Inúmeras lideranças se manifestaram no lançamento da Frente Parlamentar e Popular em Defesa da Soberania Nacional, na manhã de quarta-feira (4), em ato realizado em Brasília, com participação de petroleiros da FUP e de seus sindicatos. 

“Foi necessário o surgimento de um governo neofascista para implantar o neoliberalismo”, pontuou a ex-presidente Dilma Rousseff. “Neste país, infelizmente, a social-democracia virou golpista (referência ao que foi o PSDB). Uma parte dela pelo menos. A outra a gente convida para todas as nossas frentes, que devem ser ecumênicas e receber todos os que se interessam pela sobrevivência do nosso país”, disse. Ela afirmou que as estatais não estão sendo privatizadas. “A Petrobras não será privatizada, será desnacionalizada.”

A ex-presidente Dilma, além de discursar contra as privatizações de estatais como Petrobras, saiu em defesa da floresta amazônica, essencial à manutenção da soberania nacional. “Quem nunca viu aquilo não entende a grandeza do nosso país", afirmou a petista.

Antes de inicial sua fala, Fernando Haddad leu uma carta do ex-presidente Lula na qual o ex-presidente critica o fato de o governo Bolsonaro estar entregando as riquezas brasileiras a outros países. "Bolsonaro entregou a política externa para os Estados Unidos, "Quem vai ocupar o espaço dos bancos públicos, da previdência? Quem vai fornecer ciência e tecnologia que o Brasil pode criar? Serão empresas de outros países que já estão tomando nosso mercado", diz trecho da mensagem de Lula destacada por Haddad.

Coube ao coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) João Pedro Stedile a apresentação dos propósitos do movimento. “Havia vários fóruns nacionais tratando de temas específicos, (como) as frentes Brasil Popular e Povo sem medo, o pessoal da educação, mas não tínhamos espaço coletivo unitário  para erguer a bandeira do Brasil e retomar a luta da soberania nacional”, explicou.

Segundo Stedile, “nunca antes  na história do Brasil o povo sofreu tantos ataques à sua soberania, sobre seus territórios, suas riquezas, sobre tudo o que construímos em 500 anos”.  Com esse objetivo de unificar movimentos pela soberania, foi instituído um comitê unitário nacional formado pelas frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, centrais sindicais, partidos políticos, igrejas, movimentos ambientalistas e outros.

O ex-senador Roberto Requião e o presidente Nacional da CUT, Vagner Freitas, convidaram a todos os partidos, movimentos e a sociedade em geral a participar do movimento. “A frente pela soberania deve compor todos os partidos e tendências, mas se caracteriza por se opor à austeridade fiscal, ao neoliberalismo que toma conta da estrutura econômica do Brasil. ‘Não se pode servir ao povo e ao dinheiro’”, disse Requião, citando passagem de Mateus, do Novo Testamento.

“Todos aqueles que são pela democracia, pela soberania nacional, não necessariamente têm que comungar com nossas ideias socialistas. A soberania não é uma pauta só dos trabalhadores e da esquerda, é uma pauta dos brasileiros e brasileiras”, disse Vagner, vestindo uniforme dos petroleiros.

O dirigente defendeu a luta pelas estatais e convidou a participar do movimento os industriais preocupados com o desenvolvimento, empresários do agronegócio e “todos os que entendem que (os brasileiros) não nasceram para ser cidadãos de segunda classe”.

Eliminado o autoritarismo, objetivo final da frente, continuou Requião, “a multidão de partidos e tendências” deverá fazer as propostas à sociedade para que o povo escolha, “por decisão eleitoral ou plebiscitária”, qual o modelo político, econômico e social deseja.

O ex-senador paranaense defendeu também que “as barbaridades cometidas por este congresso e pelo governo” sejam objeto de referendo revogatório. Para participar da frente, os partidos “devem abrir mão de suas propostas específicas”. “Mas se após a derrota do autoritarismo não tivermos partidos estruturados com propostas claras para o município, o estado e a Nação, para a politica externa, iremos fracassar”, afirmou.

A deputada federal e presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PR), afirmou que o ato desta quarta “é um grito para o Brasil, para a gente acordar e lutar”. Ela chamou a atenção para um setor ausente do movimento lançado em Brasília: “Sinto muita falta da representação das forças armadas num ato como esse. Elas foram formadas para defender o Brasil e sua soberania. Dói alguns generais servirem a um governo de entrega. Temos que sensibilizar cada vez mais setores do país”.

Ex-candidato à presidência da República pelo Psol, Guilherme Boulos disse que os brasileiros vivem hoje “um momento de destruição nacional, de um governo em guerra contra o Brasil e contra o povo brasileiro”. “Todos os dias eles fazem um ataque novo e nesse ritmo eles tentam paralisar a nossa reação.” Ele destacou a ironia de os campos do pré-sal estarem sendo comprados por uma estatal norueguesa (Statoil ) e estatais chinesas “de olho” na Eletrobrás. “É só aqui que uma estatal não pode e não vale”, disse.

Povos da floresta

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) disse que “os pilares da nação significam terra, nação e povo”. “Precisamos da soberania popular. Daqui precisamos mandar uma saudação aos povos da floresta, que arde em labaredas e coloca em risco a vida dos povos tradicionais, indígenas e quilombolas”, acrescentou. “Não podemos entregar de mão beijada a Petrobras, os Correios, o sistema Eletrobrás, a Casa da Moeda. Todas as empresas estratégicas brasileiras são nossas.”

O ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, representando o PSB, declarou: “É muito importante que a gente perceba que a luta pela soberania é a mãe de todas as lutas”.

Plenária da CUT organizará agenda de lutas

Nesta quinta-feira (05), a brigada petroleira continua em Brasília para a Plenária Sindical Nacional que a CUT realizará contra as privatizações.  O evento será ao longo do dia, no Sindicato dos Bancários. O objetivo é organizar ações articuladas entre os sindicatos filiados, representantes dos trabalhadores e trabalhadoras das empresas públicas que estão sendo desmontadas para serem privatizadas, em defesa das empresas e dos empregos. “Precisamos preparar a resistência sindical a essa tentativa de destruição do Brasil. É fundamental a construção de uma luta unitária nesse sentido”, explica o secretário geral da CUT, Sérgio Nobre.

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[FUP, com informações da Rede Brasil Atual]

Publicado em Movimentos Sociais

A FUP participa nesta terça-feira, 30, à noite, do ato chamado pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) em solidariedade ao editor e fundador do site The Intercept, Glenn Greenwald.

O jornalista está sendo ameaçado de prisão e deportação pelo governo Bolsonaro, em um grave ataque à liberdade de imprensa. 

Os petroleiros há anos vêm denunciando as arbitrariedades de Sérgio Moro, ex-juiz da Lava Jato e atual ministro da Justiça e Segurança Pública.

As ilegalidades cometidas por ele deram legitimidade para o desmonte da Petrobrás e da indústria nacional. A farsa que se tornou a Lava Jato destruiu as instituições e mergulhou o Brasil num caos político, econômico e social sem precedentes.  

As reportagens feitas pelo The Intercept Brasil estão revelando o que a FUP e diversas outras entidades da sociedade civil, movimentos sociais, juristas e pensadores vêm há anos denunciando: a Lava Jato foi deliberadamente montada para destruir o projeto democrático popular de um país soberano.  A prisão ilegal do ex-presidente Lula fazia parte desse propósito e foi uma ação política, comandada por Moro e sua turma.

Mais do que nos solidarizarmos com Glenn Greenwald, neste momento grave que o país atravessa, reiteramos o compromisso com a defesa intransigente da democracia e da liberdade do ex-presidente Lula.

[FUP]

Publicado em Política

O Sindipetro Bahia recebeu informações de uma fonte ligada à direção da Petrobrás que, a partir de setembro, em diversas unidades do Brasil, assim como na Bahia, deverão ocorrer demissões por baixo desempenho no GD.

Na UO-BA já estão previstas demissões de cinco trabalhadores. Ainda não há informações sobre as outras unidades do estado.

A direção da Companhia estaria apenas aguardando a definição das negociações em relação ao Acordo Coletivo de Trabalho, que tem cláusulas que garantem o emprego do trabalhador.

As demissões não vão acontecer apenas na UO-BA ou na Bahia. O Gerente de Remuneração e Recompensa da Petrobrás, Mansur, deixou claro que o “GD abaixo de 70% pode gerar demissão, sim. Estamos demitindo pessoas por baixo desempenho, nesse ano".

O Gerente Executivo de Gestão de Pessoas da Petrobrás, Cláudio Costa, também não escondeu o jogo ao falar para os trabalhadores no EDISP, no mês de fevereiro. “todo o planejamento da Força de Trabalho, do quadro de colaboradores da Companhia será reduzido. Nós estamos hibernando as refinarias, as FAFENS em Sergipe e na Bahia, e os empregados operacionais estão sendo realocados. Dá para absorver todo mundo? Não. Não dá. Algumas pessoas não ficarão na Companhia”. E completou: “A gente tem uma necessidade imperativa de redução de custos em toda a companhia”. Ele também falou dos desinvestimentos que a Petrobrás fará nas refinarias.

A companhia jogou suas cartas, mas ainda não colocou o jogo em prática por causa do Acordo Coletivo de trabalho, que não permite que a Petrobrás tome esse tipo de atitude. Entenderam a importância das cláusulas do ACT ?

É chegado o momento de fortalecer a luta em defesa do nosso ACT e dos nossos empregos. Não há tempo a perder. Estamos todos no mesmo barco, só há uma saída e ela é coletiva, se não formos para cima, de forma coesa, perderemos nossos direitos um a um.

É lutar ou ir para a rua.

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em SINDIPETRO-BA

O grupo de turno que entrou para trabalhar às 15h30 de quinta-feira (13) permanece até agora retido nas dependências da Repar. A gestão alega não possuir contingência suficiente para atender as demandas da unidade como justificativa para não liberar os trabalhadores, o que caracteriza cárcere privado.

Trabalhadores do G2 ficarão 32h dentro da fábrica e outros do G3, que dobraram, ficarão 40h. O grupo que entra de zero hora é o G3, logo alguns podem ter que trabalhar até 48h.

O Sindicato tentou de todas as maneiras o contato com os gestores, mas o descaso com a situação é total. Não se importam com a extrema estafa física e mental, colocando em risco a saúde e a vida dos trabalhadores.

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina exige a liberação imediata de todos os trabalhadores e vai acionar os órgãos legais para oferecer a denúncia.

[Via Sindipetro-PR/SC]

Publicado em Sistema Petrobrás

Nos cantos mais longes do Brasil os trabalhadores também estão mobilizados.
Mais especificamente na Província Petrolífera de Urucu, no meio da selva Amazônica, a 660 km de Manaus.

Decidido em assembleia, serão 24 horas de greve de fome, somando a grande greve geral dos trabalhadores do Brasil que clamam por investimentos em educação, para dizer que são contra a reforma da previdência, contra a privatização da Petrobrás e estatais.

Juntos Somos Mais Fortes
PRIVATIZAR FAZ MAL AO BRASIL

 

Publicado em SISTEMA PETROBRÁS

Amazonas

Os trabalhadores da Reman aderiram à greve, cortando a rendição do turno à zero hora e prosseguem na paralisação por 24 horas. Pela manhã, os trabalhadores do administrativo e da Transpetro se somam à mobilização e às 15h, seguem para o ato unificado das centrais, na Praça da Saudade, no Centro de Manaus. 

Ceará

Os trabalhadores da Lubnor (CE) participam de ato político no início da manhã, em frente à unidade. A partir das 10h, os petroleiros se somam às outras categorias, na manifestação da Praça da Bandeira, em Fortaleza.

Rio Grande do Norte

Os petroleiros aderiram à greve geral nas principais bases do Sistema Petrobrás e participam dos atos conjuntos que serão realizados com outras categorias em Mossoró e em Natal.

Pernambuco

Na Refinaria Abreu e Lima e no Terminal Aquaviário de Suape, não houve troca de turno e os trabalhadores seguem na greve desde à zero hora. Pela manhã, os petroleiros do administrativo somam-se à paralisação. Às 14h, a categoria segue pra o Centro de Recife, onde será realizado o ato unificado da greve geral. 

Bahia

Os petroleiros da Rlam e da Fafen aderiram à greve cortando a rendição no final da noite desta quinta. No início da manhã, os trabalhadores da PBIO, Termelétricas, Transpetro, OP-CAN e UO-BA se somam ao movimento.

Em frente ao edifício sede da Petrobrás, em Salvador (EDIBA), será realizado um ato político contra a privatização da Petrobrás. À tarde, os petroleiros se somam à manifestação unificada com outras categorias, que será realizada no Campo Grande.

Espírito Santo

Os petroleiros das plataformas, terminais e campos terrestres se mobilizam nesta sexta. Pela manhã, os trabalhadores da ativa e aposentados participam de ato político em frente à sede administrativa da Petrobrás em Vitória (Edivit). À tarde, os petroleiros se unem às outras categoria no ato unificado, às 13 horas, em frente a Federação da Indústria do ES (FINDES). Nos municípios de Linhares e São Mateus, os petroleiros também se mobilizam e participam das manifestações de rua.  

RJ - Duque de Caxias

Na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), os petroleiros que entrariam às 23h não renderam o turno anterior, dando início à paralisação de 24 horas. Pela manhã, os trabalhadores do horário administrativo da Reduc se somam à paralisação, que também contará com a adesão dos petroleiros do Terminal de Campos Elíseos (Tecam) e da Termelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB).

RJ - Norte Fluminense

Os trabalhadores das plataformas e demais unidades operacionais do Sistema Petrobrás na Bacia de Campos seguem a orientação do Sindicato de realizar operações padrão e debates em grupo, com levantamento sobre os principais problemas de saúde e segurança de cada local de trabalho.

Nas bases administrativas, os trabalhadores participam dos atos públicos na região. Em Macaé, haverá protestos a partir das 12h, no Calçadão. Em Campos, as mobilizações também serão no Calçadão, mas a partir das 14h.

Minas Gerais

Os petroleiros da Regap cortaram a rendição do turno às 23h30 de quinta e prosseguem na paralisação de 24 horas. Pela manhã, a categoria participa do ato público, no centro de Belo Horizonte, às 11h, na Praça Afonso Arinos.

São Paulo

A paralisação teve início à zero hora nas refinarias de Paulínia (Replan) e Mauá (Recap), com cortes na rendição do turno.

Pela manhã, os trabalhadores do horário administrativo das duas refinarias se somam à greve, assim como os petroleiros dos terminais da Transpetro, dos prédios administrativos do Sistema Petrobrás e das duas termelétricas que integram a base do Sindipetro Unificado.

Paraná e Santa Catarina

Os trabalhadores da Repar, da Araucária Nitrogenados e da Unidade de Xisto, em São Mateus do Sul (SIX), cortaram a rendição do turno à zero hora.

Pela manhã, os petroleiros do Terminal de Paranaguá (Tepar) aderem às mobilizações.  Em Santa Catarina, os trabalhadores dos terminais da Transpetro (Tefran, Ediville, Temirim e Tejaí) também cruzarão os braços e participarão de ato às 09h, na Praça da Bandeira, em Joinvile.

Rio Grande do Sul

Na Refap, não houve rendição do turno da meia noite Pela manhã, o movimento ganha o reforço dos trabalhadores do horário administrativo e também dos petroleiros dos terminais da Transpetro, no Tenit (Canoas), Terig (Rio Grande), Tedut (Osório) e da termelétrica Sepé de Tiaraju (UTE). No final da tarde, os trabalhadores participam de ato unificado no Centro de Porto Alegre, na Esquina Democrática.

[FUP]

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Publicado em Sistema Petrobrás

Os petroleiros das bases da FUP aderiram em massa à greve geral convocada pelas centrais sindicais para esta sexta-feira, 14. Unidades do Sistema Petrobrás em 12 estados do país estão com mobilizações, cortes de turno nas áreas operacionais e grande participação também dos trabalhadores do regime administrativo. 

Com a adesão nesta manhã dos petroleiros da Refinaria de Lubrificantes e Derivados do Nordeste (Lubnor), já são 10 as unidades de refino sem trocas de turnos.

A participação dos petroleiros na greve geral teve início na madrugada, com os ônibus fretados pela Petrobrás chegando vazios às principais refinarias da empresa. 

Os petroleiros também não entraram para trabalhar no turno da zero hora no Terminal Aquaviário de Suape, em Pernambuco, na Termelétrica Aureliano Chaves, em Minas Gerais, na SIX (unidade de processamento de xisto, no Paraná) e na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia.

Na Bacia de Campos, a categoria está desde as primeiras horas do dia realizando Operação Padrão nas plataformas, com a execução de todos os procedimentos com o máximo de rigor e critério possível.

Pela manhã, a greve ganhou o reforço dos trabalhadores da Transpetro e das demais unidades do Sistema Petrobrás. A categoria também participará dos atos unificados desta sexta, convocados pelas centrais sindicais, nas principais cidades e capitais do país.

Refinarias que estão sem troca de turno:

Duque de Caxias (Reduc/RJ), Gabriel Passos (Regap/MG), Landulpho Alves (Rlam/BA), Abreu e Lima (PE), Manaus (Reman), Paulínia (Replan/SP), Mauá (Recap/SP), Presidente Getúlio Vargas (Repar/PR), Alberto Pasqualini (Refap/RS) e Lubnor (CE).

Acompanhe a greve dos petroleiros pelas redes sociais da FUP. Use as hastags:

#PetroleirosNaGreve14J

#PetroleirosNaGreveGeral

#GrevePeloBrasil

Contra o desmonte da Previdência, da Petrobrás e do Brasil

Além de impedir o fim da Previdência Pública, a categoria petroleira se mobiliza contra a privatização do Sistema Petrobrás, em defesa da soberania nacional e por políticas públicas que levem à retomada da atividade econômica, gerando empregos, com trabalho decente e renda digna.

O presidente da Petrobrás, Castello Branco, sob o comando do governo Bolsonaro, colocou à venda refinarias, fábricas de fertilizantes, dutos, campos de petróleo e várias das subsidiárias, cuja privatização foi liberada pelo STF, sem necessidade de licitação e tampouco autorização do Congresso Nacional.

Os direitos dos trabalhadores também estão sob ameaça, com a proposta da Petrobrás de desmonte do Acordo Coletivo, reajuste zero e ataques à liberdade sindical. Os petroleiros rejeitaram o pacote de maldades e reagiram às mentiras e às ameaças dos gestores, com participação massiva nas assembleias. A resposta foi dada nesta sexta, com adesão total à greve geral.


De norte a sul, petroleiros se mobilizam. Confira o quadro nacional  


[FUP]

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Publicado em Sistema Petrobrás

Os petroleiros das bases sindicais da FUP deram início à greve geral na madrugada desta sexta-feira, 14, cortando a rendição nos turnos de nove refinarias da Petrobrás, em oito estados do país. Os trabalhadores atenderam aos chamados dos sindicatos e os ônibus fretados pela empresa chegaram vazios às unidades.

As refinarias que estão sem rendição nos turnos são: Duque de Caxias (Reduc/RJ), Gabriel Passos (Regap/MG), Landulpho Alves (Rlam/BA), Abreu e Lima (PE), Manaus (Reman), Paulínia (Replan/SP), Mauá (Recap/SP), Presidente Getúlio Vargas (Repar/PR), Alberto Pasqualini (Refap/RS).

Os petroleiros também não entraram para trabalhar no Terminal Aquaviário de Suape, em Pernambuco, na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia, na Termelétrica Aureliano Chaves, em Minas Gerais, na SIX (unidade de processamento de xisto, no Paraná) e na Araucária Nitrogenados (PR).

Na Bacia de Campos, a categoria está realizando Operação Padrão nas plataformas, com execução de todos os procedimentos, com o máximo de rigor e critério possível.

Pela manhã, a greve ganha o reforço dos trabalhadores do regime administrativo e das demais unidades do Sistema Petrobrás. Está prevista também a participação dos petroleiros nos atos unificados desta sexta, convocados pelas centrais sindicais, nas principais cidades e capitais do país.

Contra o desmonte da Previdência, da Petrobrás e do Brasil

Além de impedir o fim da Previdência Pública, a categoria petroleira se mobiliza contra a privatização do Sistema Petrobrás, em defesa da soberania nacional e por políticas públicas que levem à retomada da atividade econômica, gerando empregos, com trabalho decente e renda digna.

O presidente da Petrobrás, Castello Branco, sob o comando do governo Bolsonaro, colocou à venda refinarias, fábricas de fertilizantes, dutos, campos de petróleo e várias das subsidiárias, cuja privatização foi liberada pelo STF, sem necessidade de licitação e tampouco autorização do Congresso Nacional.

Os direitos dos trabalhadores também estão sob ameaça, com a proposta da Petrobrás de desmonte do Acordo Coletivo, reajuste zero e ataques à liberdade sindical. Os petroleiros rejeitaram o pacote de maldades e reagiram às mentiras e às ameaças dos gestores, com participação massiva nas assembleias. A próxima resposta virá nesta sexta, com adesão total à greve geral.

De norte a sul, petroleiros se mobilizam

Amazonas

Os trabalhadores da Reman aderiram à greve, cortando a rendição do turno à zero hora e prosseguem na paralisação por 24 horas. Pela manhã, os trabalhadores do administrativo e da Transpetro se somam à mobilização e às 15h, seguem para o ato unificado das centrais, na Praça da Saudade, no Centro de Manaus. 

Ceará

Os trabalhadores da Lubnor (CE) participam de ato político no início da manhã, em frente à unidade. A partir das 10h, os petroleiros se somam às outras categorias, na manifestação da Praça da Bandeira, em Fortaleza.

Rio Grande do Norte

Os petroleiros aderiram à greve geral nas principais bases do Sistema Petrobrás e participam dos atos conjuntos que serão realizados com outras categorias em Mossoró e em Natal.

Pernambuco

Na Refinaria Abreu e Lima e no Terminal Aquaviário de Suape, não houve troca de turno e os trabalhadores seguem na greve desde à zero hora. Pela manhã, os petroleiros do administrativo somam-se à paralisação. Às 14h, a categoria segue pra o Centro de Recife, onde será realizado o ato unificado da greve geral. 

Bahia

Os petroleiros da Rlam e da Fafen aderiram à greve cortando a rendição no final da noite desta quinta. No início da manhã, os trabalhadores da PBIO, Termelétricas, Transpetro, OP-CAN e UO-BA se somam ao movimento.

Em frente ao edifício sede da Petrobrás, em Salvador (EDIBA), será realizado um ato político contra a privatização da Petrobrás. À tarde, os petroleiros se somam à manifestação unificada com outras categorias, que será realizada no Campo Grande.

Espírito Santo

Os petroleiros das plataformas, terminais e campos terrestres se mobilizam nesta sexta. Pela manhã, os trabalhadores da ativa e aposentados participam de ato político em frente à sede administrativa da Petrobrás em Vitória (Edivit). À tarde, os petroleiros se unem às outras categoria no ato unificado, às 13 horas, em frente a Federação da Indústria do ES (FINDES). Nos municípios de Linhares e São Mateus, os petroleiros também se mobilizam e participam das manifestações de rua.  

RJ - Duque de Caxias

Na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), os petroleiros que entrariam às 23h não renderam o turno anterior, dando início à paralisação de 24 horas. Pela manhã, os trabalhadores do horário administrativo da Reduc se somam à paralisação, que também contará com a adesão dos petroleiros do Terminal de Campos Elíseos (Tecam) e da Termelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB).

RJ - Norte Fluminense

Os trabalhadores das plataformas e demais unidades operacionais do Sistema Petrobrás na Bacia de Campos seguem a orientação do Sindicato de realizar operações padrão e debates em grupo, com levantamento sobre os principais problemas de saúde e segurança de cada local de trabalho.

Nas bases administrativas, os trabalhadores participam dos atos públicos na região. Em Macaé, haverá protestos a partir das 12h, no Calçadão. Em Campos, as mobilizações também serão no Calçadão, mas a partir das 14h.

Minas Gerais

Os petroleiros da Regap cortaram a rendição do turno às 23h30 de quinta e prosseguem na paralisação de 24 horas. Pela manhã, a categoria participa do ato público, no centro de Belo Horizonte, às 11h, na Praça Afonso Arinos.

São Paulo

A paralisação teve início à zero hora nas refinarias de Paulínia (Replan) e Mauá (Recap), com cortes na rendição do turno.

Pela manhã, os trabalhadores do horário administrativo das duas refinarias se somam à greve, assim como os petroleiros dos terminais da Transpetro, dos prédios administrativos do Sistema Petrobrás e das duas termelétricas que integram a base do Sindipetro Unificado.

Paraná e Santa Catarina

Os trabalhadores da Repar, da Araucária Nitrogenados e da Unidade de Xisto, em São Mateus do Sul (SIX), cortaram a rendição do turno à zero hora.

Pela manhã, os petroleiros do Terminal de Paranaguá (Tepar) aderem às mobilizações.  Em Santa Catarina, os trabalhadores dos terminais da Transpetro (Tefran, Ediville, Temirim e Tejaí) também cruzarão os braços e participarão de ato às 09h, na Praça da Bandeira, em Joinvile.

Rio Grande do Sul

Na Refap, não houve rendição do turno da meia noite Pela manhã, o movimento ganha o reforço dos trabalhadores do horário administrativo e também dos petroleiros dos terminais da Transpetro, no Tenit (Canoas), Terig (Rio Grande), Tedut (Osório) e da termelétrica Sepé de Tiaraju (UTE). No final da tarde, os trabalhadores participam de ato unificado no Centro de Porto Alegre, na Esquina Democrática.

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Publicado em Sistema Petrobrás

Em transmissão ao vivo, pelo Facebook, na noite de hoje, a diretoria do Sindipetro-NF debateu com a categoria petroleira a conjuntura do País e da Petrobrás e orientou os trabalhadores sobre as formas de participação nos protestos desta sexta, 14. Acompanhe as orientações para cada local de trabalho:

Cabiúnas (UTGCAB)

Para todos os trabalhadores lotados na UTGCAB e na Malha de Gás (representados pelo SindipetroNF), seja do Regime especial, Sobreaviso Parcial e Administrativo, orientamos que nas passagens de serviços, DDSMS e Dialogo antes de iniciar trabalhos realizem um dialogo sobre as consequências da Contra Reforma da Previdência e os prejuízos da privatização da Petrobrás e suas subsidiárias em relação a geração de emprego, melhoria de renda, educação e saúde.

Imbetiba, Imboassica e EDINC
Para as bases administrativas e aos trabalhadores em folga, a orientação é de participação nos atos públicos na região (em Macaé, haverá protestos a partir das 09h, no Calçadão. Em Campos, os protestos também serão no Calçadão, mas a partir das 14h).

Plataformas

E para as plataformas, o sindicato indica a realização de Operação Padrão, com a execução de todos os procedimentos com o máximo de rigor e critério possível.

É muito importante que a categoria petroleira, que está em Estado de Greve e em Estado de Assembleia Permanente, continue em sintonia com o sindicato e envie todas as informações sobre as atividades para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e eventuais denúncias sobre assédios e coações para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Reforçamos que em todas as unidades operacionais, onshore e offshore, a orientação é de realização de debates em grupo e levantamento sobre os principais problemas de saúde e segurança de cada local de trabalho.

Convocatória do Sindipetro Norte Fluminense aos trabalhadores petroleiros:

Motivos não faltam para estarmos mobilizados nesta sexta-feira

Nesta sexta-feira, 14 de junho, os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil vão estar unidos em mais um grande protesto contra a sucessão de ataques que temos sofrido ao logo dos últimos anos. De modo mais específico, destaca-se o ataque brutal à Previdência Social, materializado pela proposta de reforma enviada ao Congresso Nacional pelo atual governo. Mas todos sabemos que as ações nefastas de desmonte do Estado e de destruição de políticas públicas espraiam-se por várias áreas, como a do meio ambiente, da educação, do respeito às minorias, das relações externas, da soberania nacional.

Todo este cenário aterrador seria suficiente para estarmos nós, petroleiros e petroleiras, juntos com todas as demais categoria neste dia de luta. Mas ainda há mais. Há os ataques específicos que nós temos sofrido da gestão da Petrobrás sob o governo Bolsonaro, em retrocessos que superam até mesmo os períodos neoliberais de Collor e FHC.

A cúpula da Petrobrás partiu para um confronto direto com a categoria petroleira ao apresentar a mais rebaixada contraproposta de Acordo Coletivo de Trabalho em toda a nossa história, prevendo cortes abissais em várias cláusulas, como tem divulgado o sindicato. Uma das estratégias mais notórias é buscar minar a liberdade de organização sindical, retirando direitos consagrados como a liberação de dirigente sindical e o desconto das mensalidades em folha de pagamento. Tudo para desmobilizar a categoria, para enfraquecê-la em suas reivindicações.

Nos locais de trabalho, a ambiência e a segurança estão extremamente deterioradas. O clima é de terror e perseguição por meio da adoção do sistema de consequências e dos desvios nas Permissões de Trabalho dos trabalhadores a bordo. A incerteza é geral em relação ao futuro, com unidades sendo vendidas e seus trabalhadores sendo tratados como mercadorias também à venda — ou que pode ser descartada se não for mais útil no entendimento da gestão entreguista.

Tentam nos dividir a todo custo, utilizando ferramentas para estimular a competição de todos contra todos e eliminar o espírito de pertencimento à Classe Trabalhadora — como o PCR, o PRVE, o fim da PLR e a indução dos técnicos de segurança a um comportamento delator em relação aos colegas.

As áreas operacionais estão cada vez mais inseguras, com redução nos investimentos em SMS e com a precarização das relações de trabalho. E as áreas administrativas sofrem com a carta branca aos assédios e perseguições. Entre os terceirizados, aumenta o desemprego e diminuem-se salários e benefícios — como a recente retirada de plano de saúde. Na Petros, a gestão da empresa impõe um equacionamento injusto e anuncia um plano controverso sem nenhum diálogo com as entidades sindicais.

Temos sido desrespeitados, ameaçados, coagidos, e temos que dar respostas à altura do que merecem os nossos algozes. A Petrobrás tem sido desmontada rumo à privatização sem que a sociedade brasileira tenha sequer a exata noção do tamanho do crime que está sendo cometido. Nosso pré-sal tem sido entregue às petrolíferas estrangeiras e destroem-se as garantias de que os recursos advindos dessa riqueza mineral sejam destinados à educação, à saúde, ao desenvolvimento econômico e social do povo brasileiro.

Eles não podem seguir impunes nesta toada insana de destruição. Nós, petroleiros e petroleiras, não permitiremos. Honraremos as nossas melhores tradições de luta e estaremos juntos a todos e todas neste 14 de junho.

Que não ousem duvidar da capacidade de luta da Classe Trabalhadora.

Saudações sindicais,

Diretoria do Sindipetro-NF

Macaé, 13 de Junho de 2019

Publicado em Sistema Petrobrás

Os petroleiros das bases do Sindipetro Duque de Caxias irão aderir à greve geral desta sexta-feira.  "Daremos início ao movimento de apoio à greve geral contra a reforma da previdência nesta quinta, 13 de junho", informou o sindicato.

Na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), a greve já começou, com a entrada dos trabalhadores do turno das 15h, que não terão rendição até às 23h de amanhã (14). 

"Não iremos fazer rendição na troca dos turnos, nossos colegas estarão nos piquetes. Somos contra a privatização da maior empresa do país e contra a reforma da previdência, que quer fazer o povo trabalhar até morrer", informou o Sindipetro.

Pela manhã, os trabalhadores do Terminal de Campos Elíseos (Tecam) e da Termoelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB) aderem à mobilização

As orientações são:

- os petroleiros que não estiverem do lado de dentro deverão participar dos piquetes nas portas das fábricas;

- os que entrarem hoje, logo mais às 15h, não deverão emitir PTs e só serão rendidos na troca do turno, às 23h do dia 14.

#PetroleirosNaGreveGeral #14J #privatizarfazmalaobrasil

[Com informações do Sindipetro Caxias]

Publicado em Sistema Petrobrás
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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