Nesta quarta-feira, 01/07, entregadores dos aplicativos Ifood, Rappi, UberEats, Loggi e James irão parar por 24 horas, em uma greve nacional por condições dignas de trabalho. A Federação Única dos Petroleiros se solidariza com esses trabalhadores e manifesta total apoio à greve da categoria. Convocamos também todos os petroleiros e petroleiras a se somarem a essa luta, suspendendo os pedidos por aplicativo ao longo desta quarta-feira.  

As reivindicações dos entregadores são por direitos elementares, como alimentação, segurança e uma remuneração que garanta as condições básicas de sobrevivência. Convivendo diariamente com o alto risco de contaminação pelo coronavírus, esses trabalhadores sofrem as consequências da informalidade e da inexistência de uma regulamentação mínima que reduza a precarização e a invisibilidade. Estão expostos a acidentes e a jornadas de trabalho que podem ultrapassar as 12h, sem qualquer tipo de proteção, nem a garantia de uma renda mínima.

Os que entregam comida por aplicativos muitas vezes trabalham com fome, pois sequer ganham o suficiente para fazer uma refeição ao longo da jornada. Enfrentam tudo isso sem seguros contra acidentes, nem direitos trabalhistas. São explorados pelos aplicativos que os consideram “parceiros”.  

A greve de 24h desta quarta é um alerta e a primeira grande mobilização da categoria, que está se organizando para lutar por direitos, como seguro de vida, cobertura contra roubos e acidentes, vale-alimentação, voucher para compra de equipamentos de proteção individual, aumento no pagamento das corridas e da taxa mínima das entregas, entre outras reivindicações.

Apoie e divulgue a greve dos entregadores

Há várias maneiras de apoiar a paralisação desta quarta-feira. Além de não fazer pedidos pelos aplicativos, é importante dar visibilidade à greve, com apoio nas redes sociais e divulgação das hastags #BrequeDosAPPs e #ApoioBrequeDosAPPs. Os entregadores também pedem para que os usuários avaliem os aplicativos de entrega com notas e comentários negativos, se solidarizando à luta da categoria por condições básicas de trabalho.

 


Leia também:

> Em apoio à greve dos entregadores, Fenamoto quer parar 7,5 milhões de motoboys


[FUP]

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[Da imprensa da CUT]

A greve dos entregadores de alimentação por aplicativos, marcada para a próxima quarta-feira (1º de julho), reacendeu o debate sobre precarização das relações do trabalho da categoria e vem conquistando apoio de trabalhadores de todo o Brasil e do mundo.

A Federação Nacional dos Trabalhadores Motociclistas Profissionais e Autônomos (Fenamoto), filiada à Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística (CNTTL/CUT), que também apoia a luta, anunciou a mobilização de mais de 7,5 milhões de trabalhadores e trabalhadoras no Brasil. A orientação da Fenamoto é para que a categoria desligue os aplicativos no dia da paralisação.

Não se sabe o número exato de entregadores por aplicativos porque as empresas não fornecem números, nem cruzam os dados para saber quantos entregadores trabalham para mais de uma empresa, mas pesquisadores calculam que 68% da categoria perderam rendimento na pandemia

Por isso, os entregadores querem discutir o aumento na remuneração e o fim da autonomia, já que as empresas, como Uber, Ifood, Loggi, Rappi, OL e James, entre outras, têm decidido seus horários e locais de trabalho como é feito com um trabalhador celetista, só que sem direitos, além de realizarem constantes bloqueios caso algum entregador desista de uma corrida, seja pela baixa remuneração, seja por algum motivo particular.

“A Fenamoto apoia a greve, mas não somos os organizadores. Entendemos que os entregadores têm uma pauta própria, mas estamos procurando dialogar com a categoria, pois somente com a unificação da pauta de reivindicação poderemos sentar à mesa de negociações com as empresas de aplicativos, que são plataformas globais. Na Europa, por exemplo, os entregadores procuraram sindicatos e federações e saíram fortalecidos da luta, com direitos que aqui os brasileiros não têm”, conta Benedito Carlos dos Santos, o Natu, secretário-geral da Fenamoto Nacional.

O dirigente ressalta que os entregadores por aplicativo não precisam se associar à Federação, mas é importante apresentar a pauta de reivindicações para que a Fenamoto, enquanto entidade, possa se sentar à mesa de negociações junto à Secretaria do Trabalho e ao Ministério Público do Trabalho (MPT).

“Sem uma associação ou entidade de classe dificilmente as empresas se sentarão para negociar a pauta de reivindicação”, reforça Natu.

A situação desses trabalhadores, especialmente diante da pandemia, se tornou também tema de debate da CNTTL, que tem realizado encontros virtuais para debater modelos de remuneração e segurança para os entregadores.

Segundo o presidente interino da CNTTL, Eduardo Lírio Guterra, há um processo amplo de discussão do papel do transporte global, que inclui os entregadores, na economia do país, já que essas atividades se tornaram essenciais. E independentemente de corrente sindical ou compromisso com qualquer entidade, é preciso estabelecer regras mais salutares para que as empresas de aplicativo não vejam o trabalhador apenas como fonte de dinheiro. 

“Queremos discutir outro modelo de relação baseado nas orientações da Organização Mundial do Trabalho [OIT] de respeito, com descanso entre jornadas e melhor remuneração, em que o participante seja motorista de carro, motoboys ou entregador de bicicleta não sejam explorados por falta de segurança e de condições de saúde”, diz Guterra.

Empresas obrigam cumprimento de horário e trabalhos aos finais de semana   

Apesar de ressaltar que ele e muitos entregadores por aplicativos se definem como autônomos e querem permanecer, a princípio, sem vínculos celetistas, bastaram apenas nove meses de trabalho como entregador por aplicativo para que um dos organizadores da greve do dia 1º de julho, Diógenes Silva de Souza, 43 anos, percebesse que a categoria precisa se organizar para reivindicar melhorias nas condições de trabalho e na remuneração que recebem.

Ex-diretor de prova em kartódromo, Diógenes começou a trabalhar pelo  aplicativo Rappi, para ter uma renda extra, mas a pandemia fechou o estabelecimento e ele perdeu o emprego, restando apenas as entregas e o rendimento da esposa, que teve redução de jornada e salário, como fontes de subsistência para o casal e os três filhos.

Hoje para ganhar entre R$ 2.000,00 e R$ 2.200,00 por mês livres das despesas de manutenção e combustível, Diógenes trabalha de 8 a 12 horas por dia, seis dias da semana, correndo riscos de acidentes pelo pouco tempo que as empresas oferecem para chegar até o local da encomenda e para ganhar muitas vezes R$ 5,00 para percorrer de três a quatro quilômetros, faça sol ou faça chuva.

“As empresas não têm respeitado nossa autonomia. Nos tratam como funcionários que têm hora e local para trabalhar, mas não temos direito algum. Se não aceitamos uma corrida, ou se não chegamos dentro do tempo determinado pelo aplicativo podemos ser bloqueados ou enviados para trabalhar em locais distantes”, diz o entregador.

Diógenes conta que os aplicativos estão tirando a autonomia dos entregadores ao os obrigarem a trabalhar às sextas, sábados e domingos, no mínimo oito horas por dia, com direito a apenas uma folga por semana, como é o caso do Ifood. Caso contrário, eles perdem pontuação, são bloqueados por horas, dias e até meses, e ainda enviados para outras cidades da grande São Paulo e locais de pouco movimento.

“Na Rappi se você não trabalha nos finais de semana te mandam pra Diadema, Barueri. A OL te obriga a trabalhar oito horas por dia e na região que eles querem”.

O entregador explica que cada empresa tem seu sistema de trabalho e remuneração. A OL tem um líder em cada região, o que facilita o controle da carga horária dos demais entregadores. Por isso, que é importante que a população não faça pedidos na próxima quarta-feira (01/7).

“Tenho recebido apoio de clientes e até de donos dos restaurantes. As pessoas entendem que estamos na linha de frente da pandemia, sendo muito mal remunerados e controlados em nossa carga horária. Para essas empresas somos funcionários sem direito algum”, critica.

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No dia 13 de junho, o Sindipetro PR/SC e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizaram mais uma grande ação solidária nestes tempos difíceis de pandemia, doando alimentos e gás de cozinha para famílias carentes da periferia de Curitiba.

Foram distribuídos 15 toneladas de alimentos produzidos nos assentamentos do MST e 500 botijões de gás doados pelos petroleiros do Paraná e Santa Catarina.

A ação de solidariedade representa a aliança de classe entre trabalhadores do campo e da cidade e nasceu quando dirigentes do MST e do Sindipetro-PR/SC fizeram o desafio de aumentar o número de doações de itens essenciais para famílias que estão em vulnerabilidade social.  

As cestas básicas e botijões de gás foram distribuídos a famílias da Ocupação Portelinha, na Escola de Samba Embaixadores da Alegria, no Santa Quitéria; e da Ocupação Sabará, através da Associação da comunidade, no Complexo da Cidade Industrial de Curitiba.

Confira o minidocumentário produzido pelo Sindipetro-PR/SC: 

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A união entre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (Sindipetro-PR/SC) resultou na doação de 15 toneladas de alimentos e 520 cargas de gás de cozinha em Curitiba, na manhã deste sábado (13). As ações chegaram a cerca de 700 famílias da vila Portelinha, do Santa Quitéria; da comunidade 23 de agosto, do Osternak; do Sabará, na Cidade Industrial; e da Vila Santos Andrade, do Campo Comprido. 

Arroz, feijão, mandioca, legumes, frutas e hortaliças fizeram parte da cesta com quase 22 quilos cada pessoa pode levar para casa. Os alimentos vieram direto das roças e hortas das 370 famílias da comunidade rural Maila Sabrina, localizada em Ortigueira, região norte do Paraná. Cerca de 700 também foram produzidos pela comunidade em mutirão. O acampamento tem 17 anos e luta pela efetivação da reforma agrária na área. Além de produção farta e diversificada, a comunidade tem escola, igrejas, unidade de saúde, espaço comunitário para beneficiamento de alimento, lazer e esporte. 

Para Roberto Baggio, da direção nacional do MST, a iniciativa unitária entre os trabalhadores do campo e da cidade “fortalece a solidariedade do nosso povo para seguir nas lutas pela frente, para evitar as mortes e cuidar para que ninguém adoeça e morra”. Com a ação deste sábado, acampamento e assentamento do MST chegaram à marca de 183 toneladas de alimentos saudáveis doados. Além de comida na mesa de todos, ele aponta a urgência em cobrar do Estado a garantia de renda para todas as famílias e ampliação do SUS. 

O dirigente vê nas ações solidárias o combustível para a resistência neste tempos de crise estrutural. “Que a cultura da solidariedade se espalhe no Brasil inteiro, com um alimento que vitaliza as pessoas e um gás que aquece e estimula nos próximos meses uma grande rebelião nacional e popular para afastar imediatamente o Bolsonaro do poder, para que possamos reconstruir um Brasil solidário, humano e com mais justiça social”, garante.  

Além de buscar a superação da fome, garantido o alimento in natura e o gás para a preparação, Alexandro Guilherme, presidente do Sindicato dos Petroleiros, explica que a iniciativa cobra preços justo para o gás de cozinha. Apesar de ser essencial para a garantia do direito à alimentação, no último dia 25 maio a Petrobras anunciou um reajuste de 5% no preço do item.
Na capital do Paraná, o botijão de 13 quilos de gás custa entre R$ 60 e R$ 80. “Por que nós, que produzimos e refinamos o petróleo aqui no país, somos obrigados a pagar tão caro nos combustíveis e gás de cozinha?”, questiona Guilherme. 

As cargas de gás doadas tiveram grande participação dos petroleiros trabalhadores da Refinaria Getúlio Vargas (Repar), de Araucária, de onde sai o produto. “A nossa solidariedade é de classe, dos trabalhadores que hoje, no meio da pandemia e da crise econômica, mantém alguma renda, uma produção, e que hoje ajudam pessoas que perderam a sua renda. É uma comunhão da classe operária unida. Quem pode ajuda quem não pode”. 

Para chegar realmente às famílias mais afetadas pela crise, a ação foi organizada com conjunto com as associações de moradores das comunidades, além da Escola de Samba Embaixadores da Alegria, do Coletivo Alicerce, de integrantes da Batalha do Parigot, da Rede de Solidariedade e do Movimento de Organização de Base.

Luta por terra, no campo e na cidade
Jocelda de Oliveira, integrante da coordenação da comunidade Maila Sabrina, de Ortigueira, explica como é possível um acampamento rural doar tanta quantidade e variedade de alimentos: “Cada família dá um pouco do que tem, da produção que tem para o sustento, porque entende a necessidade de ajudar o próximo”. 

Entre as centenas de camponeses doadores de alimentos está Marli Fernandes da Silva Rosa, que também fez parte do mutirão que produziu os pães. Ela mora na comunidade desde o início da ocupação, há 17 anos. “Com palavras não sei nem descrever. Eu gosto muito daqui. Aqui é meu pedacinho de céu. Quando eu morava na cidade eu não tinha a liberdade que eu tenho aqui, não tinha a paz e o sucesso que a gente tem aqui, a convivência com as pessoas”. 

Mesmo sendo uma comunidade consolidada e o lar de milhares de pessoas, Maila Sabrina sofre constantes ameaças de despejo. Situação parecida com a vivida por famílias que recebem as doações neste sábado. Arildo Ribeiro Taborda, conhecido como Dido, é presidente da Associação de Moradores da Vila Portelinha. A ocupação urbana é formada por 320 famílias, grande parte com a renda vinda do trabalho com coleta de materiais recicláveis. Entre as principais lutas está o direito à moradia. 

“A nossa luta também é por regularização fundiária. Estamos aqui há mais de 10 anos e a gente sofre porque não temos água, não temos luz pra todo mundo”, conta. A gente se mobiliza luta cada dia pela terra da gente, que somos famílias carentes. Hoje a luta é mais difícil por causa dos nossos governantes que não ajudam a classe pobre”, avalia Dido. 

Em um cenário de descaso do poder público, o apoio recebido neste sábado chegou em boa hora. O gás da casa de Maria Dolores de Paula acabou a pouco mais de uma semana. Desde então, ela cozinha o alimento para as 8 pessoas moradoras da casa usando fogão à lenha. Para conseguir a madeira, recolhe na própria comunidade e ganha dos vizinhos. 

A renda familiar diminuiu desde o início da pandemia da covid-19. Maria é empregada em uma empresa terceirizada, faz serviço de limpeza e teve o vale-alimentação cortado. “Era pra gente escolher, ou ficava com o vale-alimentação, ou ficava com o emprego”, relata.

No meio da rotina de trabalho e ajuda no cuidado dos 6 netos que vivem com ela, Maria destina tempo para usar seus conhecimentos de costura para fazer máscaras de tecido. “No horário que eu chego [do trabalho] eu faço máscaras pra doar pra comunidade. O pouco que a gente pode, vai se ajudando. Meu sonho sempre foi de poder ajudar o próximo. Eu gostaria de ter mais pra poder ajudar, mas que Deus dê força pra nós continuar lutando”.  

Dido vê na ação deste sábado um passo importante para firmar a união entre trabalhadores do campo e da cidade para a luta por melhores condições de vida, e frisa o papel dos assentamentos e acampamentos para garantir alimento para a cidade. “Temos que agradecer os nossos grandes amigos do MST, que estão na luta todo o dia, por plantar comida e trazer pra cidade. Nossos governantes têm que ver que o MST planta e distribui pra cidade”.

[Via Sindipetro-PR | Fotos: Giorgia Prates / Brasil de Fato Paraná]

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Uma das importantes iniciativas da categoria petroleira nestes tempos de pandemia, tem sido a campanha Petroleiros Pela Vida. O objetivo é arrecadar recursos financeiros entre os trabalhadores e, com a ajuda - e também contribuições - do Sindicato, comprar cestas básicas, kits de higiene e equipamentos de proteção, para doar às comunidades carentes e setores de atendimento à saúde da população. Já foram entregues doações em Esteio e Canoas. Nesta semana, mais sacolas foram entregues pelos dirigentes sindicais.

Os mais recentes beneficiados com as doações dos petroleiros foram moradores da Vila Cruzeiro, em Porto Alegre e do bairro Santo Afonso, em Novo Hamburgo. Na Cruzeiro os mantimentos foram levados à sede da União de Vilas da Cruzeiro. Já na Santo Afonso, as doações foram entregues para o Comitê de Crise Santo Afonso. O Sindipetro-RS, a partir do engajamento dos trabalhadores e trabalhadoras na campanha, já entregou mais de 100 cestas básicas e cerca de 200 viseiras aos trabalhadores da saúde, além de máscaras aos petroleiros. O Sindicato continua, ainda, participando da campanha da CUTRS, contribuindo com cestas básicas.

No total, a Central gaúcha já entregou cerca de 20 toneladas de alimentos, além de máscaras de tecido, distribuídas para trabalhadores e trabalhadoras da periferia, o que mostra o compromisso das entidades sindicais com quem mais precisa de ajuda.

Doar também é uma forma de luta

As doações feitas pela categoria têm feito a diferença para muitas famílias em situação de risco social e, também, para quem ficou desempregado em função da pandemia. De acordo com os últimos dados divulgados, o número de desempregados cresceu cerca de um milhão desde que começou a doença.

Muitas empresas estão se aproveitando da situação para demitir, reduzir salários e algumas inclusive estão demitindo e não estão pagando as rescisões. No RS, somente no setor calçadista, por exemplo, já foram cerca de 20 mil postos de trabalho a menos. Além disso, os informais e autônomos tem tido dificuldades para receber o valor de R$ 600 a que têm direito, e muitas famílias estão passando necessidade.

Por isso, a continuidade da Campanha e a ajuda de cada um e cada uma, com qualquer valor, é fundamental. A solidariedade também é uma forma de luta. É um jeito de mostrar que continuamos lutando e que a classe trabalhadora enfrentará este momento de forma unida.

Nas nossas greves dos anos 90, a solidariedade de outras categorias e do MST, doando alimentos para os petroleiros, fez muita diferença. A mesma diferença que podemos fazer agora, defendendo a vida. Se você ainda não doou, doe, e se já participou, pode doar novamente.

As doações podem ser feitas com qualquer valor para a conta 103344-1, agência 3866-0 do Banco do Brasil (CNPJ 92968023000102). Essa conta é específica para a campanha.

[Sindipetro RS]

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Lançada no dia 11 de maio, a campanha “Petroleiros pela Vida”, uma ação de solidariedade do Sindipetro-ES em parceria do Levante Popular da Juventude, busca arrecadar verba para ajudar em duas frentes durante a pandemia da covid-19:

1. Ampliar o projeto Marmitex Solidária, que distribui marmita gratuitamente para a população carente da região da Serra.

2. Ajudar as mulheres do Quilombo São Domingos a construir um poço artesiano para atender às necessidades de sua produção, baseada na diversificação e na agroecologia.

Em dez dias, a campanha já arrecadou mais de R$ 3,1 mil entre os petroleiros. Veja a nota do Sindipetro-ES:

Nossa categoria está fazendo bonito! Já conseguimos arrecadar mais de R$ 3,1 mil, em 10 dias, e estamos ajudando quatro projetos solidários, em nosso Estado, por meio da campanha “Petroleiros Pela Vida”. E podemos fazer muito mais!

Só para o projeto Marmitex Solidário, que fica na Serra, nós já conseguimos doar mais de 300 quilos de alimentos, e ainda vamos pagar o aluguel do espaço pelos próximos dois meses. Ajuda fundamental para que o projeto siga em atividade, cozinhando e doando marmitas para mais de 200 pessoas, por dia.

Também vamos poder ajudar o Quilombo São Domingos. Vamos comprar para a comunidade uma bomba elétrica, que vai ser fundamental na irrigação e, assim, manter os trabalhos agrícolas do quilombo.

Ainda estamos ajudando o MOVA-SE, do projeto SOS Periferia, bancando mais de 150 litros para que eles possam levar as cestas básicas e entregar na casa de todos os beneficiados, moradores de bairros da periferia.

E também seguimos com as ações de doação de cestas básicas. Recentemente, foram doadas mais dez cestas, no Assentamento Ondina Dias, no Norte do Estado.

Agora, queremos (e podemos) fazer mais. Continue ajudando. E se ainda não participou, colabore! Doe! Toda ajuda é bem-vinda, e vai fazer a diferença para que a gente possa manter essas ações da campanha “Petroleiros Pela Vida”.

Você pode contribuir pelo PicPay SindipetroES ou, ainda, pelo site http://vaka.me/1050496, pagando por cartão e, até, por boleto. Sua ajuda é fundamental!

[Com informações do Sindipetro-ES]

 

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Em apenas um mês de campanha, ação solidária coordenada por trabalhadores da Petrobras já distribuiu 577 cestas de produtos orgânicos, totalizando mais de 2,5 toneladas de alimentos produzidos através da agroecologia em assentamentos e acampamentos do MST.

Nessa segunda-feira, dia 11, foram distribuídas 150 cestas em 9 organizações espalhadas pela cidade de Campinas. A região que mais recebeu foi a dos bairros Monte Cristo, Oziel e Gleba, onde se encontram a CUFA (Central Única das Favelas), o Quilombo Urbano e a sede da Associação da ex-ocupação Joana D’Arc.

Pela proximidade com o dia das mães, também foram incluídos nessa semana kits com produtos de higiene feminina. Pessoas que trabalham com famílias carentes relatam que esse tipo de produto raramente tem doação. Professoras relatam que alunas chegam a faltar da escola por não terem de absorvente.

A comunidade da EMEF Pr. Emílio Miotti também tem feito trabalho de levantar as famílias que enfrentam mais necessidades nesse período e distribuir as cestas recebidas.

A ação está sendo coordenada pela Sindicato dos Petroleiros e quem quiser doar pode fazer por cartão, boleto, transferência bancária ou pagamento recorrente através da página: https://sindipetrosp.org.br/apoie-a-luta-dos-petroleiros/ 

[Via Carta Campinas]

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O IFF (Instituto Federal Fluminense), em parceria com o Sindipetro-NF, começou a produzir, na última quinta-feira, sabonete líquido que será distribuído em comunidades em vulnerabilidade social e para moradores em situação de rua em Campos dos Goytacazes e em Macaé.

O Instituto faz toda a produção de 3 mil frascos de 500ml. O sindicato entrou na parceria fornecendo os insumos e se responsabilizará pela distribuição — incluindo o sabonete em kits com outros produtos de higiene. A previsão é de que a produção dure duas semanas.

O sindicato tem desenvolvido ações junto a comunidades em vulnerabilidade social durante a pandemia. Foram distribuídas 700 cestas básicas em Campos e em Macaé. A distribuição é feita em parceria com diversas entidades filantrópicas, igrejas e movimentos sociais, para garantir o atendimento a quem realmente necessita.

 

 

[Via Sindipetrp-NF | Fotos: Luciana Fonseca / Imprensa do NF]

 

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O Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo acredita no papel cidadão que as organizações sindicais devem exercer e, neste momento em que a luta contra a retirada de direitos trabalhistas deve caminhar paralelamente ao apoio às famílias de trabalhadores em situação mais fragilizada, tem intermediado a doação de cestas a comunidades periféricas do estado de São Paulo e Campinas.

O objetivo é manter essas ações nas próximas semanas e acrescentar também a distribuições de alimentos o fornecimento de botijões de gás de cozinha para quem tem sofrido com o isolamento social e a queda na renda por conta das restrições impostas pela epidemia da COVID-19.

Por isso, convidamos nossa categoria e companheiros que acreditam na unidade da classe trabalhadora para que possam no ajudar nessa campanha com doações no valor que puder. Basta encaminhar a quantia que desejar para os dados disponibilizados abaixo.

Faremos periodicamente a prestação de contas de tudo que foi arrecadado, com o registro de imagens e vídeos da distribuição dos produtos em página e em nossas redes sociais.

A classe trabalhadora conta com você para manter essa luta de pé!

Confira abaixo o passo a passo das três opções de doação:

Com a doação de dirigentes, trabalhadores e apoiadores, o Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo proporcionará a entrega de 67 cestas a comunidades periféricas da cidade de Campinas, onde fica uma das bases da entidade.

Os alimentos, todos orgânicos, produzidos sem o uso de agrotóxicos, foram adquiridos junto ao assentamento Milton Santos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a distribuição é organizada pela Central Única das Favelas (CUFA).

A primeira comunidade a ser beneficiada é a de Monte Cristo, na próxima segunda-feira (13), às 10 horas. A entrega ocorrerá no Bar da Rosinha, que fica próximo à creche Douglas Andreani.

Ex-diretor do sindicato e um dos responsáveis pela organização das doações Gilberto Soares, o Giba, destaca que a solidariedade e a integração com a comunidade são características do sindicato que, neste momento de crise, precisam crescer ainda mais.

“Nosso sindicato busca sempre ir além das necessidades da categoria e aproveitamos que quinzenalmente temos o pessoal do MST vendendo produtos orgânicos no sindicato para estabelecer uma parceria e ajudar quem tem mais sofrido com esse isolamento social”, explicou.

Quem quiser contribuir com doações pode entrar em contato com Giba (19) 99231-5252 ou Silvio Marques (19) 99158 1358.

Sindicato cidadão

Após a entrega das cestas em Monte Cristo, sindicato, MST e CUFA devem distribuir os alimentos também em Oziel e Gleba. Mais de 10 mil famílias serão beneficiadas nessas ações que acontecerão até o final de abril.

Para o coordenador da regional Campinas, Gustavo Marsaioli, a ação reforça a postura cidadã de quem precisa olhar o momento para atuar em benefício da classe trabalhadora.

“Tem sido um período de muito trabalho, apesar de nossas sedes estarem fechadas, porque, ao mesmo tempo, temos lutado contra a retirada de direitos da nossa categoria e buscado contribuir com as comunidades que mais necessitam, observando a partir das regiões onde temos nossas bases. Mas esse é o nosso papel, de sindicato que dialoga com os trabalhadores a partir de sua realidade”, apontou.

[Via Sindipetro Unificado de SP]

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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