[Da imprensa do Sindipetro-NF]

Acontece na manhã desta quinta, 13, uma reunião com representantes da Operação Ouro Negro e do Sindipetro-NF para debater as recomendações encaminhadas às empresas de petróleo para enfrentamento à pandemia do Coronavírus. Os diretores do sindicato, Alexandre Vieira e Raimundo Telles, e o médico do trabalho, Dr. Ricardo Garcia Duarte.

No dia 19 de março, os órgãos federais, agências e autarquias que integram a Operação Ouro Negro, que fiscaliza as atividades offshore da indústria do petróleo, emitiu ontem uma série de recomendações às empresas do setor sobre o enfrentamento à pandemia do coronavírus. Algumas das medidas recomendadas coincidem com as cobradas pelo Sindipetro-NF à Petrobrás e outras empresas.

A Operação Ouro Negro é integrada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), pela Marinha do Brasil, pelo Ministério da Economia, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Em uma atitude de perseguição a um dirigente sindical, marca da atual gestão da empresa, a Petrobrás suspendeu o contrato do petroleiro e sindicalista Wagner Fernandes e afirmou que, por ter estabilidade sindical, deverá ajuizar ação para demissão por justa causa.

A desculpa usada pela empresa é patética, críticas que o Fernandes fazia em rede social contra uma outra empresa "parceira". As centrais, federações e outros sindicatos já foram informados.

Em áudio enviado a toda a categoria, o presidente do Sindipetro CE/PI, Iran Gonçalves, diz ser uma atitude "fascista e criminosa que tem consonância com o que pensa o Governo Federal". A assessoria jurídica do Sindipetro CE/PI já tomou providências.

Via Sindipetro CE/PI

Publicado em Sistema Petrobrás

Após reivindicação da FUP e sindicatos, a Petrobrás decidiu que vai passar a arcar com os custos de hotel para os petroleiros e petroleiras, próprios e terceirizados, que desembarcarem das plataformas com suspeita de covid-19, até que saia o resultado do exame. Os trabalhadores que testarem positivo poderão cumprir a quarentena no hotel, caso prefiram.

O Sindipetro-NF foi informado da decisão neste final de semana e destaca que esta é uma vitória importante da categoria, após muita pressão sobre os gestores da empresa e denúncias aos órgãos fiscalizadores.

“A Petrobrás mudou o procedimento depois de muita briga nossa, muita denúncia na ANP [Agência Nacional do Petróloeo e Biocombustíveis]. Agora os trabalhadores próprios e terceiros terão direito a hotel. Quem estiver aguardando o resultado do teste pode ficar até sair o resultado. Quem for testado positivo vai poder cumprir a quarentena no hotel, caso queira”, afirma o coordenador geral do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra.

O coordenador destaca ainda que é importante que os trabalhadores divulguem essa informação, para que todos possam excercer esse direito.

Também é importante que continuem a enviar para a entidade relatos sobre o modo como a empresa está se comportando nessa pandemia, para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

[Com informações do Sindipetro-NF]

A mídia tem divulgado, diariamente, a situação do colapso da saúde no estado do Amazonas e o aumento diário dos casos confirmados do COVID-19, vírus com altíssimo índice de transmissibilidade. Em função do pouco conhecimento a esse respeito, o tratamento passa pelo cuidado redobrado com higiene e saúde. 
 
Na Petrobras temos notícias de 1124 casos registrado e 184 confirmado com COVID19. Na Reman, apesar da ausência de informações oficiais, temos notícias de vários casos confirmados, o que afastou companheiros do trabalho.
 
Nos causa enorme preocupação, a denúncia de que os companheiros, confirmadamente com COVID, estão e estarão retornando ao trabalho sem nenhuma testagem para certificar-se de sua cura e impossibilidade da contaminação a outros companheiros, demonstrando um total descaso com a saúde de sua força de trabalho. Na TRANSPETRO, a situação não é diferente, os companheiros sintomáticos, estão sendo desembarcados para tratamento.
 
Diante desta situação, o SINDIPETRO-AM  encaminhou documentos para REMAN e TRANSPETRO cobrando a testagem rápida e  imediata para a toda a força de trabalho. Não podemos colocar em risco a vida de trabalhadores. 
 
Veja os documentos encaminhado para a Gerência da REMAN e da TRANSPETRO.
 
[Via Sindipetro AM] 

Mais uma vez a categoria petroleira respondeu ao chamado do Sindipetro-NF, compareceu à assembleia no ginásio Juquinha do Tênis Clube de Macaé e aprovou os indicativos da FUP e sindicatos. Apesar do intenso calor, as pessoas permaneceram no local ouvindo as explicações dos diretores e das assessorias do sindicato. Essa assembleia emocionante reuniu trabalhadores das bases de Imbetiba, Imboassica, Edinc, Barra do Furado e Administrativo e Grupo D de Cabiunas.

Economista do Dieese, Iderley Colombini mostrou para a categoria como foi o andamento das negociações até aquele momento. Também comparou a remuneração dos trabalhadores da Petrobrás com outras empresas como a Shel , Total, BP e a Equinor, comprovando a queda na remuneração.

 “Entre 2017 e 2018, há queda na remuneração média anual dos trabalhadores da Petrobrás de 12%. Outras petroleiras mostram que há crescimento (entre 2 % e 7%) e queda de 2% só no caso da Shell” – afirmou Colombini.

O Coordenador do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra falou da importância do sindicato para a categoria e das conquistas da empresa que vieram com muita luta. “Todas as nossas conquistas garantidas no Acordo Coletivo tiveram a luta de muitas gerações envolvidas e garantiram ganhos enormes para a categoria. Essa construção é antiga e nós temos a obrigação de mantê-las”  – reafirmou.

Para o assessor jurídico Normando Rodrigues, a campanha salarial estava entrando num momento decisivo de falsas informações e de encaminhamentos de oportunistas, onde a solução era a luta conjunta..

“É verdade sim que no âmbito do direito individual a empresa não pode lesar os trabalhadores em tudo aquilo que está protegido pelo Acordo Coletivo. Por outro lado, o dissídio coletivo, eventualmente a ser julgado pelo TST, em caso de greve, não é a solução dos problemas. O empregado da Petrobras tem sua solução para esse momento fatídico de destruição da empresa e perda de direitos, na mobilização e na atuação coletiva para reconstrução do acordo coletivo de trabalho da categoria. Esse é o foco fundamental.Não há saída no direito individual não há saída no contrato individual e no dissídio coletivo. A saída é mobilização forçando uma nova negociação com a empresa” – disse Normando.

O Coordenador da FUP, José Maria Rangel, analisou o momento como um dos mais difíceis de sua vida sindical, com excesso de práticas antissindicais e a tentativa de destruir o ACT dos petroleiros por orientação política.  “Essa é uma das campanhas salariais mais diferentes das que já vivenciamos. Acredito que vamos passar por isso mantendo a unidade e fazendo a luta”.

A votação secreta aconteceu depois das falas da categoria e terminou por volta das 13h.

Confira o resultado dessa Assembleia:

  A favor Contra Abstenção
01 – Rejeição da proposta apresentada pelo TST no dia 19/09. 64,07% 30,01% 5,95%
02 – Aprovação dos itens encaminhados ao TST, em 26/09, como melhoria à proposta do Tribunal. 67,29% 11,93% 20,83%
03 – Condicionar a assinatura da eventual aprovação das propostas às assinaturas dos acordos coletivos de trabalho das subsidiárias e da Araucária Nitrogenados. 55,32% 15,58% 29,15%
04 – Caso não ocorra negociação, greve a partir do zero hora do dia 26/10. 60,56% 28,48% 10,82%

[Via Sindipetro-NF]

Publicado em Sistema Petrobrás

O Sindipetro/MG vem por meio desta nota prestar solidariedade às vítimas de mais uma tragédia envolvendo uma barragem de rejeitos da mineradora Vale, em Minas Gerais. Esse é o segundo crime cometido pela empresa em três anos e ocorreu na cidade de Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Ainda não há informações precisas sobre o número de vítimas - que segundo o Corpo de Bombeiros pode chegar a 200 - e a dimensão dos impactos ambientais, mas a lama de rejeitos teria atingido a área administrativa da Vale na Mina de Feijão e já teria chegado ao leito do rio Paraopeba, responsável pelo abastecimento de água em parte da Grande BH e pelo sustento de milhares de famílias ao longo de seu curso.

O Sindicato compartilha do sentimento de tristeza e revolta da sociedade. O luto certamente precederá a luta pelos direitos das famílias atingidas, pela responsabilização dos autores desse crime e por um novo modelo de desenvolvimento. O lucro não pode valer mais do que a vida.

Sindipetro/MG

Publicado em SINDIPETRO-MG

Os assédios continuam a acontecer em P-63. Essa semana chegou uma denúncia ao Sindipetro- NF que nos últimos três meses, três trabalhadores foram transferidos da unidade porque contrariaram os coordenadores à bordo. As transferências foram feitas de forma aleatória, o que demonstra uma total falta de conhecimento das unidades, por parte da gestão.

Trabalhadores contam que a unidade já está com baixo efetivo há algum tempo. Mesmo assim,  a gestão da plataforma além de transferir esses profissionais citados , emprestam os poucos que tem para outras unidades.

Cinco operadores de produção que foram emprestados  para Enchova,  com a desculpa que que voltariam após três meses,  já estão lá por mais de seis meses. E agora, a transferência oficial e definitiva saiu.

Ou seja, por conta do baixo efetivo causado pela própria empresa , os que ficam fazem mais horas extras gerando um custo maior para a Cia.

Denúncia recorrente

Em maios de 2017 os trabalhadores de P-63 já haviam encaminhado ao NF um manifesto onde denunciavam a implantação da função de operador mantenedor na unidade, falta de treinamento e capacitação, baixo efetivo em todas as áreas operacionais, falta de EPIs para serviços rotineiros e para a Brigada de Incêndio, além de assédios constantes.

A diretoria do Sindipetro-NF cobrará uma posição da empresa e encaminhará a denúncia aos órgãos competentes. As denúncias são importantes para que o sindicato tenha conhecimento do que está acontecendo com a categoria, por isso sugerimos utilizar o canal Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

[Via Sindipetro-NF]

Publicado em Sistema Petrobrás

Publicada sexta-feira (21/12) no Diário Oficial da União a Norma Regulamentadora 37, do Ministério do Trabalho, dedicada exclusivamente à segurança nas plataformas de petróleo. 

Veja a nota do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense:

O documento é resultado de uma antiga luta dos trabalhadores e da atuação intensa do Sindipetro-NF no grupo de trabalho que o elaborou.

Temos que ressaltar a importância de todos os trabalhadores Petrobrás e Setor Privado juntos nas lutas que estão por vir.

O Sindipetro NF, FUP, CUT e CNRQ São entidades fundamentais em nossas conquistas.
 
Trabalhadores da Bacia de Campos terão direito ao acesso à internet Wi-Fi em todas as plataformas.
 
A NR-37 é um instrumento importante para que o direito ao trabalho seguro nas plataformas tenha bases normativas para ser perseguido pelos trabalhadores. Ela substitui o anexo 2 da NR 30 e aborda temas mais específicos da atividade offshore.

Fizeram parte do GTT (Grupo de Trabalho Tripartite) que produziu a NR representantes dos trabalhadores, empresas e governo, sob coordenação do Ministério do Trabalho e Emprego. A categoria petroleira foi representada pelo diretores do Sindipetro-NF, Sérgio Borges, Norton Almeida, pelo diretor da FUP, Vitor Carvalho, e pelo diretor da CNRQ – Confederação Nacional do Ramo Químico, Itamar Sanches.

 

Publicado em Petróleo

27 de dezembro de 1998: um vazamento de nafta na Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Betim, matou cinco pessoas e deixou outras várias feridas. O acidente aconteceu durante uma parada de manutenção na unidade de hidrotratamento de querosene, ao mesmo tempo em que ocorria a partida de outra unidade.

Segundo relato de petroleiros que estavam na refinaria no dia do acidente e já se aposentaram, o vazamento aconteceu próximo ao local onde era realizado um serviço de solda. Isso foi suficiente para que a nafta – subproduto do petróleo que é altamente inflamável – pegasse fogo e que as chamas rapidamente se alastrassem pelo setor.

José Afonso de Carvalho, que era supervisor da empresa Potencial, morreu no local. André Neves dos Santos, Nilson Bispo Soares e Ricardo Luís da Silva Ferreira, também da Potencial, chegaram a ser socorridos, mas não resistiram aos ferimentos. Também faleceu em decorrência acidente o empregado próprio José Carlos Campos Cordeiro da Silva.

De acordo com o aposentado João Beato, que estava trabalhando na parada de manutenção quando ocorreu o acidente e ajudou a socorrer algumas das vítimas, o fato deixou lembranças difíceis de serem esquecidas.“Era uma época muito difícil, como agora. E a Petrobrás queria que eu ficasse ainda mais um tempo, mas depois que vi aquilo ali eu vi que não dava mais. Quanto mais rápido eu conseguisse me aposentar, melhor seria, e me aposentei em 1999. A gente tinha medo de ficar e morrer também”, relatou.

Conforme reportagens da época, das nove unidades operacionais da Regap, oito estavam passando por manutenção. Isso fez com que a refinaria reduzisse a sua produção de 23 mil m³ de combustível por dia pela metade. A parada de manutenção teria tido início no dia 10 de novembro e deveria terminar em 6 de janeiro.

“Depois do fato, as pessoas queriam saber o que aconteceu, mas aí não adiantava mais. Não adianta apontar culpados. A culpa foi do sistema porque todo mundo queria fazer bem feita a parte dele, querendo bater recorde, e aí aconteceu o que aconteceu. Na tentativa de ganhar um dia e partir a unidade um dia antes, nós acabamos perdendo 27 dias e cinco vidas”, afirmou José Beato.

 

Após a tragédia, a Delegacia Regional do Trabalho de Minas Geraus (DRT-MG) abriu uma investigação para apurar as causas do acidente e também interditou algumas unidades da Regap. O órgão informou que, à época do acidente, a Refinaria teria quase 2 mil operários de empreiteiras contratados para fazer o trabalho de manutenção em oito das nove unidades da refinaria. Também foi apurada a informação de que eles estariam excedendo a jornada regular de trabalho, chegando a trabalhar até 30 dias sem descanso, e uma média de 14 horas ao dia.

Segundo o presidente do Sindipetro/MG à época, Márcio Nicolau Machado, o acidente na Regap foi consequência de uma série de irregularidades na operação da refinaria que já vinham sendo denunciadas pelo Sindicato há algum tempo. “Nós montamos um dossiê das condições de trabalho e de todos os acidentes anteriores àquele registrados na Regap e entregamos ao Ministério Público de Minas Gerais e ao Ministério Público do Trabalho em maio daquele mesmo ano, mas nenhuma providência foi tomada”, disse.

Márcio Nicolau recorda ainda que o Ministério Público Estadual a partir do dossiê do Sindipetro/MG, abriu uma investigação que durou alguns anos e resultou em uma série de medidas sobre o que a gestão da Regap deveria e o que não deveria fazer, sob pena de multa e outras penalidades. Também foi aberto um inquérito policial para apurar as causas das mortes.

“‘Na Regap, há uma diferenciação evidente: a administração, que segue a cartilha neoliberal, só pensa em garantir privilégios, enquanto liquida os direitos dos trabalhadores. Assim, salário digno e condições de trabalho são tratados como supérfluos, pois, para a empresa, o que importa é o lucro e o aumento dos privilégios dos parasitas’. Essas frases poderiam descrever o que acontece agora na Regap mas, na verdade, elas foram retiradas de um boletim do Sindicato publicado em dezembro de 1999, mas que tratava da conjuntura do acidente de 1998. Fico triste em ver essa conjuntura retornar à nossa realidade agora e, mais uma vez, essa situação se comprovar com o aumento de acidentes na refinaria”, disse o diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e do Sindipetro/MG, Alexandre Finamori.

[Via Sindipetro-MG]

 
Publicado em Sistema Petrobrás
Quinta, 25 Outubro 2018 14:30

Petros descumpre liminares do Sindipetro-NF

A assessoria jurídica do Sindipetro Norte Fluminense divulgou nota nesta quinta-feira, 25, esclarecendo os associados sobre as liminares que suspendem a cobrança de taxas extras por parte da Petros referentes ao equacionamento do antigo Plano Petros-1. Segundo o sindicato, a Fundação está confundindo os participantes e assistidos com informações que não procedem. Leia a íntegra da nota:

A Petros vem informando a muitos filiados do Sindipetro-NF que não cumprirá a Liminar de Campos e de Guarapari alegando que a única vigente seria a de Macaé, apesar da regular intimação judicial,conforme se verifica na resposta padrão:

 

Recebemos diversos contracheques dessas localidades, que servirão de base para peticionarmos informando o DESCUMPRIMENTO DAS DECISÕES. Como esses contracheques funcionam de prova por amostragem, destacamos que NÃO É MAIS NECESSÁRIO SEU ENVIO, por enquanto.

Entenda o desdobramento das liminares e sua validade 

A ação originária, do Rio de Janeiro,tem como objeto a proteção de TODOS OS FILIADOS, mas a liminar que suspendeu a cobrança RESTRINGIU A PROTEÇÃO AOS DOMICILIADOS DO MUNICÍPIO.

Essa interpretação da justiça foi combatida por meio de recurso, mas, como efeito, deu base para as demais distribuições de ações locais, das quais obtivemos êxito em 6 localidade além do RJ: Macaé, Campos, Rio das Ostras, Guarapari e Linhares.

Quais liminares foram cassadas? Isso afeta as demais? E sobre novos processos? 

Infelizmente a liminar originária do RJ foi cassada, além da de Rio das Ostras. Isso naturalmente poderá influenciar a queda das demais visto que órgão julgador será o mesmo, MAS ELAS ESTÃO VIGENTES NO MOMENTO. ASSIM, A PETROS SE EQUIVOCA AO CONSIDERAR VALENDO APENAS A DE MACAÉ.

Esse contexto não impede a distribuição de novos processos, que tem esse o quadro completo de confusão criado pela própria justiça explicado em todas as iniciais, por dever de boa fé.

Mas quem fala a verdade sobre a notificação da Petros, o NF ou a PETROS?

Para efeito de verificação da informação, a Petros já até recorreu das referidas decisões, o que demonstra de maneira incontroversa a ciência do fato. Além disso, já houve a intimação formal, como se depreende das imagens a seguir:

 

 

 

Próximos passos

O Sindipetro NF continuará sua incessante atuação para fazer valer as liminares atuais e lutar por novas, guardando todo o compromisso histórico que possui com a Petros. É importante que se resolva o problema do PPSP, mas da maneira certa.

Por fim, é importante repetir: a saída judicial é apenas um instrumento diante do contexto social e político que a Petrobrás e Petros passam hoje, por isso se mantenham mobilizados e atentos a novos informes do NF e da Federação Única dos Petroleiros para somarmos força.

[Via Sindipetro-NF]

Publicado em APOSENTADOS
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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