Os trabalhadores e as trabalhadoras da Casa da Moeda do Brasil (CMB) fizeram nesta segunda-feira (3) uma greve de advertência de 24 horas contra a privatização ou extinção da estatal planejada pelo governo de Jair Bolsonaro e o corte de benefícios trabalhistas conquistados pela categoria.

A greve, que parou a produção de moedas e cédulas, passaporte, medalhas de premiações especiais e selos postais, é pela manutenção das regras das cláusulas sociais garantidas no acordo coletivo de 2019, como plano de saúde e auxílio-transporte, e também contra a privatização da estatal que vem sendo colocada entre as empresas que podem ser vendidas desde o governo do ilegítimo Michel Temer.

Esta não é a primeira mobilização dos trabalhadores e das trabalhadoras da Casa da Moeda do Brasil em defesa da estatal e dos empregos. No dia 10 de janeiro, a categoria ocupou por cerca de 10 horas a entrada do gabinete da presidência da Casa da Moeda e só saiu após a chegada da Polícia Militar.

Assim como a Petrobrás, ao invés de sentar para negociar a direção da Casa da Moeda recorre às forças policiais.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Moedeiros, Aluizio Junior, em dezembro, a direção da Casa da Moeda comunicou os trabalhadores as modificações que estava fazendo nas cláusulas do acordo coletivo, entre elas o aumento do percentual descontado do salário pelo plano de saúde e do auxílio-transporte, além do fim do seguro de vida.

Isso tudo, afirma o presidente, foi feito enquanto o Tribunal Superior do Trabalho (TST) tenta mediar o impasse que envolve a renovação do acordo coletivo de 2019 e no momento em que a categoria se prepara para negociar a data-base de 2020, que é em janeiro.

Segundo a direção do Sindicato dos Moedeiros, os cortes representam perda salarial média de R$ 2.500 e que parte dos funcionários virá com contracheque zerado no fim do mês. Eles rejeitaram a proposta de acordo provisório com vigência até o julgamento do dissídio pelo TST, marcado para março deste ano.

“A luta é pelo restabelecimento das cláusulas sociais e do nosso poder econômico, mas a luta maior é contra a privatização e nos juntamos aos petroleiros, bancários e outras categorias para formar uma grande resistência para salvar a soberania nacional e expulsar este governo que não tem amor pelo Brasil nem pelo povo brasileiro”, disse Aluizio Junior durante o protesto realizado ontem em frente à Casa da Moeda.

A privatização da Casa da Moeda

A privatização da Casa da Moeda, empresa pública vinculada ao Ministério da Economia, fundada em 8 de março de 1694, há 326 anos, está entre as 17 estatais incluídas no programa de desestatização do governo.

Entenda como a privatização da estatal coloca em risco a economia e a soberanria do país.

 

 

Publicado em Trabalho

Em greve há quatro dias, os petroleiros realizam nessa quarta-feira (05) uma ação para alertar a população sobre os prejuízos causados pela política de privatização da Petrobras.

Em vários estados do Brasil, os sindicatos de petroleiros vão subsidiar o preço do botijão de gás de cozinha de 13 kilos.

Na Bahia, a ação será realizada na cidade de Alagoinhas, onde 200 botijões de gás serão vendidos pelo valor de R$ 50,00 às 200 primeiras pessoas que comparecerem a partir das 8h na distribuidora da Brasilgás, localizada  na Avenida Aristoteles de Souza Dantas, S/N, no bairro do Mangalo.

Com a ação, os petroleiros pretendem mostrar que  é possível vender o gás de cozinha levando-se em consideração o custo de produção nacional, mantendo o lucro das distribuidoras, revendedoras, da Petrobras e a arrecadação dos impostos dos estados e municípios.

Desde 2016, a Petrobras vem sendo gerida como se fosse uma empresa privada e caminha a passos largos para a privatização de fato. Uma das principais mudanças que afetaram a população brasileira foi a alteração da política de preços da empresa que passou a acompanhar o preço internacional do barril do petróleo e a variação do dólar, desencadeando aumentos sucessivos, que já chegaram a ser diários, da gasolina, diesel e gás de cozinha, sem haver nenhuma proteção ao consumidor.

Os petroleiros defendem a intervenção do governo federal para barrar os aumentos sucessivos dos derivados de petróleo. “Acreditamos que a prioridade deve ser o povo brasileiro e não os acionistas privados da empresa. É possível vender o gás de cozinha a um preço menor e manter o lucro de acionistas, revendedoras e distribuidoras, mas o povo não é a prioridade do governo Bolsonaro. Isso está a cada dia mais claro”. afirma o coordenador do Sindipetro Bahia, Jairo Batista.

Venda das refinarias pode aumentar preços dos derivados

O governo Bolosonaro vem intensificando o desmonte da Petrobrás.  As distribuidoras de combustíveis (BR e Liguigás) já foram privatizadas. A FAFEN foi arrendada. O edifício Torre Pituba, está sendo desmobilizado, a PBIO está à venda, assim como muitas unidades dos Campos Terrestres.

Na  primeira etapa de venda das refinarias foram oferecidas  ao mercado as unidades Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco; Landulpho Alves (Rlam), na Bahia; Presidente Getúlio Vargas (Repar) no Paraná; e Alberto Pasqualini (Refap), no Rio Grande do Sul.

Com a venda da Rlam e da Transpetro, com seus quatro terminais de armazenamento e um conjunto de oleodutos totalizando 669 km, a tendência é que os preços dos derivados de petróleo aumentem ainda mais.

O fato é que o consumidor brasileiro ganha em real, mas paga os derivados de petróleo em dólar. Com a privatização das refinarias a situação tende a piorar. Muita gente não vai poder comprar o botijão de gás e quem tem carro vai ter de vender ou deixar na garagem.

É contra essa política que a FUP e os Sindipetros estão lutando.

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em Sistema Petrobrás

[Atualizado às 17h00]

Os petroleiros completam nesta terça-feira, 04, o quarto dia de greve no Sistema Petrobrás, contra as demissões na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen-PR) e pelo cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho.

Mais de 30 unidades aderiram ao movimento, em 12 estados do país (veja o quadro abaixo). Na Bacia de Campos, os trabalhadores estão entregando a produção das plataformas para as equipes de contingência da Petrobrás e se recusando a fazer a susbstiuição dos grupos que estão embarcados. Até às 15h30 desta terça, 14 plataformas já tinham aderido às orientações do sindicato.

Na unidade de produção da Bahia (UO-BA), os trabalhadores próprios e terceirizados paralisaram as atividades nos campos de Taquipe, Miranga, Bálsamo, Araças e Buracica.

Na Transpetro, subsidiária da Petrobrás, a greve também avançou, com a adesão dos trabalhadores do Terminal de Cabiúnas, em Macaé (UTGCAB), do Terminal de Guarulhos, em São Paulo, do Terminal Terrestre de Itajaí (TEJAÍ), em Santa Catarina, e do Terminal de Campos Elíseos (Tecam), em Duque de Caxias.

No Espírito Santo, a greve ganhou o reforço dos trabalhadores da Unidade de tratamento de Gás de Cacimbas (UTGC), que cortaram a rendição no turno na manhã desta terça.

No Rio de Janeiro, a Comissão de Negociação Permanente da FUP segue há quatro dias ocupando uma sala do quarto andar da sede da Petrobrás, cobrando interlocução com a gestão da empresa para suspender as demissões na Fábrica de Fertilizantes de Araucária e abrir fóruns de negociação para cumprimento do Acordo Coletivo.  

Em apoio, familiares de trabalhadores da Fafen-PR permanecem desde ontem (03/02) em frente à sede da Petrobrás, em uma vigília que conta com o apoio dos trabalhadores e movimentos sociais. As demissões anunciadas pela gestão da Petrobrás começam no próximo dia 14, se não forem suspensas. A mobilização conta com participação do MPA, MAB, MST, movimentos de estudantes, Levante Popular da Juventude, UJS, UNE, MNU, CMP, entre outros movimentos organizados.

Na Fábrica, em Araucária, os petroquímicos e petroleiros completam 15 dias de resistência, acampados em frente à unidade.

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Quadro nacional nesta terça – 04/02 

Amazonas

Refinaria de Manaus (Reman) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01 

rio Grande do norte

Polo de Guamaré –  uma comissão de base está verificando as condições de segurança nas permissões de trabalho (processamento e produção de GLP, querosene de aviação e diese)

Base 34 - trabalhadores em estado de greve 

Ceará

Temelétrica TermoCeará - sem rendição no turno desde às 15h de 02/02

Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor) – sem rendição no turno desde às 23h de 31/01 

Pernambuco

Refinaria Abreu e Lima (Rnest) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores

Terminal Aquaviário de Suape - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores 

Bahia

Unidades da UO-BA (Taquipe, Miranga, Bálsamo, Araças e Buracica) - atividades paralisadas

Refinaria Landulpho Alves (Rlam) - sem rendição no turno desde às 23h de 31/01

Terminal Madre de Deus – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

Espírito Santo

Unidade de tratamento de Gás de Cacimbas (UTGC) - trabalhadores cortaram a rendição no turno na manhã desta terça (04/02)

Sede administrativa da Base 61, polo de produção terrestre em São Mateus - 100% de participação dos trabalhadores terceirizados e próprios 

Minas Gerais

Termelétrica de Ibirité (UTE-Ibirité) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Refinaria Gabriel Passos (Regap) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01 

Rio de Janeiro

Terminal de Campos Elíseos (Tecam) – trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02). O turno opera somente com o número mínimo para as instalações: um operador e um supervisor

Termelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB) – trabalhadores estão mobilizados desde segunda (03/02) e com atrasos crescentes no turno

Refinaria Duque de Caxias (Reduc) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Refinaria Duque de Caxias (Reduc) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Terminal de Cabiúnas, em Macaé (UTGCAB) – trabalhadores cortaram a rendição do turno às 23h de 03/02.

Na noite de segunda (03/02), os trabalhadores das plataformas da Bacia de Campos, começaram a seguir a orientação do sindicato de entregar a operação das unidades para as equipes de contingência da Petrobrás. Desde sábado (01/02), mais de 15 plataformas já vinham realizando levantamentos de pendências de segurança, efetivo e se houve embarque de equipes de contingência a bordo. 

São Paulo

Terminal de Guarulhos - adesão dos trabalhadores na manhã de hoje 04/02

Terminal de Barueri – adesão dos trabalhadores na manhã do dia 03/02

Refinaria de Paulínia (Replan) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01

Refinaria de Capuava, em Mauá (Recap) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Refinaria Henrique Lages, em São José dos Campos (Revap) – cortes alternados nos turnos

Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão (RPBC) – cortes alternados nos turnos 

Paraná

Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Fábrica de Xisto (SIX) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FafenPR/Ansa) – sem trabalhadores da operação e da manutenção no interior da unidade. Acampamento na porta da fábrica prossegue desde o dia 21/01

Terminal de Paranaguá (Tepar) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02 

Santa Catarina

Terminal Terrestre de Itajaí (TEJAÍ) - trabalhadores aderiram à greve hoje (04/02)

Terminal de Guaramirim (Temirim) - trabalhadores aderiram à greve nesta segunda (03/02)

Terminal de São Francisco do Sul (Tefran) -  trabalhadores aderiram à greve nesta segunda (03/02)

Base administrativa de Joinville (Ediville) -  trabalhadores aderiram à greve nesta segunda (03/02) 

Rio Grande do Sul

Terminal de Niterói (Tenit) – adesão à greve na manhã de 03/02

Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

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Publicado em Sistema Petrobrás

[[Atualizado às 20h30]

Nesta segunda-feira, 03, a greve dos petroleiros avançou para 13 estados do país e mais de 20 unidades do Sistema Petrobrás nas bases da FUP.

Nas refinarias Henrique Lages (Revap) e Presidente Bernardes (RPBC), no estado de São Paulo, os trabalhadores também estão mobilizados, realizando cortes na rendição do turno. 

Novas adesões devem ocorrer ao longo da semana, fazendo avançar a greve por tempo indeterminado, que entou hoje no terceiro dia.

Pela manhã, ocorreram atos e acampamentos em diversas unidades da Petrobrás por todo o país e também na sede administrativa da empresa, no Rio de Janeiro, onde a Comissão de Negociação Permanente da FUP segue há mais de 72 horas, cobrando interlocução com a gestão da empresa para suspender as demissões na Fafen-PR e outras medidas unilaterais que descumprem o Acordo Coletivo de Trabalho.     

Acompanhe a greve dos petroleiros pelas redes sociais da FUP:

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Quadro nacional nesta segunda – 03/02

Amazonas

Refinaria de Manaus (Reman) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01 

Ceará

Terminal da Transpetro em Mucuripe - adesão parcial dos trabalhadores nesta segunda (03)

Temelétrica TermoCeará - sem rendição no turno desde às 15h de 02/02

Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor) – sem rendição no turno desde às 23h de 31/01

Rio Grande do Norte

Polo de Guamaré - trabalhadores aprovaram indicativo de suspensão de PT's a partir das 00:00h desta terça, 04/02

Base 34 - trabalhadores em estado de greve

Paraíba

Terminal de Cabedelo - trabalhadores aderiram às mobilizações, com atrasos nesta segunda, 03/02

Pernambuco

Refinaria Abreu e Lima (Rnest) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores

Terminal Aquaviário de Suape - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores

Bahia

Refinaria Landulpho Alves (Rlam) - sem rendição no turno desde às 23h de 31/01

Terminal Madre de Deus – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

Nos campos de produção, estão sendo realizados piquetes permanentes até às 15h, com adesão dos trabalhadores próprios e terceirizados

Espírito Santo

Base 61, polo de produção terrestre em São Mateus - 100% de participação dos trabalhadores terceirizados e próprios

Minas Gerais

Termelétrica de Ibirité (UTE-Ibirité) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Refinaria Gabriel Passos (Regap) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01

Rio de Janeiro

Refinaria Duque de Caxias (Reduc) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Norte Fluminense

Na noite desta segunda (03/02), os trabalhadores do Terminal de Cabiúnas, em Macaé, e das plataformas da Bacia de Campos, começam a seguir a orientação do sindicato de entregar a operação das unidades para as equipes de contingência da Petrobrás.

Pela manhã, foram realizados atrasos de 2 horas em todas as bases de terra. Desde sábado, mais de 15 plataformas já vinham realizando levantamentos de pendências de segurança, efetivo e se houve embarque de equipes de contingência a bordo.

São Paulo

Terminal de Barueri – adesão dos trabalhadores na manhã do dia 03/02

Refinaria de Paulínia (Replan) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01

Refinaria de Capuava, em Mauá (Recap) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Refinaria Henrique Lages, em São José dos Campos (Revap) – cortes alternados nos turnos

Presidente Bernardes, em Cubatão (RPBC) – cortes alternados nos turnos

Paraná

Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Fábrica de Xisto (SIX) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FafenPR/Ansa) – sem trabalhadores da operação e da manutenção no interior da unidade. Acampamento na porta da fábrica prossegue desde o dia 21/01

Terminal de Paranaguá (Tepar) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Santa Catarina

Terminal de Guaramirim (Temirim) - trabalhadores aderiram à greve nesta segunda (03/02)

Terminal de São Francisco do Sul (Tefran) -  trabalhadores aderiram à greve nesta segunda (03/02)

Base administrativa de Joinville (Ediville) -  trabalhadores aderiram à greve nesta segunda (03/02)

Rio Grande do Sul

Terminal de Niterói (Tenit) – adesão à greve na manhã de 03/02

Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

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Publicado em Sistema Petrobrás

Não bastasse deixar os petroleiros sem ventilação na sala de reunião 01 do quarto andar do Edise, a gestão da Petrobrás mpediu a entrega de alimento e água mineral para a Comissão de Negociação Permanente da FUP, que está instalada desde sexta, na sede da empresa, no Rio, no andar da Gerência de Recursos Humanos.

Vídeo divulgado neste domingo (02/02) mostra segurança da empresa impedindo que água e alimentos sejam entregues aos petroleiros que estão na sede da Petrobrás há mais de 48 horas. 

Em duas decisões consecutivas no sábado (01/02), a Justiça do Trabalho do Rio de janeiro negou liminar à Petrobrás, que pretendia expulsar a Comissão do prédio. A juíza Rosane Ribeiro Catrib autorizou a permanência dos petroleiros, enfatizando a legitimidade da Comissão de Negociação. A gestão da Petrobrás, no entanto, continuou apostando no confronto e desligou a energia elétrica e o fornecimento de água no andar onde estão os dirigentes da FUP.

A juíza expediu nova liminar, determinando o restabelecimento da luz e água, sob pena de multa de R$ 100 mil por hora de descumprimento. A gestão da empresa atendeu, parcialmente, a determinação, religando a luz e a água, mas ainda mantém o ar condicionado da sala desligado. A sala onde estão os petroleiros continua sem qualquer tipo de ventilação, apesar do calor escaldante do Rio de Janeiro.

A Comissão de Negociação Permanente da FUP não recuará e continuará na sede da Petrobrás até que a gestão da empresa apresente uma solução que evite a  demissão em massa dos trabalhadores da Fafen-PR e estabeleça negociações que de fato atendam ao que foi pactuado no Acordo Coletivo de Trabalho, em novembro do ano passado.

A greve dos petroleiros segue forte em todo o país, nas unidades operacionais, e ganhará reforço nesta segunda, com a adesão dos trabalhadores do horário administrativo.

Diversos atos estão previstos para o início da manhã nas bases do Sistema Petrobras e em frente à sede da empresa, no Rio de Janeiro, em solidariedade à luta dos petroleiros.

#GreveDosPetroleiros

#PetrobrasÉdoBrasil

#FafenResiste

#NaoAoDesmonte

#EstataisResistem

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

[Atualização às 16:15]

O segundo dia da greve nacional dos petroleiros segue forte neste domingo (02/020 nas unidades operacionais do Sistema Petrobrás e se ampliará na segunda, com a adesão dos trabalhadores do horário administrativo.

Diversos atos estão previstos para o início da manhã nas bases da FUP e em frente à sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro, onde a Comissão Nacional de Negociação Permanente da FUP está instalada desde sexta-feira (31/01), ocupando a sala de reunião 01 do quarto andar do prédio, onde funciona a Gerência de Recursos Humanos.

Até o momento já são 17 as unidades operacionais da Petrobrás que estão sem rendição nos turnos. No Ceará e no Norte Fluminense, os trabalhadores das áreas de Exploração e Produção estão realizando operações padrões. Na Bahia, os trabalhadores do setor privado que atuam nos campos de produção terrestre da Petrobrás também estão mobilizados contra as demissões.

Na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen), petroquímicos e petroleiros seguem acampados com suas famílais em frente à unidade há 13 dias, na tentativa de impedir o seu fechamento e as mil demissões anunciadas pela gestão da Petrobrás para ter início no próximo dia 14. Após vazamento de amônia, os trabalhadores da operação e manutenção que estavam dentro da fábrica, sem rendição no turno, deixaram a unidade, após o Ministério Público do Trabalho constatar a insegurança da planta.

“Na Revap (Refinaria Henrique Lages, em São José dos Campos) e na RPBC (Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão), os petroleiros, mesmo sem indicativo imediato de greve dos sindicato locais, também estão se mobilizando, em solidariedade aos trabalhadores da Fafen-PR e contra o desrespeito aos Fóruns de Negociação do ACT, fazendo atrasos no turno e cortes de rendição, até que os sindicatos façam assembleias para aprovar e realizar a greve junto com as bases da FUP”, informa o diretor da FUP, Deyvid Bacelar. “Conclamamos também a categoria nas bases dos Sindipetros RJ, PA/MA/AP e SE/AL para estarem conosco, nessa greve nacional”, completa.

A greve dos petroleiros é pela suspensão das demissões na Fafen-PR e pelo estabelecimento de um processo de negociação com a Petrobras, que cumpra de fato o que prevê o Acordo Coletivo de Trabalho, com suspensão imediata das medidas unilaterais tomadas pela gestão e que estão afetando a vida de milhares de trabalhadores.

 

Quadro nacional da #GreveDosPetroleiros neste domingo – 02/02

 

Amazonas

Refinaria de Manaus (Reman) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01

 

Ceará

Usina Temelétrica, em Caucaia (TermoCeará) - sem rendição no turno desde às 15h de 02/02

Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor) – sem rendição no turno desde às 23h de 31/01

5 plataformas marítimas somente com liberação de serviços necessários para a segurança e habitabilidade.

 

Pernambuco

Refinaria Abreu e Lima (Rnest) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Terminal Aquaviário de Suape - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

 

Bahia

Refinaria Landulpho Alves (Rlam) - sem rendição no turno desde às 23h de 31/01

Terminal Madre de Deus – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

Nos campos de produção terrestre, estão sendo realizados piquetes permanentes, com adesão dos trabalhadores próprios e terceirizados

 

Minas Gerais

Termoelétrica de Ibirité (UTE-Ibirité) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Refinaria Gabriel Passos (Regap) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01

 

Rio de Janeiro

Refinaria Duque de Caxias (Reduc) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Terminal de Campos Elíseos (Tecam) 

Usina Termoelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB)

Norte Fluminense - 17 plataformas seguindo a orientação do Sindicato de realizar levantamento de pendências de segurança, efetivo e se houve embarque de equipes de contingência a bordo

 

São Paulo

Refinaria de Paulínia (Replan) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01

Refinaria de Capuava, em Mauá (Recap) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

 

Paraná

Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Fábrica de Xisto (SIX) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FafenPR/Ansa) – sem trabalhadores da operação e da manutenção no interior da unidade. Acampamento na porta da fábrica prossegue desde o dia 21/01

Terminal de Paranaguá (Tepar) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

 

Rio Grande do Sul

Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

 

[FUP]

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Publicado em Sistema Petrobrás

Os 13 sindicatos filiados à FUP deliberaram por encaminhar todas as denúncias relativas ao descumprimento do direito de greve, bem como as reivindicações relacionadas ao movimento, para a Comissão Nacional de Negociação Permanente que está instalada desde sexta-feira (31/01) na sala de reunião 01 do quarto andar do edifício sede da Petrobras (Edise), onde funciona a Gerência de Recursos Humanos.

Em duas decisões consecutivas no sábado (01/02), a Justiça do Trabalho do Rio de janeiro negou liminar à Petrobrás, que pretendia expulsar a Comissão do prédio. A juíza Rosane Ribeiro Catrib autorizou a permanência dos petroleiros, enfatizando a legitimidade da Comissão de Negociação. A gestão da Petrobrás, no entanto, continuou apostando no confronto e desligou a energia elétrica e o fornecimento de água no andar onde estão os dirigentes da FUP.

A juíza expediu nova liminar, determinando o restabelecimento da luz e água, sob pena de multa de R$ 100 mil por hora de descumprimento. A gestão da empresa atendeu, parcialmente, a determinação, religando a luz e a água, mas ainda mantém o ar condicionado da sala desligado. A sala onde estão os petroleiros continua sem qualquer tipo de ventilação, apesar do calor escaldante do Rio de Janeiro.

A Comissão de Negociação Permanente da FUP não recuará e continuará na sede da Petrobrás até que a gestão da empresa apresente uma solução que evite a  demissão em massa dos trabalhadores da Fafen-PR e estabeleça negociações que de fato atendam ao que foi pactuado no Acordo Coletivo de Trabalho, em novembro do ano passado.

A greve dos petroleiros segue forte em todo o país, nas unidades operacionais, e ganhará reforço nesta segunda, com a adesão dos trabalhadores do horário administrativo.

Diversos atos estão previstos para o início da manhã nas bases do Sistema Petrobras e em frente à sede da empresa, no Rio de Janeiro, em solidariedade à luta dos petroleiros. 

#GreveDosPetroleiros

#PetrobrasÉdoBrasil

#FafenResiste

#NaoAoDesmonte

#EstataisResistem

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Trabalhadores que vinham resistindo ao fechamento da Fafen-PR, mantendo a unidade em atividade, deixaram a fábrica na tarde deste sábado (01/02). Eles foram acompanhados por fiscais e pela Vice-Procuradora Chefe do Ministério Público do Trabalho do Paraná, Cristiane Sbalqueiro Lopes, que constataram a insegurança da planta, após o vazamento de amônia, que, apesar de controlado, ainda oferece riscos aos trabalhadores e à comunidade.

O vazamento, que fez disparar as sirenes de alarme por volta das 22h40 de sexta-feira (31/01), teve início após decisão irresponsável da gestão da Fafen-PR, que optou por não voltar a operar a caldeira que mantinha a fábrica funcionando. Objetivo foi acelerar a paralisação da unidade, à revelia dos alertas dos trabalhadores, que estão há 12 dias acampados em frente à unidade para evitar o seu fechamento e as demissões que atingirão mil famílias.

Os dirigentes da FUP, que ocupam há mais de 24 horas uma sala no quarto andar do edifício sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro, chegaram a enviar documento ao gerente da empresa, Fabricio Pereira Gomes, que responde por Relações com Sistema, Governo e Entidades Externas, alertando sobre a gravidade do fato e a necessidade da abertura de um canal de negociação com as representações sindicais.

A Vice-Procuradora Chefe do MPT-PR, Cristiane Sbalqueiro Lopes, destaca a urgência de uma solução que resolva o mais rápido possível o conflito estabelecido pelos gestores da Petrobrás com os trabalhadores da Fafen-PR. “Ambas as partes precisam conversar para que não seja aumentado esse risco de catástrofe, que constatamos aqui. Por isso, faço um apelo à Petrobrás para que converse com os trabalhadores”, afirmou hoje, durante sua visita à fábrica, em Araucária.

Os trabalhadores seguirão acampados em frente à Fafen-PR, mobilizando a comunidade e pressionando a gestão da Petrobrás em defesa dos empregos e contra o fechamento da fábrica. A ocupação na porta da unidade completa 13 dias neste domingo (02/02), com participação das famílias dos petroquímicos e dos petroleiros do Paraná.

#FafenResiste

#GreveDosPetroleiros

#DigaNãoàPrivatização

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#PetroleirosLutam

#NaoAoDesmonte

#EstataisResistem

[FUP]

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Publicado em Sistema Petrobrás

Na Bahia, o primeiro dia de greve dos petroleiros começou com boa adesão. Houve corte de rendição na Refinaria Landulpho Alves (RLAM) às 0h e às 7h desse sábado, onde os ônibus que levavam os trabalhadores do turno chegaram vazios. Já os trabalhadores do Terminal Marítimo de Madre de Deus aderiram ao movimento na manhã de hoje.

A direção do Sindipetro está realizando piquetes – instrumento legitimo – em todas as unidades do Sistema Petrobras no estado. A greve deve ser intensificada a partir da segunda-feira (03/02), quando os trabalhadores das áreas administrativas da empresa se juntam aos trabalhadores de turno, fortalecendo o movimento.

Na FAFEN não há greve devido à desativação da unidade.

A categoria reivindica o cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e a suspensão das demissões dos trabalhadores da FAFEN Paraná (396 trabalhadores próprios e 600 terceirizados).
Além do descumprimento do ACT, das quebras de acordo e demissões, os petroleiros da Bahia enfrentam também o desmonte da estatal no estado.

A RLAM e Transpetro foram colocadas à venda, os Campos de Petróleo na região de Catu, Candeias, São Sebastião, Alagoinhas e Pojuca também estão à venda, várias sondas terrestres tiveram suas atividades encerradas. A FAFEN foi arrendada e os petroleiros lotados na fábrica de fertilizantes foram transferidos para outros estados, assim como os trabalhadores do edifício Torre Pituba que também estão sendo transferidos. Outros estão sendo forçados a aderir ao Plano de Demissão Voluntária da empresa.

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em SINDIPETRO-BA

Constitui prática antissindical, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT): "impedir ou dificultar o exercício do direito de greve", direito garantido pela Lei nº 7.783/89, também conhecida como Lei de Greve.

A atual gestão da Petrobrás continua dando mostras, em todo o Brasil, da sua truculência com o movimento sindical e em Pernambuco não poderia ser diferente. A Gerência da Refinaria Abreu e Lima (RNEST) manteve dois diretores do Sindipetro-PE/PB em cárcere privado após os mesmos já terem extrapolado uma jornada de 17 horas de trabalho.

Os diretores em questão iniciaram suas respectivas jornadas de trabalho as 15h30 da sexta-feira (31) e, após dobrarem seus turnos, deveriam ser liberados as 8h deste sábado (1). No momento da saída, as catracas indicavam que seus crachás estavam bloqueados e os diretores foram impedidos de deixar a unidade.

Além do fato ocorrido, esses trabalhadores também tiveram o acesso negado aos próprios postos de trabalho. Um deles, que no momento operava a planta, não conseguiu acessar seu posto de trabalho no Centro Integrado de Controle (CIC) durante a jornada, ficando o painel de controle sem operador naquele momento.

O SINDIPETRO PE/PB chama a atenção para a irresponsibilidade da Gerência da RNEST ao negligenciar a segurança das pessoas, desdenhando de representantes legítimos e democraticamente eleitos pela categoria.

[Via Sindipetro-PE/PB]

Publicado em SINDIPETRO-PE/PB
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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