28 de abril de 1969. Uma explossão em uma mina no estado norte americano de Virginia causa a morte de 78 mineiros. Em 2003, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) reconheceu a data como Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, em memória às vítimas de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho.

Há 15 anos, o Brasil instituiu a mesma data como o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho.

Segundo a OIT, os acidentes de trabalho matam em média 6,3 mil pessoas por dia em todo o mundo. São, em média, 2,268 milhões de vítimas fatais a cada ano. Ou seja, a cada 15 segundos, morre um trabalhador devido a acidente de trabalho ou a doença relacionada com a sua atividade profissional. Em 12 meses, a média é de 860 mil pessoas feridas.

O número de acidentes e mortes no Brasil também é impressionante. De acordo com a Associação de Medicina do Trabalho (ANAMT), a cada 48 segundos acontece um acidente e a cada 3 horas e meia, um trabalhador perde a vida, o que deixa o país na quarta posição do ranking mundial de acidentes de trabalho.

De 2012 até agora, ocorreram mais de 5,3 milhões de acidentes e 19.883 óbitos registrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social. Mais de 3 milhões foram notificados no Sistema Nacional de Agravos de Notificação, ou seja, 1 notificação a cada 2 minutos e 19 segundos, segundo o Observatório Digital de Saúde e Segurança, do Ministério Público do Trabalho (MPT).

No Sistema Petrobras, cerca de 400 petroleiros perderam a vida em acidentes de trabalho ao longo dos últimos 25 anos. Mais de 80% das vítimas foram trabalhadores terceirizados, os que mais estão expostos à contaminação pelo coronavirus.

No último dia 24, a Petrobrás informou à FUP que havia registrado até o momento 1.124 casos de trabalhadores com sintomas da doença, dos quais 184 testaram positivo e nove deles  foram hospitalizados.

A gestão da empresa, no entanto, continua negligenciando ações para proteger efetivamente a saúde dos trabalhadores que estão nas unidades, principalmente os terceirizados que são os mais vulneráveis. 

A pandemia do novo coronavírus evidencia o que o movimento sindical vem há anos denunciando: a ineficiência da gestão de SMS e falta de compromisso da direção da Petrobrás em garantir a saúde e segurança dos trabalhadores.

No Amazonas, por exemplo, onde o sistema de saúde entrou em colapso devido aos números cada vez maiores de contaminação pelo coronavírus, a gestão da Petrobras e da Transpetro não está sequer testando os petroleiros que retornam ao trabalho, após terrem sido diagnosticados com Covid-19.

Os sindicatos recebem diariamente relatos de trabalhadores que estão expostos a riscos de contaminação e denúncias de desumanidades em plena pandemia, como coação e ameaças de demissão por parte das empresas contratadas. Tudo com a conivência dos gestores da Petrobrás que, mesmo cientes dos casos, se eximem de qualquer responsabilidade. 


Leia também: 

Gestão da Petrobrás continua negligenciando ações para conter pandemia


[FUP]

 

 

Trabalhadores terceirizados de várias empresas prestadoras de serviço da Petrobrás, que atuam nas unidades da estatal, correm grande risco em meio à pandemia de Covid-19. As condições de trabalho, que já não eram das melhores, pioraram, pois sob risco de contaminação, a tensão vem aumentando entre os trabalhadores que também estão com medo de perder seus empregos. O pior é que algumas empresas ainda estão amplificando esses problemas ao não cumprir a legislação trabalhista, as convenções e acordos feitos com os sindicatos.

O Sindipetro cobra mais empenho e rigor da Petrobrás na fiscalização desses contratos para garantir que eles sejam cumpridos. O fato é que muitas dessas empresas estão se aproveitando do momento para cometer mais irregularidades se utilizando do episódio da pandemia de Covid-19 que impede a realização de mobilizações, pois não é possível haver aglomerações de pessoas nesse momento.

A direção do Sindipetro vem, reiteradamente, procurando a gerência da UO Bahia para realizar uma reunião onde fosse possível tratar sobre os inúmeros problemas que vêm acontecendo nas empresas terceirizadas, mas a gerência está ignorando as dificuldades, que se avolumam e se agravam a cada dia.

Veja abaixo o que está acontecendo em muitas dessas empresas

Predigas – Os trabalhadores que prestam serviço para a UO-BA estão há quatro meses sem receber salário ou ticket alimentação e não conseguem usar a assistência médica por falta de pagamento. A empresa também não deposita o FGTS ou INSS. E sem nenhuma previsão ou garantia de receber as suas indenizações. Apesar de todo o esforço do Sindipetro que fez reiteradas cobranças à gerência da UO-BA para resolver esse grave problema e das mobilizações que ocorreram antes da pandemia, a empresa continua sem dar nenhuma satisfação aos trabalhadores e sindicato. No dia 20 de março a Predigás recebeu 3 milhões de reais da Petrobrás e os trabalhadores não viram um centavo desse dinheiro.

Perbras– Os trabalhadores que atuam no contrato de manutenção da Perbras, prestando serviço na UO-BA, trabalharam durante o Carnaval, mas a empresa não considerou o feriado como é feito pela Petrobrás e pelas empresas anteriores. Sendo assim eles não receberam as horas extras do período do Carnaval, como é de direito.

CDN – Essa empresa que também presta serviço na UO-BA anunciou no inicio de abril não ter mais condições de manter o contrato e mandou os trabalhadores procurarem a justiça. Não pagou os salários, não deu nenhuma garantia de pagamento das verbas rescisórias, deixando os trabalhadores à própria sorte, apesar dos avisos dados à gerência da Petrobrás pelo Sindipetro e Sinterpav sobre as condições que a CBN vinha administrando o seu contrato, demonstrando total fragilidade. O que resultou no calote programado dado nos trabalhadores em um momento tão difícil quanto esse. O Sindipetro e o Sinterpav esperam que os trabalhadores da CDN sejam absorvidos pela empresa que vai assumir o contrato e que a Petrobrás libere os recursos retidos de forma rápida para o pagamento das indenizações negociando isso com o Sinterpav.

Açolar – A empresa demitiu trabalhadores na região do Ativo Norte e não pagou o aviso prévio, alegando que eles não tinham direito apesar de terem sido demitidos sem nenhuma justificativa.

Guindaste Brasil – A empresa, com frequência, vem atrasando os salários dos trabalhadores em até 10 dias. Não tem feito depósito do FGTS e não está pagando a assistência médica, que é item contratual, deixando os trabalhadores sem atendimento médico em plena pandemia de covid-19. Além disso, não paga a horas extras.

Guardsecure – Empresa que presta serviço de vigilância patrimonial para os Serviços Compartilhados em várias unidades do Sistema Petrobrás começou a praticar forte assédio moral exigindo dos trabalhadores que informem endereços falsos em cidades próximas às unidades operacionais, mas que não correspondem ao seu verdadeiro endereço, já que a empresa possui o real endereço de cada trabalhador, fornecido na hora da sua contratação. O objetivo da empresa é fornecer transporte apenas para aquelas cidades informadas com endereço falso com a intenção de diminuir seus custos. A empresa está obrigando os trabalhadores a cometerem crime de falsidade ideológica e isso é muito sério. O Sindipetro já notificou a gerência do contrato que se comprometeu a averiguar com a empresa as denúncias feitas pelos trabalhadores.

[Via Sindipetro Bahia]

Em mais uma decisão arbitrária a direção da Petrobrás está implementando as mudanças unilaterais na cobrança da AMS dos aposentandos e pensionistas, que serão obrigados a efetuar o pagamento via boletos bancários e não mais através de descontos no contracheque da Petros, como sempre ocorreu.

Para os pensionistas a mudança já foi efetivada, desde sábado (25/04). Para os aposentados, será no dia 25/06.

O pagamento da AMS dos pensionistas, portanto, será exclusivamente por boleto bancário, devendo ser efetuado até o dia 10/05.

Segundo informações da Petrobrás, o boleto bancário será enviado pelos Correios e por e-mail, podendo ser acessado também pela internet, através do Portal da AMS.

Caso a(o) pensionista não tenha acessado o boleto bancário até a data de pagamento, deverá entrar em contato com a gestão da AMS através do 0800.

Devido aos transtornos que isso causará, a direção da FUP enviou a todos os sindicatos filiados uma série de orientações que deverão ser passadas para os pensionistas, até que as direções sindicais consigam barrar essa mudança na justiça.

Confira as recomendações da FUP:

1- Caso não receba o boleto pelos Correios ou pela Internet, acesse o Portal da AMS, e, se mesmo assim, não conseguir o boleto, telefone para a AMS: 0800-287-2267.

2- Caso não consiga a emissão do boleto pelo portal ou pelo telefone, busque a ajuda do sindicato, para que auxilie na emissão do boleto, através do Portal da AMS ou do telefone 0800;

3- Caso o funcionário do Sindicato não consiga a emissão do boleto, deverá informar ao Setor Jurídico, que irá notificar judicialmente ou extrajudicialmente a gestão da AMS sobre a impossibilidade de pagamento, devido à não emissão ou envio do boleto bancário pela direção da Petrobrás;

4- Caso consiga o boleto, mas não consiga pagar pela internet ou se deslocar a uma agência bancária, busque a ajuda do sindicato, que vai auxiliar no pagamento do boleto pela internet;

5- Caso a(o) pensionista consiga fazer o pagamento do boleto, deverá solicitar o desconto automático na sua conta corrente;

6- Verifique se o valor do boleto está maior que a margem de desconto prevista no atual ACT 2019/2020. Caso o valor esteja acima da margem, ou não consiga fazer a verificação, informe ao funcionário do Sindipetro

7- Em caso de irregularidade no boleto, o Setor Jurídico do Sindicato deverá notificar judicialmente ou extrajudicialmente a gestão da AMS, sobre a irregularidade no valor do boleto bancário, o descumprimento do atual ACT e o Regulamento da AMS e
a correção do valor para pagamento ou futuro ressarcimento;

8- O Setor Jurídico deve ingressar com ação judicial em face da direção da Petrobrás, caso as irregularidades notificadas (itens 6 e 7) não sejam solucionadas pelos gestores da AMS.

Por fim, as direções sindicais deverão disponibilizar atendimento virtual para os pensionistas associados.

Confira o documento completo da FUP aqui

[FUP]

Publicado em APOSENTADOS

A Petrobrás anunciou na noite dessa quinta-feira (23) a paralisação de cinco sondas de petróleo que funcionam na UO-BA, Unidade Operacional da estatal na Bahia. São quatro sondas (SPTS) da empresa Braserv (SPTS 143, 145, 153 e 154) e uma da Perbras (SPT 19) que deixam de funcionar a partir dessa sexta-feira (24), provocando, inicialmente, a demissão de cerca de 350 trabalhadores diretos e indiretos.

Com isso, oficialmente, a direção da Petrobrás dá inicio à paralisação das atividades da UO-BA, como o Sindipetro Bahia já havia antecipado. De acordo com a própria empresa essa (a paralisação de cinco das 20 sondas em operação no estado) é uma medida inicial que será aprofundada atingindo, em primeiro plano, os campos terrestres de Água Grande, Dom João, Candeias e Rio Pojuca.

Por força contratual, a Petrobrás tem o direito de paralisar as sondas de petróleo a qualquer momento desde que comunique à empresa com 30 dias de antecedência, o que não aconteceu, uma vez que o aviso não foi nem de 24 horas.

A estatal também encerrou as atividades de quatro sondas da Braserv em Sergipe, ocasionando a demissão de 200 trabalhadores.

Ao paralisar as atividades das sondas, a direção da Petrobrás deixou de cumprir o contrato elaborado pela própria estatal e, de forma autoritária e unilateral, se recusou a negociar com o Sindipetro Bahia, que fez diversas tentativas de abertura de diálogo para apresentar propostas que pudessem minimizar os impactos causados pela paralisação dessas sondas, principalmente no que diz respeito às demissões.

Para o diretor de comunicação do Sindipetro, Radiovaldo Costa, a direção da Petrobrás age de forma irresponsável. “Em meio à pandemia de covid-19, a estatal que poderia ajudar, agir com responsabilidade social, está aprofundando a crise econômica e sanitária no Nordeste, região que já vinha sendo afetada pelas políticas do governo Bolsonaro como a redução da concessão do benefício do Bolsa Família. Infelizmente, o que estamos vendo é que a gestão da Petrobrás age como espelho do governo federal”

A direção do Sindipetro vai continuar lutando para reverter essa decisão, cobrando dos parlamentares ações políticas que possam mudar esse quadro, principalmente daqueles parlamentares que fazem parte da base do governo Bolsonaro para que abram um canal de negociação com o governo e com o presidente da Petrobrás, Castello Branco. Afinal, esse é o momento para que esses políticos provem que de fato representam o povo baiano.

Clique nos links abaixo para mais informações sobre o assunto:

Com a decisão de hibernar campos terrestres da UO-BA, direção da Petrobrás aprofunda crise sanitária no Nordeste

Prefeitos e parlamentares da Bahia entram na briga para impedir que direção da Petrobrás feche seus campos terrestres de petróleo

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em Sistema Petrobrás

Enquanto os casos de Covid-19 explodem no Sistema Petrobrás, principalmente nas unidades com trabalhadores confinados, como é o caso das plataformas, a gestão da empresa continua negando informações e esclarecimentos aos sindicatos. A falta de transparência não é só em relação aos números de trabalhadores contaminados ou com sintomas da doença, mas também no que diz respeito às ações de gestão para garantir a segurança dos efetivos, próprios e terceirizados. 

A tática da atual gestão é se fazer de surda em relação às reivindicações da categoria, negando qualquer diálogo com as entidades sindicais. Nesta sexta-feira, 24, a FUP participa da quarta reunião virtual, convocada pelo RH da Petrobrás para que o grupo de Estrutura Organizacional de Resposta (EOR), que monitora o avanço da Covid-19 na empresa, dê informes aos sindicatos. 

“Desde a criação dos EOR´s, a FUP e os sindicatos vêm cobrando participação nos grupos, apresentamos propostas e, desde então, tentamos construir uma política consistente e representativa de atuação”, ressalta o diretor da FUP, Fernando Maia. 

Mas, a Petrobrás negou qualquer forma de interlocução para as entidades sindicais. Nas reuniões anteriores, não foi garantido espaço negocial para a FUP. Os gestores da empresa apenas relataram fatos consumados e, na maioria das situações, sequer responderam aos questionamentos feitos pelos trabalhadores. Veja abaixo os pontos apresentados pela FUP nas reuniões anteriores e que não foram respondidos pela empresa. 

Enquanto isso, a subnotificação dos casos de Covid-19 entre os trabalhadores próprios e terceirizados no Sistema Petrobrás aumenta a cada semana. Os petroleiros não estão sendo devidamente testados, como a FUP e os sindicatos cobram desde o início da pandemia. Na contramão da responsabilidade social, a empresa continua ignorando as condições precárias de trabalho dos terceirizados, cuja exposição à contaminação pelo coronavírus é ainda maior. 

Na reunião desta sexta, a FUP novamente buscará uma interlocução com a gestão da Petrobrás, tentando garantir condições seguras para os trabalhadores que estão em atividade nas unidades durante a pandemia e estrutura para os que estão em home office nesse período de quarentena.  

As entidades sindicais também cobrarão da empresa providências em relação a gestores que estão descumprindo o Acordo de Trabalho, prejudicando trabalhadoras lactantes e grávidas e até reduzindo salários de trabalhadores que estavam afastados por motivos de saúde ou dispensas legais antes da pandemia. 

Questionamentos que a Petrobrás precisa responder 

Que critérios a gestão da Petrobrás está adotando para o retorno dos trabalhadores que foram infectados? Se a empresa só está testando os que apresentam sintomas, que garantias os demais trabalhadores terão de que não foram infectados e nem estão contaminando os demais empregados? 

A Petrobrás irá testar todos os trabalhadores, próprios e terceirizados, como cobram a FUP e seus sindicatos desde o início da pandemia? 

No caso das trabalhadoras lactantes de turno, a empresa, além de suprimir os adicionais do turno, está alterando o THM destas trabalhadoras lactantes, de 168 para 200. Qual o procedimento da Petrobras em relação às empregadas grávidas de áreas insalubres que foram deslocadas para o trabalho administrativo? 

Como fica a situação dos trabalhadores afastados antes do início da pandemia e que tiveram seus salários reduzidos? 

No Polo de Guamaré (RN), a Petrobrás está descumprindo a CLT e seus padrões internos. Sob a argumentação de uma equipe ter trabalhar 21 dias seguidos à noite, a empresa promoveu a inversão dos turnos e está provocando uma discrepância no intervalo interjornada de 5,5 horas. 

A Petrobrás também precisa responder o que fará em relação aos pontos que a FUP levantou nas reuniões anteriores

Reunião do dia 16 de abril: 

Riscos de contaminação: na Refap, os trabalhadores terceirizados estão sendo transportados em ônibus e vans lotados. A empresa não está afastando quem teve contato com infectados, só quem apresenta sintomas da Covid-19. Na Reduc, não há desinfecção dos locais onde atuaram os trabalhadores contaminados, não estão fazendo aferição de temperatura e o afastamento do trabalhador que apresente sintomas só ocorre por três dias. 

Subnotificação de trabalhadores contaminados ou com suspeita: a decisão da gestão de retirar adicionais dos trabalhadores de regimes especiais está gerando uma grande subnotificação de casos de Covid-19 entre os petroleiros de áreas operacionais, aumentando, exponencialmente, os riscos de contaminação. Com medo de perder a remuneração, os trabalhadores não estão comunicando o contato com possíveis contaminados e a apresentação de sintomas. 

Grupos de risco:  a Petrobrás não informou como proceder nos casos de afastamento de trabalhadores que estejam em grupos de risco de contaminação do novo coronavírus. O trabalhador e o sindicato serão oficiados? Quais doenças se enquadram? Qual o protocolo para colocar o trabalhador em isolamento ou não? 

Sobre o trabalho remoto, em casa: a FUP voltou a reiterar que nem todos os trabalhadores têm estrutura adequada (computador, acesso à internet, etc), o que piorou com a redução de salário feita pela empresa. A MP 927 destaca que toda a estrutura de home office deve ser garantida e mantida pela empresa. No entanto, tem gerente geral afirmando que os trabalhadores teriam que prover recursos para realizar o trabalho remoto. 

Quais os critérios de remuneração dos trabalhadores de plataformas durante o pré-embarque, quando permaneceram isolados em hotel? A informação que chegou aos sindicatos é de que os trabalhadores foram remunerados nos 7 dias como de regime administrativo e sem direito a hora extra, o que contraria informe da própria Petrobras para a categoria. 

Sobre as brigadas de emergência nas refinarias: com as paradas das unidades, as brigadas tiveram o efetivo bastante reduzido, o está gerando muita insegurança e dificuldade em garantir o número mínimo de brigadistas para atender aos acidentes ampliados.  

Reunião do dia 08 de abril: 

No Polo de Guamaré, foi denunciada a superlotação nos alojamentos, tanto de trabalhadores próprios, quanto de terceirizados. Locais onde normalmente eram mantidos dois trabalhadores, agora estão com quatro, sem material suficiente (toalhas, roupas de camas, material de higiene, etc), e sem ter a quem recorrer, já que os gerentes estão fora das unidades, em isolamento social. 

Relatos recebidos de que há trabalhadores de grupos de risco embarcando e trabalhando em refinarias normalmente. 

Redução das equipes de manutenção ao máximo, para atender exclusivamente necessidades emergenciais, com preservação dos empregos e remuneração de todos os trabalhadores, inclusive dos terceirizados, que são os mais expostos aos riscos de contaminação. 

Denúncias sobre a situação no Terminal de Coari, onde não há profissional de saúde na região de Juaruma, deixando os trabalhadores 15 dias sem atendimento, em plena pandemia, sendo que na base do terminal, em Coari, só há uma técnica de enfermagem. 

Posicionamento sobre a reivindicação da FUP de retorno da cobrança da AMS dos aposentados e pensionistas, através de descontos em contracheque e não em boletos bancários, como impôs a empresa, à revelia dos sindicatos, em plena pandemia. 

Posicionamento sobre a manutenção de CIPISTAS nas unidades. Na Bacia de Campos, por exemplo, grupos embarcados nas plataformas P-63 e P-61 não contam com CIPISTAS a bordo. 

Se posicionar sobre a falta de diálogo dos coordenadores locais do EOR. No Polo de Guamaré (RN), por exemplo, o coordenador afirmou não se reportar às gerências locais. 

Os petroleiros, portanto, querem saber: a Petrobrás responderá a pauta da FUP?

[FUP]

Prefeitos e parlamentares da Bahia participaram de reunião virtual com representantes da FUP, Sindipetro-BA e CUT-BA, realizada no último dia 21, em caráter de urgência, para discutir a decisão da direção da Petrobrás de fechar vários campos terrestres de petróleo no Nordeste e norte do Espirito Santo.

A pauta girou em torno dos prejuízos que essa ação trará para esses estados, particularmente para a Bahia, onde devem ser fechados inicialmente, a partir do inicio de maio, os campos de petróleo de Candeias, Dom João, Água Grande, Rio Pojuca e Miranga, localizados na UO-BA (Unidade Operacional da Petrobrás).

O Sindipetro Bahia fez uma explanação sobre a decisão da atual gestão da Petrobrás, explicando as suas consequências como a perda de receita para os municípios e estado e também de empregos – são cerca de 4 mil trabalhadores terceirizados que vão perder seus empregos e 900 trabalhadores diretos que serão transferidos para as refinarias da estatal em diversos estados.

Os prefeitos e parlamentares demonstraram grande preocupação e insatisfação, se posicionando contra a decisão da direção da Petrobrás e se colocando à disposição para tentar barrar essa medida. Nesse contexto, foram feitas várias proposições que serão colocadas em prática de forma imediata (veja no final da matéria).

Participaram da reunião as prefeitas de Cardeal da Silva, Mariane Mercuri (PTN), de Itanagra, Dania Maria (PSL), de Araças, Maria das Graças Trindade Leal (PT), o prefeito de Catu, Geranilson Requião (PT), o secretário de finanças de Candeias, representando o prefeito de Candeias, Pitágoras Alves da Silva, a deputada estadual Fátima Nunes (PT), os deputados estaduais, Alex Lima (PSB), Rosemberg Pinto (PT), os deputados federais da Bahia Joseildo Ramos (PT), João Carlos Bacelar (Podemos). Além do coordenador do Sindipetro Bahia, Jairo Batista e dos diretores Radiovaldo Costa, Paulo César Martin e Adson. A Federação Única dos Petroleiros (FUP) estava representada pelo seu diretor Deyvid Bacelar e a CUT Bahia pelo seu vice-presidente, Leonardo Urpia. Muitos prefeitos e parlamentares não puderam participar da reunião, mas já se colocaram à disposição para fazer parte dessa luta.

Na avaliação do Sindipetro a reunião foi muito positiva, revelando o grande envolvimento dessas lideranças políticas, o que leva a diretoria da entidade sindical a crer que há grandes chances de reverter essa decisão e incorporar vários segmentos na luta em defesa dos empregos e da manutenção das atividades da Petrobrás na Bahia, estado em que a estatal nasceu 66 anos atrás.

Conheça as propostas e encaminhamentos tirados na reunião:

– Elaboração e encaminhamento ao governador do estado da Bahia, Rui Costa (PT) e ao presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), Nelson Leal (PP) de uma carta conjunta assinada por prefeitos, parlamentares, CUT, FUP e Sindipetro Bahia relatando a posição da direção da Petrobras em relação aos campos de petróleo e os prejuízos que trará para a Bahia

– Solicitação de reunião com o governador Rui Costa e o presidente da ALBA

– Reivindicação para que o governador Rui Costa leve o problema para ser discutido no Fórum de Governadores do Nordeste, pois a ação da direção da Petrobrás impacta vários estados do Nordeste como Bahia, Sergipe, Alagoas, Rio Grande do Norte e Ceará.

– Os deputados federais, Joseildo Ramos (PT) e João Carlos Bacelar (Podemos) se comprometeram a mobilizar as bancadas de deputados federais de todos os estados afetados com a decisão, inclusive com possibilidade de convocação do presidente da Petrobrás para prestar esclarecimentos sobre a problemática.

– Os deputados estaduais, Rosemberg Pinto (PT) e Alex Lima (PSB) vão buscar a abertura de diálogo com o governador do estado e mobilizar os demais deputados estaduais da Bahia e dos outros estados, assim como o presidente da ALBA para que se incorporem à luta.

– A CUT e o Sindipetro Bahia vão dar continuidade ao trabalho de mobilização social buscando envolver as demais centrais sindicais, sindicatos e movimentos sociais, para que lutem em defesa dos empregos que serão perdidos. O Sindipetro irá também, através da FUP, dialogar com os demais sindicatos de petroleiros, cujos estados serão impactados.

– Realização de campanha de mídia contra a paralisação dos campos terrestres e em defesa dos empregos, nas redes sociais, sites, jornais, rádios e tvs, buscando dar repercussão para a sociedade baiana dos problemas que serão provocados por essa medida.

– Foi criada uma coordenação para acompanhar a realização dos encaminhamentos propostos na reunião. Pelo Sindipetro estarão à frente, o coordenador Jairo Batista e o diretor Radiovaldo Costa. Pela CUT Bahia, o papel de acompanhar as ações será feito pelo seu vice-presidente, Leonardo Urpia (CUT Bahia). Foi montada também uma outra coordenação, composta por prefeitos e deputados. As duas coordenações vão se reunir periodicamente para analisar e implementar as ações necessárias para impedir o fechamento desses campos.

 [Via Sindipetro Bahia]

Publicado em Sistema Petrobrás

No intuito de impedir que a Petrobras feche de vez as bases de produção do petróleo no Rio Grande do Norte, o Sindipetro-RN está intensificando a campanha “Pelo Povo Potiguar, a Petrobras Fica no RN” e reforçou a cobrança a políticos, entidades e sociedade civil ao engajamento na luta pela permanência da empresa no Estado.

Dessa vez, devido as normas de isolamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), os sindicalistas enviaram eletronicamente um documento a todos os seguimentos da sociedade cobrando a intervenção política.

documento traz um apanhado de dados, informações e matérias que demonstram as ações que o Sindicato vem desenvolvendo para manter a produção nos campos da Bacia Potiguar.

Histórico

O Sindicato tem cobrado da Companhia a manutenção de investimentos para a região e exigido o cumprimento da sua responsabilidade social, enquanto empresa estatal geradora de serviços e de uma grande rede econômica, da qual muitos municípios e o próprio Estado são pertencentes.

“Agora, os desafios são maiores. Um governo entreguista se instaurou no Brasil após uma disputa eleitoral injusta e está vendendo à preço de banana os ativos da região. E quem lucra com tudo isto não é o Brasil, e sim ao capital estrangeiro, por meio de negociações ocultas”, afirma o Sindicato.

“A política de preços e de privatização da gestão da Petrobras, que já entregou o controle da BR Distribuidora, Liquigás e mantém ativa a venda de refinarias, agora se revela desastrosa com a baixa demanda de combustíveis provocada pela pandemia do coronavírus”, afirmou o diretor do Sindipetro-RN, Rodolpho Vasconcelos.

Segundo o dirigente, a cadeia integrada, defendida por petrolíferas mundiais, permite manter a empresa saudável nesse período de redução do preço internacional do barril de petróleo e “acirrada disputa entre grandes produtores da commodity”.  No entanto, a Petrobras lançou um plano de redução de 200 mil barris por dia, fechou 62 plataformas marítimas, dessas 24 são do Rio Grande do Norte, e continua paralisando poços terrestres. O polo industrial de Guamaré trabalha com sua capacidade reduzida no processamento de gasolina, diesel e gás, tendo paralisado a produção de querosene de avião.

Estima-se que, desde 2019, mais de mil trabalhadores diretos do setor já foram demitidos e outros 300 transferidos para a região Sudeste. E a tendência, segundo o sindicato, é que outros 800 fiquem desempregados nos próximos meses.

“Isso gera um impacto social e econômico enorme, com significativa redução de tributos, royaties e a própria renda gerada pela atividade”, avalia Rodolpho.

Desde o ano passado, o Sindicato dos Petroleiros e Petroleiras do Rio Grande do Norte vem tentando reforçar essa luta por meio da campanha Pelo povo potiguar, a Petrobrás fica no RN, com objetivo de aglutinar forças de todos os campos da sociedade para defender a sua permanência no Estado e barrar o desmonte da Companhia.

Iniciativa da Bahia

Na manhã da terça-feira (21), feriado de Tiradentes, prefeitos, parlamentares e representantes da FUP, Sindipetro Bahia e CUT, participaram de uma reunião virtual em caráter de urgência para tratar sobre a decisão da direção da Petrobras de fechar vários campos terrestres de petróleo no Nordeste e norte do Espirito Santo.

[Via Sindipetro-RN]

Publicado em Sistema Petrobrás

O Sindicato lançou Campanha Solidária convocando toda categoria para fazer doações a entidades filantrópicas via ABCP. Com o objetivo de arrecadar recursos, comprar itens essenciais e entregá-los às pessoas mais necessitadas. Na primeira ação a entidade que recebeu doações foi a Associação dos Moradores do Jardim Alvorada, em Araucária. Na oportunidade foram distribuídas 40 cestas básicas. 

O dirigente do Sindipetro PR e SC Luciano Zanetti explica como foi a entrega dos doações: 

Ação

O Sindipetro PR e SC e o Sindiquímica-PR iniciaram a entrega das cestas básicas em Araucária no sábado (18). O desmonte do Sistema Petrobrás na região é refletido na própria Associação Moradores que fica no entorno da Repar. Muitos trabalhadores que moram próximos à refinaria já atuaram como terceirizados nas unidades da estatal ou em empresas da cadeia de derivados de petróleo na região, mas agora estão sem perspectiva. 

O dirigente do Sindipetro faz um relato da importância da solidariedade:

A campanha continua e se estenderá a outras comunidades localizadas no entorno das unidades da Petrobrás tanto no Paraná como em Santa Catarina. Por isso, o Sindipetro PR e SC convoca toda categoria para intensificar as colaborações para mantermos essa corrente de solidariedade. A participação de cada um nesse momento é essencial. 

 Aos interessados em multiplicar essa ideia, seguem os dados bancários da Associação: 

:: Banco do Brasil

Agência: 5044-X

Conta Corrente: 371-9

CNPJ 80.043.045/0001-82

 :: Caixa Econômica Federal (CEF)

 Agência: 0369

 Conta Corrente: 00005048-4

 CNPJ 80.043.045/0001-82 

*A Associação Beneficente e Cultural dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina informa ainda que vai apresentar prestação de contas à categoria, periodicamente, enquanto durar a campanha.

[Via Sindipetro-PR/SC]

Trabalhadores do Sistema Petrobrás em Minas Gerais lançaram nesta segunda-feira (20) a campanha “Petroleiros pela Vida”, sob a organização do Sindipetro/MG. O objetivo é ajudar famílias que passam por dificuldades durante a pandemia de coronavírus, fornecendo gás de cozinha, cestas básicas e artigos de higiene e limpeza.

A ação de lançamento foi realizada no entorno da Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Betim, e beneficiou 50 família. A atividade contou com a Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG) e o apoio da Associação Comunitária dos Moradores do Bairro Jardim das Rosas (ACOMBAJAR), que atua na região.

A campanha é realizada por meio da plataforma de arrecadação on-line Vakinha. O site é aberto a todos que queiram contribuir. O dinheiro doado será revertido em produtos para as comunidades.

União

De acordo com o diretor do Sindipetro/MG, Alexandre Finamori, os trabalhadores precisam se unir para fazer frente à incapacidade dos governos Zema e Bolsonaro de lidar com a crise. Além da insensibilidade da atual gestão da Petrobrás, que está colocando em risco o abastecimento de gás no Brasil.

“É uma campanha pelo direito à vida, ao isolamento social com dignidade e o fornecimento de energia. Já fizemos algumas doações, mas queremos ampliar e ajudar mais pessoas. Por isso, a ideia de fazer uma vaquinha virtual para que mais gente possa doar. Juntos nós vamos sair mais fortes desta crise”, afirma o diretor.

Outras ações

Antes mesmo do lançamento, o Sindicato já atuava para amenizar as dificuldade enfrentadas pela população mais pobre. Até o momento foram realizadas, em Belo Horizonte, doações de materiais para confecção de máscaras caseiras para a Associação de Moradores do Cabana, entrega de alimentos e materiais de limpeza na Pedreira Prado Lopes e ocupações urbanas, por meio do MTD e MLB.

Contribuição

Para contribuir basta acessar o link www.vakinha.com.br/vaquinha/petroleiros-pela-vida. Ao se certificar que está na página da campanha realizada pelos petroleiros de Minas Gerais, clique no botão “Contribua” e preencha o formulário. As doações podem ser feitas por cartão de crédito, boleto, Paypal e Picpay.

Conheça nossas metas:

[Via Sndipetro-MG]

Com o avanço da pandemia da Covid-19, a FUP e seus sindicatos estão intensificando ações de apoio à população mais impactada. A hora exige união e solidariedade no enfrentamento dessa crise humanitária.

Junto com movimentos populares e diversas organizaçõe sociais, os petroleiros estão atuando para minimizar os efeitos da pandemia, principalmente entre trabalhadores e famílias que estão em situação mais fragilizada.

Em diversos estados do país, a FUP e seus sindicatos estão participando de campanhas para doação de botijões de gás, cestas básicas, materiais de hgiene e limpeza, água potável e outras ações solidárias, através de articulações com a Central de Movimentos Populares (CMP); o Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB); o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA); o Movimento dos Sem-Terra (MST); o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST); o Levante da Juventude; a Frente Brasil Popular, entre outros movimentos populares. 

É fundamental que os trabalhadores participem com doações e também se integrando às ações. Acompanhe as ações pelos sites e redes sociais dos sindicatos e da FUP.

Além das ações sociais, os petroleiros vêm também desenvolvendo ações políticas, com apresentação de propostas emergenciais para minimizar os impactos da pandemia e também ampliar o combate à Covid-19.

Através da Plataforma Operária e Camponesa da Água e Energia (POCAE), propomos a gratuidade por quatro meses do botijão de gás para as famílias mais vulneráveis economicamente e o tabelamento do produto a R$ 40,00. Veja aqui outras propostas da Plataforma.

A FUP e seus sindicatos também aguardam resposta à solicitação encaminhada no dia 30 de março, ao ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra, para que a Petrobrás repasse à Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz) os valores das multas impostas às entidades no dissídio coletivo referente à greve dos petroleiros, realizada em fevereiro. A empresa foi autorizada a reter o repasse das mensalidades sindicais no total de R$ 2.475.812,25. A FUP cobrou que o valor das multas referentes aoos seus sindicatos filiados (R$ 1.863.270,04) seja revertido integralmente à Fiocruz, que é referência no combate ao coronavírus. Saiba mais aqui.

No Paraná, o Sindiquímica-PR conseguiu que o Ministério Público do Trabalho (MPT) revertesse para o Hospital Municipal de Araucária a multa de R$ 333.799,99, cobrada da Ansa/Fafen-PR por descumprimento de acordo. Os recursos deverão ser usados na compra de insumos e equipamentos para tratamento da Covid-19. Saiba mais aqui.

“Vivemos um momento de solidariedade, de cada um que pode fazer a sua parte pelo bem do outro. Milhões de pessoas estão passando necessidades por causa da crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus. Enquanto o governo e as empresas ainda ficam discutindo o que e como fazer, precisamos agir rapidamente e garantir um mínimo de dignidade a essas pessoas, precisamos garantir a elas o direito básico à vida. Não podemos fazer muito, mas podemos fazer alguma coisa, e é isso o que os petroleiros vêm fazendo”, diz o coordenador geral da FUP, José Maria Rangel.

Leia também: 

Petroleiros entregam cestas básicas e beneficiam famílias que estão em situação de vulnerabilidade social

> Campanha do Sindipetro MG ajuda comunidades periféricas de BH

Unificado conta com você para doar cestas e gás às comunidades periféricas

Sindipetro Bahia junta-se a movimentos sociais em ação na Ilha de Maré

Sindipetro Bahia distribui gás a preço justo em diversos bairros de Salvador

Setecentas cestas básicas foram distribuídas pelo Sindipetro-NF em Campos e Macaé

Petroleiros de SP fazem coleta e distribuição de alimentos em Campinas

FUP e sindicatos participam de ações de apoio à população vulnerável e combate à Covid-19

Sindipetro-MG participa de doação de alimentos e materiais de limpeza

> Movimentos sociais lançam plano de 60 propostas contra Covid-19 e a crise econômica

[FUP]

Publicado em Cidadania
Página 31 de 38

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.