que Bolsonaro e um genocida”, finaliza Sérgio Nobre

Assista a íntegra da fala do presidente nacional da CUT no vídeo desta quinta-feira (14): 

[Via CUT]

Publicado em Trabalho

A atual gestão da Petrobrás deu inicio ao processo de divulgação para a venda de quatro das suas usinas termelétricas, sendo três localizadas em Camaçari-BA – as usinas Arembepe, Bahia 1 e Muricy – e uma em Canoas, no Rio Grande do Sul, a UTE Canoas. É inacreditável que em plena pandemia da covid-19 a atual gestão da Petrobrás continue colocando em prática, de forma voraz, o seu projeto entreguista que visa a privatização do Sistema Petrobrás.

Essa atitude da empresa mostra bem quem são as pessoas que estão hoje exercendo cargos de chefia na alta cúpula da estatal. Afinal, em um momento de crise econômica, social e sanitária, quando deveria agir com responsabilidade social, a Petrobrás opta por aprofundar a crise.

Para transferir o patrimônio público para a iniciativa privada, a estatal se aproveita também do fato das lideranças políticas e a imprensa estarem voltadas para o que há de mais importante, que são a busca por soluções para salvar vidas e enfrentar a pandemia da covid-19.

A sociedade precisa acordar para o que esse governo faz com a maior empresa do país. Se estivéssemos em um período de normalidade a atitude da Petrobrás já seria grave, mas nesse momento em que vivemos uma crise econômica que pode ser a maior dos últimos cem anos, a conduta da direção da estatal além de irresponsável é criminosa.

Sem falar que estamos em um péssimo momento para as vendas. Nenhuma empresa séria colocaria os seus ativos à venda durante uma crise econômica, a não ser que a intenção seja mesmo a de acabar com a empresa.

Vai chegar a época em que o presidente da Petrobrás, Castello Branco, terá de prestar contas do que está fazendo com a Petrobrás, com os seus trabalhadores e com o Brasil. O presidente Jair Bolsonaro já foi denunciado pela Associação de Juristas pela Democracia (ABJD) no Tribunal Internacional em Haia pela prática de crime contra a humanidade ao incentivar ações que aumentam o risco de proliferação do novo coronavírus. Guardadas as devidas proporções, Castello Branco também tem as mãos sujas de sangue, pois contribui com o agravamento da crise econômica e sanitária no país, com a venda, fechamento de unidades e demissão de milhares de trabalhadores.

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em Sistema Petrobrás

Um técnico de operações da Petrobrás da UO-BA, lotado na unidade de Araças, na Bahia, testou positivo para covid-19. Ele trabalhou normalmente até a quarta-feira (13), quando saiu de folga e também recebeu o resultado do exame para o novo coronavírus.

De acordo com informações que chegaram aos diretores do Sindipetro Bahia, ele já vinha apresentando sintomas, mas a gerência da UO-BA decidiu por mantê-lo trabalhando, enquanto aguardava o resultado do teste.

Esse é o terceiro caso em Araças e o quinto de trabalhadores próprios da UO-BA. Há ainda o caso de um trabalhador da RLAM, lotado no Torre Pituba que testou positivo.

Na Transpetro de Itabuna um motorista terceirizado também testou positivo para o vírus. Houve também a morte do trabalhador Jonas da Halliburton, proveniente do Rio de Janeiro, que prestava serviços à empresa na Bahia. O rapaz que tinha por volta de 35 anos, chegou a ficar internado no Hospital Aeroporto, mas não resistiu.

No dia 9 de maio a imprensa veiculou informação de que, nacionalmente, já havia mais de 800 petroleiros próprios e terceirizados contaminados pela covid-19 de acordo com o Ministério de Minas e Energia, que recebeu os dados da própria Petrobrás. Os casos de contaminação no ambiente de trabalho da estatal viraram alvo de investigações do Ministério Público do Trabalho (MPT) que aventou a possibilidade de numa eventual ação judiciária, responsabilizar a Petrobrás pelas contaminações, a maior parte delas de trabalhadores terceirizados. 

Desleixo

O grande problema é que a atual gestão da Petrobrás vem negligenciando os procedimentos de prevenção contra o vírus e não fiscaliza as empresas terceirizadas que prestam serviço em suas unidades. A FUP e seus sindipetros têm feito reiteradas denúncias e solicitações para que a Petrobrás trate com mais responsabilidade as questões relacionadas à pandemia da covid-19. Em muitos casos, os gerentes sequer atendem os diretores sindicais. O caso de contaminação do trabalhador de Araças na quarta (13) é um exemplo disso. Se o trabalhador já estava apresentando os sintomas da doença, o protocolo a seguir seria o de afastá-lo até o resultado do teste. Mas a Petrobrás preferiu pagar para ver: não afastou o trabalhador, colocando em risco a vida dele e de seus colegas de trabalho.

Na Bahia, há problemas em todas as unidades da empresa, mas os mais graves se concentram na RLAM e na UO-BA. Na refinaria houve vários relatos de trabalhadores terceirizados sobre refeitórios lotados, ônibus cheios, falta de álcool gel, de sabonetes e até de toalha de papel, além de aglomeração nos relógios de ponto. Na UO-BA foram relatados também problemas de falta de higienização, inclusive nos transportes, e dormitórios inapropriados para os trabalhadores que estão de sobreaviso. Após as denúncias do Sindipetro houve algumas melhoras, mas ainda há muito a fazer para melhorar a proteção aos trabalhadores.

O Sindipetro Bahia continua atento e mesmo com o isolamento social imposto pela pandemia vem conseguindo resolver muitos dos problemas denunciados pela categoria. Se você está se sentindo inseguro no ambiente de trabalho, se acha que os procedimentos adotados pela empresa para prevenção contra o coronavírus são insuficientes, denuncie. Você pode entrar em contato com algum diretor do Sindipetro, enviar uma mensagem via whatsApp para (71) 99924-2999 ou para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

[Via Sindipetro Bahia]

O Sindipetro-NF foi procurado pelo gerente da Falcão Bauer no dia 30 de abril e foi informado que a empresa pagou as horas extras e os dias dos funcionários que ficaram em hotéis e plataformas, na escala negociada com a Petrobrás e não com o sindicato.

A Falcão esperava receber agora o valor que foi negociado da Petrobrás,  porém recebeu a notícia que só vão receber depois. Por conta disso a empresa quer negociar com o sindicato uma forma assegurar os empregos e poder fazer os pagamentos aos trabalhadores.

O Sindipetro-NF reclamou que a empresa não negociou com o sindicato e ratificou que já haveria um passivo com a categoria.

Na ocasião, o Sindipetro-NF comunicou à empresa que o transporte dos funcionários não estava adequado, via carro de aplicativo ou carro familiar, e nem atendia ao que tinha sido informado aos trabalhadores e ao sindicato.

No dia 5 de maio, a empresa encaminhou um ofício esclarecendo as medidas adotadas para o transporte e “que disponibiliza máscara de proteção, conscientização por meio de informativos, monitoramento com médica do trabalho, vídeos educativos e focados na prevenção e cuidados no transporte, conforme disposições das autoridades competentes sobre prevenção e como se cuidar em tempos de pandemia”.

O Sindipetro-NF pede que a categoria informe caso as medidas preventivas não estejam sendo tomadas.

[Via Sindipetro-NF]

Publicado em Setor Privado

Mesmo com a gestão Castello Branco tentando encobrir o número cada vez maior de trabalhadores infectados pelo coronavírus, a pandemia avança sem controle por todo o Sistema Petrobrás, principalmente nas plataformas.

Só na Bacia de Campos, já são 112 casos confirmados de Covid-19 e a gestão da Petrobras continua negligenciando ações preventivas e de segurança, mantendo as plataformas lotadas de trabalhadores, entregues à própria sorte.

Veja a reportagem da TV Globo, que foi ao ar nesta quarta-feira, 13 de maio, na segunda edição do RJ TV: 

A liminar conquistada pelo Sindipetro Bahia tem validade específica contra a redução de salário em todas as unidades do Sistema Petrobras na Bahia. Assim que a Companhia for intimada dessa, que foi proferida no dia 12/05/2020, a direção da estatal terá, obrigatoriamente, de pagar integramente o salário (com adicionais habituais) para todos os trabalhadores que foram atingidos pela ação ilegal da companhia e tiveram seus salários reduzidos por redução de jornada.

Quanto aos valores indevidamente reduzidos pela Companhia até a ciência da decisão, a Petrobras, como empresa estatal, deveria dar o exemplo e pagá-los assim que intimados. Caso isso não ocorra, tal fato será tratado como passivo na ação coletiva que continua a tramitar junto à 22ª Vara do Trabalho de Salvador.

No entendimento do Sindipetro essas horas que não foram trabalhadas por conta da redução da jornada, reconhecidamente ilegal, não podem fazer parte de banco de horas. Por isso, o jurídico do Sindipetro já analisa ingressar com ação judicial caso a direção da Petrobrás tome essa atitude como fez no Rio de Janeiro.

Já no caso dos trabalhadores de turno que tiveram retirada de adicionais, a assessoria jurídica do Sindipetro já entrou na justiça com uma ação específica por entender que a retirada de adicionais de sobreaviso é uma medida ilegal e abusiva da Petrobrás, esta ainda pendente de decisão.

Qualquer novidade em relação a esses assuntos será informada à categoria. Fique atento e acompanhe o site (www.sindipetroba.org.br) e as redes sociais do Sindipetro Bahia que são atualizados diariamente.

Redes sociais:

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[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em Sistema Petrobrás

Em resposta à denuncia do Sindipetro-CE/PI, de que 93% dos trabalhadores de duas plataformas marítimas do Ceará testaram positivo para covid-19, o procurador Ministério Público do Trabalho, Carlos Leonardo, determinou procedimento preparatório para inquérito civil.

Dada a gravidade das denúncias apresentadas, Leonardo despachou notícia de fato solicitando informações imediatas à Petrobras, bem como a notificação da Secretaria Estadual de Saúde, a Promotoria da SAÚDE, a Promotoria da Comarca de Paracuru e a Vigilância Sanitária.

“Notifique a empresa denunciada para se manifestar sobre os fatos denunciados, no prazo de 5 dias, devendo demonstrar, através dos documentos respectivos a regularização dos atributos tidos por violados, inclusive apresentando plano de contingência que elaborou para desenvolver sua atividade em suas unidades localizadas no Estado do Ceará, sob pena de vir a ser objeto de auditoria de Fiscalização do Trabalho e Previdenciária, e posteriormente com o ajuizamento de ação civil pública com pedido de dano moral coletivo”, determinou o procurador.

Leia aqui a íntegra do documento.

[Com informações do Sindipetro-CE/PI]

Nada será como antes após a Covid-19. No setor de petróleo e gás natural, a pandemia derrubou consumo, preços, estrangulou a capacidade de estoque e mudou a geopolítica da área.

Para discutir o presente e o futuro do setor, o Intituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (INEEP), em parceria com a EPBR, agência de notícias especializada em petróleo, promove a série de webinars “Impactos da Covid no Setor de Óleo e Gás”.

O primeiro webinar – Impactos e medidas emergenciais tomadas pelas empresas – será na próxima segunda-feira (18 de maio), às 17h, no canal da EPBR no YouTube. William Nozaki, do INEEP, e Fernanda Delgado, da FGV Energia, irão debater as medidas econômicas e sociais adotadas pelas companhias de óleo e gás como resposta à pandemia. A moderação será feita pelo editor executivo da EPBR, Felipe Maciel.

Participe, siga o INEEP nas redes e inscreva-se para receber notícias e atualizações.

[Via INEEP]

Publicado em Petróleo

Em apenas um mês de campanha, ação solidária coordenada por trabalhadores da Petrobras já distribuiu 577 cestas de produtos orgânicos, totalizando mais de 2,5 toneladas de alimentos produzidos através da agroecologia em assentamentos e acampamentos do MST.

Nessa segunda-feira, dia 11, foram distribuídas 150 cestas em 9 organizações espalhadas pela cidade de Campinas. A região que mais recebeu foi a dos bairros Monte Cristo, Oziel e Gleba, onde se encontram a CUFA (Central Única das Favelas), o Quilombo Urbano e a sede da Associação da ex-ocupação Joana D’Arc.

Pela proximidade com o dia das mães, também foram incluídos nessa semana kits com produtos de higiene feminina. Pessoas que trabalham com famílias carentes relatam que esse tipo de produto raramente tem doação. Professoras relatam que alunas chegam a faltar da escola por não terem de absorvente.

A comunidade da EMEF Pr. Emílio Miotti também tem feito trabalho de levantar as famílias que enfrentam mais necessidades nesse período e distribuir as cestas recebidas.

A ação está sendo coordenada pela Sindicato dos Petroleiros e quem quiser doar pode fazer por cartão, boleto, transferência bancária ou pagamento recorrente através da página: https://sindipetrosp.org.br/apoie-a-luta-dos-petroleiros/ 

[Via Carta Campinas]

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.